{"id":32600,"date":"2013-06-14T21:10:17","date_gmt":"2013-06-15T00:10:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=32600"},"modified":"2013-10-25T01:21:06","modified_gmt":"2013-10-25T03:21:06","slug":"os-discos-da-vida-la-cumbuca","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/","title":{"rendered":"OS DISCOS DA VIDA: LA CUMBUCA"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32608\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/lacumbuca1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/lacumbuca1.jpg?fit=540%2C300\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"lacumbuca1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/lacumbuca1.jpg?fit=540%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/lacumbuca1.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-32608\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/lacumbuca1.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/lacumbuca1.jpg?resize=300%2C166 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Quem acessa o <a href=\"http:\/\/www.lacumbuca.com\/\" target=\"_blank\">La Cumbuca<\/a>, vai se deparar com o melhor site alternativo (ou sobre m\u00fasica alternativa) feito no Rio de Janeiro, com o Rio de Janeiro na veia, cobrindo o que de melhor acontece nos palcos Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Agenda, cobertura de shows (os v\u00eddeos s\u00e3o riquezas do site), <em>donwloads<\/em> etc., tem quase tudo o que um carioca deveria seguir sobre a vida cultural da cidade, com amplitude nacional.<\/p>\n<p>&#8220;O La Cumbuca foi criado em 2007 a partir de conversas entre f\u00e3s do programa de r\u00e1dio &#8216;Ronca Ronca&#8217;, com o objetivo de falar sobre a m\u00fasica que nem sempre est\u00e1 ao alcance de todos (mas devia estar), produzida no Brasil e no mundo. Orginalmente uma cabe\u00e7ada escrevia por l\u00e1, mas logo ficou eu e o T\u00falio Brasil, que saiu em 2011. Em 2012, chamei pra participar do La Cumbuca o F\u00e1bio Fernandes, que faz um trabalho esplendoroso de registro de shows no Rio de Janeiro atrav\u00e9s do <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/user\/donniedarko73\" target=\"_blank\">canal donniedarko73 no Youtube<\/a>, e o Pedro Montenegro pra de vez em quando digitalizar alguns discos da cole\u00e7\u00e3o dele na se\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.lacumbuca.com\/search\/label\/acervo%20la%20cumbuca\" target=\"_blank\">Acervo La Cumbuca<\/a>&#8220;, conta Renato Silva, o Otaner, um dos fundadores do site.<\/p>\n<p>&#8220;O La Cumbuca, com a ajuda dessa dupla, \u00e9 um espa\u00e7o pra que os shows e discos fiquem registrados, fazendo um trabalho de pesquisa, resgate e preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria dos tipos de m\u00fasicas com que nos identificamos, de Pinduca a Ratos de Por\u00e3o. Quando d\u00e1 tempo, \u00e9 claro. E sempre falando sobre o melhor programa de r\u00e1dio do mundo, o &#8216;Ronca Ronca'&#8221;, completa.<\/p>\n<p>O trabalho de Otaner, F\u00e1bio e Pedro, obviamente, como tantos outros sites de m\u00fasica no Brasil, n\u00e3o d\u00e1 dinheiro. Os tr\u00eas engrossam a fileira dos abnegados que se esfor\u00e7am pra entregar ao leitor um conte\u00fado que a &#8220;m\u00eddia estabelecida&#8221; n\u00e3o faz quest\u00e3o de produzir. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es do La Cumbuca estar na nossa lista dos <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-dez-melhores-sites-brasileiros-de-musica\/\" target=\"_blank\">&#8220;dez melhores sites brasileiros de m\u00fasica&#8221;<\/a>.<\/p>\n<p>E essa \u00e9 uma das raz\u00f5es pra que a se\u00e7\u00e3o &#8220;Os Discos Da Vida&#8221; tenha o orgulho de apresentar uma edi\u00e7\u00e3o com Renato, destrinchando seus primeiros passos nessa paix\u00e3o de todos n\u00f3s que \u00e9 a m\u00fasica. Ao ver sua inusitada lista, \u00e9 poss\u00edvel ver o DNA do La Cumbuca: de Clash a REM, de Chico Buarque a&#8230; bem, enfie a cara nessa cumbuca.