{"id":38128,"date":"2014-06-02T17:35:26","date_gmt":"2014-06-02T20:35:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=38128"},"modified":"2017-08-15T17:35:44","modified_gmt":"2017-08-15T20:35:44","slug":"discos-pop-perdidos-8-the-durutti-column-lc","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/discos-pop-perdidos-8-the-durutti-column-lc\/","title":{"rendered":"DISCOS (POP) PERDIDOS #8: THE DURUTTI COLUMN &#8211; LC"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"38130\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/discos-pop-perdidos-8-the-durutti-column-lc\/durutticolumn1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/durutticolumn1.jpg?fit=540%2C300\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"durutticolumn1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/durutticolumn1.jpg?fit=540%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/durutticolumn1.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-38130\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/durutticolumn1.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/durutticolumn1.jpg?resize=300%2C166 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Vincent Gerard Reilly \u00e9 um ingl\u00eas de Manchester, que, acredite quase virou jogador profissional de futebol pelo Manchester City (o campe\u00e3o ingl\u00eas de 2014 e quatro t\u00edtulos no total), mas abdicou pra tocar guitarra. A escolha iria se mostrar acertada.<\/p>\n<p>Ele nasceu em agosto de 1953 e vinte e cinco anos depois era o primeiro nome a assinar com um dos selos mais importantes da hist\u00f3ria, o Factory Records, de Tony Wilson (que teria tamb\u00e9m OMD, Section 25, Cabaret Voltaire, Happy Mondays, Joy Division, A Certain Ratio e New Order, um time impressionante). Em 1980, lan\u00e7ou seu primeiro disco e aquele que muitos consideram seu melhor trabalho, &#8220;The Return Of The Durutti Column&#8221;. No ano seguinte, a obra-prima maior, &#8220;LC&#8221; (saiu como a assinatura FACT-44).<\/p>\n<p>Curioso notar que embora hoje vejamos o Durutti Column como sin\u00f4nimo de Vini Reilly, n\u00e3o foi ele quem fundou a banda. Essa honra ficou a cargo de Chris Joyce (bateria) e Dave Rowbotham (guitarrista), juntos com o pr\u00f3prio Tony Wilson e seu s\u00f3cio na Factory, Alan Erasmus. Reilly entrou na forma\u00e7\u00e3o dias depois, com o vocalista Phil Rainford (ex-colega de Reilly numa banda punk local) e com o baixista Tony Bowers. Todos tinham forma\u00e7\u00e3o <em>punk<\/em> e era pra o Durutti Column ser exatamente isso: <em>punk<\/em>.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s os primeiros shows e antes de gravar o primeiro disco, a banda come\u00e7ou a ruir. Havia durado poucos meses. Rainford foi ser produtor e assina discos da Nico (ela mesma, velvetman\u00edacos). Joyce e Bowers foram parar no Simply Red (a pr\u00f3pria). E Rowbotham acabou como guitarrista de est\u00fadio do selo, trabalhando com a maioria dos artistas, incluindo o Happy Mondays.<\/p>\n<p>Sozinho, Vini Reilly se tornou sin\u00f4nimo de Durutti Column, carregando o nome nas costas, diretamente pra hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Durutti Column \u00e9 um nome que Wilson e Erasmus arrumaram em homenagem a um revolucion\u00e1rio da Guerra Civil Espanhola, travada de 1936 a 1939. Mas \u00e9 um equ\u00edvoco de grafia: &#8220;durruti&#8221; virou &#8220;durutti&#8221;. O homenageado se chama Buenaventura Durruti Dom\u00ednguez, morto logo no primeiro ano de batalha, mas desde as duas d\u00e9cadas anteriores, conhecido por suas a\u00e7\u00f5es anarquistas e sindicalistas. A &#8220;coluna Durruti&#8221; foi a mais coesa e conhecida for\u00e7a revolucion\u00e1ria de combate \u00e0 rep\u00fablica local. Era, de fato, um nome bem <em>punk<\/em> e remete bastante a Joy Division, a divis\u00e3o de divers\u00e3o dos nazistas durante a segunda grande guerra.