{"id":31676,"date":"2013-04-19T02:40:06","date_gmt":"2013-04-19T05:40:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=31676"},"modified":"2013-05-03T16:22:16","modified_gmt":"2013-05-03T19:22:16","slug":"resenha-yeah-yeah-yeahs-mosquito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-yeah-yeah-yeahs-mosquito\/","title":{"rendered":"RESENHA: YEAH YEAH YEAHS &#8211;  MOSQUITO"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"31730\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-yeah-yeah-yeahs-mosquito\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"yeahyeahyeahs-capa-mosquito\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito.jpg?resize=540%2C540\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-31730\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/yeahyeahyeahs-capa-mosquito.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Mosquitos s\u00e3o insetos que existem h\u00e1 dezenas de milh\u00f5es de anos. S\u00e3o jur\u00e1ssicos. Sempre foram sugadores de l\u00edquidos como n\u00e9ctar, seiva e, claro, sangue. Mas por conta da sele\u00e7\u00e3o natural, eles evolu\u00edram e conseguiram aperfei\u00e7oar o modo como encontram suas presas. Os mosquitos da nossa era s\u00e3o como pequenos avi\u00f5es de combate, equipados com sensores naturais pra identificar e rastrear quem receber\u00e1 sua picada.<\/p>\n<p>S\u00e3o sensores visuais, de calor e qu\u00edmicos que os auxiliam nessa busca. Um aperfei\u00e7oamento da natureza de milh\u00f5es e milh\u00f5es de anos, que fez perpetuar e estabelecer a esp\u00e9cie na ferrenha luta da preserva\u00e7\u00e3o no processo de evolu\u00e7\u00e3o (identificado por Darwin).<\/p>\n<p>Bem, n\u00f3s, os seres humanos, claro, fizemos e fazemos isso tamb\u00e9m. Evolu\u00edmos como esp\u00e9cie pois temos habilidades que outros n\u00e3o possuem. O uso &#8220;inteligente&#8221; do c\u00e9rebro \u00e9 o nosso maior trunfo pra se perpetuar na Terra. N\u00e3o s\u00f3 involuntariamente, como esp\u00e9cie, mas intencionalmente, desenvolvimento nossas habilidades a partir do conhecimento, o que inclui as formas de comunica\u00e7\u00e3o e, mais al\u00e9m, as maneiras de se expressar culturalmente.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o caso do quarto disco do Yeah Yeah Yeahs, &#8220;Mosquito&#8221;. A banda \u00e9 um exemplo interessante de sele\u00e7\u00e3o natural dentro da m\u00fasica jovem. Sobreviveu ao furor do in\u00edcio do s\u00e9culo, quando seus pares aclamados pela m\u00eddia como &#8220;salvadores do rock&#8221; &#8211; o Strokes, o Interpol, o TV On The Radio, por exemplo &#8211; surgiram e, com o passar do tempo, definharam numa mesmice ou sandice negativa. O Yeah Yeah Yeahs n\u00e3o definhou. Mas quase.<\/p>\n<p>Teve brigas internas, com o guitarrista Nick Zimmer <a href=\"http:\/\/www.nytimes.com\/2013\/03\/31\/magazine\/get-yer-yeah-yeah-yeahs-out.html?pagewanted=all&#038;_r=1&#038;\" target=\"_blank\">dizendo ao New York Times que ele e Karen O se odiavam<\/a> (antes da grava\u00e7\u00e3o do terceiro disco) e que cada encontro era uma dificuldade s\u00f3. Grava esporadicamente, se entende apenas profissionalmente. Individualmente, os integrantes movimentam-se muito bem, participando de altas rodas (como Karen O, na <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-swans-the-seer\/\" target=\"_blank\">obra-prima do Swans, &#8220;The Seer&#8221;, de 2012<\/a>).<\/p>\n<p>Musicalmente falando, n\u00e3o h\u00e1 tanta relev\u00e2ncia. Culturalmente idem. Mas seus discos conseguem agradar aquela parcela de consumidores que gostam de m\u00fasica palat\u00e1vel com um pouco de tutano, bom humor, ironia e, talvez, colh\u00e3o. &#8220;It&#8217;s A Blitz!&#8221;, de 2009, foi um sucesso relativo de vendas, quase compar\u00e1vel ao da estreia, com &#8220;Fever To Tell&#8221;, de 2003, mas nunca uma unanimidade arrebatadora. &#8220;Mosquito&#8221; tem tudo pra superar os n\u00fameros anteriores.<\/p>\n<p>Porque o Yeah Yeah Yeahs aprimorou seu sistema de identifica\u00e7\u00e3o de presas. Sua m\u00fasica gruda. \u00c9 irrequieta, mas \u00e9 grudenta e pop. &#8220;Sacrilege&#8221; \u00e9 pura provoca\u00e7\u00e3o com as tenta\u00e7\u00f5es mundanas, as mais carnais: &#8220;Apaixonada por um cara \/ ca\u00ed Do c\u00e9u \/ Aur\u00e9ola em volta da cabe\u00e7a dele \/ Penas na cama \/ Em nossa cama, na nossa cama&#8221;. O coral gospel endossa: &#8220;\u00c9 um sacril\u00e9gio, sacril\u00e9gio, sacril\u00e9gio,<br \/>\nVoc\u00ea diz&#8221;. Um acerto pra marcar a carreira do trio.