{"id":53050,"date":"2018-10-29T14:49:07","date_gmt":"2018-10-29T17:49:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=53050"},"modified":"2018-10-29T14:49:07","modified_gmt":"2018-10-29T17:49:07","slug":"resenha-roc-marciano-behold-a-dark-horse","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-roc-marciano-behold-a-dark-horse\/","title":{"rendered":"RESENHA: ROC MARCIANO &#8211; BEHOLD A DARK HORSE"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"53051\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-roc-marciano-behold-a-dark-horse\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?fit=540%2C540\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"rocmarciano-capa-beholdadarkhorse\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?fit=540%2C540\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?resize=540%2C540\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-53051\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?resize=150%2C150 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?resize=300%2C300 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?resize=83%2C83 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/rocmarciano-capa-beholdadarkhorse.jpg?resize=55%2C55 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p><strong>A boca do cavalo<\/strong><\/p>\n<p>Compositores de <em>rap<\/em> t\u00eam realizado uma tarefa ampla, que abrange sistemas de pensamento contempor\u00e2neos e interpretam-nos, sem julgamento moral, paralelamente. Considere que o Roc Marciano influencia tanto <em>rappers<\/em> conscientes de Soundcloud quanto os que est\u00e3o no meio do tiroteio midi\u00e1tico.<\/p>\n<p>Roc Marciano tem sido chamado de cosmopolita, testemunhando uma realidade urbana criminosa e devolvendo toda essa viol\u00eancia em versos t\u00e3o inteligentes quanto ferozes. Ent\u00e3o, talvez, mesmo que seu sucesso n\u00e3o seja objetivo (pelo menos pro p\u00fablico brasileiro), h\u00e1 uma esp\u00e9cie de clima narrativo que claramente influencia outros trabalhos: Animoss, Cardi B, Westside Gunn, Skyzoo etc. Roc Marciano pode ser confundido com o que de melhor o <em>rap<\/em> tem proporcionado na \u00faltima d\u00e9cada. Se essas compara\u00e7\u00f5es podem parecer que apenas s\u00e3o feitas pra impressionar, na verdade elas s\u00e3o valiosas quando se compreende o leque musical que elas abrangem: a produ\u00e7\u00e3o de Roc Marciano alimenta frentes diferentes. Talvez estejamos acostumados com um esmero t\u00e3o frequente, sendo polido desde 2010, que seja incompreens\u00edvel um \u00e1lbum dele que n\u00e3o tenha batidas perfeitas.<\/p>\n<p>Afinal, sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 de fomentar uma cultura cujo cl\u00edmax foi atingido muito precocemente: pense em Kendrick Lamar, J Dilla, MF Doom e uma intermin\u00e1vel lista de <em>rappers<\/em> proficientes que tornaram o <em>hip hop<\/em> a m\u00fasica mais representativa dos EUA. As faixas em &#8220;Behold A Dark Horse&#8221; lembram-me desses nomes porque elas claramente est\u00e3o localizadas em certo contexto e optam por estende-lo como uma evolu\u00e7\u00e3o progressiva e, razoavelmente, esperada. Marciano repete a impon\u00eancia que vinha realizando s\u00f3 que de maneira ainda mais direta (o \u00e1lbum s\u00f3 tem trinta e tr\u00eas minutos, o que \u00e9 pouco pra consider\u00e1vel varia\u00e7\u00e3o sonora).