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>OTANER LA CUMBUCA<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Como \u00e9 uma tarefa muito \u00e1rdua limitar em dez tanta coisa que j\u00e1 ouvi e que tem import\u00e2ncia fundamental na minha forma\u00e7\u00e3o, tentei fazer esta lista de &#8216;Discos da Vida&#8217; pegando aqueles \u00e1lbuns que realmente mudaram minha vida, expandiram meus gostos, mudaram meu jeito de pensar, me trouxeram novas informa\u00e7\u00f5es e, mais importante, que eu possuo at\u00e9 hoje, seja em vinil, k7 ou CD. Desta forma, o \u00faltimo disco da lista foi adquirido aos 20 anos de idade, j\u00e1 que depois disso a maioria dos discos chegaram aos ouvidos em MP3, um formato que revolucionou nossa rela\u00e7\u00e3o com m\u00fasica, mas tirou um pouquinho daquele sentimento de descoberta de um novo som, das repetidas audi\u00e7\u00f5es&#8230; Apesar que muitos \u00e1lbuns virtuais nos \u00faltimos treze anos tamb\u00e9m poderiam estar na lista abaixo. Muita enrola\u00e7\u00e3o, n\u00e9? Ent\u00e3o vamos l\u00e1. A ordem \u00e9 mais ou menos da aquisi\u00e7\u00e3o dos \u00e1lbuns&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Inimigos Do Rei \u2013 &#8220;Inimigos Do Rei&#8221; (1989)<\/strong><br \/>\nDesde os cinco anos, consigo lembrar de gostar e ouvir m\u00fasica e ter discos em casa. Coisas como Trem da Alegria e Os Tr\u00eas Patinhos (!) faziam minha cabe\u00e7a. Talvez j\u00e1 tivesse ouvido o &#8220;Dois&#8221; da Legi\u00e3o Urbana, que fazia parte da cole\u00e7\u00e3o l\u00e1 de casa e poderia facilmente estar nesta lista, mas o primeiro grupo que me chamou a aten\u00e7\u00e3o pro rock foi o Inimigos do Rei, bandeca fuleira e pretensamente irreverente, de onde saiu o Paulinho Moska. N\u00e3o tenho certeza de como o disco chegou at\u00e9 mim, acho que fui em um show que a banda fez em uma festa da empresa onde meu pai trabalha, gostei da banda e me compraram o <em>long play<\/em>. Ouvia esse disco repetidamente com meus nove anos de idade. Apesar das m\u00fasicas &#8220;Uma Barata Chamada Kafka&#8221; e &#8220;Adelaide&#8221; terem feito muito sucesso, minhas preferidas eram outras duas que at\u00e9 hoje sei de cor a letra delas. &#8220;Jesse James&#8221; falava de um bandido que &#8220;foi preso com o pesco\u00e7o numa corrente de ouro \/ ap\u00f3s a condicional&#8221; e que no final &#8220;a multid\u00e3o alegre chutava seu cad\u00e1ver no ch\u00e3o&#8221;. J\u00e1 &#8220;Suzy Infl\u00e1vel&#8221;, como \u00e9 poss\u00edvel prever, falava sobre uma boneca infl\u00e1vel que &#8220;treme de noite e de dia \/ movida \u00e0 sua infinita bateria&#8221; e cujo &#8220;ex-namorado milion\u00e1rio morreu \/ enforcado na calcinha de um gay&#8221;. O mais legal \u00e9 que o autor da can\u00e7\u00e3o amava ela &#8220;ao som de Crosby, Stills, Nash And Young&#8221;. Eu n\u00e3o entendia nada do que estava sendo cantado, mas repetia palavra por palavra. Gostaria de dizer que comecei a ouvir rock (ou algo pr\u00f3ximo disso) com Velvet Underground ou Leonard Cohen, mas foi assim que tive in\u00edcio nesse mundo de perdi\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32602\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/inimigosdorei-inimigosdorei\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/inimigosdorei-inimigosdorei.jpg?fit=300%2C300\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"inimigosdorei-inimigosdorei\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/inimigosdorei-inimigosdorei.jpg?fit=300%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/inimigosdorei-inimigosdorei.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-32602\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/inimigosdorei-inimigosdorei.jpg?w=300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/inimigosdorei-inimigosdorei.