{"id":37296,"date":"2014-03-30T02:32:07","date_gmt":"2014-03-30T05:32:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=37296"},"modified":"2014-04-28T17:23:15","modified_gmt":"2014-04-28T20:23:15","slug":"revisitando-steppeulvene-hip-1967","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-steppeulvene-hip-1967\/","title":{"rendered":"REVISITANDO: STEPPEULVENE &#8211; HIP (1967)"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"37298\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-steppeulvene-hip-1967\/steppeulvene1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"steppeulvene1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene1.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-37298\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene1.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene1.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Um disco apenas e o Steppeulvene (literalmente, &#8220;Steppenwolf&#8221;, em dinamarqu\u00eas &#8211; sim, como a famosa banda estadunidense, tamb\u00e9m tirou seu nome do romance de Hermann Hesse) foi por um bom tempo um \u00edcone do reock&#8217;n&#8217;roll na Dinamarca.<\/p>\n<p>&#8220;Hip&#8221;, o disco \u00fanico, lan\u00e7ado em 1967, cantado em dinamarqu\u00eas, nem \u00e9 t\u00e3o sensacional em termos de inova\u00e7\u00e3o &#8211; longe disso, na verdade &#8211; mas ele carrega a carga toda de insatisfa\u00e7\u00e3o, rebeldia e, no mesmo balaio, amor e descobertas daqueles tempos em que os <em>hippies<\/em> dominavam o ide\u00e1rio cultural.<\/p>\n<p>Um desses hippies, Eik Skal\u00f8e, era um doid\u00e3o f\u00e3 de Bob Dylan, que queria escrever como o \u00eddolo, mas com a cara de seu pa\u00eds, com o cotidiano do seu povo.<\/p>\n<p>Na escola de m\u00fasica de K\u00f8bmagergade, conheceu o guitarrista Stig M\u00f8ller, apaixonado por m\u00fasica psicod\u00e9lica e <em>garage rock<\/em>. Stig conta como se deu o encontro, em entrevista realizada em 1990: &#8220;ele veio at\u00e9 minha classe e toquei uma can\u00e7\u00e3o chamada &#8216;Angie&#8217;, que tinha aprendido h\u00e1 pouco, ent\u00e3o ele dan\u00e7ou como um doido. Eu fui expulso e de repente eu era um <em>hippie<\/em>, a partir do momento que viramos Steppeulvene&#8221;.<\/p>\n<p>S\u00f8ren Seirup (baixo) e Preben Devantier (bateria) completaram o grupo, no come\u00e7o de 1967. S\u00f8ren conheceu Eik fumando um baseado. Eik o convidou a entrar na banda e logo estavam ensaiando e prontos pra gravar um disco.<\/p>\n<p>Segundo Stig, &#8220;por 600 coroas, n\u00f3s t\u00ednhamos uma nova banda. Emprestamos um est\u00fadio de ensaio e num dia tocamos todas as m\u00fasicas que t\u00ednhamos; da\u00ed fomos ao est\u00fadio Metronome e gravamos tudo de uma vez &#8211; assim surgiu nosso &#8216;Hip'&#8221;.<\/p>\n<p>Ao vivo, a banda era raivosa. E solta. Solta pelas toneladas de maconha que todos fumavam e \u00e1lcool que ingeriam. Eik era chamado por alguns jornais locais como o &#8220;chefe <em>hippie<\/em>&#8221; daquela gera\u00e7\u00e3o dinamarquesa. Logo a banda estava abrindo pro Pink Floyd numa apresenta\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>Num show em \u00c5lborg, a banda foi presa, &#8220;pra averigua\u00e7\u00e3o&#8221;, j\u00e1 que o uso de entorpecentes por seus membros era algo bastante divulgado pelos jornais. A pol\u00edcia, claro, foi pra cima. Mas ao contr\u00e1rio da brasileira, sem descer o cacete e at\u00e9, vendo que os rapazes s\u00f3 queriam curtir, sem causar problemas, liberou-os pra seguir em frente. Menos Eik, que era procurado por um roubo anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Com um disco nas m\u00e3os e uma boa fama de rebeldes-bons-mo\u00e7os antenados com o que se fazia no resto da Europa e Esteites, o Steppeulvene tinha tudo pra perdurar como \u00eddolos da sua gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As oito m\u00fasicas de &#8220;Hip&#8221; pegaram o p\u00fablico, com letras de amor-livre e drogas. O grande <em>hit<\/em> foi &#8220;Itsi-Bitsi&#8221;, que fala sobre a viagem ao Nepal (ao Oriente) que Eik tinha em mente em realizar desde antes de montar a banda &#8211; viagem que ele fez pra nunca mais voltar, assim que saiu da cadeia.