{"id":30478,"date":"2013-02-03T12:29:52","date_gmt":"2013-02-03T14:29:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=30478"},"modified":"2013-02-21T14:17:00","modified_gmt":"2013-02-21T17:17:00","slug":"resenha-my-bloody-valentine-mbv","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-my-bloody-valentine-mbv\/","title":{"rendered":"RESENHA: MY BLOODY VALENTINE &#8211; MBV"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30479\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-my-bloody-valentine-mbv\/mybloodyvalentine-capa-mbv\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/mybloodyvalentine-capa-mbv.jpg?fit=540%2C540\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"mybloodyvalentine-capa-mbv\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/mybloodyvalentine-capa-mbv.jpg?fit=540%2C540\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/mybloodyvalentine-capa-mbv.jpg?resize=540%2C540\" alt=\"\" title=\"\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-30479\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/mybloodyvalentine-capa-mbv.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/mybloodyvalentine-capa-mbv.jpg?resize=150%2C150 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/mybloodyvalentine-capa-mbv.jpg?resize=300%2C300 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p><strong>POR FAVOR, DESAFIEM KEVIN SHIELDS!<\/strong><\/p>\n<p>O disco existe. Uma das lendas (e piadas) recorrentes do pop mundial era este disco do My Bloody Valentine, o tal sucessor de &#8220;Loveless&#8221;, de 1991, o <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-100-melhores-discos-de-todos-os-tempos\/\" target=\"_blank\">&#8220;melhor disco de todos os tempos&#8221;<\/a>.<\/p>\n<p>Kevin Shields \u00e9 o tipo de cara que, por conta dos dois \u00fanicos discos lan\u00e7ados por sua banda (mais uma penca de EPs e <em>singles<\/em> e colet\u00e2neas), ganhou status de g\u00eanio. Ele talvez seja, sei l\u00e1, pouco importa. A despeito dos meandros da hist\u00f3ria e da cronologia, ele &#8220;inventou&#8221; um g\u00eanero, o <em>shoegaze<\/em>. Ou fez do <em>shoegaze<\/em> algo a se colocar no altar de muita gente.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 um cara dif\u00edcil tamb\u00e9m &#8211; talvez como todo g\u00eanio. Ningu\u00e9m sabe ao certo como Shields pensa e \u00e9 impressionante que ele tenha conseguido em tempos de Internet voraz segurar este novo disco, sem deixar vazar. Isso aconteceu, por certo, por conta de uma das suas caracter\u00edsticas mais marcantes: ele \u00e9 um faz-tudo recluso e perfeccionista que deve ter mudado tantas vezes estas composi\u00e7\u00f5es, ou detalhes delas, que ningu\u00e9m devia saber ao certo se elas de fato estavam acabadas ou se tornariam-se reais, palp\u00e1veis.<\/p>\n<p>Nesse dia 2 de fevereiro de 2013, as piadas cessaram, a lenda se tornou realidade. Shields entregou seu disco, o sucessor de &#8220;Loveless&#8221;. As can\u00e7\u00f5es que estavam sendo trabalhadas se tornaram, enfim, palp\u00e1veis. O \u00e1lbum se chama &#8220;mbv&#8221;, tem nove m\u00fasicas. E ele de fato fez tudo sozinho, menos a bateria (que seu irm\u00e3o Jimi Shields tocou nas primeiras etapas e depois Colm O&#8217;Ciosoig acrescentou em definitivo na reta final) e os vocais de Bilinda Butcher. O baixo ficou mais uma vez por conta de Debbie Googe.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que muita gente pensa, o disco n\u00e3o demorou vinte e dois anos pra ficar pronto. Kevin Shields nem mesmo deve ter pensado em criar algo novo nesse tempo. Ele se divertiu tocando com os amigos por a\u00ed, como o Primal Scream.<\/p>\n<p>O \u00e1lbum come\u00e7ou a ser criado em 2008. Ok, cinco anos ainda \u00e9 tempo demais. Entretanto, as ideias parecem ter vindo de l\u00e1, ou o recluso Shields, nesse tempo todo, pouco mudou sua concep\u00e7\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o musical (ali\u00e1s, a banda se vangloria de n\u00e3o ter usado &#8220;nenhum processo digital&#8221; na grava\u00e7\u00e3o, algo que pouca diferen\u00e7a faz pro ouvinte m\u00e9dio).<\/p>\n<p>Porque, a bem da verdade, &#8220;mbv&#8221; nada mais \u00e9 do que uma continua\u00e7\u00e3o de &#8220;Loveless&#8221;. E se voc\u00ea \u00e9 um dos milhares de cultuadores do &#8220;Loveless&#8221; \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o gostar de &#8220;mbv&#8221;. Por\u00e9m, isso n\u00e3o \u00e9 pouco?<\/p>\n<p>Vinte e dois anos depois, era de se esperar que este disco fosse um tanto &#8220;genial&#8221; como o anterior, n\u00e3o dava pra fugir da expectativa. Mas n\u00e3o \u00e9. Longe disso. Vai \u00e9 viver \u00e0 sombra de &#8220;Loveless&#8221;, marcado por ter um antecessor t\u00e3o importante historicamente.