<\/p>\n<p><strong>Mil mortes<\/strong><\/p>\n<p>Perceber as personagens transitando entre teorias conspirat\u00f3rias e a viol\u00eancia urbana \u00e9 bem perturbador. Marciano enfatiza o apocalipse b\u00edblico em conjun\u00e7\u00e3o com a realidade a qual testemunha: desse ponto seu fluxo de consci\u00eancia alcan\u00e7a dimens\u00f5es metaf\u00edsicas e realidades brutais ao mesmo tempo. Fundamentalmente, por manipular o imagin\u00e1rio urbano com as selvagens imagens b\u00edblicas, Marciano revela a brutalidade que caminha em comunh\u00e3o com o ser humano e o sagrado. Este tipo de m\u00fasica diz sobre uma loucura que parece ser a regra pra manifesta\u00e7\u00f5es tanto humana quanto sagrada. Essas refer\u00eancias anunciam uma paranoia que \u00e9 fruto da opress\u00e3o social e hier\u00e1rquica. \u00c9 uma m\u00fasica progressiva porque reconhece uma unidade elementar que ronda todos os lugares do mundo (ou\u00e7a as batidas oniscientes e esparsas). Ela parece n\u00e3o ignorar nenhum resqu\u00edcio de realidade e associar com esta uma hiperlucidez que tangencia uma hiperloucura.<\/p>\n<p><em>Rap<\/em> \u00e9 um g\u00eanero que reconhece a opress\u00e3o sist\u00eamica e, como aqui, revela essa l\u00f3gica como uma labirinto que precede o fim. O apocalipse \u00e9 um horizonte com policiais, traficantes, drogas e cafet\u00f5es. O <em>rap<\/em> retrata uma democracia decadente que est\u00e1 condenada porque existe o poder e, porque este \u00e9 indestrut\u00edvel, s\u00e3o erguidos labirintos de ascens\u00e3o que, na verdade, s\u00e3o o decl\u00ednio pro real, a queda da ilus\u00e3o capitalista pro mundo da mis\u00e9ria. Em seu mais b\u00e1sico &#8211; e \u00e9 ai que reside sua for\u00e7a &#8211; o <em>rap<\/em> \u00e9 uma contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0s normas desse jogo de subidas e decl\u00ednios: burla-se o sistema tanto na escalada quanto no escorreg\u00e3o. Tristemente, na maioria das vezes, tanto um quanto o outro terminam no mesmo fim (e o labirinto continua de novo e de novo). O clima de desconhecimento pra quem chega \u00e9 enorme &#8211; a ambienta\u00e7\u00e3o \u00e9 convertida em desafio, as bestas se aproximam, a tens\u00e3o se eleva: os versos saem.<\/p>\n<p>O produtor realiza batidas simples e prolongadas em um mundo povoado por traficantes, prostitutas e os &#8220;z\u00e9 ningu\u00e9m&#8221; infestando fisicamente um universo que j\u00e1 esta abarrotado. \u00c9 uma m\u00fasica que joga um contrassenso nas narrativas felizes da m\u00fasica <em>mainstream<\/em> e conflita, na tens\u00e3o da ascens\u00e3o idealizada versus a impossibilidade material, um mundo sempre prestes a ruir. Tristemente, este \u00e9 um reino demasiado humano e suas estruturas s\u00e3o compostas por viol\u00eancias (psicol\u00f3gicas e f\u00edsicas) intermin\u00e1veis, cenas dignas da catarse b\u00edblica. Qualquer no\u00e7\u00e3o de desafio estaria palpada nas rela\u00e7\u00f5es de poder (o policial com o traficante, o traficante com o z\u00e9 ningu\u00e9m etc.) e, portanto, fadada ao obscurecimento. O resultado pode ser considerado no exterm\u00ednio vindouro de um certo tipo de humanidade alojada no Antropoceno. Com o lan\u00e7amento de &#8220;Behold A Dark Horse&#8221;, n\u00f3s chegamos num ponto de dissolu\u00e7\u00e3o em que os degraus do poder tremem sobre as fr\u00e1geis placas tect\u00f4nicas. Mas o <em>rap<\/em> problematiza essas rupturas no momento em que elas ocorrem: \u00e9 uma descri\u00e7\u00e3o privilegiada (no quesito testemunhal) de quem est\u00e1 localizado nas rachaduras.<\/p>\n<p><strong>Sem Amor<\/strong><\/p>\n<p>Compondo com essa vis\u00e3o inabal\u00e1vel do apocalipse, Marciano busca uma transcend\u00eancia paranoica a partir do hiper-relato. A sonoridade desse <em>boom bap<\/em> \u00e9 demasiada pop pros f\u00e3s tradicionalistas de <em>hip hop<\/em>. Armado com a terminologia de tudo o que o g\u00eanero produziu, o produtor pode ser considerado como algu\u00e9m que atravessa o corredor do <em>rap<\/em> sem se importar com as paredes. O m\u00fasico pega clich\u00eas do g\u00eanero e retrabalha-os a ponto de formar novas bases hipnotizantes que n\u00e3o excluem a sensa\u00e7\u00e3o de familiaridade.