{"id":31061,"date":"2013-03-13T21:17:52","date_gmt":"2013-03-14T00:17:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=31061"},"modified":"2013-12-03T23:59:01","modified_gmt":"2013-12-04T01:59:01","slug":"revisitando-mnemonist-orchestra-mnemonist-orchestra-1979","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-mnemonist-orchestra-mnemonist-orchestra-1979\/","title":{"rendered":"REVISITANDO: MNEMONIST ORCHESTRA &#8211; MNEMONIST ORCHESTRA (1979)"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"31063\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-mnemonist-orchestra-mnemonist-orchestra-1979\/mnemonistorchestra1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"mnemonistorchestra1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra1.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"\" title=\"\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-31063\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra1.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra1.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Mnem\u00f4nica \u00e9 um auxiliar de mem\u00f3ria, por assim dizer. S\u00e3o m\u00e9todos que ajudam o c\u00e9rebro a guardar dados que n\u00e3o possuem liga\u00e7\u00e3o pessoal e, por isso, seriam mais dif\u00edceis de serem memorizados (<a href=\"http:\/\/estudoacompanhadoesm8a.wikispaces.com\/Mnemonicas\" target=\"_blank\">alguns exemplos corriqueiros<\/a>).<\/p>\n<p>A palavra deriva do grego antigo &#8220;mn?monikos&#8221;, que significa &#8220;da mem\u00f3ria&#8221;, e est\u00e1 relacionada \u00e0 Mnemosyne, a deusa da mem\u00f3ria na mitologia grega &#8211; e ambas v\u00eam de &#8220;mn?m?&#8221;, que quer dizer simplesmente &#8220;mem\u00f3ria&#8221;.<\/p>\n<p>Mnemonistas s\u00e3o aquelas pessoas capazes de memorizar grandes quantidades de dados pouco usuais, como listas telef\u00f4nicas, passagens inteiras de livros, di\u00e1logos completos de filmes, e coisas t\u00e3o absurdas quanto in\u00fateis em muitos casos.<\/p>\n<p>Feito essa introdu\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel entender o que passava na cabe\u00e7a de Mark Debyshir e William (Bill) Sharp, quando criaram a Mnemonist Orchestra, no final da d\u00e9cada de 1970, em Fort Collins, Colorado, Esteites.<\/p>\n<p>A Mnemonist Orchestra n\u00e3o \u00e9 formada por mnemonistas e isso pouco importa, na verdade. O coletivo transformava em m\u00fasica a ideia dos dados aleat\u00f3rios organizados, agrupados, impessoais, intercalando camadas e mais camadas de sons muitas vezes sem sentido.<\/p>\n<p>Em 1979, a banda lan\u00e7ou seu primeiro &#8211; e \u00fanico &#8211; disco, &#8220;Mnemonist Orchestra&#8221;, pelo seu pr\u00f3prio selo, o Dys (estampando na capa, orgulhosamente, o selo &#8220;Dys 01&#8221;). Era uma edi\u00e7\u00e3o limitada de apenas cem c\u00f3pias.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia proposta pelo grupo, numa \u00e9poca em que o auge da irracionalidade, segundo a \u00f3tica conservadora, eram aqueles malucos de cabelos espetados e roupas rasgadas, com m\u00fasicas simples, gritadas e ing\u00eanuas, chamados de <em>punk<\/em>, era virar a cabe\u00e7a do ouvinte pela n\u00e3o-compreens\u00e3o. Os <em>punks<\/em> chutavam o balde, mas queriam ser ouvidos, e estavam bem assimilados pelo sistema que acreditava-se eles queriam destruir. A Mnemonist Orchestra tinha um intento mais &#8220;cabe\u00e7a&#8221;, como se diria hoje, e fazia arte de vanguarda, ou <em>avant garde<\/em>.<\/p>\n<p>Soa pretensioso e n\u00e3o h\u00e1 como negar: era um tro\u00e7o bastante pretensioso. E interessante.<\/p>\n<p>O coletivo tinha dois v\u00e9rtices: o musical e o visual. Havia m\u00fasicos, artistas pl\u00e1sticos e at\u00e9 cientistas tentando ver o que acontecia se &#8220;bombardeassem as crian\u00e7as intensamente com tecnologia&#8221;.<\/p>\n<p>A ideia era fazer m\u00fasica eletr\u00f4nica, mas n\u00e3o como se conhece hoje &#8211; e j\u00e1 bastante difundida \u00e0 \u00e9poca. O lance era usar colagens e manipular eletronicamente os instrumentos dispostos em camadas, sem aparente liga\u00e7\u00e3o entre eles. Cada membro tocava uma passagem, que era disposta sobre a anterior e assim por diante.<\/p>\n<p>O resultado varia entre o <em>jazz<\/em> (principalmente em &#8220;Corrosive On Contact&#8221;), as ambi\u00eancias eletr\u00f4nicas, o <em>noise<\/em> puro, o improviso livre e o <em>drone<\/em>. \u00c9 experimenta\u00e7\u00e3o total.<\/p>\n<p>Em &#8220;Mnemonist Oschestra&#8221;, esses grupos est\u00e3o claramente divididos nos cr\u00e9ditos. Os instrumentistas, capitaneados por Bill Sharp (piano e guitarra) na produ\u00e7\u00e3o, arranjo e grava\u00e7\u00e3o das fitas, s\u00e3o Steve Scholbe (saxofone alto), Dave Narsh (baixo), Dave Calvin (baixo), Nicki Relic (piano modificado), Steve Chaffey (bateria, percuss\u00e3o, garrafas e tubos), John Herdt (guitarra), Dave Mowers (trombone e percuss\u00e3o), Hugh Ragin (trompete e percuss\u00e3o), e Randy Yeates e Torger Hougen (vocais e v\u00e1rias pe\u00e7as que eles chamam de &#8220;instrumentos&#8221;, mas que fazem qualquer barulho). Mark Derbyshire faz a engenharia de som &#8211; ou seja, juntou tudo e deu a cara final \u00e0 coisa, junto com Sharp.