{"id":51848,"date":"2018-05-02T17:18:10","date_gmt":"2018-05-02T20:18:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=51848"},"modified":"2018-05-02T17:20:57","modified_gmt":"2018-05-02T20:20:57","slug":"resenha-sarah-davachi-let-night-come-on-bells-end-the-day","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-sarah-davachi-let-night-come-on-bells-end-the-day\/","title":{"rendered":"RESENHA: SARAH DAVACHI &#8211; LET NIGHT COME ON BELLS END THE DAY"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51849\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-sarah-davachi-let-night-come-on-bells-end-the-day\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?fit=540%2C540\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"sarahdavachi-capa-letnightcomeon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?fit=540%2C540\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?resize=540%2C540\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-51849\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?resize=150%2C150 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?resize=300%2C300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?resize=83%2C83 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/sarahdavachi-capa-letnightcomeon.jpg?resize=55%2C55 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Ultimamente, a comodifica\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio tem exclu\u00eddo o horror c\u00f3smico at\u00e9 mesmo da imensid\u00e3o noturna. Ru\u00eddos e distor\u00e7\u00f5es abafados pelos objetos da cidade n\u00e3o s\u00e3o mais poss\u00edveis na m\u00fasica; elementos estranhos n\u00e3o cabem em <em>tags<\/em> e n\u00e3o possuem qualidade o suficiente pros cr\u00edticos descrev\u00ea-los (eles sempre t\u00eam de descrever a m\u00fasica porque n\u00e3o conseguem manter uma rela\u00e7\u00e3o sensorial com ela) e pros ouvintes consumirem (se n\u00e3o traz uma identifica\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea n\u00e3o h\u00e1 a probabilidade de revisita\u00e7\u00e3o. A l\u00f3gica \u00e9 invertida: a m\u00fasica se torna incapaz de tomar algu\u00e9m de assalto. O ouvinte vai armado com um mapa cerebral que diz exatamente o tipo de coisa que ele vai gostar).<\/p>\n<p>Sarah Davachi mant\u00e9m uma m\u00fasica que, de t\u00e3o simples, devolve o mist\u00e9rio a cada segundo enquanto dimens\u00e3o fundamental da experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Novamente, Davachi comp\u00f5e um pe\u00e7a pra ser ouvida em uma \u00fanica vez, causando um movimento contr\u00e1rio no imagin\u00e1rio de quem ouve: \u00e9 como se a m\u00fasica distorcesse o ambiente ao redor e tornasse os movimentos pr\u00f3ximos excessivamente mais lentos, como se a subjetividade do ouvinte fosse invadida pela constante de desacelera\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 uma cr\u00edtica da acelera\u00e7\u00e3o aparente. Quando se aceita a imposi\u00e7\u00e3o sonora de Sarah, \u00e9 poss\u00edvel perceber que o tempo circula em in\u00fameras ondas \u00e0 merc\u00ea das experi\u00eancias humanas, de que o mundo \u00e9 uma d\u00e1diva porque ele \u00e9 envolto por um mist\u00e9rio perp\u00e9tuo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"166\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/425275314&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=false&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true\"><\/iframe><\/p>\n<p>Elas (a compositora e a m\u00fasica) emitem um chamado que lentamente vai afogando o ouvinte em toda a manifesta\u00e7\u00e3o sonora de &#8220;Let Night Come On Bells End The Day&#8221;. Elas n\u00e3o se preocupam com uma l\u00f3gica cronol\u00f3gica porque se confundem com o pr\u00f3prio espa\u00e7o, preenchendo, assim, continuamente, tudo o que os ouvidos alcan\u00e7am e o que os olhos veem. Em vez de um preenchimento atrav\u00e9s de manipula\u00e7\u00f5es como cl\u00edmax, Sarah Davachi diagnostica