{"id":56546,"date":"2020-10-20T23:21:20","date_gmt":"2020-10-21T01:21:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=56546"},"modified":"2020-12-01T20:37:05","modified_gmt":"2020-12-01T22:37:05","slug":"entrevista-ulcerate-um-territorio-mais-profundo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-ulcerate-um-territorio-mais-profundo\/","title":{"rendered":"ENTREVISTA: ULCERATE &#8211; UM TERRIT\u00d3RIO MAIS PROFUNDO"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"56547\" data-permalink=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-ulcerate-um-territorio-mais-profundo\/ulcerate1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/ulcerate1.jpg?fit=540%2C300\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"ulcerate1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/ulcerate1.jpg?fit=540%2C300\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/ulcerate1.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"ulcerate\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-56547\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/ulcerate1.jpg?w=540 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/ulcerate1.jpg?resize=300%2C167 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Uma das bandas mais estimulantes dos \u00faltimos quinze anos, o Ulcerate, com o recente &#8220;Stare Into Death And Be Still&#8221;, tem estendido as barreiras do <em>death metal<\/em>, com uma abordagem cada vez mais atmosf\u00e9rica e transi\u00e7\u00e3o entre a bateria violenta dos primeiros \u00e1lbuns e uma esp\u00e9cie de caos em decomposi\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos trabalhos.<\/p>\n<p>Conversei com o baterista Jamie Saint Merat sobre disciplina art\u00edstica, composi\u00e7\u00e3o e novas dire\u00e7\u00f5es pra uma banda t\u00e3o extrema e t\u00e9cnica.<\/p>\n<p><strong>Floga-se: Voc\u00eas t\u00eam um trabalho imponente que se estendeu ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas e ainda assim conseguiu surpreender positivamente os ouvintes com a t\u00e9cnica e disson\u00e2ncia do \u00faltimo \u00e1lbum. No est\u00fadio, voc\u00ea se auto-imp\u00f5e o desafio de n\u00e3o repetir seus lan\u00e7amentos anteriores, ou \u00e9 algo que acontece porque voc\u00eas est\u00e3o juntos h\u00e1 tanto tempo e s\u00e3o grandes m\u00fasicos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jamie Saint Merat<\/strong>: \u00c9 definitivamente uma auto-imposi\u00e7\u00e3o. E, naturalmente, fica muito mais dif\u00edcil quanto mais material voc\u00ea escreve. Ent\u00e3o, estamos seguindo uma rotina muito mais r\u00edgida e rigorosa tanto pra escrever quanto pra pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o. Definir restri\u00e7\u00f5es e limites bem definidos pro \u00e1lbum desde o in\u00edcio tem nos rendido resultados muito satisfat\u00f3rios. O mesmo pode ser dito de qualquer empreendimento criativo, nada pior do que olhar sem rumo pra uma folha de papel em branco. A estagna\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 uma morte lenta e de merda, que gostar\u00edamos de evitar.<\/p>\n<p><strong>F-se: A mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o pro &#8220;Stare Into Death And Be Still&#8221; foi inteiramente planejada depois do &#8220;Shrines Of Paralysis&#8221;, ou estava acontecendo enquanto a banda estava em turn\u00ea e ensaiando?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Tivemos um ano inteiro sem sequer pensar em escrever uma \u00fanica nota ap\u00f3s a conclus\u00e3o de &#8220;Shrines&#8230;&#8221;, o que \u00e9 bastante normal pra n\u00f3s. Gostamos de sentar com um \u00e1lbum e focar na execu\u00e7\u00e3o ao vivo sem distra\u00e7\u00e3o. Isso tende a nos dar o melhor senso de retrospectiva. Normalmente, tamb\u00e9m estamos bastante esgotados com o processo de composi\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, quando parecia que era hora de come\u00e7ar a pensar em novo material, no in\u00edcio de 2018, come\u00e7amos a delinear pra onde precis\u00e1vamos que as coisas fossem. Depois de seis \u00e1lbuns, era hora de tra\u00e7ar uma linha divis\u00f3ria entre pra onde os \u00faltimos cinco \u00e1lbuns nos levaram e pra onde precis\u00e1vamos mudar a partir daqui.