{"id":32117,"date":"2013-05-13T19:39:16","date_gmt":"2013-05-13T22:39:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=32117"},"modified":"2013-05-30T19:13:54","modified_gmt":"2013-05-30T22:13:54","slug":"resenha-the-national-trouble-will-find-me","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-the-national-trouble-will-find-me\/","title":{"rendered":"RESENHA: THE NATIONAL &#8211; TROUBLE WILL FIND ME"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32119\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-the-national-trouble-will-find-me\/national-capa-troublewillfindme\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/national-capa-troublewillfindme.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"national-capa-troublewillfindme\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/national-capa-troublewillfindme.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/national-capa-troublewillfindme.jpg?resize=540%2C540\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-32119\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/national-capa-troublewillfindme.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/national-capa-troublewillfindme.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/national-capa-troublewillfindme.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p><strong>N\u00c3O BASTA SER ELEGANTE<\/strong><\/p>\n<p>Em &#8220;Psicopata Americano&#8221; (American Psycho, EUA, 2000, dire\u00e7\u00e3o de Mark Harron), h\u00e1 uma cena em que Christian Bale explica sua vis\u00e3o de import\u00e2ncia do Huey Lewis &#038; The News: &#8220;o trabalho da banda no in\u00edcio da carreira era muito <em>new wave<\/em> pro meu gosto, mas quando &#8216;Sports&#8217; foi lan\u00e7ado em 1983, acho que eles encontraram seu pr\u00f3prio caminho, comercialmente e artisticamente. O \u00e1lbum todo era limpo, tinha um som l\u00edmpido, e tinha tal profissionalismo que se evidenciava nas can\u00e7\u00f5es. Ele \u00e9 comparado a Elvis Costello, mas acho que tem um senso de humor mais agudo e c\u00ednico (&#8230;) Em 1987 (<em>N.E.: o disco \u00e9, na verdade, de 1986<\/em>), Heuy lan\u00e7ou &#8216;Fore!&#8217;, seu disco mais completo. Acho que sua indiscut\u00edvel obra-prima \u00e9 &#8216;Hit To Be Square&#8217;, uma m\u00fasica t\u00e3o envolvente que provavelmente ningu\u00e9m se liga nas letras. Mas deveriam, porque n\u00e3o fala apenas dos prazeres do conformismo e da moda, \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o pessoal sobre a pr\u00f3pria banda&#8221;.<\/p>\n<p>Dito isso, o machado desce nas costas do seu interlocutor, um almofadinha do seu trabalho que estava muito b\u00eabado pra se tocar do que acontecia. Patrick Bateman, o personagem caricato de Christian Bale, entra em \u00eaxtase ao ver o sangue espirrando. Seu terno fino, bem cortado, \u00e9 protegido por uma capa de chuva. Apenas seu rosto de mancha de sangue. Bateman \u00e9 tamb\u00e9m um almofadinha, ou tenta perseguir aquele estilo de vida <em>yuppie<\/em> que predominou na d\u00e9cada de 1980 e teve boa rebarba nos 90, mas a press\u00e3o \u00e9 forte demais.<\/p>\n<p>O caso \u00e9 que ele mata gente e ningu\u00e9m da bola porque a apar\u00eancia \u00e9 mais importante do que o conte\u00fado e a \u00e9tica, ou as leis de civilidade. Bateman n\u00e3o est\u00e1 preocupado s\u00f3 em n\u00e3o se pego &#8211; de fato, l\u00e1 pelas tantas, nem toma precau\u00e7\u00f5es &#8211; ele est\u00e1 preocupado em se manter mais elegante e aproveitador das coisas boas da vida, tirando da frente quem tem mais do que ele.<\/p>\n<p>Ele fala tamb\u00e9m de Phil Collins, enquanto coordena duas mo\u00e7as &#8220;s\u00e9rias&#8221; no in\u00edcio do <em>m\u00e9nage<\/em>: &#8220;voc\u00eas gostam de Phil Collins? Sempre fui um grande f\u00e3 do Genesis, desde seu disco de 1980, &#8216;Duke&#8217;. Antes disso, eu realmente n\u00e3o entendia nada do trabalho deles. Art\u00edstico demais, intelectual demais. Foi em &#8216;Duke&#8217; que Phil Collins se tornou mais percept\u00edvel. Acho &#8216;Invisible Touch&#8217; a obra-prima indiscut\u00edvel do grupo. \u00c9 uma \u00e9pica medita\u00e7\u00e3o sobre intangibilidade. (&#8230;) Voc\u00ea praticamente escuta cada nuance de cada instrumento (&#8230;)&#8221;.<\/p>\n<p>Em ambos os casos, Bateman mostra que tem gostos populares, mas com uma capa de &#8220;ser culto&#8221;. Ele \u00e9 elegante, tem senso de humor, dinheiro e ambi\u00e7\u00e3o, mas canaliza de uma maneira, digamos, explosiva, e fimge ter uma erudi\u00e7\u00e3o com a qual poucos do seu meio se importam de fato.<\/p>\n<p>Nos tempos atuais, em que novamente ganhar dinheiro passou a ser um m\u00e9rito acima dos outros, o estere\u00f3tipo de Bateman parece caber muito bem. E esse estere\u00f3tipo tem um nome bem conhecido na m\u00fasica: The National, a banda que todos aprenderam a amar provavelmente depois de &#8220;Boxer&#8221;, de 2007, ou de &#8220;Alligator&#8221;, de 2005, mas certamente depois de &#8220;High Violet&#8221;, de 2010.