{"id":48065,"date":"2017-03-16T22:11:07","date_gmt":"2017-03-17T01:11:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=48065"},"modified":"2017-04-09T15:28:05","modified_gmt":"2017-04-09T18:28:05","slug":"pense-ou-dance-novos-tempos-velhas-praticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-novos-tempos-velhas-praticas\/","title":{"rendered":"PENSE OU DANCE: NOVOS TEMPOS, VELHAS PR\u00c1TICAS"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"48092\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-novos-tempos-velhas-praticas\/penseoudance71\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/penseoudance71.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"penseoudance71\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/penseoudance71.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/penseoudance71.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-48092\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/penseoudance71.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/penseoudance71.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>De t\u00e1xi a passagens a\u00e9reas, de hot\u00e9is a casas, de comidas e servi\u00e7os de reparos, tudo pode ser encontrado em aplicativos no celular ou na Internet.<\/p>\n<p>O novo s\u00e9culo nasceu com uma oferta cada vez maior de facilidades ao alcance das m\u00e3os (dos dedos), barateando produtos e servi\u00e7os, agilizando processos, integrando pessoas. Parece que nada mais \u00e9 como era antes.<\/p>\n<p>Nem mesmo no mundo da m\u00fasica. Se no s\u00e9culo passado, as gravadoras ditavam normas e tend\u00eancias e conseguir um contrato era o sonho de todo artista, nos anos 2000 o artista virou a gravadora, o selo, o distribuidor e o divulgador &#8211; s\u00e3o muitas as ferramentas e plataformas pro m\u00fasico levar ao mundo sua obra.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo passado, havia uma forte ind\u00fastria da manipula\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias. O jab\u00e1 nas r\u00e1dios (e redes de tev\u00ea e jornais e revistas) era um esquema t\u00e3o acintoso quanto conhecido, mas era o que t\u00ednhamos e a pr\u00f3pria ind\u00fastria acabava determinando o que as massas iriam ouvir. E ainda existe hoje, mas seu impacto diminuiu consideravelmente pra uma parcela do mercado consumidor que se atenta a outras formas de buscar tend\u00eancias &#8211; do mais popular ao artista mais subterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>O diacho \u00e9 que as pr\u00e1ticas de quando a ind\u00fastria era forte e descaradamente manipuladora meio que subsistem no novo cen\u00e1rio em que se pressup\u00f5e serem pr\u00e1ticas menos necess\u00e1rias. Pensando no subterr\u00e2neo da m\u00fasica, \u00e9 ainda mais espantoso perceber que os relacionamentos se tornam cada vez mais impr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Com as facilidades de produ\u00e7\u00e3o, o artista pode criar uma obra com custos bastante baixos, pode publicar numa ferramenta como o Bandcamp (que \u00e9 basicamente uma banquinha virtual de discos), mas esbarra em alguns gargalos: a divulga\u00e7\u00e3o, a circula\u00e7\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando a coisa sai do virtual, encontra-se velhos problemas. Encontra-se o mundo real. E ele n\u00e3o \u00e9 cor-de-rosa tampouco cheiroso.<\/p>\n<p>\u00c9 a\u00ed que voltam a surgir novos modelos de velhas pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>A Internet e ferramentas como o WordPress ofereceram a qualquer um que tivesse um m\u00ednimo de boa vontade, disposi\u00e7\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o a chance de virar &#8220;m\u00eddia&#8221;. Houve uma explos\u00e3o de blogues e sites. Era gente sem a m\u00ednima voca\u00e7\u00e3o pro jornalismo cultural, pra cr\u00f4nica, pra cr\u00edtica, ou mesmo pra escrever, lutando pra se fazer ler e ouvir. Pros artistas do subterr\u00e2neo, uma d\u00e1diva. Se a grande m\u00eddia n\u00e3o lhes dava aten\u00e7\u00e3o, agora havia um contingente de escribas dispostos a digitar alguma coisa sobre a obra deles.<\/p>\n<p>S\u00f3 que nada \u00e9 gratuito, como nos ensinaram as velhas pr\u00e1ticas da ind\u00fastria anci\u00e3 do s\u00e9culo passado. Quer tocar no Chacrinha? <a href=\"https:\/\/mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br\/2014\/11\/25\/carreira-de-chacrinha-e-marcada-por-acusacao-de-cobrar-jaba-mostra-livro\/\" target=\"_blank\">Vai ter que pagar um tanto ou fazer show nos bail\u00f5es da perifa<\/a>. Quer sair num blogue? Manda a\u00ed um CDzinho, ou outro mimo, um ingresso pra show, algo pra ser sorteado&#8230; E assim foi engatinhando o mundo da m\u00fasica nesse novo s\u00e9culo.