<\/p>\n<p><strong>F-se: \u00c9 algo que podemos esperar da banda a partir de agora, lan\u00e7amentos menos obcecados com bateria furiosa e algo voltado pra uma profundidade r\u00edtmica que \u00e9 algo mais &#8220;desolado&#8221;?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Nossos gostos coletivos est\u00e3o obviamente mudando conforme envelhecemos, e h\u00e1 algo infinitamente mais poderoso em explorar esse territ\u00f3rio s\u00f4nico. Pessoalmente, estou muito mais interessado em um territ\u00f3rio mais profundo e escuro do que em uma surra sonora claustrof\u00f3bica. E, independentemente disso, temos cinco \u00e1lbuns anteriores que funcionam mais nesse espa\u00e7o. Mas n\u00e3o somos n\u00f3s evitando o <em>death metal<\/em> em nenhum n\u00edvel, estamos apenas recalibrando os elementos do nosso pr\u00f3prio som pra nos manter com fome.<\/p>\n<p><strong>F-se: Quando pude ver toda a arte do &#8220;Shrines Of Paralysis&#8221;, a sensa\u00e7\u00e3o um pouco angustiante que o \u00e1lbum havia me causado aumentou. \u00c9 quase como uma rigidez inescap\u00e1vel de in\u00e9rcia em face da morte. Como voc\u00ea percebe essa complementar rela\u00e7\u00e3o que a arte gr\u00e1fica pode causar \u00e0 entidade sonora?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Acho que \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o perfeita, pra ser honesto. Esse \u00e9 exatamente o ponto, ela fornece uma representa\u00e7\u00e3o visual do som, uma rela\u00e7\u00e3o simbi\u00f3tica. Mesmo capas objetivamente ruins (n\u00e3o necessariamente est\u00e9ticas &#8211; mais no sentido de que n\u00e3o retratam uma caracteriza\u00e7\u00e3o forte da m\u00fasica) far\u00e3o crescer uma forte associa\u00e7\u00e3o com o tempo, onde os dois s\u00e3o insepar\u00e1veis &#8211; h\u00e1 um milh\u00e3o de \u00e1lbuns cl\u00e1ssicos que sofrem tal doen\u00e7a. A m\u00fasica \u00e9 um forma de arte intensamente forte &#8211; as pessoas penduram toda a sua identidade em uma cole\u00e7\u00e3o de \u00e1lbuns, por exemplo, ent\u00e3o, pra mim, cada pe\u00e7a do quebra-cabe\u00e7a tem que estar se comunicando da maneira certa.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 406px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=50642742\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"https:\/\/ulcerate.bandcamp.com\/album\/stare-into-death-and-be-still\">Stare Into Death And Be Still by Ulcerate<\/a><\/iframe><\/p>\n<p><strong>F-se: A condi\u00e7\u00e3o humana, parece-me, tem sido o tema central de seus \u00e1lbuns. Esses conflitos internos s\u00e3o apenas uma extens\u00e3o art\u00edstica de como voc\u00eas percebem o mundo enquanto seres humanos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Absolutamente. N\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o pra ironia ou irrever\u00eancia. Ent\u00e3o, cada faceta \u00e9 uma extens\u00e3o de n\u00f3s mesmos. Todos n\u00f3s vivenciamos no dia a dia as falhas e fraquezas do homem, n\u00e3o importa qu\u00e3o pequenas ou aparentemente triviais. E apesar de todo o bem que a humanidade alcan\u00e7ou, a esp\u00e9cie \u00e9, em \u00faltima an\u00e1lise, maligna e ego\u00edsta como um todo. A hist\u00f3ria mostra que somos uma mistura mortal de profunda arrog\u00e2ncia e ignor\u00e2ncia, e est\u00e1 vindo \u00e0 tona que nossos erros provavelmente ser\u00e3o o nosso fim.<\/p>\n<p><strong>F-se: A arte de seus \u00e1lbuns \u00e9 totalmente controlada por voc\u00ea e s\u00e3o totalmente digitais. Isso est\u00e1 relacionado a ter controle total do processo art\u00edstico da banda ou \u00e9 algo que voc\u00ea j\u00e1 trabalhou antes da forma\u00e7\u00e3o da banda?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Uma combina\u00e7\u00e3o de ambos, com toda a honestidade. Quando come\u00e7amos a banda, nasceu da necessidade &#8211; morar na Nova Zel\u00e2ndia com fundos limitados foi um grande fator, mas tamb\u00e9m me pareceu totalmente natural pegar essa fatia, j\u00e1 que eu j\u00e1 estava estudando design gr\u00e1fico. E uma vez que as coisas estavam bem encaminhadas, a est\u00e9tica em que hav\u00edamos trope\u00e7ado ao adotar uma abordagem <em>DIY<\/em> come\u00e7ou a parecer menos um compromisso e mais algo de que poder\u00edamos nos orgulhar, no sentido de que era nosso e somente nosso.