{"id":45008,"date":"2016-03-08T20:14:34","date_gmt":"2016-03-08T23:14:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=45008"},"modified":"2016-03-21T16:00:39","modified_gmt":"2016-03-21T19:00:39","slug":"cosmopoplitan-9-uma-cena-sem-registro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-9-uma-cena-sem-registro\/","title":{"rendered":"COSMOPOPLITAN #9 &#8211; UMA CENA SEM REGISTRO"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"45009\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-9-uma-cena-sem-registro\/cosmopoplitan9\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/cosmopoplitan9.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"cosmopoplitan9\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/cosmopoplitan9.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/cosmopoplitan9.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-45009\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/cosmopoplitan9.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/cosmopoplitan9.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Pensando c\u00e1 com meus bot\u00f5es, e pegando carona na conversa sobre o &#8220;RCKNRLL&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-7-rcknrll\/\" target=\"_blank\">leia aqui<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-8-rcknrll-parte-2\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>), sempre que encontro algum amigo das antigas, que participou do <em>underground<\/em>, seja como p\u00fablico, seja como m\u00fasico ou agente (fanzineiro ou jornalista, gente de <em>venue<\/em>, loja, est\u00fadio, selo etc.), inevitavelmente surgem as lembran\u00e7as de tempos passados &#8211; shows, demos ou discos, fanzines ou publica\u00e7\u00f5es &#8211; e tamb\u00e9m de epis\u00f3dios peculiares ou situa\u00e7\u00f5es inusitadas envolvendo as pessoas.<\/p>\n<p>Eu tenho 41 anos, comecei a acompanhar o <em>underground<\/em> no finzinho dos 1980 e a produzir minha arte nele a partir do come\u00e7o dos 1990; minha gera\u00e7\u00e3o fez hist\u00f3ria, sim, apesar de apenas agora, na segunda metade dos 2010, come\u00e7arem a aparecer os registros disso em forma de arte. Exemplos bacanas s\u00e3o o livro &#8220;RKNRLL&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.rcknrll.com.br\/onde-comprar.php\" target=\"_blank\">onde comprar<\/a>) e o document\u00e1rio &#8220;Guitar Days&#8221; (<a href=\"https:\/\/www.catarse.me\/guitardays\" target=\"_blank\">contribua aqui<\/a>).<\/p>\n<p>Iniciativas pioneiras como essas podem contribuir pro surgimento de cenas autossustent\u00e1veis, pode acreditar; pena que foi preciso esperar tanto tempo pra aparecerem&#8230; <\/p>\n<p>A impress\u00e3o que eu tenho, a partir das experi\u00eancias nesses anos, \u00e9 que aqui no Brasil h\u00e1 um tipo de confus\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao(s) crit\u00e9rio(s) usados pra (des)tratar a hist\u00f3ria dos artistas e agentes do rock brasileiro. Um tipo de confus\u00e3o que eu n\u00e3o vi (ou vi em escala muito menor) na Inglaterra e nos EUA em rela\u00e7\u00e3o a como eles tratam a hist\u00f3ria dos artistas, dos agentes e das cenas do rock deles. <\/p>\n<p>H\u00e1 quem ainda repita o velho bord\u00e3o &#8220;o rock \u00e9 o samba deles, est\u00e1 no sangue&#8221;, ou algo que o valha, insistindo que nunca seremos capazes etc; o que eu chamaria de &#8220;tese inatista intranacional&#8221; \u2013 seria como dizer que somente italianos s\u00e3o capazes de fazer boa pizza ou que somente ingleses s\u00e3o capazes de jogar bom futebol.<\/p>\n<p>\u00c9 triste pensar que ainda n\u00e3o conseguimos todos ultrapassar esse tipo de mentalidade; a esp\u00e9cie humana \u00e9 uma s\u00f3 em qualquer parte da Terra e, indubitavelmente, as capacidades dos seres humanos n\u00e3o s\u00e3o distribu\u00eddas distintamente de acordo com o pa\u00eds onde se nasce. Felizmente muita gente j\u00e1 percebeu isso e a tend\u00eancia, a meu ver, \u00e9 melhorar.