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Jesse James&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/Z3JMTkoBQt0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Nirvana \u2013 &#8220;Nevermind&#8221; (1991)<\/strong><br \/>\nDevia ser final de 1991 ou come\u00e7o de 1992 e, por um motivo que at\u00e9 hoje n\u00e3o sei explicar, meu pai me deu essa fita. Mal sabia ele o estrago que faria na minha cabe\u00e7a ouvir os berros do Kurt Cobain, a barulheira incomum pra quem na \u00e9poca ouvia de forma esparsa Beatles, Legi\u00e3o, Engenheiros, Tit\u00e3s&#8230; O curioso \u00e9 que eu n\u00e3o lembro de ter ouvido &#8220;Smells Like Teen Spirit&#8221; ou qualquer outra m\u00fasica do Nirvana antes de apertar o <em>play<\/em>. Ent\u00e3o meu primeiro contato com o Nirvana n\u00e3o foi atrav\u00e9s do r\u00e1dio ou do clipe rodando na MTV. Foi tudo assim, um monte de porradas, &#8220;Breed&#8221;, &#8220;Drain You&#8221;, &#8220;Stay Away&#8221; e a minha favorita desde sempre &#8220;Territorial Pissings&#8221; &#8211; eu ficava pensando: como \u00e9 que deixaram o cara gravar um tro\u00e7o desses? M\u00f3 berraria, e achava um barato &#8211; al\u00e9m daquelas m\u00fasicas melanc\u00f3licas no final de cada lado, &#8220;Polly&#8221; e &#8220;Something In The Way&#8221;.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"18278\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-single-parents\/nirvana-nevermind\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/nirvana-nevermind.jpg?fit=240%2C240\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/nirvana-nevermind.jpg?fit=240%2C240\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/nirvana-nevermind.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-18278\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/nirvana-nevermind.jpg?w=240 240w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/nirvana-nevermind.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Territorial Pissings&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/JCGvONbVCa0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>REM \u2013 &#8220;Automatic For The People&#8221; (1992)<\/strong><br \/>\nDepois de conhecer o &#8220;Nevermind&#8221; do Nirvana, era s\u00f3 isso que eu ouvia, mas comecei a ver MTV, mesmo com a imagem p\u00e9ssima que aparecia na televis\u00e3o que nem <em>bombril<\/em> dava jeito. Assistia aos clipes, gostava de uma coisa ou outra, mas nada que me impressionasse muito, ou que ficasse na mem\u00f3ria. A\u00ed um dia, l\u00e1 pelo final do ano, a Astrid (provavelmente no &#8220;Disk MTV&#8221;) falou sobre esse disco super legal do R.E.M., v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es elogiando, bl\u00e1 bl\u00e1 bl\u00e1&#8230; E isso foi o suficiente pra eu ir com minha m\u00e3e \u00e0s Lojas Americanas da Rua Uruguaiana comprar meu presente de Natal: a fitinha do &#8220;Automatic For The People&#8221; (tenho d\u00favidas sobre qual Natal isso aconteceu, mas como o disco foi lan\u00e7ado em 92, imagino que tenha sido naquele ano). Embora eu estivesse muito ligado \u00e0 barulheira do Nirvana, ou por causa disso mesmo, o disco fez um excelente contraponto com suas can\u00e7\u00f5es mais ac\u00fasticas, apesar do come\u00e7o com &#8220;Drive&#8221; dar aquela enganada do que viria mais pra frente.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32604\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/rem-automatic\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/rem-automatic.jpg?fit=240%2C240\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"rem-automatic\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/rem-automatic.jpg?fit=240%2C240\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/rem-automatic.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-32604\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/rem-automatic.jpg?w=240 240w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/rem-automatic.