{"id":47603,"date":"2017-01-25T19:59:39","date_gmt":"2017-01-25T21:59:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=47603"},"modified":"2017-02-17T09:27:24","modified_gmt":"2017-02-17T11:27:24","slug":"this-lonely-crowd-this-lonely-crowd","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-this-lonely-crowd\/","title":{"rendered":"THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47607\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-this-lonely-crowd\/thislonelycrowd16\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd16.jpg?fit=540%2C300\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"thislonelycrowd16\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd16.jpg?fit=540%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd16.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-47607\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd16.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd16.jpg?resize=300%2C167 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>&#8220;This Lonely Crowd&#8221; \u00e9 o quinto disco de est\u00fadio dos curitibanos da This Lonely Crowd. O trabalho ganha o mundo em 27 de janeiro de 2017, mais uma vez via Sinewave. O trabalho anterior foi o aclamado &#8220;Meraki&#8221;, disco de 2015, que acabou em v\u00e1rias listas de melhores daquele ano (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-melhores-do-ano-2015-discos\/\" target=\"_blank\">inclusive, claro, aqui no <strong>Floga-se<\/strong><\/a>).<\/p>\n<p>O relato \u00e0 imprensa d\u00e1 conta que esse \u00e9, segundo a banda, &#8220;mais um cap\u00edtulo em nosso livro inacabado de barulho&#8221;.<\/p>\n<p>O grupo, que j\u00e1 experimentou com contos de fadas, pareidolia, com parcerias de outros artistas, agora prega seu noise \u00e0s poesias de grandes autoras, como Florbela Espanca, Mary Shelley, Cora Coralina, Jean Ingelow &#8211; essencialmente, &#8220;mulheres oprimidas&#8221;, como eles dizem, com exce\u00e7\u00e3o de Oscar Wilde, \u00fanico poeta nascido homem na sele\u00e7\u00e3o do disco.<\/p>\n<p>Com exclusividade ao <strong>Floga-se<\/strong>, a banda explica como foi o processo de sele\u00e7\u00e3o das autoras e dos poemas: &#8220;a gente primeiro fez a triagem de autoras. Depois tentou pegar uma coisa que primeiro representasse o todo da obra e segundo se encaixa-se pra ser cantada. \u00c9 isso que deixa bem dif\u00edcil \u00e0s vezes: fazer a m\u00e9trica, conseguir cantar. Mas no final das contas, trocamos de poema s\u00f3 em duas faixas. Algumas, como o da Florbela, j\u00e1 nasceu pronto, em quinze minutos j\u00e1 tava musicada&#8221;.<\/p>\n<p>E segue: &#8220;a escolha do poema veio antes, pra fazer metade do disco. A outra metade n\u00e3o rolou, ent\u00e3o a gente foi direcionando. O estresse era escolher, fazer a instrumental, achar que estava tudo bem e na hora de cantar ficar ruim! D\u00e1 muito trabalho fazer desse jeito, ent\u00e3o, em algumas, tivemos que fazer gambiarra mesmo (<em>risos<\/em>). Felizmente n\u00e3o atrapalhou pro que quer\u00edamos, porque o tema era amplo e as tem\u00e1ticas s\u00e3o parecidas dentro das faixas, a abstra\u00e7\u00e3o e tal&#8221;.<\/p>\n<p>O texto oficial \u00e0 imprensa completa o racioc\u00ednio, dizendo que &#8220;s\u00e3o nove faixas sobre as nuances da nossa inquietude. \u00c9 um \u00e1lbum curto e direto; para ilustr\u00e1-lo, nos inspiramos na poesia de autoras queridas, reverenciando-as. S\u00e3o criaturas singulares com hist\u00f3rias maravilhosas, cheias de reinven\u00e7\u00e3o, de dor e esperan\u00e7a, de persist\u00eancia e paci\u00eancia&#8221;.<\/p>\n<p>Em &#8220;This Lonely Crowd&#8221;, o grupo apresenta outra novidade: cantar\/declamar em portugu\u00eas. Pela primeira vez, por conta dos versos de Florbela Espanca e Cora Coralina, a This Lonely Crowd se d\u00e1 bem com o idioma nativo, entre distor\u00e7\u00f5es a apupos <em>smashingpumpkinsianos<\/em>.<\/p>\n<p>Sobre isso, Erasmo Junior (guitarra e vocal, assinando como Hamelen) diz que foi um desafio. &#8220;Acho que foi justo se meter a fazer isso. Eu nuca cantei em portugu\u00eas na vida. Quando gravamos a instrumental das duas (<em>&#8220;Florbela Ex-Punk&#8221; e &#8220;Mytilda&#8221;<\/em>), achamos o resultado legal; quando rolou a voz, ficou a sensa\u00e7\u00e3o de que ficou legal&#8221;.