{"id":29290,"date":"2012-11-25T19:58:34","date_gmt":"2012-11-25T21:58:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=29290"},"modified":"2012-12-05T16:27:24","modified_gmt":"2012-12-05T18:27:24","slug":"faixa-a-faixa-this-lonely-crowd-pervade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/faixa-a-faixa-this-lonely-crowd-pervade\/","title":{"rendered":"FAIXA A FAIXA: THIS LONELY CROWD &#8211; PERVADE"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"29291\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/faixa-a-faixa-this-lonely-crowd-pervade\/thislonelycrowd11\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd11.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"thislonelycrowd11\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd11.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd11.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"\" title=\"\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-29291\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd11.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd11.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Discos com parcerias s\u00e3o importantes porque forma-se uma rede forte, interligando mentes criativas, ousadias e qualidades diferentes.<\/p>\n<p>O This Lonely Crowd \u00e9 um bom exemplo disso. O novo disco, <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-pervade\/\" target=\"_blank\">&#8220;Pervade&#8221;<\/a>, lan\u00e7ado na sexta-feira, dia 23 de novembro de 2012, via Sinewave, mostrou um avan\u00e7o impressionante dos curitibanos. A dilui\u00e7\u00e3o do acento <em>smashing pumpkinsiano<\/em> foi o mais consider\u00e1vel acerto. Isso teria vindo da aproxima\u00e7\u00e3o de gente como Cadu Ten\u00f3rio, do Sobre A M\u00e1quina? Ou de Jonathan Garcia, do Copa do Ar? Ou dos outros convidados especiais?<\/p>\n<p>Pode ser, \u00e9 prov\u00e1vel. Nesse faixa a faixa, Humpty Dumpty, vocalista e guitarrista da banda, conta como cada m\u00fasica de &#8220;Pervade&#8221; nasceu, qual o caminho que a banda queria percorrer no disco e como essas influ\u00eancias e interc\u00e2mbios foram importantes.<\/p>\n<p>O conselho \u00f3bvio \u00e9 que voc\u00ea baixe o disco e leia esse material ouvindo as can\u00e7\u00f5es. <a href=\"http:\/\/sinewave.com.br\/2012\/11\/this-lonely-crowd-pervade-2012\/\" target=\"_blank\">Fa\u00e7a isso aqui<\/a> &#8211; \u00e9 de gra\u00e7a e \u00e9 imperd\u00edvel.<\/p>\n<p>\u00c9 a hist\u00f3ria de como um disco nasceu e de como uma banda cresceu, talvez uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o tema central da obra. No come\u00e7o, quase todo artista ainda est\u00e1 cego, sem rumo certo, sonhando com sua obra final. Como chegar at\u00e9 ela, como materializ\u00e1-la, como torn\u00e1-la realidade \u00e9 o que se l\u00ea aqui.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"29292\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/faixa-a-faixa-this-lonely-crowd-pervade\/thislonelycrowd12\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd12.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"thislonelycrowd12\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd12.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd12.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"\" title=\"\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-29292\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd12.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/thislonelycrowd12.