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Drive&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/nK8HWMrAEUg\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Ramones \u2013 &#8220;It&#8217;s Alive&#8221; (1979)<\/strong><br \/>\nAcho que j\u00e1 tinha uma certa no\u00e7\u00e3o do que era <em>punk rock<\/em>, grupos como Green Day e Offspring estavam estourando e \u00e9 prov\u00e1vel que j\u00e1 tivesse ouvido algumas m\u00fasicas dos Ramones antes, mas foi s\u00f3 quando um amigo me emprestou o CD de &#8220;It&#8217;s Alive&#8221; (presumo que em 1995) que tudo fez sentido. &#8220;One, Two, Three, Four!&#8221;, repetia incessantemente Dee Dee Ramone mais ou menos a cada dois minutos para uma nova can\u00e7\u00e3o t\u00e3o r\u00e1pida quanto a anterior surgir. Uma condensa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas primeiros discos dos Ramones, s\u00f3 que tocadas com o dobro de velocidade, como dar errado? Meu momento favorito vem depois de &#8220;Today Your Love, Tomorrow The World&#8221; (uma m\u00fasica que, considerando que essa \u00e9 a grava\u00e7\u00e3o de um show realizado no ano novo de 1977, em Londres, ganha um outro significado) quando eles mandam uma sequ\u00eancia de sete m\u00fasicas sem abaixar a velocidade em nenhum momento. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, dizem, no final da apresenta\u00e7\u00e3o o p\u00fablico saiu quebrando tudo, tamanha a euforia. Fiquei com o &#8220;It&#8217;s Alive&#8221; por alguma semanas at\u00e9 gravar numa fitinha e devolver o disco, e continuar ouvindo a fita por muitos e muitos anos. Foi o motivo pra que eu come\u00e7asse uma banda, do mesmo modo que milhares de garotos devem ter feito pelo mundo afora nas \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"24754\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-tom-leao\/ramones-itsalive\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ramones-itsalive.jpg?fit=301%2C300\" data-orig-size=\"301,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ramones-itsalive.jpg?fit=301%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ramones-itsalive.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-24754\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ramones-itsalive.jpg?w=301 301w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ramones-itsalive.jpg?resize=150%2C150 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ramones-itsalive.jpg?resize=300%2C299 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Today Your Love, Tomorrow The World&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/a_aVkdlVyUA\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>V\u00e1rios \u2013 &#8220;Songs In The Key Of X: Music From And Inspired By The X-Files&#8221; (1996)<\/strong><br \/>\nAcho que essa \u00e9 a minha &#8220;joia da coroa&#8221; no meio desse monte de obviedades na minha lista. Acho que comprei esse disco em alguma CD Expo que costumava acontecer nos anos 90, j\u00e1 que era f\u00e3 do &#8220;Arquivo X&#8221;. Essa compila\u00e7\u00e3o organizada pelo criador da s\u00e9rie, Chris Carter, tem como ponto de partida a utiliza\u00e7\u00e3o da m\u00fasica &#8220;Red Right Hand&#8221;, do Nick Cave And The Bad Seeds, em um dos epis\u00f3dios. A partir da\u00ed surgiu a ideia de juntar m\u00fasicas que fossem inspiradas pela s\u00e9rie ou que tivessem o clima de mist\u00e9rio correspondente \u00e0s aventuras surreais dos agentes do FBI Fox Mulder e Dana Scully. O resultado \u00e9 que esse CD foi a porta de entrada para que eu conhecesse Nick Cave, Screamin&#8217; Jay Hawkins e Frank Black (e a partir desse tal de Frank Black descobri uma banda chamada Pixies e&#8230;). Tamb\u00e9m conheci Gary Numan a partir do cover que o Foo Fighters faz de &#8220;Down In The Park&#8221;, e conheci Elvis Costello e Brian Eno em uma mesma m\u00fasica, numa rar\u00edssima colabora\u00e7\u00e3o entre os dois, chamada &#8220;My Dark Life&#8221;. Tem William Burroughs e R.E.M., com a m\u00fasica &#8220;Star Me Kitten&#8221;(m\u00fasica que est\u00e1 no disco &#8220;Automatic For The People&#8221; e portanto aparece duas vezes na minha lista), com mr. Burroughs cantando a vers\u00e3o sem censura &#8220;fuck me kitten&#8221;. Uma das m\u00fasicas, colabora\u00e7\u00e3o entre Nick Cave e o Dirty Three, s\u00f3 podia ser ouvida apertando o bot\u00e3o de &#8220;rew&#8221; na primeira faixa, uma faixa 0 que combinava com o esp\u00edrito da s\u00e9rie. Apesar de algumas m\u00fasicas ruins (P.M. Dawn e Danzig n\u00e3o mereciam estar ali) esse \u00e9 um CD t\u00e3o foda que at\u00e9 a Sheryl Crow manda bem com a soturna &#8220;On The Outside&#8221;. E ainda tem a refer\u00eancia no t\u00edtulo ao disco &#8220;Songs In The Key Of Life&#8221;, do Stevie Wonder.