<\/p>\n<p>V\u00eddeo oficial de &#8220;Sacrilege&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/jmRI3Ew4BvA\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;Subway&#8221; \u00e9 meio Bjork, experimenta com os sons do subterr\u00e2neo. \u00c9 uma m\u00fasica lenta, pra baixo, e deliciosa.<\/p>\n<p>A faixa-t\u00edtulo \u00e9 uma piada estranha e provocativa, acelerada, com guitarras altas: &#8220;Mosquito sing, mosquito cry \/ Mosquito live, mosquito die \/ Mosquito drink most anything \/ Whatever&#8217;s left, mosquito scream \/ &#8216;I&#8217;ll suck your blood'&#8221;. \u00c9 o bote. O Yeah Yeah Yeahs d\u00e1 o bote divertindo o ouvinte e se divertindo. O trio vai sugar seu sangue.<\/p>\n<p>A\u00ed vem &#8220;Under The Earth&#8221; e o ouvinte j\u00e1 ter\u00e1 percebido que a banda usa um repert\u00f3rio mais amplo, um sistema mais evolu\u00eddo pra atingir novas presas. A m\u00fasica namora com o <em>dub<\/em>, uma batida lenta ecoando&#8230; Pra depois largar isso de vez e atacar com a oitentista-cafona &#8220;Slave&#8221;, com as <em>techopop<\/em>, grudentas e dan\u00e7antes &#8220;These Paths&#8221; e &#8220;Buried Alive&#8221; (com participa\u00e7\u00e3o de Dr. Octagon e produ\u00e7\u00e3o de James Murphy, do LCD Soundsystem), e com o tema vampiresco-sess\u00e3o-da-tarde de &#8220;Area 52&#8221; e seu pique <em>a la<\/em> Ed Wood, totalmente <em>sci-fi<\/em> B: &#8220;Message came from outer space \/ Future of the human race (&#8230;) I wanna be an alien \/ Take me&#8221;.<\/p>\n<p>Duas p\u00e9rolas est\u00e3o guardadas pro final: &#8220;Always&#8221; \u00e9 daquelas can\u00e7\u00f5es lentas pra se ouvir de madrugada, sozinho; e &#8220;Despair&#8221; \u00e9 amargurada e quase chorosa.<\/p>\n<p>&#8220;Mosquito&#8221; tem muito da m\u00e3o de Dave Sitek (do TV On The Radio e que produziu todos os trabalhos anteriores) e de Nick Launay (Nick Cave, PIL, Arcade Fire). Parece uma salada, mas n\u00e3o \u00e9. Ou, por outra: \u00e9, mas \u00e9 uma salada colorida e bem dosada, como se a banda quisesse mostrar seguran\u00e7a com todas suas armas.<\/p>\n<p>O disco, curiosamente, foi atacado em v\u00e1rias frentes pela cr\u00edtica especializada l\u00e1 fora. Os gringos viram mais confus\u00e3o do que unidade ou ousadia. Viram um voo raso, um escorreg\u00e3o. Mas parece-me uma an\u00e1lise apenas prematura &#8211; ou pregui\u00e7osa. De cara, o disco realmente causa estranheza pelas passagens pouco diger\u00edveis e experimentais (o final de &#8220;These Paths&#8221; \u00e9 um bom exemplo, como se um enxame nos atacasse e ouv\u00edssemos os voos e zumbidos e picadas atrav\u00e9s de teclados de sintetizador). Entretanto, \u00e9 sim um disco pop e pra jovens. N\u00e3o h\u00e1 aqui muito o que se pensar. \u00c9 como um &#8220;Piranha&#8221;, um &#8220;Tubar\u00e3o&#8221;, ou qualquer filme B de insetos assassinos ou cat\u00e1strofes ou invas\u00f5es alien\u00edgenas. \u00c9 divers\u00e3o passageira, mas com um pouco de ousadia, de estranheza, de tentativa de incomodar.<\/p>\n<p>Pra digerir aos poucos, &#8220;Mosquito&#8221; vai mostrando lentamente que a conviv\u00eancia pode ser serena e divertida. O mosquito pode te picar, sugar uns mililitros de sangue, mas, beleza, ok, n\u00e3o d\u00e1 pra lutar contra milh\u00f5es deles e seus avan\u00e7ados sistemas naturais aprimorados. Na verdade, n\u00e3o d\u00e1 pra lutar contra a evolu\u00e7\u00e3o da natureza. O Yeah Yeah Yeahs mostrou aqui que \u00e9 pra respeitar sua for\u00e7a criativa. A banda levou um bom bocado de anos pra chegar a esse resultado sensacional.<\/p>\n<p>Darwin acertou de novo: s\u00f3 os mais aptos sobrevivem.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 8,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 16 de abril de 2013<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 47 minutos e 31 segundos<br \/>\nSelo: Interscope<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Nick Launay e David Sitek<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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