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p><strong>FAIXA A FAIXA<\/strong><\/p>\n<p>01. The Fugue<br \/>\n&#8220;Quer\u00edamos muito um disco com come\u00e7o, meio e fim. O SKOP (<em>&#8220;Some Kind Of Pareidolia&#8221;, de 2011<\/em>) tem uma vibra\u00e7\u00e3o muito boa, saudosista, mas foi uma obra heterog\u00eanea meio que de prop\u00f3sito. Ent\u00e3o, pra abrir um disco que fala sobre como os cegos sonham, a barulheira tinha que entrar por camadas, nada de vozes, s\u00f3 os sons se difundindo, como um nen\u00ea deve escutar na barriga da m\u00e3e. Ali\u00e1s, imagine que tipo de imagem vem nos sonhos deles, os nen\u00eas &#8216;<em>in \u00fatero<\/em>&#8216;. Tinha que ter uma participa\u00e7\u00e3o especial violenta, que complementasse o caos. Quem melhor que o Sr. Cthulhu Ten\u00f3rio pra fazer isso? Quando juntamos a instrumental com o arranjo dele, ficou claro que a sonoridade que quer\u00edamos pro disco foi encontrada. Pra complementar, fomos at\u00e9 os livros do Clive Barker e roubamos o &#8216;<em>Fugue<\/em>&#8216; e parte do conceito&#8221;.<\/p>\n<p>02. Blind At Early Age<br \/>\n&#8220;Nada como meter um <em>redibenzi<\/em> no ouvido depois de uma faixa introdut\u00f3ria. Essa \u00e9 a m\u00fasica mais explicita sobre o conceito do disco, a come\u00e7ar pelo t\u00edtulo. O rife n\u00e3o tem muito mist\u00e9rio, mas quisemos fazer um arranjo mais melanc\u00f3lico e arrastado que de costume. Em cima disso, um poema do Willian Blake&#8221;.<\/p>\n<p>03. Delicacy<br \/>\n&#8220;Essa faixa \u00e9 meio que single. A Honeydew (ex-Red Queen, <em>risos<\/em>) bolou o rife, que \u00e9 extremamente simples. Depois s\u00f3 vieram varia\u00e7\u00f5es. Em poucas horas, t\u00ednhamos a faixa montada. Tem um andamento mais sombrio que de costume. Ent\u00e3o, apareceu mais Clive Barker na letra, e boa parte de um belo poema da Emily Dickinson&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>04. Palimpsest<br \/>\n&#8220;Quase que \u00edamos deixar essa m\u00fasica instrumental, mas no final das contas, resolvemos insistir no poema do Barker que ajudou a moldar as palavras do disco. A partir daqui, queriamos deixar a coisa cada vez mais arrastada, mais desolada. Enchemos de ecos e <em>feedbacks<\/em>, mas n\u00e3o foi suficiente. Da\u00ed veio o Israel (Bela Infanta) e arrebentou. N\u00e3o d\u00e1 pra saber o que ele faz ao certo porque se integrou totalmente com o que hav\u00eda inicialmente. Ou seria o contr\u00e1rio? A hora que entra o peso \u00e9 uma das nossas partes favoritas do &#8216;Pervade'&#8221;.<\/p>\n<p>05. Losing Contact<br \/>\n&#8220;\u00c9 uma das poucas m\u00fasicas sem distor\u00e7\u00e3o (ou quase) que temos. Quer\u00edamos uma faixa que passasse uma impress\u00e3o &#8216;estou indo embora, estou perdendo contato&#8217;. Os arranjos s\u00e3o meio improvisados, as tr\u00eas guitarras ficam passeando na m\u00fasica, j\u00e1 que o baixo puxa tudo. O Jonathan &#8216;Copa do Ar&#8217; completou a m\u00fasica com arranjos adicionais mais um prol\u00f3go e um epil\u00f3go (posso chamar assim?), e valorizou o neg\u00f3cio de um jeito muito intimista. A essa altura do &#8216;Pervade&#8217;, est\u00e1<br \/>\ntudo se dissolvendo&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>06. Abandon<br \/>\n&#8220;&#8230;pra entrar a &#8216;Abandon&#8217;. Bem no meio. \u00c9 uma faixa, quase parando, acho que usamos uns 40 e poucos bpm nela e deu muito trabalho gravar, porque fic\u00e1vamos atravessando o metr\u00f4nomo. A primeira parte foi bolada pelo Cyrus The Brewer (ex-Tweedledum), da\u00ed inventamos aquelas notas meio &#8216;pianescas&#8217; e enrolamos um temp\u00e3o para estourar no final. O Hagin Freud fez o recheio, e que recheio fabuloso. Sensa\u00e7\u00e3o de abandono e isolamento completo, uma pris\u00e3o sem muros. E no final, aparece uma rachadura pra luz poder entrar&#8221;.