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32605\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/trilha-arquivox\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/trilha-arquivox.jpg?fit=300%2C300\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"trilha-arquivox\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/trilha-arquivox.jpg?fit=300%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/trilha-arquivox.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-32605\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/trilha-arquivox.jpg?w=300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/trilha-arquivox.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Red Right Hand&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/dxkUK3SQlWI\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Radiohead \u2013 &#8220;OK Computer&#8221; (1997)<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 conhecia v\u00e1rias m\u00fasicas do Radiohead e j\u00e1 estava lendo e ouvindo falar sobre o disco, mas s\u00f3 at\u00e9 encontrar no ano seguinte ao lan\u00e7amento, em promo\u00e7\u00e3o na mesma Lojas Americanas onde comprei o disco do R.E.M. anos antes, \u00e9 que pude entender que sim, os caras chegaram a um outro patamar com &#8220;Ok Computer&#8221;. O disco surpreende o tempo inteiro e n\u00e3o cansava mesmo com tantas reviravoltas nas m\u00fasicas. Lembro de ouvir &#8220;Exit Music (For A Film)&#8221; e n\u00e3o conseguir entender o que estava acontecendo e ao mesmo tempo achar o m\u00e1ximo tudo aquilo. Talvez o mais interessante que possa ser dito sobre o disco \u00e9 que nunca ouvi nenhuma outra banda tentando fazer um novo &#8220;Ok Computer&#8221;&#8230; Nem mesmo o Radiohead, que mudou tudo de novo com &#8220;Kid A&#8221;.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"16688\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-hominis-canidae\/radiohead-okcomputer\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/radiohead-okcomputer.jpg?fit=240%2C240\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/radiohead-okcomputer.jpg?fit=240%2C240\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/radiohead-okcomputer.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-16688\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/radiohead-okcomputer.jpg?w=240 240w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/radiohead-okcomputer.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Exit Music (For A Film)&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/RByvzmmEFiQ\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Chico Buarque \u2013 &#8220;Chico Buarque&#8221; (1978)<\/strong><br \/>\nO &#8220;disco da samambaia&#8221; chegou \u00e0s minhas m\u00e3os revirando umas caixas com fitas antigas em casa. De repente saltaram em minhas m\u00e3os duas fitas do Chico Buarque, o &#8220;Meus Caros Amigos&#8221; e esse &#8220;da samambaia&#8221;, creio que a minha primeira incurs\u00e3o pelo mundo daquilo que \u00e9 conhecido como MPB. Eu ouvia um e logo depois ouvia o outro em sequ\u00eancia, ent\u00e3o eles pra mim s\u00e3o meio indissoci\u00e1veis, mas pra efeitos de lista fico com esse disco que come\u00e7a leve, com &#8220;Feijoada Completa&#8221; (um prato n\u00e3o t\u00e3o leve), mas depois vai ganhando for\u00e7a na cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es que tinham sido censuradas durante a d\u00e9cada e s\u00f3 agora podiam ser comercializadas. &#8220;C\u00e1lice&#8221;, &#8220;Tanto Mar&#8221; e &#8220;Apesar De Voc\u00ea&#8221;. Tamb\u00e9m traz uma das m\u00fasicas mais barra-pesada, &#8220;Peda\u00e7o De Mim&#8221;, com versos como &#8220;A saudade \u00e9 arrumar o quarto \/ Do filho que j\u00e1 morreu&#8221; pra dar um n\u00f3 na garganta de qualquer um.