<\/p>\n<p>O primeiro <em>single<\/em> \u00e9 &#8220;Go Where People Sleep And See If They Are Safe&#8221;, que voc\u00ea ouve abaixo:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zH9cw_VBozQ\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A seguir, a pr\u00f3pria banda descreve faixa a faixa as escolhas dos poemas e como eles foram casando com a barulheira mel\u00f3dica proposta.<\/p>\n<p><strong>1. &#8220;Florbela Ex-Punk&#8221;<\/strong> (poema &#8220;Mais Alto&#8221;, de Florbela Espanca)<br \/>\nA gente sempre fica muito preocupado em como abrir um disco, ent\u00e3o a primeira faixa acaba tomando muito mais tempo de planejamento, mesmo que seja composta rapidamente. Neste caso, n\u00e3o tivemos muita d\u00favida. Primeiro, pelo trocadilho do t\u00edtulo, e segundo, pela sa\u00edda da nossa zona de conforto cantando em portugu\u00eas. Ficou tipo um Z\u00e9 do Caix\u00e3o rom\u00e2ntico! \u00c9 uma das nossas faixas preferidas, de todas nossas m\u00fasicas. E \u00e9 uma homenagem calorosa pra uma poetisa t\u00e3o forte como a Florbela Espanca, t\u00e3o a frente do seu tempo.<\/p>\n<p><strong>2. Cl\u00edodhna&#8217;s Wave<\/strong> (poema &#8220;The Bubble Floats&#8221;, de Mary Shelley)<br \/>\nMuito antes de se pensar em monstros na literatura, j\u00e1 havia Mary Shelley, que concebeu em uma noite um livro fant\u00e1stico e um personagem cheio de ang\u00fastia, mais humano que o seu criador. Ent\u00e3o, pegamos esses versos dela e descemos a barulheira em cima!<\/p>\n<p><strong>3. Vancian Noise<\/strong> (poema &#8220;When You Come&#8221;, de Maya Angelou)<br \/>\nA Maya Angelou \u00e9 respons\u00e1vel por algumas das linhas mais belas do s\u00e9culo XX. Tentamos deixar a m\u00fasica na sintonia dos versos, que trazem melancolia e saudade de uma maneira muito peculiar. Foi uma forma tamb\u00e9m de a gente rever a nossa sonoridade do &#8220;come\u00e7o&#8221;, de brincar com o peso suave.<\/p>\n<p><strong>4. Furiosa<\/strong> (poema &#8220;I Live, I Die, I Burn, I Drown&#8221;, de Delmira Agustini)<br \/>\nIa ser uma faixa puramente instrumental, mas os versos que entraram t\u00eam mais de um s\u00e9culo e fizeram um par perfeito com a faixa anterior. S\u00f3 conseguimos imaginar algo on\u00edrico mesmo, repetitivo, perdido nas emo\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m \u00e9 outra brincadeira com uma das nossas facetas.<\/p>\n<p><strong>5. Go Where People Sleep And See If They Are Safe<\/strong> (poema &#8220;Mopsa The Fairy: Ch. 8, A Story&#8221;, de Jean Ingelow)<br \/>\nFoi a primeira vez que trabalhamos com algum som eletr\u00f4nico, coisa que o Trushbeard (<em>bateria<\/em>) mandou muito bem na timbragem e tudo mais. Combinou bastante com o monte de octaves que a gente vinha usando. Ent\u00e3o \u00e9 outra m\u00fasica dentro da zona de conforto, apesar desse detalhe inicial. \u00c9 uma m\u00fasica de contos de fadas, literalmente, apesar do t\u00edtulo dela ser roubado de uma grande artista contempor\u00e2nea. Enfim, \u00e9 uma dupla rever\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>6. Mytilda<\/strong> (poema &#8220;Minha Cidade&#8221;, Cora Coralina)<br \/>\nEssa faixa anda na vibra\u00e7\u00e3o da &#8220;Furiosa&#8221;, mas ficou como que um p\u00e9 no freio. Teve um potencial t\u00e3o instrumental quanto aquela e recitar a Cora Coralina sobre a m\u00fasica foi mais confort\u00e1vel do que imagin\u00e1vamos. O poder da palavra dela consolidou o tema do disco, da dor de ser, da perseveran\u00e7a do diferente nessa civiliza\u00e7\u00e3o cada vez mais inst\u00e1vel. \u00c9 um momento ruim, mas a descren\u00e7a no todo, na humanidade, vira for\u00e7a com a f\u00e9 no indiv\u00edduo. Creio que seja nisso que acreditamos&#8230;<\/p>\n<p><strong>7. Pirlimpimpim<\/strong> (instrumental)<br \/>\nBom, aqui o neg\u00f3cio foi fazer barulho mesmo! Poeira m\u00e1gica da Em\u00edlia com uma pitada de <em>death<\/em>. N\u00e3o precisou de vozes, ent\u00e3o virou a \u00fanica faixa puramente instrumental do disco. \u00c9 uma del\u00edcia.