{"id":39658,"date":"2014-10-07T19:09:03","date_gmt":"2014-10-07T22:09:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=39658"},"modified":"2014-10-07T19:09:03","modified_gmt":"2014-10-07T22:09:03","slug":"resenha-thom-yorke-tomorrows-modern-boxes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-thom-yorke-tomorrows-modern-boxes\/","title":{"rendered":"RESENHA: THOM YORKE &#8211; TOMORROW&#8217;S MODERN BOXES"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"39661\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-thom-yorke-tomorrows-modern-boxes\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?resize=540%2C540\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-39661\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/thomyorke-capa-tomorrowsmodernboxes.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p><strong>O AMANH\u00c3 QUE J\u00c1 PASSOU<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s vivemos numa \u00e9poca curiosa. Os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos ocorrem numa velocidade imensa, mas curiosamente ainda nos agarramos a conquistas do passado. Os m\u00fasicos vivem uma \u00e9poca de tanta independ\u00eancia e liberdade, quanto de incertezas. E as incertezas parecem pender a balan\u00e7a, de modo que at\u00e9 os figur\u00f5es est\u00e3o desconcertados.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/u2-e-as-cancoes-do-incomodo\/\" target=\"_blank\">O U2 se aliou a uma grande corpora\u00e7\u00e3o que n\u00e3o t\u00e1 nem a\u00ed pra m\u00fasica e lan\u00e7ou seu novo disco dando quinhentas milh\u00f5es de c\u00f3pias de gra\u00e7a<\/a>. Era um brinde, n\u00e3o um disco. Uma atitude que n\u00e3o apontou caminhos, apenas irritou quem n\u00e3o queria o \u00e1lbum.<\/p>\n<p>Em 2007, o Radiohead lan\u00e7ou &#8220;In Rainbows&#8221; inaugurando pra grande massa a ideia do &#8220;pague quanto quiser&#8221;. Rendeu milh\u00f5es pra banda (a c\u00f3pia f\u00edsica vendeu em oito meses tr\u00eas milh\u00f5es de c\u00f3pias). Mas n\u00e3o foi uma revolu\u00e7\u00e3o. Foi, no m\u00e1ximo, uma revoltinha ao sistem\u00e3o de grandes gravadoras. Ao menos a ideia do pague-quanto-quiser se popularizou.<\/p>\n<p>S\u00e3o ideias de artistas grandes que podem se arriscar. Se n\u00e3o der certo&#8230; Bem, n\u00e3o deu, bola pra frente, o bolso ainda t\u00e1 bem cheio. N\u00e3o serve pra artistas sem cacife. A eles, fica a selva cruel da incerteza, da tentativa-e-erro que os novos tempos oferecem.<\/p>\n<p>\u00c9 justamente por essa experi\u00eancia retumbante \u00e0 \u00e9poca que se esperava mais de Thom Yorke. N\u00e3o que ele seja obrigado e pensar na melhor f\u00f3rmula pro mercado &#8211; ele tem que pensar na melhor forma de vender a arte <em>dele<\/em> &#8211; mas criou-se uma expectativa.<\/p>\n<p>E no lan\u00e7amento do seu segundo disco solo, <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/thom-yorke-tomorrows-modern-boxes\/\" target=\"_blank\">&#8220;Tomorrow&#8217;s Modern Boxes&#8221;, ele recorreu a um servi\u00e7o que existe desde&#8230; 2001<\/a>. De onze anos. Numa \u00e9poca de r\u00e1pidos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, onze anos \u00e9 uma eternidade. \u00c9 o passado.<\/p>\n<p>A impress\u00e3o que fica \u00e9 que oferecer uma plataforma de lan\u00e7amento diferente (e n\u00e3o <em>diferenciada<\/em>) \u00e9 uma boa estrat\u00e9gia de <em>marketing<\/em>. Em seis dias, a seis d\u00f3lares no BitTorrent, Yorke vendeu um milh\u00e3o de discos. N\u00e3o foi um neg\u00f3cio ruim.<\/p>\n<p>Thom Yorke diz que queria experimentar uma plataforma que os artistas menores pudessem usar tamb\u00e9m, legalmente, sem precisar de muito trabalho, de grandes corpora\u00e7\u00f5es, em mais um recado direto aos servi\u00e7os de <em>streaming<\/em> (sobre isso, ele tem raz\u00e3o, e <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-a-falacia-dos-milhoes\/\" target=\"_blank\">vale ler aqui<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-servicos-de-musica-e-as-velhas-praticas\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>).<\/p>\n<p>Bem, artistas pequenos j\u00e1 se viram como d\u00e1 pra se virar sem essa ajuda, caro Yorke. O problema deles n\u00e3o est\u00e1 a\u00ed. Eles sabem que n\u00e3o v\u00e3o vender tantos discos quanto se vendia no s\u00e9culo passado. O Radiohead vai. Thom Yorke vai. N\u00e3o importa qual plataforma usem, \u00e1lbuns f\u00edsicos do Radiohead e de Yorke sempre v\u00e3o vender. O discurso, ent\u00e3o, cheira mesmo a <em>marketing<\/em>.<\/p>\n<p>O que isso tem a ver com o conte\u00fado em si? Bem, nada, mas d\u00e1 uma pista. A escolha pelo BitTorrent aparentou certa pressa em definir algo &#8220;diferente&#8221;. O discurso de independ\u00eancia s\u00f3 dourou a p\u00edlula. Eis que dar &#8220;play&#8221; poderia dar ao ouvinte a mesma sensa\u00e7\u00e3o: nenhum novo caminho, nenhuma inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E \u00e9 exatamente isso que o ouvinte vai encontrar em &#8220;Tommorow&#8217;s Modern Boxes&#8221;: o mais do mesmo da cria\u00e7\u00e3o <em>Yorkiana<\/em> e de seu fiel companheiro Nigel Godrich, produtor do Radiohead e colaborador neste trabalho.