<\/p>\n<p><strong>F-se: Embora sonoramente voc\u00eas divirjam muito do cat\u00e1logo da Debemur, foi incr\u00edvel como seu conceito pareceu &#8220;fazer sentido&#8221; junto com as outras bandas de l\u00e1. Como tem sido o processo de trabalho em conjunto com a Debemur?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: O cat\u00e1logo da Debemur Morti pra mim sempre foi incrivelmente diverso, nunca pensei que haveria um desalinhamento ali. E a ideia original pra colabora\u00e7\u00e3o veio da parte deles. Ent\u00e3o, nunca duvidei disso. Em termos de trabalho at\u00e9 agora &#8211; facilmente nossa parceria de selo mais natural e conceitualmente bem alinhada. Que \u00e9 exatamente o que estamos procurando neste momento. Estamos apenas falando a l\u00edngua um do outro, e a base l\u00f3gica pras ideias sempre nasce de um ponto de &#8216;o que \u00e9 melhor pra arte&#8217; &#8211; uma qualidade incrivelmente rara de se ter em um selo, em que normalmente muito tempo e esfor\u00e7o s\u00e3o gastos simplesmente tentando aumentar a capacidade de ganho de uma banda. Mas a Debemur \u00e9 gerida como um projeto-paix\u00e3o, n\u00e3o como um &#8220;neg\u00f3cio&#8221; per se, que \u00e9 como todos os verdadeiros projetos <em>undergrounds<\/em> devem ser executados &#8211; certamente sempre foi como dirigimos a banda.<\/p>\n<p><strong>F-se: Quem acompanha o <em>metal<\/em> h\u00e1 algum tempo sabe o qu\u00e3o inacess\u00edveis algumas bandas s\u00e3o e que isso costuma fazer parte da cultura da m\u00fasica extrema. Como voc\u00ea avalia se vale a pena dar uma entrevista?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Estou feliz em colocar o trabalho em uma entrevista se houver algum tipo de ideia que o entrevistador esteja procurando que possa ajudar as pessoas a entenderem melhor de onde viemos. Mas n\u00e3o temos interesse em entrevistas como ferramenta promocional. \u00c9 tamb\u00e9m a parte de ser uma banda que realmente parece &#8220;trabalhar&#8221;. Ent\u00e3o, pode facilmente ficar cansativo responder ao mesmo conjunto de vinte perguntas repetidas vezes.<\/p>\n<p><strong>F-se: Como tem sido todas essas turn\u00eas ao longo dos anos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Viajar pra n\u00f3s sempre tem sido uma explos\u00e3o total. Desgastante, obviamente, mas isso \u00e9 parte do trabalho. Nunca tivemos como certa a capacidade que temos de viajar pelo mundo tocando as m\u00fasicas que escrevemos, \u00e9 a cereja do bolo pra n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>F-se: Muitas bandas s\u00e3o conhecidas por incorporarem algo (positivo ou negativo) de onde se originaram. Como voc\u00ea acha que a Nova Zel\u00e2ndia est\u00e1 incorporada em seu trabalho?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Acho que todos os aspectos do nosso trabalho s\u00e3o moldados pelo nosso ambiente &#8211; o mesmo vale pra qualquer cena global, h\u00e1 sempre uma certa caracter\u00edstica defin\u00edvel que a natureza insular de comunidades &#8220;isoladas&#8221; proporciona. Provavelmente, mais antes da explos\u00e3o das m\u00eddias sociais, que \u00e9 obviamente a \u00e9poca em que a maior parte do nosso trabalho de desenvolvimento aconteceu. Os neozelandeses normalmente t\u00eam um temperamento semelhante ao dos escandinavos &#8211; existe um estere\u00f3tipo de que somos ultra-reservados e odiamos falar sobre n\u00f3s mesmos, o que eu acho que flui por meio de nossa produ\u00e7\u00e3o musical. A ideia do artista an\u00f4nimo ou semi-an\u00f4nimo \u00e9 muito atraente &#8211; deixe a obra falar por si mesma. O paradigma atual da merda pessoal saindo pra que todos vejam na Internet \u00e9 grotesco, mas n\u00e3o mostra sinais de desacelera\u00e7\u00e3o &#8211; e \u00e9 absolutamente prejudicial pro trabalho criativo.