<\/p>\n<p>Na parte visual, h\u00e1 a capa e o conceito de Sharp, a fotografia de Bruce McGregor e a arte de Yeates e Hougen).<\/p>\n<p>O resultado final apresenta quatro m\u00fasicas que totalizam pouco mais de cinquenta minutos e meio. A ordem delas tamb\u00e9m \u00e9 importante, dando uma leitura \u00fanica, de modo que \u00e9 praticamente imposs\u00edvel destacar uma ou outra, tal a unidade que a obra apresenta.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 um disco f\u00e1cil de ser ouvido. N\u00e3o \u00e9 um \u00e1lbum que oferece aprazabilidade. A Mnemonist Oschestra, juntando sons intencionalmente desconexos, sugere o oposto das can\u00e7\u00f5es pop, que s\u00e3o f\u00e1ceis de guardar, feitas pra memoriza\u00e7\u00e3o \u00e1gil. Aqui, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 pedir um esfor\u00e7o do ouvinte, que se embarcar no conceito, precisaria de uma mnem\u00f4nica qualquer pra guardar essas can\u00e7\u00f5es no seu ide\u00e1rio. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil &#8211; e a banda faz de tudo pra que o esfor\u00e7o aconte\u00e7a.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Imput&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/mlLmMTC6Dlc\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o lan\u00e7amento do disco, a Mnemonist Orchestra se dividiu em dois peda\u00e7os. A parte musical criou a <a href=\"http:\/\/biotamusic.com\/\" target=\"_blank\">Biota<\/a> (liderada por Sharp), uma banda bastante prol\u00edfica na cria\u00e7\u00e3o, com onze discos cheios no curr\u00edculo, o mais recente de 2012, &#8220;Cape Flyaway&#8221;. A parte visual criou a Mnemonists, uma banda com menos lan\u00e7amentos, mas dois deles bastante importantes (mais at\u00e9 do que os lan\u00e7ados pela Biota, o que \u00e9 ir\u00f4nico): &#8220;Horde&#8221;, de 1981; e &#8220;Gyromancy&#8221;, de 1984. &#8220;Some Attributes Of A Living System&#8221;, de 1980, \u00e9 tido como um &#8220;segundo disco&#8221; da Mnemonist Orchestra. E o quarto disco da Mnemonist \u00e9, de fato, uma obra em parceria com a Biota (um <em>split<\/em>), &#8220;Musique Actuelle 1990&#8221;, em 2004.<\/p>\n<p>H\u00e1 aqui, por\u00e9m, uma confus\u00e3o. A Mnemonists \u00e9 quase a mesma espinha dorsal da Mnemonist Orchestra (Sharp e Derbyshire, inclusive). Em 1987, o grupo virou Biota de vez, mas apenas com Sharp. O resto do lado visual ficou apenas nas artes visuais, fazendo inclusive os filmes, capas e artes pro Biota.<\/p>\n<p>O todo \u00e9 de uma obra inigual\u00e1vel na criatividade e na experimenta\u00e7\u00e3o. Definitivamente, pra ficar na mem\u00f3ria de quem se lembra vez por outra de que m\u00fasica tamb\u00e9m \u00e9 arte.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a &#8220;Vulnerable, Than Functional&#8221;<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/NjuOeN7fV_U\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;Corrosive On Contact&#8221;<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/o1G27dFb_ck\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;Stasis&#8221;<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/vwKu2VMRkJA\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>LADO A<br \/>\n1. Input<br \/>\n2. Vulnerable, Than Functional<\/p>\n<p>LADO B<br \/>\n1. Corrosive On Contact<br \/>\n2. Stasis<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"31062\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-mnemonist-orchestra-mnemonist-orchestra-1979\/mnemonistorchestra-mo\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra-mo.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"mnemonistorchestra-mo\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra-mo.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra-mo.jpg?resize=300%2C300\" alt=\"\" title=\"\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-31062\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra-mo.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/mnemonistorchestra-mo.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-de-la-soul-eye-know-1989\/\" title=\"REVISITANDO: DE LA SOUL &#8211; EYE KNOW (1989)\">REVISITANDO: DE LA SOUL &#8211; EYE KNOW (1989)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-catherine-spaak-lesercito-del-surf-1964\/\" title=\"REVISITANDO: CATHERINE SPAAK &#8211; L&#8217;ESERCITO DEL SURF (1964)\">REVISITANDO: CATHERINE SPAAK &#8211; L&#8217;ESERCITO DEL SURF (1964)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-martinho-da-vila-ex-amor-1981\/\" title=\"REVISITANDO &#8211; MARTINHO DA VILA &#8211; EX-AMOR (1981)\">REVISITANDO &#8211; MARTINHO DA VILA &#8211; EX-AMOR (1981)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-ray-charles-in-the-heat-of-the-night-1967\/\" title=\"REVISITANDO: RAY CHARLES &#8211; IN THE HEAT OF THE NIGHT (1967)\">REVISITANDO: RAY CHARLES &#8211; IN THE HEAT OF THE NIGHT (1967)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-barbara-dis-quand-reviendras-tu-1962\/\" title=\"REVISITANDO: BARBARA &#8211; DIS, QUAND REVIENDRAS-TU? 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