<\/p>\n<p>07. She Who Art In The Tree<br \/>\n&#8220;Essa faixa nasceu de duas coisas. Um livro, chamado &#8220;My Father Who Art In The Tree&#8221;; e um filme polaco chamado &#8220;Jesten&#8221;. O Julian Fisch, nosso colaborador criativo permanente, definiu bem: \u00e9 a m\u00fasica onde a tem uma luz nascendo. \u00c9 uma faixa simples mas com um significado especial para n\u00f3s&#8221;.<\/p>\n<p>08. Golden Sadness<br \/>\n&#8220;Como disse o Fisch, se a luz nasce na &#8216;She&#8217;, aqui a luz entra de vez. Engra\u00e7ado que o rife \u00e9 antigo, da \u00e9poca do &#8220;EPhemeris&#8221;. Talvez por isso seja uma m\u00fasica mais parecida com as nossas faixas de dois anos atr\u00e1s&#8221;.<\/p>\n<p>09. Oneironauts<br \/>\n&#8220;O Cthulhu Ten\u00f3rio havia nos mandado um arquivo que ele havia composto e falou &#8216;usem do jeito que quiserem&#8217;. A gente queria muito tocar em cima de alguma cria\u00e7\u00e3o dele. Essa &#8216;terata&#8217; (cria\u00e7\u00e3o monstruosa, diria o Barker) que ele fez nos inspirou em colocar umas partes meio faladas e uns interl\u00fadios mais &#8216;<em>shoegaze<\/em>&#8216;. E a letra s\u00f3 refor\u00e7a a mensagem do disco&#8221;.<\/p>\n<p>10. Colostrum<br \/>\n&#8220;Essa m\u00fasica era totalmente diferente no come\u00e7o. A gente tinha os rifes, tocava tudo bem mais r\u00e1pido, diferente. Da\u00ed refizemos tudo e sem querer nasceu aquele <em>fill<\/em> de guitarras do come\u00e7o. \u00c9 uma m\u00fasica onde trabalhamos na zona de conforto e creio que o resultado foi fant\u00e1stico, visto a beleza das frases que roubamos das outras m\u00fasicas&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>11. Last Stop Before The Sun<br \/>\n&#8220;Minha favorita; \u00e9 uma pedrada. \u00c9 um <em>heavy metal<\/em> iluminado; como disse a Honeydew, aqui \u00e9 onde se come\u00e7a a enxergar com o amor, ent\u00e3o n\u00e3o se precisa mais de olhos. Quer\u00edamos que o final parecesse uma britadeira e foi assim que ficou. E a letra tamb\u00e9m tem todo um significado. Em alguma parte da m\u00fasica colocamos as vozes das nossas filhas, mas como elas s\u00e3o muito pequenininhas ainda, deu dificuldade pra captar e se infiltrou na instrumental. Ou seja,<br \/>\ndo jeito que deveria ser&#8221;.<\/p>\n<p>12. Kissoon<br \/>\n&#8220;Pra fechar o disco, quer\u00edamos a ant\u00edtese da &#8216;Fugue&#8217;. Uma can\u00e7\u00e3o de ninar ao contr\u00e1rio, chamando-nos pra acordar, ou pra colocar tudo pra tocar de novo, se a paci\u00eancia aguentar e se a viagem fizer efeito. \u00c9 uma daquelas m\u00fasicas que vieram ao mundo em poucas horas, gra\u00e7as \u00e0 melodia f\u00e1cil de trabalhar&#8221;.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/ouca-this-lonely-crwod-wolves-inside-tora\/\" title=\"OU\u00c7A: THIS LONELY CRWOD &#8211; WOLVES INSIDE TORA\">OU\u00c7A: THIS LONELY CRWOD &#8211; WOLVES INSIDE TORA<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-bellelouder\/\" title=\"THIS LONELY CROWD &#8211; BELLELOUDER\">THIS LONELY CROWD &#8211; BELLELOUDER<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-acta-obscura\/\" title=\"THIS LONELY CROWD &#8211; ACTA OBSCURA\">THIS LONELY CROWD &#8211; ACTA OBSCURA<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-this-lonely-crowd-this-lonely-crowd\/\" title=\"RESENHA: THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD\">RESENHA: THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/this-lonely-crowd-this-lonely-crowd\/\" title=\"THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD\">THIS LONELY CROWD &#8211; THIS LONELY CROWD<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Discos com parcerias s\u00e3o importantes porque forma-se uma rede forte, interligando mentes criativas, ousadias e qualidades diferentes. 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