{"id":45052,"date":"2016-03-14T22:37:00","date_gmt":"2016-03-15T01:37:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=45052"},"modified":"2017-04-05T19:08:47","modified_gmt":"2017-04-05T22:08:47","slug":"pense-ou-dance-o-anti-clique","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-o-anti-clique\/","title":{"rendered":"PENSE OU DANCE &#8211; O ANTI-CLIQUE"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"45056\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-o-anti-clique\/penseoudance65\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/penseoudance65.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"penseoudance65\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/penseoudance65.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/penseoudance65.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-45056\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/penseoudance65.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/penseoudance65.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>O <strong>Floga-se<\/strong> j\u00e1 teve v\u00e1rias colunas e colunistas. Nenhum deles durou muito tempo, porque&#8230; bem, eles t\u00eam mais o que fazer. Mas a contribui\u00e7\u00e3o deles segue a\u00ed, intoc\u00e1vel e imprescind\u00edvel ao dna do site, e ficar\u00e1 at\u00e9 o fim dos dias desta publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entretanto uma delas \u00e9 especial pra mim, a <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/tag\/cosmopoplitan\/\" target=\"_blank\">&#8220;cosmoPOPlitan&#8221;, de Cesar Zanin<\/a>, porque sempre me lembra de algo importante na condu\u00e7\u00e3o desse site: fazer as coisas por conta pr\u00f3pria, sem estar ligado a esquema algum, \u00e9 uma liberdade inigual\u00e1vel. O poder libert\u00e1rio do <em>do-it-yourself<\/em> impulsiona a criatividade e te livra pra tratar diretamente com os leitores. Ter isso em mente \u00e9 valoroso.<\/p>\n<p>\u00c9 que talvez a nobre leitora e o nobre leitor n\u00e3o saibam, mas o <strong>Floga-se<\/strong>, embora min\u00fasculo em import\u00e2ncia e alcance, tamb\u00e9m sofre pequenas press\u00f5es por abra\u00e7ar essa liberdade de falar sobre o qu\u00ea e como bem entender.<\/p>\n<p>Vivemos em tempos complicados pra abra\u00e7ar tal liberdade. \u00c9 &#8220;o poder do elogio&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-o-poder-do-elogio\/\" target=\"_blank\">leia aqui<\/a>) e aqui estamos &#8220;contra o bom mocismo&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-contra-o-bom-mocismo\/\" target=\"_blank\">leia aqui<\/a>) dessa gera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o aceita &#8220;n\u00e3o&#8221; e n\u00e3o se d\u00e1 bem com cr\u00edticas.<\/p>\n<p>Recentemente, uma jornalista reclamou no Facebook que o Lollapalooza lhe negou a credencial, dizendo que o festival n\u00e3o liga pra blogues pequenos (que \u00e9 o caso do que ela escreve). Que o festival s\u00f3 se abre pra m\u00eddia tradicional e tals.<\/p>\n<p>N\u00e3o culpo o festival. \u00c9 um neg\u00f3cio, ele tem que decidir o que \u00e9 melhor pro neg\u00f3cio dele. A culpa talvez seja dos pr\u00f3prios blogues pequenos. N\u00e3o faz muito tempo, aparecia um por semana, e o intuito parecia ser nada mais do que conseguir credenciais pra shows, eventos de m\u00fasica e festivais. Pra n\u00e3o pagar ingresso, bastava se dizer blogueiro.<\/p>\n<p>A m\u00e1 inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o se aplica \u00e0 jornalista em quest\u00e3o, claro &#8211; a ideia n\u00e3o \u00e9 julgar as motiva\u00e7\u00f5es de ningu\u00e9m baseado em conhecimento algum sobre essa pessoa. Mas eu poderia dar um conselho a ela, depois de dez anos batendo cabe\u00e7a com o <strong>Floga-se<\/strong>: simplesmente n\u00e3o pe\u00e7a credencial. Que se dane. Se acha que tem que cobrir o evento, compre um ingresso e v\u00e1. E tenha a liberdade pra falar o que quiser sobre o evento, sem se preocupar se vai agradar a organiza\u00e7\u00e3o com essas ou aquelas palavras, ou se vai desagradar a ponto n\u00e3o conseguir a boquinha no ano seguinte.