<\/p>\n<p><strong>F-se: Voc\u00ea se sente um pouco frustrado porque geralmente \u00e9 imposs\u00edvel conhecer, mesmo um pouco, as cidades que voc\u00ea visitou durante uma turn\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Sim e n\u00e3o, j\u00e1 retornamos o suficiente pra maioria delas, de modo que sempre conseguimos planejar uma hora roubada aqui ou ali pra conhecer os principais locais. O que direi \u00e9 que isso nos deu um grande gostinho de lugares que adorar\u00edamos retornar e explorar fora do contexto de turismo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3Ke2f1tvxCQ\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>F-se: Escutei seu \u00faltimo \u00e1lbum v\u00e1rias vezes durante a quarentena e essa ideia de &#8220;petrificado, vendo a morte&#8221; \u00e9 uma trilha sonora muito pertinente aos dias trancados, que parecem todos iguais enquanto observamos o mundo, como conhec\u00edamos, caindo aos peda\u00e7os. Voc\u00ea sente essa rela\u00e7\u00e3o?<\/strong> <\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Pra ser honesto, n\u00e3o tanto, nunca tivemos a inten\u00e7\u00e3o de documentar esse tipo de cen\u00e1rio, muito embora, de alguma forma estranha, o disco mapeia o que estamos vivendo quase perfeitamente.<\/p>\n<p><strong>F-se: Li que sua primeira turn\u00ea europeia envolveu o Krisiun. O Krisiun tem uma import\u00e2ncia seminal por aqui. Como foi essa primeira experi\u00eancia europeia? Na \u00e9poca, por que voc\u00eas estavam fazendo uma turn\u00ea europeia, pensaram &#8220;\u00e9 isso, n\u00f3s provamos algo&#8221;? E como era a rela\u00e7\u00e3o com os caras do Krisiun?<\/strong><\/p>\n<p><strong>JSM<\/strong>: Aquela turn\u00ea, pra n\u00f3s, como nossa incurs\u00e3o inaugural, foi insana &#8211; grandes multid\u00f5es e locais profissionais quase todas as noites, bem como um n\u00edvel de camaradagem entre todas as bandas que foi realmente divertido pra caralho. Acho que definitivamente provamos algo pra n\u00f3s mesmos &#8211; fazer uma turn\u00ea internacional da NZ sempre pareceu uma quimera. E o Krisiun foi \u00f3timo, um prazer total fazer uma turn\u00ea com esses caras.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/R2vwiZek8PM\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-jordaan-mason-desejo-estranho-de-documentar-a-vida\/\" title=\"ENTREVISTA: JORDAAN MASON &#8211; DESEJO ESTRANHO DE DOCUMENTAR A VIDA\">ENTREVISTA: JORDAAN MASON &#8211; DESEJO ESTRANHO DE DOCUMENTAR A VIDA<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-will-oldham-dos-pes-de-um-vulcao-para-o-mundo\/\" title=\"ENTREVISTA: WILL OLDHAM &#8211; DOS P\u00c9S DE UM VULC\u00c3O PARA O MUNDO\">ENTREVISTA: WILL OLDHAM &#8211; DOS P\u00c9S DE UM VULC\u00c3O PARA O MUNDO<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-kyle-field-mais-vulneravel-do-que-jovem\/\" title=\"ENTREVISTA: KYLE FIELD &#8211; MAIS VULNER\u00c1VEL DO QUE JOVEM\">ENTREVISTA: KYLE FIELD &#8211; MAIS VULNER\u00c1VEL DO QUE JOVEM<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-mineral-uma-comunidade-ao-longo-do-tempo\/\" title=\"ENTREVISTA: MINERAL &#8211; UMA COMUNIDADE AO LONGO DO TEMPO\">ENTREVISTA: MINERAL &#8211; UMA COMUNIDADE AO LONGO DO TEMPO<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/entrevista-earthen-sea-liberdade-pra-criar\/\" title=\"ENTREVISTA: EARTHEN SEA &#8211; LIBERDADE PRA CRIAR\">ENTREVISTA: EARTHEN SEA &#8211; LIBERDADE PRA CRIAR<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das bandas mais estimulantes dos \u00faltimos quinze anos, o Ulcerate, com o recente &#8220;Stare Into Death And Be Still&#8221;, tem estendido as barreiras do [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":56547,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[888],"tags":[1146,2770],"class_list":["post-56546","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas","tag-entrevista-internacional","tag-ulcerate"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/ulcerate1.jpg?fit=540%2C300","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pBlnN-eI2","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56546","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56546"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56546\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56548,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56546\/revisions\/56548"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56547"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56546"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56546"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56546"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}