<\/p>\n<p>Ao ser solto, a banda j\u00e1 estava numa encruzilhada, com os shows cancelados e n\u00e3o muito bem vista pelas casas de espet\u00e1culos, em vista do r\u00e1pido hist\u00f3rico com drogas.<\/p>\n<p>A desculpa de Eik \u00e9 modesta: &#8220;tem sido bem legal excursionar e tals, mas eu n\u00e3o sou bom nisso. Eu simplesmente n\u00e3o sou m\u00fasico. Escrevo letras, e al\u00e9m disso n\u00e3o sou um bom cantor e n\u00e3o ajudo no desenvolvimento do grupo&#8221;.<\/p>\n<p>De moto, com um amigo, saiu at\u00e9 o Afeganist\u00e3o e a Turquia. Queria chagar ao Nepal. Concordou com os outros tr\u00eas que continuaria escrevendo e mandando letras pro Steppeulvene seguir com Stig como vocalista. Mas, obviamente, sem a figura \u00edmpar de Eik, n\u00e3o rolou. A banda acabou.<\/p>\n<p>S\u00f8ren Seirup e Preben Devantier montaram uma nova banda, que n\u00e3o engrenou. Stig n\u00e3o se tornou m\u00fasico profissional, mas gravou alguns <em>singles<\/em>-solo.<\/p>\n<p>Eik chega at\u00e9 o Nepal no primeiro semestre de 1968, pouco mais de um ano depois da banda come\u00e7ar. Vai pra Cabul, capital do Afeganist\u00e3o. De l\u00e1 envia avisos de que n\u00e3o est\u00e1 bem. Pega uma braba disenteria. Amigos falam que ele tem \u00edmpetos suicidas. Vai pra \u00cdndia, mas na fronteira com o Paquist\u00e3o, inexplicavelmente, em 15 de outubro de 1968, leva ao cabo suas ideias e se mata.<\/p>\n<p>Na can\u00e7\u00e3o &#8220;0-0-0&#8221;, que lembra um bocado &#8220;My Generation&#8221;, do The Who (lan\u00e7ada em 1965), ele clama que a ambul\u00e2ncia apare\u00e7a com uma seringa e depois com um carro f\u00fanebre. &#8220;Disque 0-0-0 por ajuda&#8221;, ele canta com \u00edmpeto, mas a ajuda \u00e9 o pr\u00f3prio fim.<\/p>\n<p>O Steppeulvene ficou como registro fugaz de uma gera\u00e7\u00e3o, num pa\u00eds fora do eixo, impactado pelos ventos febris de amor e drogas vindos dos Esteites e da Inglaterra. Eik Skal\u00f8e era o s\u00edmbolo m\u00e1ximo; &#8220;Hip&#8221;, a declara\u00e7\u00e3o musical.<\/p>\n<p>Hoje, v\u00ea-se que foi uma estripulia passageira de uma mente intrigante e cativante, mas uma estripulia que tocou profundamente os jovens que presenciaram aquele furac\u00e3o.<\/p>\n<p>O disco \u00e9 relativamente f\u00e1cil de se achar (h\u00e1 edi\u00e7\u00f5es em LP e em CD). Abaixo, voc\u00ea pode ouvir na \u00edntegra, pelo YouTube.<\/p>\n<p>Em 2003, foi lan\u00e7ado um registro ao vivo, chamado &#8220;Live 2002&#8221;, numa reuni\u00e3o em \u00c5lborg.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/Ipfo0p6D0CY\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>LADO A<br \/>\n1. Dunhammeraften<br \/>\n2. Itsi-Bitsi<br \/>\n3. Til Nashet<br \/>\n4. Jensen<\/p>\n<p>LADO B<br \/>\n1. 0-0-0<br \/>\n2. Lykkens Pamfil<br \/>\n3. Kvinde Kom Ud<br \/>\n4. Kun For Forrykte<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"37297\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-steppeulvene-hip-1967\/steppeulvene-hip\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"steppeulvene-hip\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?resize=300%2C300\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-37297\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/steppeulvene-hip.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-de-la-soul-eye-know-1989\/\" title=\"REVISITANDO: DE LA SOUL &#8211; EYE KNOW (1989)\">REVISITANDO: DE LA SOUL &#8211; EYE KNOW (1989)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-catherine-spaak-lesercito-del-surf-1964\/\" title=\"REVISITANDO: CATHERINE SPAAK &#8211; L&#8217;ESERCITO DEL SURF (1964)\">REVISITANDO: CATHERINE SPAAK &#8211; L&#8217;ESERCITO DEL SURF (1964)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-martinho-da-vila-ex-amor-1981\/\" title=\"REVISITANDO &#8211; MARTINHO DA VILA &#8211; EX-AMOR (1981)\">REVISITANDO &#8211; MARTINHO DA VILA &#8211; EX-AMOR (1981)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-ray-charles-in-the-heat-of-the-night-1967\/\" title=\"REVISITANDO: RAY CHARLES &#8211; IN THE HEAT OF THE NIGHT (1967)\">REVISITANDO: RAY CHARLES &#8211; IN THE HEAT OF THE NIGHT (1967)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-barbara-dis-quand-reviendras-tu-1962\/\" title=\"REVISITANDO: BARBARA &#8211; DIS, QUAND REVIENDRAS-TU? 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