<\/p>\n<p>Mas o Durutti Column n\u00e3o tem nada de <em>punk<\/em>, a n\u00e3o ser o &#8220;fa\u00e7a voc\u00ea mesmo&#8221;. Reilly \u00e9 um guitarrista h\u00e1bil, ao mesmo tempo econ\u00f4mico e eficaz. John Frusciante j\u00e1 disse que Reilly era o melhor guitarrista do mundo. Seus primeiros discos podem justificar esse pretenso exagero. &#8220;LC&#8221; inclu\u00eddo a\u00ed.<\/p>\n<p>&#8220;LC&#8221; \u00e9 a abrevia\u00e7\u00e3o de &#8220;Lotta Continua&#8221;, uma organiza\u00e7\u00e3o de extrema esquerda encampada pelo ch\u00e3o de f\u00e1brica da Fiat, em Turim, It\u00e1lia. Reilly realmente compartilhava das ideias revolucion\u00e1rias contidas no nome escolhido pra banda, afinal. Mas n\u00e3o h\u00e1 nada de pol\u00edtico no disco, um exerc\u00edcio de beleza plena, de intenso olhar pra si. Reilly parece ter essa capacidade.<\/p>\n<p>Nele, tocam apenas Reilly, com sua Fender Stratocaster e outros instrumentos, e o fiel companheiro criativo, Bruce Mitchell, na bateria e percuss\u00e3o. A obra foi gravada, ressaltando sua extrema simplicdiade, num gravador caseiro de quatro canais. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 do pr\u00f3prio Reilly com colabora\u00e7\u00e3o de Stuart Pickering. Martin Hannett, produtor onipresente nas obras da Factory e respons\u00e1vel pelo disco de estreia do DC, acrescentou pouco ao resultado final.<\/p>\n<p>S\u00e3o originalmente dez can\u00e7\u00f5es, algumas delas as mais conhecidas da carreira de Reilly. S\u00e3o seus &#8220;sucessos&#8221;: &#8220;Sketch For Dawn 1&#8221;, &#8220;Jaqueline&#8221; e &#8220;The Missing Boy&#8221;, escrita em homenagem ao declarado f\u00e3 Ian Curtis, que havia se enforcado um ano antes.<\/p>\n<p>&#8220;LC&#8221; ajudou a criar uma certa aceita\u00e7\u00e3o \u00e0 <em>ambient music<\/em> (ou o que os maldosos podem chamar de &#8220;m\u00fasica de elevador&#8221;), sucesso de cr\u00edtica que foi &#8211; e, claro, fracasso retumbante de vendas.<\/p>\n<p>A capa, de Les Thompson, \u00e9 um pastel que difere do modernismo que Peter Saville imprimiu como marca \u00e0 Factory, tornando &#8220;LC&#8221; ainda mais diferenciado do contexto (ainda hoje).<\/p>\n<p>\u00c9 uma obra contestadora nesse sentido: um fa\u00e7a-voc\u00ea-mesmo n\u00e3o agressivo e, por isso, talvez, mais inc\u00f4modo. Agressividade \u00e9 uma <em>commodity<\/em> que o rock assimilou bem em sua hist\u00f3ria &#8211; e, com o passar dos tempos, virou fonte de inspira\u00e7\u00e3o publicit\u00e1ria. &#8220;LC&#8221;, pela sua leveza e <em>background<\/em>, permanece por n\u00e3o oferecer certezas, mas sensa\u00e7\u00f5es e impress\u00f5es. \u00c9 uma m\u00fasica contemplativa (o <em>dream pop<\/em> agradece).<\/p>\n<p>Brian Eno certa vez disse que &#8220;LC&#8221; era um dos seus &#8220;discos favoritos de todos os tempos&#8221;. Morrissey, f\u00e3 assumido, o chamou pra substituir Johnny Marr no seu lado esquerdo, em seu disco de estreia solo, &#8220;Viva Hate&#8221;, de 1988 (ele aceitou e participa brilhantemente do disco). Elizabeth Fraser, do Cocteau Twins, \u00e9 outra a morrer de amores por ele. Milhares de f\u00e3s pelo mundo se n\u00e3o corroboram com tal afirma\u00e7\u00e3o, ao menos reverenciam a import\u00e2ncia de Reilly. Em 2012, ap\u00f3s sofrer seguidos derrames cerebrais, Vini ficou impedido fisicamente de tocar sua guitarra. O sobrinho do Reilly foi \u00e0s redes sociais pedir ajuda aos f\u00e3s pra suprir as necessidades b\u00e1sicas do tio, como alimenta\u00e7\u00e3o, por exemplo. Rapidamente, levantou cinco mil euros.