TEMPO CRUEL Não sei ao certo o que as pessoas queriam que o Vaccines fizesse no seu segundo disco, “The Vaccines Come Of Age”. Mas ouvindo, tenho certeza de que nem a banda sabia direito. O disco começa tão bem, com “No Hope”, uma daquelas canções pop que toda bandinha indie gostaria de conseguir escrever pelo menos uma vez na vida: “Não há esperança e é difícil amadurecer / Eu Leia Mais ...
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