<\/p>\n<p>A prostitui\u00e7\u00e3o de sites e blogues com assessorias de artistas, organizadores de festivais, grandes gravadoras ou pequenos selos s\u00f3 \u00e9 uma recauchutada no modo como a ind\u00fastria funcionava at\u00e9 duas d\u00e9cadas atr\u00e1s &#8211; e que pra quem \u00e9 do <em>mainstream<\/em> ainda se faz valer sem o menor pudor.<\/p>\n<p>Problema maior \u00e9 quando a gente se depara com tais pr\u00e1ticas no subterr\u00e2neo da m\u00fasica. Sem grana correndo pra jab\u00e1s tradicionais, troca-se de tudo: ingressos pra shows, discos, VIPs pra festas, camisetas e at\u00e9 mesmo compartilhamentos e &#8220;likes&#8221; em redes sociais. \u00c9 o &#8220;me ajuda a divulgar meu disco que eu ajudo a divulgar seu site&#8221;. E assim a promiscuidade vai aumentando.<\/p>\n<p>H\u00e1 donos de blogues e sites que viram assessores de imprensa e escrevem sobre os artistas que s\u00e3o seus clientes, fazem resenhas sobre as obras de seus contratantes. H\u00e1 outros que viram organizadores de festas e chamam artistas pra tocar, numa rela\u00e7\u00e3o no m\u00ednimo duvidosa pelo n\u00e3o-distanciamento. Muitos s\u00e3o de bandas e t\u00eam dezenas de amigos e conhecidos tamb\u00e9m de bandas &#8211; escrevem e vivem numa bolha. Outros viram curadores de festivais, eventos ou festas. H\u00e1 ainda os que fazem quest\u00e3o de fazer parte da &#8220;estrat\u00e9gia&#8221; de gerenciamento de carreira de artistas.<\/p>\n<p>Sim, existem sites que se especializam em dar &#8220;furos&#8221; de exclusividade, amarrando o artista a exig\u00eancias bisonhas como s\u00f3 permitir que o artista divulgue a obra a partir do endere\u00e7o eletr\u00f4nico da mat\u00e9ria exclusiva. N\u00e3o s\u00e3o raros os casos dessa excresc\u00eancia.<\/p>\n<p>Um bom exemplo s\u00e3o os <em>streamings<\/em> exclusivos e em primeira m\u00e3o de discos que ser\u00e3o lan\u00e7ados dali a pouco. H\u00e1 sites que exigem que o artista s\u00f3 divulgue em suas redes o endere\u00e7o eletr\u00f4nico da mat\u00e9ria exclusiva &#8211; e ficam infantilmente putos se o artista divulgar o link direto do Bandcamp, por exemplo, e n\u00e3o d\u00e1 mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Deveria caber ao leitor perceber que n\u00e3o est\u00e1 lendo ali linhas jornal\u00edsticas ou cr\u00edticas, mas sim uma pe\u00e7a de divulga\u00e7\u00e3o, um <em>release<\/em> oficial, uma ferramenta que faz parte de uma &#8220;estrat\u00e9gia de divulga\u00e7\u00e3o&#8221;. Um engodo. Mas como exigir isso do leitor se o leitor n\u00e3o \u00e9 informado da rela\u00e7\u00e3o prom\u00edscua?<\/p>\n<p>Isso s\u00f3 acontece porque os artistas n\u00e3o enxergam problemas nessa rela\u00e7\u00e3o. Se o site for meu amigo, <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-contra-o-bom-mocismo\/\" target=\"_blank\">por que diabos ele vai falar mal da minha obra<\/a>? Isso tamb\u00e9m s\u00f3 acontece porque muitos blogueiros e jornalistas n\u00e3o v\u00eaem problemas nessa rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A bem da verdade, parece uma rela\u00e7\u00e3o bem frut\u00edfera pra todas as partes. Uma assessoria de imprensa tem realmente que conhecer muitos jornalistas, \u00e9 parte do seu escopo, faz a diferen\u00e7a na hora de vender seus servi\u00e7os. Uma produtora de eventos (festivais, festas etc.) tem que ter uma boa rela\u00e7\u00e3o nesse sentido tamb\u00e9m, afinal de contas quanto mais elogios conseguir nesse mar de m\u00eddia, melhor pros neg\u00f3cios. Selos idem.<\/p>\n<p>Sites como Pitchfork, Stereogum, Spin e muitos outros da gringol\u00e2ndia n\u00e3o escondem tal promiscuidade. S\u00e3o rar\u00edssimas as resenhas realmente cr\u00edticas a qualquer artista. Muitos desses ve\u00edculos promovem festivais, fazem curadoria de palcos em grandes festivais, vendem espa\u00e7o publicit\u00e1rio pra gravadoras e distribuidoras grandes, selos m\u00e9dios e pequenos, servi\u00e7os de <em>streaming<\/em> ou parceiros de com\u00e9rcio <em>online<\/em>. \u00c9 um grande neg\u00f3cio e esse tro\u00e7o de isen\u00e7\u00e3o pode atrapalhar.<\/p>\n<p>Por outro lado, n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o totalmente isenta nesse neg\u00f3cio. Os interesses de fato possuem limites um tanto turvos e certa proximidade e complexidade \u00e9 desej\u00e1vel e aceit\u00e1vel. Mas no mundo subterr\u00e2neo, principalmente o brasileiro, \u00e9 ainda mais grotesco tal relacionamento.