um ambiente que vai se tornar, com a composi\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum, um meio de se relacionar com a esfera, at\u00e9 ent\u00e3o, desconhecida do ouvinte. A m\u00fasica, pra Davachi, deixa de ser uma fria esfera de consumo e possibilita a apreens\u00e3o do mundo em movimento, no exato instante em que se ouve o disco. Sua cr\u00edtica reside no fato de ser uma afirma\u00e7\u00e3o poderosa: de que algo verdadeiro pode estar tanto \u00e0 beira da extin\u00e7\u00e3o como ser recentemente criado, porque a vida em carne e osso n\u00e3o segue uma narratologia, ainda que bem pensada, ainda que bem produzida. A vida est\u00e1 mais pra irrup\u00e7\u00e3o de imagens e sons que v\u00e3o ser distorcidos pelas lembran\u00e7as, mas sempre resqu\u00edcios que comprovam alguma habita\u00e7\u00e3o, em algum espa\u00e7o, em alguma \u00e9poca. O que se espalha s\u00e3o esses resqu\u00edcios, reminisc\u00eancias de uma forma origin\u00e1ria destro\u00e7ada pelo ato de criar m\u00fasica. Os movimentos de Sarah s\u00e3o impercept\u00edveis em ambos os quesitos: n\u00e3o parece haver uma progress\u00e3o e tamb\u00e9m n\u00e3o parece haver uma in\u00e9rcia. Como se estar parado pudesse, tamb\u00e9m, ser movimento. Desses momentos, surgem os resqu\u00edcios e a pot\u00eancia criativa: o ponto em que a esfera \u00edntima do compositor empresta uma fatia sua ao ouvinte que, est\u00e1tico escutando o disco, percebe, atrav\u00e9s dos pr\u00f3prios sons emitidos, o mundo fluir.<\/p>\n<p>Sejam sons indefinidos, sejam sons cristalinos e ainda assim confusos, s\u00e3o pe\u00e7as sonoras que complicam nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo.  Pra Sarah Davachi, o est\u00e1tico sempre representa um ponto de virada porque sua sonoridade apreende algum resqu\u00edcio mundano enquanto vai ser transformada pela exist\u00eancia do outro (ouvinte). Tome nota do quanto o som em &#8220;Let Night Come On Bells End The Day&#8221; parece espectral, como algo que sempre esteve internalizado e apenas explode na imin\u00eancia da noite, enquanto outro dia chega ao fim. &#8220;Mordents&#8221;, a segunda faixa, pode ser tomada como um paradoxo da primeira, &#8220;Garlands&#8221;. Em que na primeira havia apenas uma tens\u00e3o cont\u00ednua impondo-se, a sucessora surge quase como uma medita\u00e7\u00e3o no mesmo ambiente em que a introdu\u00e7\u00e3o do disco oprimia uma claustrofobia no ouvinte. Como uma cultura, n\u00f3s idealizamos a escurid\u00e3o no mito da noite enquanto o disco mostra suas diversas nuances atrav\u00e9s de frestas que se inter-relacionam com uma escurid\u00e3o, aparentemente, impenetr\u00e1vel. A m\u00fasica permite essa sobreposi\u00e7\u00e3o de paradoxos, que coexistem sob um mesmo c\u00e9u e podem prosseguir pra qualquer lugar (depende sempre da simbiose entre quem escuta e quem cria). N\u00f3s podemos ouvir o sil\u00eancio como deriva\u00e7\u00e3o da m\u00fasica, como continuidade e n\u00e3o como rompimento. Em vez de interrup\u00e7\u00f5es bruscas, o que o disco passa \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de uma continuidade estrangeira, de que o mundo apresentado \u00e9 constantemente alterado por nossas interpreta\u00e7\u00f5es, mas que, ainda assim, flui independente de qualquer media\u00e7\u00e3o humana. A m\u00fasica que enfatiza apenas uma nota \u00e9 um excelente exemplo desse mundo repetido que flui independente da vontade humana, mas, ainda assim, \u00e9 em fun\u00e7\u00e3o dessa vontade que tem sua apar\u00eancia e sonoridade constantemente reinterpretadas. A insist\u00eancia numa forma prim\u00e1ria de criar m\u00fasica permite que o disco se afaste do imediatismo e seja um meio de acesso poderoso que o ouvinte pode estabelecer com as coisas que o rodeiam.