{"id":51482,"date":"2018-03-08T16:34:59","date_gmt":"2018-03-08T19:34:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=51482"},"modified":"2019-12-04T23:53:19","modified_gmt":"2019-12-05T01:53:19","slug":"huey-ma","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-ma\/","title":{"rendered":"HUEY &#8211; MA"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51484\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-ma\/huey5\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey5.jpg?fit=540%2C300\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"huey5\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey5.jpg?fit=540%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey5.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-51484\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey5.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey5.jpg?resize=300%2C167 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>&#8220;MA&#8221; \u00e9 o segundo disco cheio dos paulistanos da Huey. O quinteto entre o novo trabalho quatro anos depois do elogiado &#8220;Ace&#8221;, de 2014 (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-ace\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ou\u00e7a e leia aqui<\/a>).<\/p>\n<p>A demora, numa \u00e9poca em que alguns artistas chegam a lan\u00e7ar dois, tr\u00eas, at\u00e9 quatro obras num ano, causa estranheza mas tem l\u00e1 sua explica\u00e7\u00e3o: a Huey \u00e9 uma banda cuja m\u00fasica est\u00e1 em constante constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 mais ou menos como o teatro, em compara\u00e7\u00e3o com o cinema. No cinema, a obra aparece definitiva, cem por cento arranjada e acabada. \u00c9 imut\u00e1vel, o que o espectador assiste \u00e9 a obra final. N\u00e3o importa o quanto de tempo e de cabe\u00e7as se arregimentou pra compor a obra, ela \u00e9 o que est\u00e1 ali. No teatro, cada apresenta\u00e7\u00e3o de uma pe\u00e7a \u00e9 diferente da outra. O texto \u00e9 o mesmo (\u00e0s vezes nem isso, gra\u00e7as aos cacos), o figurino \u00e9 o mesmo (mas pode sofrer altera\u00e7\u00f5es e melhorias sutis), entretanto todo o mais \u00e9 diferente, porque depende da atua\u00e7\u00e3o ao vivo, naquele momento, dos atores, de algum imprevisto, de alguma eventualidade. Ver uma pe\u00e7a de teatro n\u00e3o \u00e9 ver uma obra definitiva, \u00e9 ver sempre uma vers\u00e3o da obra imaginada. Ela pode ter tantas vers\u00f5es quantas forem apresentadas e cada vers\u00e3o \u00e9 intercalada por sil\u00eancios e distanciamentos que aumentam a expectativa pela pr\u00f3xima leitura.<\/p>\n<p>A Huey \u00e9 essa pe\u00e7a de teatro. Embora o disco seja o &#8220;seu cinema&#8221;, que est\u00e1 gravado e imex\u00edvel naquele formato, a cada audi\u00e7\u00e3o revela-se uma nova constru\u00e7\u00e3o na cabe\u00e7a &#8211; o que se acentua, obviamente, com a apresenta\u00e7\u00e3o ao vivo. Porque a Huey \u00e9 uma banda &#8220;ao vivo&#8221;. &#8220;MA&#8221;, foi gravado assim, ao vivo, com o m\u00ednimo de interfer\u00eancias poss\u00edveis (<em>overdubs<\/em>, por exemplo), com a produ\u00e7\u00e3o e mixagem de Steve Evetts (respons\u00e1vel por produ\u00e7\u00f5es de bandas como Sick Of It All, Sepultura, The Dillinger Escape Plan, Skinlab, The Cure, A Static Lullaby, The Wonder Years etc.).<\/p>\n<p>Gravadas no Family Mob Studios, em S\u00e3o Paulo, as oito faixas mostram uma banda como em &#8220;Ace&#8221;, cir\u00fargica, com as paradas calculadas, o peso massacrante, ao mesmo tempo em que sugere uma diferencia\u00e7\u00e3o em cada unidade, com m\u00fasicas se contorcendo e revirando sobre um tema-base pra se desdobrar em outros tantos, surpreendendo o ouvinte &#8211; &#8220;MA&#8221; \u00e9 uma palavra japonesa pra identificar um espa\u00e7o ou uma pausa entre duas partes, de modo que os breques assumem o protagonismo na m\u00fasica da Huey.<\/p>\n<p>Cada espa\u00e7o \u00e9 mais barulhento que qualquer distor\u00e7\u00e3o. Ele \u00e9 o agente anunciador da surpresa. A cada sil\u00eancio, o ouvinte pode se perguntar o que vem a seguir. \u00c9 uma ferramenta curiosa de narrativa: ao inv\u00e9s do respiro, a apreens\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 406px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=294250240\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/hueyband.bandcamp.com\/album\/ma\">MA by huey<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;Inverno Inverso&#8221; come\u00e7a direta e sem oferecer f\u00f4lego. N\u00e3o h\u00e1 clim\u00e3o de abertura (h\u00e1 em &#8220;Mother&#8217;s Prayer&#8221; e em &#8220;0+&#8221;), o que n\u00e3o quer dizer que ela n\u00e3o mude de ideia e no meio n\u00e3o surja espa\u00e7o pra viagem negada no in\u00edcio.<\/p>\n<p>&#8220;Wine Again&#8221;, j\u00e1 conhecida (como &#8220;Pei&#8221; e &#8220;Adeus Flor Morta&#8221;), tem um rife mel\u00f3dico e menos pesado, o que poderia sugerir mudan\u00e7a de padr\u00e3o, mas, outra vez, a banda n\u00e3o pretende ser determinista. A can\u00e7\u00e3o se revolta contra ela mesma e se desdobra em outras tantas.