<\/p>\n<p>Ontem assisti ao filme &#8220;CBGB&#8221;, que conta a hist\u00f3ria de Hilly Kristal e de seu bar, que acabou se tornando o mundialmente conhecido &#8220;lar dos punks&#8221;. O filme, de 2013, conta alguns dos epis\u00f3dios sobre aquela cena iniciada nos 1970. Achei que as bandas foram retratadas de forma bobinha; talvez pela atua\u00e7\u00e3o dos atores \u2013 visivelmente dublando, ou talvez porque o mais punk ali era mesmo o Hilly e n\u00e3o as bandas todas felizes por se tornarem empregadas das <em>majors<\/em>; mas n\u00e3o \u00e9 o ponto aqui.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do pr\u00f3prio filme, j\u00e1 tivemos v\u00e1rias outras obras que se dedicaram a falar daquela cena, inclusive algumas delas mencionadas no pr\u00f3prio filme, como o livro &#8220;Mate-me, Por Favor&#8221;.<\/p>\n<p>Mas a diferen\u00e7a primordial \u00e9 que desde os pr\u00f3prios anos 1970 j\u00e1 tinha gente registrando aquela cena l\u00e1; n\u00e3o foi como o rock do <em>underground<\/em> brasileiro, que somente agora, muitos anos depois, come\u00e7a-se a tentar registrar; no filme mesmo \u00e9 mostrada a revista &#8220;Punk&#8221;, criada por f\u00e3s daquelas bandas no mesmo per\u00edodo em que elas estavam atuando; esse tipo de coisa ajuda a alavancar uma cena.<\/p>\n<p>Em termos de rock brasileiro, como \u00e9 nossa historiografia?<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel fazer uma lista bem longa com nomes de jornalistas brasileiros &#8220;antenados&#8221; que influenciaram os gostos musicais da juventude daqui desde os anos 1980; eles escreveram em revistas e jornais de grande circula\u00e7\u00e3o, tiveram livros publicados e programas de r\u00e1dio e\/ou televis\u00e3o; mas esses formadores de opini\u00e3o se limitaram a divulgar as bandas de fora. Pras bandas daqui sobravam as se\u00e7\u00f5es ou colunas &#8220;demo&#8221;, com letras mi\u00fadas e\/ou escondidas no cantinho, falando \u2013 e pouco \u2013 de poucas bandas e sempre de modo a deixar claro a nossa inferioridade e nossa irrelev\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o gringa.<\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o espinhosa aqui seria definir se essa postura negativa frente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o local foi iniciada pelo p\u00fablico e ent\u00e3o &#8220;lida&#8221; pelos jornalistas e demais agentes ou se foram estes que influenciaram o p\u00fablico. O fato \u00e9 que menosprezamos sim.<\/p>\n<p>Ao bem da verdade, no Brasil tivemos sim registros. Quem viveu o <em>underground<\/em> dos 1990 pode lembrar com carinho como era ter um fanzine xerocado nas m\u00e3os (ainda tenho muitos fanzines guardados), lendo ali sobre bandas brasileiras pouco ou nada conhecidas pela grande maioria, ignoradas ou menosprezadas pelos formadores de opini\u00e3o que tratavam de rock na m\u00eddia, mas assim que chegou a Internet isso mudou e por mais que os blogues tenham de certa forma herdado o legado dos fanzines, n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa; havia tamb\u00e9m um outro tipo de registro, os guias ou listas, onde era poss\u00edvel saber \u2013 mesmo que sucintamente \u2013 da exist\u00eancia de uma imensidade de bandas e agentes (selos, <em>venues<\/em>, lojas etc.) do <em>underground<\/em> brasileiro; mas tanto os fanzines de ent\u00e3o quanto esses guias eram registros &#8220;incompletos&#8221;, no sentido de n\u00e3o serem abertamente dedicados a registrar a hist\u00f3ria das bandas do <em>underground<\/em> brasileiro, de n\u00e3o serem produtos finais com uma estrutura interna que possibilite a transmiss\u00e3o de ideias e mem\u00f3rias da mesma forma que o s\u00e3o livros ou filmes como &#8220;RCKNRLL&#8221; ou &#8220;Guitar Days&#8221;. Sem contar que o alcance dos fanzines e guias era muito pequeno, tiragens pequenas, divulga\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria (ah, como a Internet teria sido bem-vinda!) e circula\u00e7\u00e3o m\u00ednima.