{"id":2830,"date":"2010-01-23T09:21:24","date_gmt":"2010-01-23T12:21:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=2830"},"modified":"2010-01-23T09:21:25","modified_gmt":"2010-01-23T12:21:25","slug":"adeus-mp3","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/adeus-mp3\/","title":{"rendered":"ADEUS, MP3!"},"content":{"rendered":"<p>Not\u00edcia importante do UOL (da ag\u00eancia Reuters, escrito por Kate Holton e Matt Cowan)\u00a0d\u00e1 conta que o MP3 \u00e9 coisa do passado. O projeto, conhecido como MusicDNA, pode ser o sucessor do formato que revolucionou a sociedade ao mudar a forma de adquirir e ouvir m\u00fasica. Nesse novo formato, o arquivo digital viria com a m\u00fasica (claro) mais not\u00edcias da banda, letras, imagens (v\u00eddeo) e o que mais inventarem. \u00c9 um arquivo <em>multi-tarefa<\/em>, pra usar um termo da moda.<\/p>\n<p>Mas se engana quem acha que isso \u00e9 uma concorr\u00eancia. Os pr\u00f3prios\u00a0inventores do MP3 original (muitos clama essa &#8220;descoberta&#8221;, h\u00e1 muitos co-autores, mas diz-se ser um <em>codec<\/em> desenvolvido pelo alem\u00e3o\u00a0Karlheinz Brandenburg) apoiam a MusicDNA.<\/p>\n<p>O bacana \u00e9 que &#8220;gravadoras, bandas e grupos de varejo tamb\u00e9m poderiam enviar atualiza\u00e7\u00f5es ao arquivo a cada vez que tivessem novidades a anunciar, como datas de futuras turn\u00eas, novas entrevistas ou atualiza\u00e7\u00f5es de p\u00e1ginas de redes sociais&#8221;, segundo a mat\u00e9ria. Seria um site inteiro, um mini-blogue inteiro, dentro de um arquivo de m\u00fasica. Sensacional &#8211; e \u00f3bvio at\u00e9.<\/p>\n<p>&#8220;O usu\u00e1rio receberia tanta ou t\u00e3o pouca informa\u00e7\u00e3o quanto desejasse, sempre que se conectasse \u00e0 Internet. Mas quem baixasse o arquivo ilegalmente ouviria apenas um ru\u00eddo de est\u00e1tica e n\u00e3o receberia quaisquer atualiza\u00e7\u00f5es&#8221;, acrescenta a mat\u00e9ria, o que \u00e9 um tanto desanimador, embora a gente saiba que isso s\u00f3 anima os &#8220;criadores de alternativas&#8221;.<\/p>\n<p>Quem bolou a nova tecnologia foi uma empresa chamada BACH Technology (coitado do Bach&#8230;), que j\u00e1 se antecipou e\u00a0busca firmar\u00a0&#8220;parcerias com companhias de varejo, gravadoras, detentores de direitos autorais e empresas de tecnologia, e que est\u00e1 disposta a fornecer a tecnologia para que terceiros a empreguem sob suas marcas&#8221;. Um grande neg\u00f3cio, enfim.<\/p>\n<p>Leia o restante da mat\u00e9ria: &#8220;A BACH est\u00e1 instalada na Noruega, Alemanha e China, e tem como parceiro o Fraunhofer Institute for Digital Media Technology, da Alemanha. &#8216;Estamos recebendo bons retornos, e o fato de que desejemos incluir a todos nisso, sem competir contra eles, ajuda&#8217;, disse o presidente-executivo Stefan Kohlmeyer \u00e0 Reuters. Os arquivos de m\u00fasica poder\u00e3o ser executados em qualquer player de MP3, entre os quais o Apple iPod. O music player ou a biblioteca online de m\u00fasica tamb\u00e9m podem ser adaptados para atender \u00e0s necessidades do usu\u00e1rio, por exemplo pela integra\u00e7\u00e3o a redes sociais existentes&#8221;.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria completa voc\u00ea l\u00ea <a href=\"http:\/\/musica.uol.com.br\/ultnot\/reuters\/2010\/01\/22\/grupo-de-tecnologia-vai-lancar-sucessor-para-formato-mp3.jhtm\" target=\"_blank\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>Quem viver ver\u00e1 (sempre quis escrever isso, sei l\u00e1 o motivo&#8230;).<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li>Nada relacionado<\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Not\u00edcia importante do UOL (da ag\u00eancia Reuters, escrito por Kate Holton e Matt Cowan)\u00a0d\u00e1 conta que o MP3 \u00e9 coisa do passado. 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