<\/p>\n<p>O m\u00fasico agradeceu, via BBC: &#8220;estou nesta situa\u00e7\u00e3o por culpa do sistema de seguran\u00e7a social que demorou dezoito meses pra processar o meu pedido de apoio por doen\u00e7a. Sinto-me emocionado porque nunca tive de pedir dinheiro emprestado a ningu\u00e9m, mas vou aceitar este dinheiro, proveniente de pessoas que n\u00e3o conhe\u00e7o mas que parecem gostar da minha m\u00fasica&#8221;. Depois disso, recusou todo e qualquer donativo.<\/p>\n<p>Seu disco mais recente \u00e9 &#8220;Chronicle&#8221;, de 2011. Como os anteriores, n\u00e3o vendeu nada, e quase n\u00e3o lhe rende <em>royalties<\/em>, mesmo num pa\u00eds que costuma pagar com rigor os donos dos direitos musicais. Mas Reilly ainda pode tocar, mesmo que limitadamente, sua guitarra. Continua fazendo shows aqui e ali. Um novo disco pode surgir por a\u00ed.<\/p>\n<p>A sua luta continua.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>Aqui, pra voc\u00ea ouvir na \u00edntegra:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lmQ_e7LEh40?list=PLshZGiYN-cExkmLtt5ftdgx_Oi-dGAEaW\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O disco chegou a ser lan\u00e7ado no Brasil pela finada Stiletto, em 1986. Est\u00e1 fora de cat\u00e1logo e n\u00e3o h\u00e1 vers\u00e3o nacional em CD. Mas l\u00e1 fora \u00e9 relativamente f\u00e1cil achar a obra nos novos formatos, incluindo o CD duplo, com muitos extras.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>The Durutti Column em &#8220;LC&#8221; \u00e9:<br \/>\nVini Reilly (guitarra, outros instrumentos, vocais)<br \/>\nBruce Mitchell (bateria e percuss\u00e3o)<\/p>\n<p>\u2014<\/p>\n<p>\u00c1lbum \u2013 LC<br \/>\nLan\u00e7amento \u2013 1\u00ba de novembro de 1981<br \/>\nGravadora \u2013 Factory Records<br \/>\nTempo total \u2013 41 minutos e 15 segundos (vers\u00e3o original)<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o \u2013 Vini Reilly (com Stuart Pickering)<\/p>\n<p>Lado A<br \/>\n1. Sketch For Dawn 1<br \/>\n2. Portrait For Frazier<br \/>\n3. Jaqueline<br \/>\n4. Messidor<br \/>\n5. Sketch For Dawn 2<\/p>\n<p>Lado B<br \/>\n1. Never Known<br \/>\n2. The Act Committed<br \/>\n3. Detail For Paul<br \/>\n4. The Missing Boy<br \/>\n5. The Sweet Cheat Gone<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"22470\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-discos-da-vida-gimu\/durutticolumn-lc\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/durutticolumn-lc.jpg?fit=240%2C240\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"durutticolumn-lc\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/durutticolumn-lc.jpg?fit=240%2C240\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/durutticolumn-lc.jpg?resize=240%2C240\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-22470\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/durutticolumn-lc.jpg?w=240 240w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/durutticolumn-lc.jpg?resize=150%2C150 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/discos-pop-perdidos-the-reindeer-section-son-of-evil-reindeer\/\" title=\"DISCOS (POP) PERDIDOS : THE REINDEER SECTION &#8211; 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