{"id":53742,"date":"2019-02-06T18:54:48","date_gmt":"2019-02-06T20:54:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=53742"},"modified":"2019-02-25T19:39:00","modified_gmt":"2019-02-25T22:39:00","slug":"entrevista-boreal-multiplas-influencias","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-boreal-multiplas-influencias\/","title":{"rendered":"ENTREVISTA: BOREAL &#8211; M\u00daLTIPLAS INFLU\u00caNCIAS"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"53743\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-boreal-multiplas-influencias\/boreal1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/boreal1.jpg?fit=540%2C300\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"boreal1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/boreal1.jpg?fit=540%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/boreal1.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-53743\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/boreal1.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/boreal1.jpg?resize=300%2C167 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Foi logo agora (em janeiro de 2019), o Boreal lan\u00e7ou seu disco de estreia, auto-intitulado (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-boreal-boreal\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">e que ganhou esta resenha aqui no <strong>Floga-se<\/strong><\/a>). S\u00e3o &#8220;m\u00fasicas que se iniciam m\u00ednimas, perdem essa caracter\u00edstica pra explodirem por uma catarse \u2013 \u00e9 nessa din\u00e2mica entre quieto\/alto que o \u00e1lbum circula. S\u00e3o favorecidos arranjos din\u00e2micos que permitem a introdu\u00e7\u00e3o de novos instrumentos e uma queda pra participa\u00e7\u00f5es vocais ainda mais mel\u00f3dicas. A for\u00e7a criativa do Boreal \u00e9 evidenciada tamb\u00e9m nessas evas\u00f5es, principalmente do que pode surgir na tens\u00e3o entre os momentos mais tradicionais e o surgimento de algo inesperado&#8221;.<\/p>\n<p>Por &#8220;algo inesperado&#8221; \u00e9 poss\u00edvel compreender uma for\u00e7a complexa e amontoada por experi\u00eancias e influ\u00eancias m\u00faltiplas, como a pr\u00f3pria banda descreve nesta entrevista, realizada por e-mail: &#8220;todos descobrimos novas referencias, ouvimos outras coisas e evolu\u00edmos pessoalmente. Como m\u00fasicos, acho que fomos experimentando outros instrumentos, adicionando sintetizador, elementos percussivos. Acho que estar em uma banda te amadurece em v\u00e1rios aspectos. A gente aprende bastante uns com os outros&#8221;.<\/p>\n<p>Felipe Amorim (voz, sintetizador, gaita), N\u00edcolas Santos (guitarra), Santiago Boyayan (bateria), Thiago Amarante (baixo) e Vin\u00edcius Oliveira (guitarra) formam o quinteto que se empenha em n\u00e3o soar comum, muito menos ordin\u00e1rio. As improvisa\u00e7\u00f5es, as experimenta\u00e7\u00f5es e as ambi\u00e7\u00f5es martelam sobre uma base formada por audi\u00e7\u00f5es recorrentes da juventude m\u00e9dia, transformando as can\u00e7\u00f5es em inesperadas formas musicais.<\/p>\n<p>O tempo passa e o Boreal j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais o mesmo de 2014, quando come\u00e7ou. em pouco tempo, n\u00e3o ser\u00e1 o mesmo de &#8220;Boreal&#8221;, o disco de estreia. As muta\u00e7\u00f5es de quem n\u00e3o tem receio de arriscar refletem com precis\u00e3o a m\u00e1xima &#8220;um passo \u00e0 frente e voc\u00ea j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 no mesmo lugar&#8221;.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Floga-se: Eu estou curioso sobre as partes explosivas do disco. Elas s\u00e3o improvisos em est\u00fadio? Como surgiram?