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32606\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/chicobuarque-1978\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/chicobuarque-1978.jpg?fit=300%2C300\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"chicobuarque-1978\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/chicobuarque-1978.jpg?fit=300%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/chicobuarque-1978.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-32606\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/chicobuarque-1978.jpg?w=300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/chicobuarque-1978.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a: &#8220;Peda\u00e7o De Mim&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/uTwu75VSiyU\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Pavement &#8211; &#8220;Slanted And Enchanted&#8221; (1992)<\/strong><br \/>\nUma das coisas mais prazerosas naqueles tempos onde a Internet ainda n\u00e3o proporcionava o que nos d\u00e1 hoje, era poder comprar um disco pela capa, sem ter muita ideia o que ele trazia e ter uma boa surpresa ao chegar em casa e botar o disco pra tocar. Hoje, qualquer lan\u00e7amento voc\u00ea vai catar no New Album Releases (ou se for um disco nacional, no La Cumbuca, cof cof) e a\u00ed, caso ainda goste de ter o suporte f\u00edsico, corre atr\u00e1s e compra. Em algum momento de 1998, entrei na loja de discos Gabriela, na Tijuca, e vi um disco com uma capa toda horr\u00edvel, zoada, ao pre\u00e7o de R$ 9,99. N\u00e3o conhecia o Pavement e mesmo assim levei pra ver qual \u00e9. O &#8220;Slanted And Enchanted&#8221; elevou a um novo n\u00edvel aquilo que o &#8220;Nevermind&#8221;, do Nirvana, e o &#8220;It&#8217;s Alive, do Ramones, e tantos outros discos j\u00e1 tinham me mostrado. Era poss\u00edvel fazer m\u00fasica de todo jeito poss\u00edvel, mesmo com o m\u00ednimo de recursos dispon\u00edveis, se pelo menos fosse empregado o m\u00e1ximo de energia pra empreitada, era isso que o \u00e1lbum me dizia. N\u00e3o \u00e9 um motivo particular de orgulho ter conhecido o Pavement assim, sem ningu\u00e9m ter indicado, mas me mostrou que \u00e0s vezes \u00e9 bom arriscar&#8221;.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"16193\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-hierofante-purpura\/pavement-slanted\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/pavement-slanted.jpg?fit=240%2C240\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/pavement-slanted.jpg?fit=240%2C240\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/pavement-slanted.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-16193\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/pavement-slanted.jpg?w=240 240w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/pavement-slanted.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Fame Throwa&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/M23G5bXckAI\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Los Djangos &#8211; &#8220;Raiva Contra Oba Oba&#8221; (1998)<\/strong><br \/>\nA banda ainda se chamava Kamundjangos quando ouvi em algum lugar a m\u00fasica de mesmo nome e assim come\u00e7ava a conhecer minha banda nacional preferida, que se transformou em Los Djangos (15 anos atr\u00e1s, quando o Tarantino nem pensava em fazer um faroeste chamado &#8220;Django&#8221;) e que lembro de ter visto pela primeira vez ao vivo em um show na praia de Copacabana, onde pechinchei pra comprar esse disco por 10 reais. O som \u00e9 uma mistura de <em>ska<\/em>, <em>reggae<\/em>, rock, um pouco de <em>ragga<\/em> tamb\u00e9m, uma coisa meio Rappa\/Skank\/Paralamas do Sucesso (o disco foi produzido pelo Jo\u00e3o Barone &#8211; junto com Tom Capone &#8211; e a capa remete ao Selvagem? dos Paralamas) mas isso \u00e9 de menor import\u00e2ncia, apesar do baixo de Carlyle Diniz insistir pra que voc\u00ea preste aten\u00e7\u00e3o no que est\u00e1 acontecendo ali. A bateria de Jo\u00e3o Aquino \u00e9 precisa, mas o que me cativou eram as composi\u00e7\u00f5es completamente originais do guitarrista e vocalista Marco Homobono, falando desde o \u00faltimo \u00f4nibus que passa na madrugada at\u00e9 novas formas de alimenta\u00e7\u00e3o pra quem n\u00e3o tem o que comer (&#8220;inquilino orgulhoso \/ se n\u00e3o fosse um viaduto&#8221;, que momento esse da m\u00fasica &#8220;Sopa de Jornal&#8221;). A banda nunca teve o sucesso que eu e todo mundo que frequentava os shows mais alternativos no Rio de Janeiro achava que eles mereciam, mas isso n\u00e3o impediu de terem influ\u00eancia inclusive com outra banda com &#8220;Los&#8221; no nome que apareceu um pouco depois. Desde o come\u00e7o deste s\u00e9culo a banda passou a se chamar Djangos, sem o Los.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32607\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-la-cumbuca\/losdjangos-raivacontraobaoba\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/losdjangos-raivacontraobaoba.jpg?fit=300%2C300\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"losdjangos-raivacontraobaoba\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/losdjangos-raivacontraobaoba.jpg?fit=300%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/losdjangos-raivacontraobaoba.jpg?resize=240%2C240\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-32607\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/losdjangos-raivacontraobaoba.jpg?w=300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/losdjangos-raivacontraobaoba.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Raiva Contra Oba Oba&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/8xN4c6d7IFk\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>The Clash &#8211; &#8220;London Calling&#8221; (1979)<\/strong><br \/>\nO \u00faltimo disco desta lista \u00e9, pra mim, um dos melhores discos j\u00e1 feitos em todos os tempos, sempre brigando com o &#8220;Revolver&#8221;, dos Beatles, pela primeira posi\u00e7\u00e3o. Eu j\u00e1 tinha ouvido a faixa-t\u00edtulo, &#8220;The Guns Of Brixton&#8221; e &#8220;Train In Vain&#8221;, mas s\u00f3 quando comprei o &#8220;London Calling&#8221; em promo\u00e7\u00e3o em alguma loja do Centro do Rio \u00e9 que tive no\u00e7\u00e3o exata do que era o The Clash, uma banda que mostrou que &#8220;punk&#8221; podia ser bem mais do que tr\u00eas acordes. Eu n\u00e3o sei explicar qual foi o impacto de ouvir &#8220;Spanish Bombs&#8221; pela primeira vez, sei que at\u00e9 hoje ela conserva o impacto que me causou na primeira audi\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 um disco que n\u00e3o tem um momento mais ou menos, n\u00e3o tem uma faixa fora do lugar, perfeito do in\u00edcio ao fim.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"16188\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-hierofante-purpura\/clash-londoncalling\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/clash-londoncalling.jpg?fit=240%2C240\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"\" data-image-description=\"\" 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href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-robsong\/\" target=\"_blank\">&#8220;Os Discos da Vida: Robsongs&#8221;<\/a>.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-dramon\/\" title=\"OS DISCOS DA VIDA: DRAMON\">OS DISCOS DA VIDA: DRAMON<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-clandestinas\/\" title=\"OS DISCOS DA VIDA: CLANDESTINAS\">OS DISCOS DA VIDA: CLANDESTINAS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-borealis\/\" title=\"OS DISCOS DA VIDA: BOREALIS\">OS DISCOS DA VIDA: BOREALIS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-benjamin-back\/\" title=\"OS DISCOS DA VIDA: BENJAMIN BACK\">OS DISCOS DA VIDA: BENJAMIN BACK<\/a><\/li><li><a 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