<\/p>\n<p>A \u00f3tima e angustiante &#8220;Mar Estar&#8221; tem tantas reviravoltas como um pequeno veleiro numa tempestade grau cinco no Caribe.<\/p>\n<p>A impress\u00e3o que se tem \u00e9 que a Huey tinha em m\u00e3os muito mais do que oito can\u00e7\u00f5es. A banda parece ter feito um compacto de tudo o que criou nesses quatro anos e condensou nos oito temas. Entretanto, ao contr\u00e1rio do que a ideia sugere, n\u00e3o cria uma confus\u00e3o, mas tamb\u00e9m n\u00e3o explica muito. As m\u00fasicas s\u00e3o bem trabalhadas e fica \u00f3bvio que essa \u00e9 uma banda atomicamente centrada na precis\u00e3o. S\u00f3 que as etapas por onde cada m\u00fasica passa parecem expor ao ouvinte universos n\u00e3o distinguidos nas audi\u00e7\u00f5es anteriores (&#8220;Pei&#8221; \u00e9 um \u00f3timo exemplo disso, com seu rife inicial grudento que logo \u00e9 substitu\u00eddo): essas s\u00e3o as m\u00fasicas-em-constante-constru\u00e7\u00e3o da Huey.<\/p>\n<p>Desse modo, \u00e9 poss\u00edvel ouvir &#8220;MA&#8221; uma, duas, dez, vinte vezes e n\u00e3o se chegar a uma conclus\u00e3o. Por outra: pra qu\u00ea uma conclus\u00e3o? Pode-se at\u00e9 identificar aqui um disco mais &#8220;leve&#8221; e &#8220;harmonioso&#8221;, e logo se arrepender de uma precipita\u00e7\u00e3o. Pode-se identificar um disco &#8220;pesado&#8221; e logo perceber que n\u00e3o \u00e9 bem por a\u00ed. Porque talvez &#8220;MA&#8221; n\u00e3o seja propriamente um disco &#8220;cinema&#8221;, fechado em si. &#8220;MA&#8221; pode ser um convite pra que a gente v\u00e1 ao show e l\u00e1 veja uma nova (re)constru\u00e7\u00e3o dessas faixas exaustiva e previamente concebidas.<\/p>\n<p>\u00c9 um robusto clich\u00ea entender um trabalho como algo de &#8220;constante avalia\u00e7\u00e3o&#8221;, afinal toda obra \u00e9 pass\u00edvel de avalia\u00e7\u00f5es e eternas novas interpreta\u00e7\u00f5es. A diferen\u00e7a \u00e9 que a Huey faz disso sua for\u00e7a maior. &#8220;MA&#8221; surge como um ponto de interroga\u00e7\u00e3o brilhando e pulsante: o que ser\u00e1 que eu vou perder se n\u00e3o me ater ao pr\u00f3ximo passo, \u00e0 pr\u00f3xima reviravolta? Toda vez que o sil\u00eancio surgir, \u00e9 pra ficar atento: tudo pode mudar.<\/p>\n<p>1. Inverno Inverso<br \/>\n2. Wine Again<br \/>\n3. Pei (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/video-huey-pei\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">clique aqui pra ver o v\u00eddeo<\/a>)<br \/>\n4. Mother&#8217;s Prayer (<a href=http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/video-huey-mothers-prayer\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">clique aqui pra ver o v\u00eddeo<\/a>)<br \/>\n5. Adeus Flor Morta<br \/>\n6. Mar Estar<br \/>\n7. Fogo Nosso (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-fogo-nosso\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">clique aqui pra ver o v\u00eddeo<\/a>)<br \/>\n8. 0+<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51483\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-ma\/huey-ma\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?fit=300%2C300\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"huey-ma\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?fit=300%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?resize=300%2C300\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-51483\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?w=300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?resize=150%2C150 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?resize=83%2C83 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/huey-ma.jpg?resize=55%2C55 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/ouca-throe-death-feels-like-an-embrace-thats-not-allowed\/\" title=\"OU\u00c7A: THROE &#8211; DEATH FEELS LIKE AN EMBRACE THAT&#8217;S NOT ALLOWED\">OU\u00c7A: THROE &#8211; DEATH FEELS LIKE AN EMBRACE THAT&#8217;S NOT ALLOWED<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/video-huey-mothers-prayer\/\" title=\"V\u00cdDEO: HUEY &#8211; MOTHER&#8217;S PRAYER\">V\u00cdDEO: HUEY &#8211; MOTHER&#8217;S PRAYER<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-fogo-nosso\/\" title=\"V\u00cdDEO: HUEY &#8211; FOGO NOSSO\">V\u00cdDEO: HUEY &#8211; FOGO NOSSO<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/huey-e-katy-perry-dois-shows-uma-dura-realidade\/\" title=\"HUEY E KATY PERRY &#8211; DOIS SHOWS, UMA DURA REALIDADE\">HUEY E KATY PERRY &#8211; DOIS SHOWS, UMA DURA REALIDADE<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/ouca-huey-wine-again\/\" title=\"OU\u00c7A: HUEY &#8211; WINE AGAIN\">OU\u00c7A: HUEY &#8211; WINE AGAIN<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;MA&#8221; \u00e9 o segundo disco cheio dos paulistanos da Huey. 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