<\/p>\n<p>E sobre os cantos? Talvez as transi\u00e7\u00f5es mel\u00f3dicas fossem sempre objetivo de Marciano, e aqui ele aparece cantando e progredindo entre as partes faladas, que s\u00e3o mais ofensivas. Tal habilidade, de render varia\u00e7\u00f5es divertidas em um \u00e1lbum t\u00e3o explicitamente perturbante, evidencia como seu projeto musical \u00e9 ambicioso. Como uma forma art\u00edstica de transposi\u00e7\u00e3o de ideias sobre <em>samplers<\/em>, essa produ\u00e7\u00e3o eleva o n\u00edvel quando coabita as sensa\u00e7\u00f5es de assombro e originalidade. O produtor aparece tamb\u00e9m assombrado pelo legado musical que tem como pano de fundo o g\u00eanero em que escolheu se inserir, pela realidade brutal que testemunha e pelas liga\u00e7\u00f5es que cada elemento terreno carrega com o sagrado. O m\u00fasico pode permitir essa comunh\u00e3o elementar porque fala a partir de um presente enevoado que se expl\u00edcita tanto em seus v\u00edcios quanto em sua religiosidade.<\/p>\n<p>No entanto, &#8220;Whoolers&#8221; avisa: &#8220;a verdade \u00e0 vista, estava escondida, fruto proibido&#8221;. Uma das muitas caracter\u00edsticas do <em>hip hop<\/em> \u00e9 que h\u00e1 um reconhecimento de que uma verdade maior (deus?) est\u00e1 alojada em todas as elipses que comp\u00f5e o contexto dos artistas. Os produtores de <em>hip hop<\/em> t\u00eam realizado um tipo de m\u00fasica que flui entre as inst\u00e2ncias mais radicais do ser humano. Considere Roc Marciano como uma das poucas pessoas que conseguem transitar entre esses espectros, explorar suas linhas mais t\u00eanues e redimension\u00e1-los como uma progress\u00e3o musical do <em>rap<\/em>.<\/p>\n<p>Roc Marciano tem feito uma m\u00fasica que fala sobre sexo selvagem, heran\u00e7a musical e o perigo das ruas &#8211; todos os assuntos no mesmo patamar: meio humano, meio sagrado. Ent\u00e3o, talvez, \u00e9 justamente dessa tens\u00e3o, que supre distin\u00e7\u00e3o de import\u00e2ncia, que nas\u00e7a uma m\u00fasica capaz de dialogar com essas multifaces. Roc Marciano \u00e9 o equivalente de alguma testemunha ocular que consegue ver os cavalos apocal\u00edpticos nas mesmas ruas onde cresceu. Se Roc Marciano testemunha um mundo de valores confusos, \u00e9 esse mundo catalisado por sua vis\u00e3o que ele vai apresentar. Mas talvez n\u00f3s n\u00e3o estejamos prontos pra um m\u00fasico que evidencia seu legado a cada trabalho: o controle do pr\u00f3prio destino, enquanto o mundo arde em chamas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tI3X7KiDteE\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>01. The Horse&#8217;s Mouth<br \/>\n02. Congo<br \/>\n03. 1000 Deaths<br \/>\n04. Diamond Cutter (com Black Thought)<br \/>\n05. Amethyst<br \/>\n06. Sampson &#038; Delilah<br \/>\n07. No Love (com Knowledge The Pirate)<br \/>\n08. Trojan Horse (com Busta Rhymes)<br \/>\n09. Fabio<br \/>\n10. Secrets<br \/>\n11. Whoolers<br \/>\n12. Consigliere<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 10,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 4 de outubro de 2018<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 37 minutos e 47 segundos<br \/>\nSelo: Marci Enterprises<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Roc Marciano, Preservation, Animoss, Doncee, Alchemist, Q-Tip<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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