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FvMW7SPbcBM\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da exaust\u00e3o de uma t\u00e9cnica, com o aux\u00edlio de sintetizadores, Sarah Davachi criou um minimalismo meditativo em &#8220;All My Circles Run&#8221;, trabalho antecessor, de 2017. Enquanto este procurava, atrav\u00e9s da modula\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica como Conrad Schnitzler interferir o menos poss\u00edvel na sua pr\u00f3pria ambienta\u00e7\u00e3o, &#8220;climatizando&#8221; o disco, &#8220;Let Night Come On Bells End The Day&#8221; experimenta em influ\u00eancias como Pauline Oliveros pra oprimir o ouvinte, com avan\u00e7os e recuos de sequ\u00eancias que remetem \u00e0 dificuldade de se estar pleno quando se depara com a vastid\u00e3o noturna. A concentra\u00e7\u00e3o mais r\u00edgida do seu trabalho atual ressoa nas reverbera\u00e7\u00f5es de Oliveros porque, apesar de muito menos experimenta\u00e7\u00f5es, confia na sobreposi\u00e7\u00e3o de sonoridades pra estabelecer um di\u00e1logo com o ouvinte.<\/p>\n<p>Por exemplo, &#8220;Let Night Come On Bells End The Day&#8221; tem uma inten\u00e7\u00e3o muito mais sublime do que a aceita\u00e7\u00e3o do antecessor. E pra alcan\u00e7ar esse est\u00e1gio \u00e9 necess\u00e1rio que avan\u00e7os e recuos fa\u00e7am-se a norma. &#8220;Let Night&#8230;&#8221; \u00e9 um desses \u00e1lbuns que disp\u00f5e, atrav\u00e9s da apresenta\u00e7\u00e3o suave de diferentes sonoridades, na vastid\u00e3o da m\u00fasica pra transitar em algo que se recusa a ficar est\u00e1tico. Ao contr\u00e1rio de outros \u00e1lbuns que s\u00e3o praticamente um ode \u00e0 escurid\u00e3o, &#8220;Let Night&#8230;&#8221; permite que o ouvinte aprecie seus graduais paradoxos. A troca entre os transes \u00e9 t\u00e3o sutil que perpetua um monotema que se modifica muito lentamente. Enquanto a m\u00fasica cintila entre esses estados, o transe do ouvinte redimensiona os planos experimentados: n\u00e3o h\u00e1 cronologia, mas a ordem do afeto que determina o que se ressoa, qual estilha\u00e7o que vai recompor um ritmo presente. Muitos dos efeitos do disco (especialmente o transe <em>semiadormecido<\/em>) remetem-me \u00e0 ornamenta\u00e7\u00e3o noturna de Franz Liszt ou \u00e0s noites que adormeci ouvindo Claude Debussy.<\/p>\n<p>Acusa neste disco uma persuas\u00e3o de que o tempo \u00e9 ocupado pela intromiss\u00e3o do espa\u00e7o, de que o vento n\u00e3o pode arrastar as folhas ca\u00eddas no ch\u00e3o sem que haja uma benevol\u00eancia por parte destas. Ouvir o \u00e1lbum \u00e9 um instante de suspens\u00e3o em que utens\u00edlios racionalistas s\u00e3o ineficientes contra o momento. Em vez de letras, os instrumentos narram um tr\u00e2nsito psicol\u00f3gico que \u00e9 emprestado ao exterior, numa constante troca em um processo criativo que envolve tanto a criadora quanto ouvinte. Pra Sarah Davachi, a aparente escassez tem\u00e1tica \u00e9 esgotada porque os sons arrancam tudo o que n\u00e3o \u00e9 essencial: eles ficam est\u00e1ticos aguardando apreens\u00e3o enquanto v\u00e3o redimir o ouvinte de pequenos importunos. Ela ilustra na m\u00fasica que a utopia da suspens\u00e3o \u00e9 sempre palp\u00e1vel, sempre uma alternativa.<\/p>\n<p>Com o decorrer da audi\u00e7\u00e3o, as coisas ficam mais claras porque o te\u00f3rico escurecer libertou o ser da pris\u00e3o das formas. A situa\u00e7\u00e3o que experimentamos n\u00e3o se repetir\u00e1, restar\u00e3o no\u00e7\u00f5es distorcidas dos pouco mais de quarenta minutos de \u00e1lbum. Tudo se dissolve pra ressoar em um tempo distorcido.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>1. Garlands<br \/>\n2. Mordents<br \/>\n3. At Hand<br \/>\n4. Buhrstone<br \/>\n5. House In The Evening<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 8,5<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 13 de abril de 2018<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 41 minutos e 31 segundos<br \/>\nSelo: Recital Program<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Sarah Davachi<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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