<\/p>\n<p>De qualquer forma, eu vejo tr\u00eas caracter\u00edsticas principais que juntas poderiam ilustrar bem como tantos anos puderam se passar sem um n\u00edvel m\u00ednimo de reconhecimento que fosse compat\u00edvel com a produ\u00e7\u00e3o no <em>underground<\/em> brasileiro (tanto em termos de quantidade como de qualidade).<\/p>\n<p>Aqui v\u00e3o:<\/p>\n<p>1. A avers\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos artistas que preferem (a) cantar em ingl\u00eas ou (b) simplesmente fazer rock.<\/p>\n<p>O preconceito costuma vir em duas formas: h\u00e1 quem diga que artista brasileiro deve cantar em portugu\u00eas ou evitar o rock &#8220;puro&#8221; como seu objetivo, como se isso fosse demonstra\u00e7\u00e3o de patriotismo ou identidade, e h\u00e1 quem diga que brasileiro n\u00e3o poderia cantar em ingl\u00eas ou fazer rock por causa da p\u00e9ssima qualidade do ingl\u00eas falado pela maioria aqui ou da incapacidade de se fazer rock &#8220;puro&#8221; por aqui (a tal tese inatista intranacional supramencionada).<\/p>\n<p>2. Os pr\u00f3prios artistas do <em>underground<\/em> brasileiro ignoram ou n\u00e3o valorizam qualquer conceito de cena e mercado independente.<\/p>\n<p>Sob a fachada de valorizarem a liberdade, de n\u00e3o estarem satisfeitos com r\u00f3tulos, acabam por renegar os conceitos de comunidade e de orgulho pr\u00f3prio que existem por tr\u00e1s das cenas gringas onde est\u00e3o muitos de seus \u00eddolos. Os artistas no <em>underground<\/em> s\u00e3o independentes mas sem convic\u00e7\u00e3o, querem fugir do <em>underground<\/em> (cultivando a ilus\u00e3o de que seria poss\u00edvel manter a integridade art\u00edstica ao mesmo tempo em que s\u00e3o dependentes de <em>majors<\/em> ou reproduzindo o modelo de atua\u00e7\u00e3o usado no <em>mainstream<\/em>).<\/p>\n<p>3. O atraso em se documentar no Brasil n\u00e3o se restringe ao rock, ou seja, h\u00e1 um problema grave de autoestima ou provincianismo, al\u00e9m de um jornalismo capenga.<\/p>\n<p>Por mais que os artistas realmente n\u00e3o gostem de ser rotulados, pior ainda \u00e9 quando n\u00e3o h\u00e1 algu\u00e9m disposto a se dedicar ao registro da hist\u00f3ria dos artistas de um determinado tempo e local.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>Preferi nem incluir diretamente na lista a quest\u00e3o est\u00e9tica que trata da natureza da beleza e dos fundamentos da arte, pois ultrapassa meu ponto neste texto e considero ser uma quest\u00e3o perturbadora em todo e qualquer lugar, n\u00e3o somente no Brasil.<\/p>\n<p>\u00c9 uma quest\u00e3o filos\u00f3fica muito antiga, h\u00e1 quem diga que o valor est\u00e9tico \u00e9 algo objetivo e h\u00e1 quem diga que a ele \u00e9 algo subjetivo; mas n\u00e3o se iluda, pois quem diz que a beleza \u00e9 algo objetivo na verdade acredita na subjetividade e quem diz que ela \u00e9 algo subjetivo na verdade acredita na objetividade!<\/p>\n<p>Pra ilustrar: os idealistas (como por exemplo Plat\u00e3o e os te\u00f3logos) costumam defender que a realidade est\u00e1 dentro da mente humana e que a mente \u00e9 que &#8220;cria&#8221; tudo o que sentimos e percebemos, pois n\u00e3o \u00e9 capaz de ter contato com qualquer coisa fora dela, e ao mesmo tempo defendem que o valor est\u00e9tico \u00e9 objetivo, o que equivale a dizer que a beleza seria uma caracter\u00edstica intr\u00ednseca e absoluta do objeto em quest\u00e3o, hierarquiz\u00e1vel, e que quem n\u00e3o enxerga isso \u00e9 que \u00e9 insens\u00edvel ou deficiente; os naturalistas (como por exemplo Tales de Mileto e os cientistas) costumam defender que as leis naturais s\u00e3o as regras que regem a estrutura e o comportamento do universo e de tudo nele contido, que a mente humana \u00e9 nada mais do que um dentre os tantos elementos integrantes do universo e \u00e9 capaz de compreender um certo n\u00famero dessas regras via percep\u00e7\u00e3o e racioc\u00ednio, que a beleza existe, mas n\u00e3o a priori, o que equivale a dizer que a beleza estaria nos olhos de quem v\u00ea, dependendo de gostos pessoais, que podem variar de acordo com quem cria o objeto em quest\u00e3o e de quem o v\u00ea.