<\/p>\n<p>A banda \u00e9 classuda e elegante, pra ouvidos refinados e mentes &#8220;inteligentes&#8221; (parece ser interessante dizer numa roda de amigos, especialmente na faculdade, que se gosta de The National), bem vestida, com ternos admir\u00e1veis e pose <em>cool<\/em>, espelhados no trio central formado pelos irm\u00e3os Dessner, Aaron e Brice, e pro vocalista Matt Berninger.<\/p>\n<p>O National \u00e9 tudo isso, com o \u00e1pice alcan\u00e7ado em &#8220;High Violet&#8221;. E n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa, tem todos seus m\u00e9ritos &#8211; e um deles, ao que parece, \u00e9 n\u00e3o se levar t\u00e3o a s\u00e9rio.<\/p>\n<p>Mas quando a f\u00f3rmula gira em si, n\u00e3o h\u00e1 como deixar de desconfiar. Mexer numa receita que est\u00e1 rendendo elogios &#8211; e que a banda est\u00e1 se divertindo, \u00e9 bom frisar &#8211; \u00e9 besteira, mas custa um chute nas pr\u00f3prias canelas? Trabalhar no ponto-morto \u00e9 um risco tremendo. <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/the-national-trouble-will-find-me\/\" target=\"_blank\">&#8220;Trouble Will Find Me&#8221;, o sexto disco do National<\/a>, \u00e9 delicioso tal e qual seu antecessor, mas n\u00e3o por inteiro. Longe disso: ficou na in\u00e9rcia.<\/p>\n<p>Come\u00e7a muito bem. A sequ\u00eancia com &#8220;I Should Live In Salt&#8221;, o prov\u00e1vel hit &#8220;Demons&#8221;, &#8220;Don&#8217;t Swallow The Cap&#8221; e &#8220;Sea Of Love&#8221; j\u00e1 seria suficiente pra invejar qualquer banda. Mas ainda h\u00e1, mais \u00e0 frente, o rife extasiante de baixo de &#8220;This Is the Last Time&#8221; e a boa can\u00e7\u00e3o pop &#8220;Graceless&#8221; (cuja cozinha lembra&#8230;. The Drums?!). Metade das m\u00fasicas \u00e9 estupenda, algo que pouca banda hoje em dia tem inspira\u00e7\u00e3o pra alcan\u00e7ar. O problema est\u00e1 na outra metade, sopor\u00edfera, dispens\u00e1vel: s\u00e3o as lentinhas.<\/p>\n<p>&#8220;Don&#8217;t Swallow The Cap&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/bFnA-8H-5lo\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;Demons&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/N527oBKIPMc\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>As exce\u00e7\u00f5es dessa leva podem ser a amargurada e bela &#8220;Heavenfaced&#8221; e &#8220;Humiliation&#8221;. O resto \u00e9 pros futuros Batemans das faculdades tocarem ao viol\u00e3o pra ver se impressionam as menininhas. O dedilhado <em>devendrabanhartista<\/em> de &#8220;Fireproof&#8221; \u00e9 feito sob medida pra esse fim &#8211; ou pra encerrar shows com viol\u00e3o, jogo de luzes e coro da plateia, <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/the-national-no-citibank-hall-em-sao-paulo-como-foi\/\" target=\"_blank\">como aconteceu vergonhosamente na \u00faltima vez em S\u00e3o Paulo<\/a>. &#8220;Slipped&#8221; \u00e9 uma m\u00fasica lenta que fica longe da inspira\u00e7\u00e3o do in\u00edcio do disco. \u00c9 sonolenta. &#8220;I Need My Girl&#8221; tem cheiro de hit, tem cara de um &#8220;bom&#8221; National, mas \u00e9 infantil, boba &#8211; nenhum problema gostar dela, mas est\u00e1 longe de ser uma can\u00e7\u00e3o das grandes da banda, como &#8220;Invisible Touch&#8221; chega pra Phil Collins.<\/p>\n<p>N\u00e3o imagino que um &#8220;Psicopata Americano 2&#8221; venha ser produzido. Mas n\u00e3o me espantaria: Batemans h\u00e1 por a\u00ed aos montes, e trilha sonora, idem, uma boa nova leva. O National seria o melhor pra encabe\u00e7ar essa trilha: \u00e9 uma m\u00fasica menos p\u00e1lida e descart\u00e1vel como as do filme original. Bateman n\u00e3o era elegante, nem culto nas suas cita\u00e7\u00f5es, era um cara com gosto das massas, por isso nunca chegaria a viver entre aqueles que invejava. O National seria seu triunfo. N\u00e3o basta ser elegante, culto e inteligente. \u00c9 preciso <em>parecer<\/em>.<\/p>\n<p>&#8220;Sea Of Love&#8221;:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/yIWmRbHDhGw\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>NOTA: 6,0<br \/>\nLan\u00e7amento: 20 de maio de 2013<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 55 minutos e 05 segundos<br \/>\nSelo: 4AD Records<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Aaron Dessner &#038; Bryce Dessner<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/ouca-the-national-weird-goodbyes-com-bon-iver\/\" title=\"OU\u00c7A: THE NATIONAL &#8211; WEIRD GOODBYES (COM BON IVER)\">OU\u00c7A: THE NATIONAL &#8211; WEIRD GOODBYES (COM BON IVER)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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