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nada de acachapante aqui, como virou praxe encontrar nos discos comandados por Thom Yorke (at\u00e9 mesmo no mal avaliado &#8220;The King Of Limbs&#8221;, \u00faltimo disco do Radiohead, de tr\u00eas anos atr\u00e1s; e no &#8220;AMOK&#8221;, da superbanda Atoms For Peace).<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o quer dizer que seja ruim. S\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 rupturas (quando houve?). Pra isso, melhor se ater ao, veja s\u00f3, aplicativo <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/thom-yorke-polyfauna-2-0\/\" target=\"_blank\">Polyfauna<\/a>, esse sim apontando novos caminhos. A m\u00fasica do aplicativo \u00e9 estranha, dif\u00edcil, inc\u00f4moda.<\/p>\n<p>Aqui, a exemplo do primeiro disco solo de Yorke, &#8220;The Eraser&#8221;, de 2006, a m\u00fasica se apresenta como uma vers\u00e3o mais \u00edntima do Radiohead, can\u00e7\u00f5es menos comerciais, mais introspectivas, mais solit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a na \u00edntegra:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/Jm09dPpOwkI\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>S\u00e3o boas, n\u00e3o se engane com o discurso acima. \u00c9 preciso separar: uma coisa \u00e9 uma coisa, outra coisa \u00e9 outra coisa. Se Thom Yorke n\u00e3o disse nada com o BitTorrent, plataforma de onze anos atr\u00e1s, e tamb\u00e9m reciclou sua pr\u00f3pria m\u00fasica, de seis anos atr\u00e1s, ao menos ainda comp\u00f5e com extrema felicidade e bom gosto.<\/p>\n<p>Faz do que muita gente chama de &#8220;experimentalismo&#8221; algo bem palat\u00e1vel. Ou\u00e7a as duas \u00faltimas, &#8220;Pink Section&#8221; e &#8220;Nose Grows Some&#8221;, experimentos de texturas e batidas. A \u00faltima conta com o mesmo vocal g\u00e9lido de sempre, n\u00e3o vai espantar ningu\u00e9m. Antes delas, &#8220;There Is No Ice (For My Drink)&#8221;, t\u00edtulo engra\u00e7adinho, piada interna, m\u00fasica instrumental, eletr\u00f4nica pura, ecos de &#8220;Kid A&#8221; e &#8220;The King Of Limbs&#8221;, pode ganhar as pistas descoladinhas, pra dan\u00e7ar viajando, chapad\u00e3o. N\u00e3o tem o que dizer. N\u00e3o precisa.<\/p>\n<p>L\u00e1 no in\u00edcio, o disco come\u00e7a abra\u00e7ando o ouvinte, bem f\u00e1cil de digerir, com &#8220;A Brain In A Bottle&#8221; e &#8220;Guess Again!&#8221;, duas m\u00fasicas que pertencem ao ide\u00e1rio <em>radioheadiano<\/em> de batidas quebradas, barulhinhos, vocal desengon\u00e7ado, texturas de graves pra preencher os vazios e refr\u00e3o (&#8220;voc\u00ea acha que sua mente explode? \/ Adivinhe novamente!&#8221;).<\/p>\n<p>&#8220;Interference&#8221; \u00e9 bonita, sem batidas, fantasmag\u00f3rica. Abre espa\u00e7o pra melhor do disco, &#8220;The Mother Lode&#8221;. No come\u00e7o, a m\u00fasica atrasa a batida, o que causa estranheza &#8211; e isso \u00e9 bom. Depois, muda, como se misturasse &#8220;Interference&#8221; com as duas anteriores.<\/p>\n<p>\u00c9 curioso como a voz de Yorke, na receita que ele criou, \u00e9 mais um instrumento. Seu murmurar vale mais do que a mensagem em si. <\/p>\n<p>Mas &#8220;The Mother Lode&#8221; tem algo a dizer e diz muito sobre como Thom Yorke, apesar de ser um <em>popstar<\/em>, se sentia deslocado no passado das grandes gravadoras e se sente deslocado agora, no mundo de extrema velocidade de mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas: &#8220;Outro palha\u00e7o pula da escada \/ A piscina \u00e9 rasa, mas n\u00e3o importa \/ Como vai ser, como vai ser \/ (&#8230;) \/ Cad\u00ea os aplausos quando voc\u00ea precisa deles? (&#8230;) \/ Eu queria que as coisas fossem diferentes \/ Um fil\u00e3o, um fil\u00e3o \/ (&#8230;) \/ Voc\u00ea n\u00e3o pode ver uma sa\u00edda pra isso \/ \u00c9 uma piada, mas ningu\u00e9m ouve&#8221;.<\/p>\n<p>O artista est\u00e1 tateando, procurando a sa\u00edda pro que n\u00e3o concorda na mix\u00f3rdia que virou o (n\u00e3o-)mercado de hoje. Nessa busca da solu\u00e7\u00e3o, o amanh\u00e3 de Thom Yorke ainda n\u00e3o se desgrudou do presente nem do passado. E o tempo t\u00e1 passando. Cada vez mais r\u00e1pido.<\/p>\n<p><strong>NOTA: 7,5<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 26 de setembro de 2014<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 38 minutos e 13 segundos<br \/>\nSelo: Independente<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Nigel Godrich<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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