<\/p>\n<p>Artistas pequenos, fora do radar das grandes massas, aqueles que fazem uma m\u00fasica n\u00e3o-comercial por natureza, por vezes &#8220;contestadora&#8221; ou coisa que o valha, deveriam utilizar as novas ferramentas desses novos tempos pra tentar subverter a l\u00f3gica que sempre vigorou no <em>mainstream<\/em>. Mas n\u00e3o. S\u00e3o normalmente eles que fomentam essa linha de racioc\u00ednio, abra\u00e7ados com os jornalistas e blogueiros. Do poder do elogio (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-o-poder-do-elogio\/\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a>) \u00e0 falta de profissionalismo, ambi\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o do mercado (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-pesquisa-mostra-que-musica-nao-tem-valor\/\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a>), h\u00e1 muitas lacunas a se preencher pra que algo minimamente identific\u00e1vel como &#8220;cena&#8221; possa acontecer (se \u00e9 que precisamos ter cena alguma &#8211; &#8220;cena&#8221; parece ser mais um fetiche do que uma necessidade).<\/p>\n<p>Artistas ainda comemoram aparecer num ve\u00edculo da grande m\u00eddia e pouca bola d\u00e3o aos pequenos ve\u00edculos. H\u00e1 artistas que n\u00e3o v\u00eaem o menor problema de usar a influ\u00eancia pra tocar em um grande festival (como um integrante que trabalha na organiza\u00e7\u00e3o do Lollapalooza Brasil conseguir que sua banda seja escalada ou um amigo dos Medinas conseguir palco no Rock In Rio). Como se v\u00ea, h\u00e1 &#8220;problemas&#8221; em todas as frentes, blogueiros\/jornalistas, artistas, assessorias, selos, produtores.<\/p>\n<p>Nem tudo s\u00e3o dem\u00f4nios, por\u00e9m. Ainda h\u00e1 sites que valem a pena ler e seguir (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-quanto-vale-o-clique\/\" target=\"_blank\">leia aqui<\/a> ou veja essa singela lista de <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-dez-melhores-sites-brasileiros-de-musica\/\" target=\"_blank\">dez sites brasileiros que voc\u00ea deveria ler diariamente<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/os-dez-melhores-sites-brasileiros-de-musica-parte-2\/\" target=\"_blank\">essa outra lista aqui<\/a>). Mas salvo o salto tecnol\u00f3gico que o s\u00e9culo atual nos presenteou, ainda estamos vivendo como no s\u00e9culo passado.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-as-palavras-importam\/\" title=\"PENSE OU DANCE: AS PALAVRAS IMPORTAM\">PENSE OU DANCE: AS PALAVRAS IMPORTAM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-a-nossa-historia-em-um-espetaculo\/\" title=\"PENSE OU DANCE: A NOSSA HIST\u00d3RIA EM UM ESPET\u00c1CULO\">PENSE OU DANCE: A NOSSA HIST\u00d3RIA EM UM ESPET\u00c1CULO<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-a-conta-esta-na-quantidade-de-usuarios\/\" title=\"PENSE OU DANCE: A CONTA EST\u00c1 NA QUANTIDADE DE USU\u00c1RIOS\">PENSE OU DANCE: A CONTA EST\u00c1 NA QUANTIDADE DE USU\u00c1RIOS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-nao-e-so-futebol\/\" title=\"PENSE OU DANCE: N\u00c3O \u00c9 S\u00d3 FUTEBOL\">PENSE OU DANCE: N\u00c3O \u00c9 S\u00d3 FUTEBOL<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/pense-ou-dance-um-texto-que-vai-caducar\/\" title=\"PENSE OU DANCE: UM TEXTO QUE VAI CADUCAR\">PENSE OU DANCE: UM TEXTO QUE VAI CADUCAR<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De t\u00e1xi a passagens a\u00e9reas, de hot\u00e9is a casas, de comidas e servi\u00e7os de reparos, tudo pode ser encontrado em aplicativos no celular ou na [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":48092,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[1144,1130],"tags":[2194],"class_list":["post-48065","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","category-pense-ou-dance","tag-pense-ou-dance"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/penseoudance71.jpg?fit=540%2C300&ssl=1","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pBlnN-cvf","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48065","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48065"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48065\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48092"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48065"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48065"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48065"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}