<\/p>\n<p>Jornalistas de grandes ve\u00edculos s\u00e3o pagos pra ir a esses eventos. Alguns eventos s\u00e3o disputados a tapa pra ver quem fica com a credencial, outros n\u00e3o. \u00c9 trabalho mesmo, tem que ir porque o chefe mandou. N\u00f3s, dos blogues e sites pequenos, da &#8220;m\u00eddia n\u00e3o tradicional&#8221;, n\u00e3o somos ningu\u00e9m, de modo que se o evento \u00e9 importante ser mostrado pro leitor, \u00e9 porque \u00e9 importante pra gente tamb\u00e9m; \u00e9 trabalho, mas \u00e9 divers\u00e3o; e, enfim, a gente s\u00f3 vai se quiser; se n\u00e3o for, ningu\u00e9m vai mandar ningu\u00e9m embora e o leitor vai buscar informa\u00e7\u00e3o em outro lugar, normal.<\/p>\n<p>Eu sei: a gente t\u00e1 trabalhando de gra\u00e7a divulgando a marca desses eventos e ainda pagando pra fazer isso. Bom, acho que a gente faz isso de qualquer jeito, como pessoa f\u00edsica, nas redes sociais. A diferen\u00e7a \u00e9 que em nossas tribunas, em nossos sites, podemos apontar erros, criticar, fazer jornalismo que quer\u00edamos que a &#8220;grande m\u00eddia&#8221; fizesse. Pra qu\u00ea se privar dessa alegria?<\/p>\n<p>Que se danem as credenciais e que se danem tamb\u00e9m os cliques e as aprova\u00e7\u00f5es de f\u00e3s e artistas. O site que \u00e9 bancado por ningu\u00e9m, a n\u00e3o ser pela vontade de levantar discuss\u00f5es, debates ou s\u00f3 falar besteira mesmo, tem mais \u00e9 que ser provocador (raso ou profundo, n\u00e3o importa), sem se preocupar com cliques e adula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>CDs? N\u00e3o quero: mande o link, que ou\u00e7o o trabalho com prazer (e ou\u00e7o mesmo &#8211; tudo o que me mandam por e-mail). Amigos? N\u00e3o preciso, a n\u00e3o ser aqueles que seriam amigos sendo artistas ou n\u00e3o (e que valem dividir uma mesa de bar). Cliques? Qual a l\u00f3gica de buscar isso a qualquer custo? Um site que n\u00e3o tem fins lucrativos n\u00e3o precisa se preocupar com isso e se n\u00e3o precisa se preocupar com isso tem mais liberdade pra enfrentar qualquer cara feia &#8211; de artista, de f\u00e3, de assessoria, de casa noturna, de produtor, de qualquer um.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica dessa, digamos, &#8220;anarquia de posicionamento&#8221; \u00e9, entretanto, um tanto complicada.<\/p>\n<p>O <strong>Floga-se<\/strong> escolheu falar de bandas do <em>mainstream<\/em> e de bandas subterr\u00e2neas &#8211; aquelas totalmente desconhecidas ou ainda engatinhando. O site d\u00e1 o mesmo peso de import\u00e2ncia e mesmo espa\u00e7o a todos os artistas, independente de quantos discos tenha lan\u00e7ado ou vendido. E tenta ser cr\u00edtico &#8211; no sentido de n\u00e3o ser baba-ovo, n\u00e3o se trata de ser profundamente &#8220;anal\u00edtico&#8221; &#8211; tanto com o artista famoso quanto com o desconhecido. Sem rabo preso com um ou com outro, a consci\u00eancia fica livre pra agir.<\/p>\n<p>Discos, shows, v\u00eddeos, m\u00fasicas, tudo \u00e9 criticado na base do &#8220;valeu a pena ou n\u00e3o valeu a pena gastar um tempinho com tal obra?&#8221;. Uma cr\u00edtica distante, com olhar de consumidor, n\u00e3o de &#8220;cr\u00edtico de m\u00fasica&#8221; (coisa que ningu\u00e9m que escreve ou escreveu pro site efetivamente \u00e9). N\u00e3o tenho capacidade pra aprofundamentos anal\u00edticos. Ent\u00e3o, conto o que vejo e o que ou\u00e7o.<\/p>\n<p>Muito artista n\u00e3o gosta. Reclama. Acha que eu tenho que dar um desconto porque ele \u00e9 subterr\u00e2neo, ou porque <em>noise<\/em>, improviso livre, experimentalismo e afins t\u00eam um certo salvo-conduto pra errar e fazer coisas ruins. A m\u00fasica &#8211; experimental ou comercial, provocativa ou consensual &#8211; precisa provocar algo no ouvinte ou no espectador. Tem que divertir ou incomodar. Tem que provocar algum sentimento. Tem obra que n\u00e3o causa nada. Tem show que \u00e9 ruim, mesmo o disco sendo bom, porque naquele dia o artista n\u00e3o foi bem na apresenta\u00e7\u00e3o, ou porque o artista \u00e9 mesmo ruim ao vivo. O que vale \u00e9 o sentimento que aquela obra causa &#8211; ou deixa de causar. Isso vai ser publicado, sob o ponto de vista do impacto em quem escreve. N\u00e3o \u00e9 uma verdade absoluta (porque outras pessoas reagem de maneiras diferentes \u00e0 mesma obra ou evento), mas \u00e9 uma verdade pra aquela pessoa, naquele momento, transformada naquelas letras.