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: A gente come\u00e7a e termina o disco improvisando. &#8220;7:37&#8221; e &#8220;Far&#8221; s\u00e3o as faixas que t\u00eam mesmo uma combina\u00e7\u00e3o entre improvisa\u00e7\u00e3o livre e algumas coisas que v\u00e3o dando as dicas das transi\u00e7\u00f5es. Outras passagens mais explosivas n\u00e3o t\u00eam improvisa\u00e7\u00e3o, mas t\u00eam uma varia\u00e7\u00e3o de din\u00e2mica n\u00e3o s\u00f3 entre as partes da m\u00fasica, mas entre os instrumentos tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>F-se: Obviamente, voc\u00eas t\u00eam muita influ\u00eancias do rock, algumas mais \u00f3bvias etc. Como foi gravar o disco, em que teoricamente a necessidade de individualiza\u00e7\u00e3o, enquanto m\u00fasicos e grupo, atinge seu \u00e1pice? Quero dizer, como se afastar das influ\u00eancias instrumentais e gravar algo t\u00e3o pr\u00f3prio e urgente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: Cara, o Boreal \u00e9 uma banda que, como voc\u00ea disse, tem muitas influencias de rock, \u00e9 uma banda de rock. Mas a gente sempre respeitou muito as refer\u00eancias individuais de cada um, e ai tem muita coisa que foge do rock, vai pro <em>jazz<\/em>, m\u00fasica experimental, <em>soul<\/em>, <em>rap<\/em>&#8230; tem muita coisa que um gosta e outros n\u00e3o. Ent\u00e3o, \u00e9 mais f\u00e1cil nesse sentido, porque a gente nunca teve a ideia de soar exatamente como a banda de rock X ou Y. Durante o processo de composi\u00e7\u00e3o, acho que a gente foi equilibrando muito isso, o que era refer\u00eancia coletiva, individual e o que era a nossa cara, como banda, de fato.<\/p>\n<p><strong>F-se: Se importam em relatar como foi o percurso da banda at\u00e9 chegar \u00e0 forma\u00e7\u00e3o atual, e a forma como esse percurso pode ser percebida no disco?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: Essa resposta vai ser longa (<em>risos<\/em>). A gente come\u00e7ou a ideia de ter essa banda em 2013, mas nessa \u00e9poca a forma\u00e7\u00e3o era um quarteto, com o Vin\u00e3o (guitarra) no baixo. Em 2014, a gente come\u00e7ou a ensaiar com frequ\u00eancia e nasceu uma s\u00e9rie de m\u00fasicas, chegamos a gravar algumas e fazer uns shows, mas n\u00e3o era exatamente o que a gente queria, em v\u00e1rios aspectos. Em 2015, o Felpa (voz) ficou um tempo fora do pa\u00eds e antes dele ir, a gente conversou e decidiu n\u00e3o lan\u00e7ar aquelas m\u00fasicas, conversar\u00edamos de novo quando ele voltasse. Nesse meio tempo, o Vin\u00e3o foi pra guitarra e come\u00e7amos a ensaiar assim, Vin\u00e3o e Corpo (N\u00edcolas) nas <em>guitas<\/em> e o San na <em>batera<\/em>, sem baixo e sem voz. Nesse per\u00edodo come\u00e7aram a sair os primeiros esqueletos de boa parte das m\u00fasicas desse disco. O Felpa voltou e a gente seguiu ensaiando sem baixo, fomos compondo as m\u00fasicas num processo bem coletivo. Demoramos um bom tempo at\u00e9 achar um baixista. Isso aconteceu em 2016, quando o Clovis Mello entrou pra banda, um puta m\u00fasico de Recife. Nosso foco continuou sendo as composi\u00e7\u00f5es e, nesse per\u00edodo, entre 2016 e 2017, as m\u00fasicas do \u00e1lbum j\u00e1 estavam praticamente prontas&#8230; Mas banda, n\u00e9? (<em>risos<\/em>) Quando chegava pr\u00f3ximo de gravarmos, o Clovis teve que voltar pra Recife e demos uma pausa por essa e outras quest\u00f5es. Mas ainda em 2017, o Mantega (Thiago), que j\u00e1 era um velho amigo nosso chegou e falou &#8220;e ai, e o Boreal?