<\/p>\n<p>Nem preciso dizer qual a linha com a qual me identifico, basta lembrarmos que condenei a tese inatista intranacional supramencionada.<\/p>\n<p>Bem, aqui o meu ponto: sem registros n\u00e3o h\u00e1 reconhecimento e a mem\u00f3ria se perde.<\/p>\n<p>Como \u00e9 que poder\u00edamos considerar importante e sentir orgulho de algo que n\u00e3o conhecemos? Ou mesmo apenas falar a respeito?<\/p>\n<p>De quebra, por mais que possam surgir pol\u00eamicas e causos lend\u00e1rios, com os registros acontece outra coisa, diminui o preconceito. Por isso que considero positivo o registro sempre, por mais que venha em forma de cr\u00edticas &#8220;pouco elogiosas&#8221; (desde que dotadas de bom-senso e bem fundadas).<\/p>\n<p>Enfim, que venham mais obras como &#8220;RCKNRLL&#8221; e &#8220;Guitar Days&#8221;, muitas mais!<\/p>\n<p>A &#8220;cosmoPOPlitan&#8221; aqui no <strong>Floga-se<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 um esfor\u00e7o no sentido de se registrar, mesmo que caindo naquela categoria de &#8220;incompleto&#8221; (mas quem sabe mais pra frente n\u00e3o adapto pra um livro?! Hehe).<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima coluna estou pensando inclusive em abordar um epis\u00f3dio muito pitoresco e peculiar que testemunhei num show da cena experimental de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-17-listas\/\" title=\"COSMOPOPLITAN #17 \u2013 LISTAS\">COSMOPOPLITAN #17 \u2013 LISTAS<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-16-bs17\/\" title=\"COSMOPOPLITAN #16 &#8211; BS17\">COSMOPOPLITAN #16 &#8211; BS17<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-15-dot-to-dot-bristol\/\" title=\"COSMOPOPLITAN #15 &#8211; DOT TO DOT BRISTOL\">COSMOPOPLITAN #15 &#8211; DOT TO DOT BRISTOL<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-14-rockconto-1-the-fall\/\" title=\"COSMOPOPLITAN #14 \u2013 ROCKCONTO 1: THE FALL\">COSMOPOPLITAN #14 \u2013 ROCKCONTO 1: THE FALL<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/cosmopoplitan-13-procradispersao-e-memoria\/\" title=\"COSMOPOPLITAN #13 \u2013 PROCRADISPERS\u00c3O E MEM\u00d3RIA\">COSMOPOPLITAN #13 \u2013 PROCRADISPERS\u00c3O E MEM\u00d3RIA<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pensando c\u00e1 com meus bot\u00f5es, e pegando carona na conversa sobre o &#8220;RCKNRLL&#8221; (leia aqui e aqui), sempre que encontro algum amigo das antigas, que [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":45009,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[1144],"tags":[1996],"class_list":["post-45008","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","tag-cosmopoplitan"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/cosmopoplitan9.jpg?fit=540%2C300&ssl=1","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pBlnN-bHW","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45008","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45008"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45008\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45009"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45008"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45008"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45008"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}