<\/p>\n<p>N\u00e3o que Shields n\u00e3o tenha tentado. Ele \u00e9 matreiro: &#8220;mbv&#8221; sofre do mal da pouca unidade, s\u00f3 que o ouvinte atento perceber\u00e1 que a disposi\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas apresenta uma evolu\u00e7\u00e3o dentro da pr\u00f3pria obra. A primeira parte \u00e9 &#8220;Loveless&#8221; puro, como se fossem sobras de est\u00fadio daquela \u00e9poca, isso inclui a &#8220;estranha&#8221; &#8220;Is This And Yes&#8221;, totalmente Spacemen 3. Mas a partir de &#8220;New You&#8221;, cujo nome entrega o que vem pela frente, \u00e9 um <em>outro<\/em> e curioso My Bloody Valentine.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;She Found Now&#8221;<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/rBKjhgHGVZs\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>N\u00e3o se engane, ainda \u00e9 um disco <em>shoegaze<\/em> melhor do que a horda de duas d\u00e9cadas de <em>shoegaze<\/em> que pintou por a\u00ed. A pr\u00f3pria &#8220;New You&#8221; tem um suingado estranho. A cozinha lembra um tanto a malemol\u00eancia malandra do Stone Roses, pra se ter uma ideia do caminha que estamos adentrando. \u00c9 onde a bateria de Colm O&#8217;Ciosoig tem mais destaque e, consequentemente, onde Shields deve ter menos controle sobre o produto final. Faz sentido. Entretanto, l\u00e1 pelas tantas, a m\u00fasica fica num ponto-morto de &#8220;tchu-tchu-tchus&#8221; e guitarras em loopings, que parece desnecess\u00e1rio.<\/p>\n<p>&#8220;In Another Way&#8221; \u00e9 a melhor m\u00fasica do \u00e1lbum. Shields disse que esse disco era mais &#8220;estranho&#8221; do que &#8220;Loveless&#8221;. Talvez ele quisesse se referir a esse tipo de coisa. Ela \u00e9 mais r\u00e1pida e at\u00e9 mesmo mais pesada. Se &#8220;mbv&#8221; tem algo surpreendente, est\u00e1 nessa segunda metade e &#8220;In Another Way&#8221; \u00e9 o carro-chefe. Mesmo assim, ela se estende mais do que o necess\u00e1rio, com a guitarra &#8220;suigando&#8221; e uma programa\u00e7\u00e3o\/<em>sampler<\/em> de teclado dando suporte atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;In Another Way&#8221;<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/6oXJus1ajIU\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Nesse momento, a expectativa que o disco feche de maneira t\u00e3o sublime quanto &#8220;Loveless&#8221;, como uma soberba da envergadura de &#8220;Soon&#8221;, vai se esvaindo. Mas depois de ouvir tantas vezes o disco, \u00e9 preciso admitir: n\u00e3o se faz necess\u00e1rio e \u00e9 bom que seja assim.<\/p>\n<p>&#8220;Nothing Is&#8221; \u00e9 instrumental e parece feita pra ser um exerc\u00edcio de aquecimento antes dos shows. Shields est\u00e1 experimentando equipamento e pistas de grava\u00e7\u00e3o ou s\u00f3 enchendo lingui\u00e7a? E &#8220;Wonder 2&#8221; fecha a obra mais uma vez lembrando &#8220;Loveless&#8221;, mas com um final barulhento o suficiente, subindo bastante agudos e incomodando (no bom sentido). Cumpre bem o seu papel e ao vivo deve ser ensurdecedora.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Wonder 2&#8221;<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/pWyRfqfEC2s\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>No final das contas, \u00e9 poss\u00edvel analisar &#8220;mbv&#8221; sob duas \u00f3ticas: a da expectativa por algo t\u00e3o genial quanto &#8220;Loveless&#8221;; ou a dos &#8220;p\u00e9s-no-ch\u00e3o&#8221;, sabendo que o momento hist\u00f3rico passou. Na primeira, a decep\u00e7\u00e3o parece o final \u00f3bvio. Na segunda, \u00e9 poss\u00edvel admirar um bom disco, bastante acima da m\u00e9dia do que se faz por a\u00ed no estilo. O My Bloody Valentine n\u00e3o foi superado por suas infinitas crias.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nada de novo aqui, mas Kevin Shields tamb\u00e9m n\u00e3o foi pressionado, nem desafiado. Ele ainda est\u00e1 acima de todos. Infelizmente. Talvez o dia em que ele sentir desafiado, eg\u00f3latra do jeito que parecer ser, tenhamos um &#8220;novo &#8216;Loveless'&#8221;. N\u00e3o que seja necess\u00e1rio, mas a\u00ed a expectativa pode ser cumprida.<\/p>\n<p>Por enquanto, temos um \u00f3timo disco pra f\u00e3s. E s\u00f3. Mas o &#8220;s\u00f3&#8221; \u00e9 o bastante.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/theofficialmbv\" target=\"_blank\">ouvir o disco na \u00edntegra, clicando aqui<\/a>.<\/p>\n<p>1. She Found Now<br \/>\n2. Only Tomorrow<br \/>\n3. Who Sees You<br \/>\n4. Is This And Yes<br \/>\n5. If I Am<br \/>\n6. New You<br \/>\n7. In Another Way<br \/>\n8. Nothing Is<br \/>\n9. Wonder 2<\/p>\n<p><strong>NOTA: 7,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 2 de fevereiro de 2013<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 46 minutos e 37 segundos<br \/>\nSelo: Independente<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Kevin Shields<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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