&#8221;. A gente respondeu que estava meio devagar, sem baixista de novo&#8230; e o cara devolveu &#8220;l\u00f3gico, voc\u00eas n\u00e3o me chamam pra tocar&#8221;. (<em>risos<\/em>) A\u00ed, n\u00e3o tinha mais muito o que discutir, n\u00e9? O cara entrou na banda, voltamos pro est\u00fadio, finalizamos as m\u00fasicas, e, a\u00ed, fomos cavando o melhor momento pra gravar. Esse processo influenciou demais, porque durante todo esse tempo nossas refer\u00eancias foram mudando muito, nossa percep\u00e7\u00e3o sobre construir m\u00fasica foi mudando, a participa\u00e7\u00e3o do Clovis e a chegada do Mantega foram essenciais pro Boreal. Acho que muito da nossa caracter\u00edstica de momentos mais calmos e outros explosivos passa bastante pela trajet\u00f3ria da banda e de cada um at\u00e9 aqui, dentro desse processo.<\/p>\n<p><strong>F-se: Como m\u00fasicos, voc\u00eas sentiam que havia um apelo espec\u00edfico, uma atmosfera &#8220;certa&#8221; pra escolher as faixas que entrariam no disco? Como escolher o que entra e o que sai?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: Acho que n\u00e3o um apelo pra algo espec\u00edfico, mas sim alguns fatores. A sensa\u00e7\u00e3o coletiva de que naquele som n\u00e3o se muda mais nada, entender que chegamos onde quer\u00edamos naquela composi\u00e7\u00e3o. A atmosfera com certeza&#8230; Pode n\u00e3o ser nada conceitual, como n\u00e3o \u00e9 no nosso caso&#8230; Mas \u00e9 claro que existe um di\u00e1logo entre as m\u00fasicas, o disco tem uma unidade, mas isso vai mais da percep\u00e7\u00e3o do momento do que algo pr\u00e9 programado.<\/p>\n<p><strong>F-se: Houve algum momento em que voc\u00eas pensaram &#8220;\u00e9 isso, temos de gravar um disco&#8221;? Quando e como esse estalo surgiu?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: A gente sabia que tinha que gravar alguma coisa. Tem m\u00fasica ai que come\u00e7ou a nascer em 2015, ainda que no viol\u00e3o, no quarto de algu\u00e9m. Ent\u00e3o, essas composi\u00e7\u00f5es j\u00e1 estavam maduras e n\u00f3s precis\u00e1vamos partir pra outro est\u00e1gio, que era gravar e tocar ao vivo. N\u00e3o sab\u00edamos no come\u00e7o qual seria o formato, demo, EP, disco&#8230; Mas a gente sabia que ia gravar, e a\u00ed fomos decidindo as m\u00fasicas e optamos por fazer esse \u00e1lbum.<\/p>\n<p><strong>F-se: Como foi trabalhar com o Hugo Falc\u00e3o Costa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: Foi muito bom pra gente. O Hugo \u00e9 um cara que, sem querer chamar ele de velho, j\u00e1 estava tocando com o Ludovic ou Shed em v\u00e1rios rol\u00eas, enquanto muitos de n\u00f3s \u00e9ramos uns adolescentes metaleiros ou <em>emo<\/em> (<em>risos<\/em>). Ent\u00e3o, o cara j\u00e1 era uma referencia pra gente, e nos conhecemos bem antes da grava\u00e7\u00e3o, acho que em 2016. Ele acompanhou muito do nosso processo de ensaio, composi\u00e7\u00e3o e pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o. Acho que isso foi muito importante pra leitura do som.<\/p>\n<p><strong>F-se: Como voc\u00eas acham que mudaram enquanto m\u00fasicos, ap\u00f3s entrarem na banda?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: S\u00e3o cinco anos desde que come\u00e7amos com a ideia do Boreal, todo mundo vinha de outras bandas e tal&#8230; \u00c9 um tempo grande, todos descobrimos novas referencias, ouvimos outras coisas e evolu\u00edmos pessoalmente, tamb\u00e9m. Como m\u00fasicos, acho que fomos experimentando outros instrumentos, adicionando sintetizador, elementos percussivos. Acho que estar em uma banda te amadurece em v\u00e1rios aspectos, principalmente no corre independente. A gente aprende bastante uns com os outros.<\/p>\n<p><strong>F-se: De quais bandas voc\u00eas s\u00e3o f\u00e3s e como suas rela\u00e7\u00f5es como elas mudaram desde que voc\u00eas decidiram tocar instrumentos e estar em bandas?