<\/p>\n<p>Acontece que o artista de hoje, como a jornalista do blogue pequeno, n\u00e3o se conforma com a negativa. Talvez seja um p\u00e9ssimo h\u00e1bito dessa gera\u00e7\u00e3o &#8211; ou dessas pessoas que reclamam.<\/p>\n<p>Mas ser artista ou escrever num site \u00e9 colocar a cara a tapa. As pessoas concordam ou n\u00e3o, gostam ou n\u00e3o. Algumas falam isso &#8211; e normalmente quem fala \u00e9 quem discorda, o que deveria ser muito bom. \u00c9 um exerc\u00edcio tremendo aceitar essa discord\u00e2ncia. O fa\u00e7o com certo esfor\u00e7o, porque n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil mesmo, mas sei que \u00e9 o que cimenta o meu crescimento como pessoa e como escritor (do site e profissionalmente).<\/p>\n<p>Quando dei de ombros aos cliques e fiz do <strong>Floga-se<\/strong> um &#8220;site anti-clique&#8221;, dei de ombros a rela\u00e7\u00e3o com assessorias, bandas, selos, gravadoras, promotores e f\u00e3s. Por isso, n\u00e3o me importo se o artista vai compartilhar o artigo que fiz sobre ele (normalmente n\u00e3o o fazem), tanto faz. Isso n\u00e3o \u00e9 moeda de troca. Moeda valiosa \u00e9 a leitora e o leitor de alguma forma serem impactados pelo o que foi publicado.<\/p>\n<p>Sobra a rela\u00e7\u00e3o das obras aos quais esses profissionais est\u00e3o ligados com a verdade que quero (queremos, h\u00e1 mais gente que escreve) pros leitores, o senso de \u00e9tica e a vontade de mostrar uma m\u00fasica (uma arte) que outros ve\u00edculos e publica\u00e7\u00f5es n\u00e3o se atrevem a mostrar. Mas sem ser paternalista, sem passar a m\u00e3o na cabe\u00e7a. N\u00e3o \u00e9 porque \u00e9 subterr\u00e2neo, porque se esfor\u00e7a muito pra gravar, pra ensaiar, pra fazer shows, que \u00e9 um artista a ser colocado em isolamento das cr\u00edticas.<\/p>\n<p>Por conta disso, azedam comunica\u00e7\u00f5es (acredite, tem artista que n\u00e3o atende mais meus chamados pra entrevistas, pra aspas, mas sigo falando da obra dele \u00e0 revelia), amargam contatos, fecham-se caras e portas. O que se h\u00e1 de fazer? N\u00e3o h\u00e1 nada que a Internet consiga esconder hoje em dia. N\u00e3o h\u00e1 show que, pagando um ingresso, a gente n\u00e3o possa ir pra ver qual\u00e9 e informar, se a gente achar que deve e vale a pena pagar (se tiver dinheiro sobrando pra isso tamb\u00e9m, \u00e9 claro).<\/p>\n<p>Nesses dez anos, aprendi que o fa\u00e7a-voc\u00ea-mesmo chega a te dar coragem de peitar a implica\u00e7\u00e3o dos atos. Se tudo der errado, voc\u00ea ainda pode come\u00e7ar tudo de novo. Dessa vez, mais fortalecido e com mais sabedoria.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-as-palavras-importam\/\" title=\"PENSE OU DANCE: AS PALAVRAS IMPORTAM\">PENSE OU DANCE: AS PALAVRAS IMPORTAM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-a-nossa-historia-em-um-espetaculo\/\" title=\"PENSE OU DANCE: A NOSSA HIST\u00d3RIA EM UM ESPET\u00c1CULO\">PENSE OU DANCE: A NOSSA HIST\u00d3RIA EM UM ESPET\u00c1CULO<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-a-conta-esta-na-quantidade-de-usuarios\/\" title=\"PENSE OU DANCE: A CONTA EST\u00c1 NA QUANTIDADE DE USU\u00c1RIOS\">PENSE OU DANCE: A CONTA EST\u00c1 NA QUANTIDADE DE USU\u00c1RIOS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-nao-e-so-futebol\/\" title=\"PENSE OU DANCE: N\u00c3O \u00c9 S\u00d3 FUTEBOL\">PENSE OU DANCE: N\u00c3O \u00c9 S\u00d3 FUTEBOL<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-um-texto-que-vai-caducar\/\" title=\"PENSE OU DANCE: UM TEXTO QUE VAI CADUCAR\">PENSE OU DANCE: UM TEXTO QUE VAI CADUCAR<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Floga-se j\u00e1 teve v\u00e1rias colunas e colunistas. 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