<\/p>\n<p><strong>8. The Penguin Dictionary Of Curious And Interesting Numbers<\/strong> (poema &#8220;Requiescat&#8221;, de Oscar Wilde)<br \/>\nCreio que essa m\u00fasica fa\u00e7a contraponto instrumental com a &#8220;Vancian Noise&#8221;; \u00e9 a menos urgente do disco. Cantamos um poema do Oscar Wilde na letra. Quem melhor do que ele pra constar em um disco onde todas as refer\u00eancias e rever\u00eancias s\u00e3o mulheres oprimidas? Como n\u00e3o se derreter na hora de ligar as distor\u00e7\u00f5es? \u00c9 o sentido que precis\u00e1vamos.<\/p>\n<p><strong>9. Redibenzed<\/strong> (poema &#8220;Hope&#8221;, de Emily Jane Bront\u00eb)<br \/>\nAcabar disco \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil quanto come\u00e7ar; ainda, tem o simbolismo de representar um &#8220;final&#8221; de uma coisa que nunca come\u00e7ou, j\u00e1 que &#8220;nada jamais come\u00e7a&#8221;. Mas \u00e9 uma forma da gente considerar um disco encerrado, ao inv\u00e9s de desistir dele. Pegamos um poema, &#8220;Hope&#8221;, das irm\u00e3s Bront\u00eb, e fizemos barulho em cima, com vozes cacof\u00f4nicas e uns rifes meio escabrosos. No meio, as coisas se encontram e se desencontram de novo pra fechar os nossos trinta minutos da sua aten\u00e7\u00e3o. Esperamos que quem escute o disco escute inteiro, de uma vez; \u00e9 curtinho, \u00e9 pra ser uma pancada s\u00f3. De prefer\u00eancia que te deixe pensando a respeito depois da audi\u00e7\u00e3o, por um certo tempo, com inc\u00f4modo, mas com carinho.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>O disco foi gravado entre janeiro e outubro de 2016, no Guerrilla Dreamin&#8217; Studio e no Nico&#8217;s Studio, ambos em Curitiba. A produ\u00e7\u00e3o ficou a cargo do baterista Luiz Orta (agora assinando como Trushbeard the King), com a capa mais uma vez por obra de Julian Fisch, sempre certeiro.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a na \u00edntegra:<br \/>\n<iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 439px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=2234058963\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/sinewave1.bandcamp.com\/album\/this-lonely-crowd\">This Lonely Crowd by This Lonely Crowd<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>1. Florbela Ex-Punk<br \/>\n2. Cliodhna&#8217;s Wave<br \/>\n3. Vancian Noise<br \/>\n4. Furiosa<br \/>\n5. Go Where People Sleep And See If They Are Safe<br \/>\n6. Mytilda<br \/>\n7. Pirlimpimpim<br \/>\n8. The Penguin Dictionary Of Curious And Interesting Numbers<br \/>\n9. Redibenzed<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47605\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-this-lonely-crowd\/thislonelycrowd-thislonelycrowd\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?fit=300%2C300\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"thislonelycrowd-thislonelycrowd\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?fit=300%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?resize=300%2C300\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-47605\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?w=300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?resize=150%2C150 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?resize=83%2C83 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/thislonelycrowd-thislonelycrowd.jpg?resize=55%2C55 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/ouca-this-lonely-crwod-wolves-inside-tora\/\" title=\"OU\u00c7A: THIS LONELY CRWOD &#8211; WOLVES INSIDE TORA\">OU\u00c7A: THIS LONELY CRWOD &#8211; WOLVES INSIDE TORA<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-bellelouder\/\" title=\"THIS LONELY CROWD &#8211; BELLELOUDER\">THIS LONELY CROWD &#8211; BELLELOUDER<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-acta-obscura\/\" title=\"THIS LONELY CROWD &#8211; ACTA OBSCURA\">THIS LONELY CROWD &#8211; ACTA OBSCURA<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-this-lonely-crowd-this-lonely-crowd\/\" title=\"RESENHA: THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD\">RESENHA: THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-this-lonely-crowd-meraki\/\" title=\"RESENHA: THIS LONELY CROWD &#8211; MERAKI\">RESENHA: THIS LONELY CROWD &#8211; MERAKI<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;This Lonely Crowd&#8221; \u00e9 o quinto disco de est\u00fadio dos curitibanos da This Lonely Crowd. 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