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Felpa (Felipe Amorim)<\/strong>: Eu virei vocalista que toca gaita por causa do Steven Tyler. Mas eu n\u00e3o escuto Aerosmith j\u00e1 faz um tempo. Incubus e Deftones t\u00eam muita influ\u00eancia nas melodias de voz e nas letras, foram bandas essenciais na minha forma\u00e7\u00e3o. Hoje eu s\u00f3 quero ser o Tyler the Creator.<\/p>\n<p><strong>N\u00edcolas<\/strong>: Twinpines, Sonic Youth e (<em>John<\/em>) Frusciante abriram uma perspectiva que sa\u00eda da minha escola de <em>classic<\/em>\/<em>hard rock<\/em> da adolesc\u00eancia (por mais que Hendrix e Page sejam nomes postos em pedra). Dali pra frente, entendi que qualquer refer\u00eancia que sa\u00edsse do &#8220;tu p\u00e1 tu tu p\u00e1&#8221; me traria algo novo no repert\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Vin\u00e3o (Vin\u00edcius Oliveira)<\/strong>: A minha rela\u00e7\u00e3o com as bandas que eu gostava quando comecei a tocar \u00e9 bem distante. Parti do <em>metal<\/em> e hoje n\u00e3o escuto quase nada disso. Acho que as refer\u00eancias que t\u00eam me inspirado, como Hurtmold, Garage Fuzz, Real Estate, Met\u00e1 Met\u00e1 e Douglas Germano s\u00e3o bem contempor\u00e2neas ao meu envolvimento com o Boreal.<\/p>\n<p><strong>San (Santiago Boyayan)<\/strong>: Sonic Youth e Hurtmold s\u00e3o bandas que mudaram minha percep\u00e7\u00e3o do que \u00e9 m\u00fasica. A partir delas, mergulhei no universo do <em>free jazz<\/em> e da improvisa\u00e7\u00e3o, o que mudou totalmente minha rela\u00e7\u00e3o com a bateria.<\/p>\n<p><strong>Mantega (Thiago Amarante)<\/strong>: Escutem Jawbox.<\/p>\n<p><strong>F-se: Estou curioso como s\u00e3o as can\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas, elas seguem a mesma \u00e1urea do disco ou s\u00e3o, em algum n\u00edvel, estruturalmente diferentes?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Boreal<\/strong>: Essa pergunta \u00e9 legal porque j\u00e1 d\u00e1 uma perspectiva do que vem por ai, e nossa ideia \u00e9 n\u00e3o demorar tanto pra gravar outras coisas. N\u00e3o precisa ser um disco inteiro. A gente tem duas in\u00e9ditas que, inicialmente, devem rolar nos shows&#8230; Uma \u00e9 da mesma leva de composi\u00e7\u00f5es das faixas do &#8220;Boreal&#8221;, a outra \u00e9 bem nova, \u00e9 a \u00faltima m\u00fasica que fizemos e, ai sim, acho que j\u00e1 corresponde mais \u00e0s influencias atuais da banda. Estamos sempre ouvindo, descobrindo e trocando sons, ent\u00e3o nos arriscamos a dizer que as pr\u00f3ximas ideias n\u00e3o ter\u00e3o exatamente todas as caracter\u00edsticas do trabalho atual.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/dramon-ceus\/\" title=\"DRAM\u00d3N &#8211; C\u00c9US\">DRAM\u00d3N &#8211; C\u00c9US<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-ment-acceptance-letter-lancamento-do-video\/\" title=\"ENTREVISTA: MENT &#8211; ACCEPTANCE LETTER (LAN\u00c7AMENTO DO V\u00cdDEO)\">ENTREVISTA: MENT &#8211; ACCEPTANCE LETTER (LAN\u00c7AMENTO DO V\u00cdDEO)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-rakta-boas-mentirosas\/\" title=\"ENTREVISTA: RAKTA &#8211; BOAS MENTIROSAS\">ENTREVISTA: RAKTA &#8211; BOAS MENTIROSAS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/felipe-neiva-filho\/\" title=\"FELIPE NEIVA &#8211; FILHO\">FELIPE NEIVA &#8211; FILHO<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/jair-naves-rente\/\" title=\"JAIR NAVES &#8211; RENTE\">JAIR NAVES &#8211; RENTE<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi logo agora (em janeiro de 2019), o Boreal lan\u00e7ou seu disco de estreia, auto-intitulado (e que ganhou esta resenha aqui no Floga-se). 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