{"id":48576,"date":"2017-05-04T20:15:17","date_gmt":"2017-05-04T23:15:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=48576"},"modified":"2017-08-25T10:00:17","modified_gmt":"2017-08-25T13:00:17","slug":"acidas-a-melhor-banda-que-nunca-existiu-e-como-ela-seria-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-a-melhor-banda-que-nunca-existiu-e-como-ela-seria-hoje\/","title":{"rendered":"\u00c1CIDAS: A MELHOR BANDA QUE NUNCA EXISTIU E COMO ELA SERIA HOJE"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"48579\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-a-melhor-banda-que-nunca-existiu-e-como-ela-seria-hoje\/fernandapolse1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/fernandapolse1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"fernandapolse1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/fernandapolse1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/fernandapolse1.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-48579\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/fernandapolse1.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/fernandapolse1.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Pra minha gera\u00e7\u00e3o (nascidos na d\u00e9cada de 70 e come\u00e7o dos 80), a Internet r\u00e1pida foi uma ben\u00e7\u00e3o. J\u00e1 h\u00e1 uma gera\u00e7\u00e3o que nasceu com essa maravilha e nem se d\u00e1 conta de que um dia ela foi discada. E lenta, muito lenta. E cara, bem cara. E rara, s\u00f3 pra quem podia pagar. Nada de celulares, dispositivos m\u00f3veis, navega\u00e7\u00e3o na rua, \u00f4nibus e at\u00e9 avi\u00e3o. Era um neg\u00f3cio legal, mas n\u00e3o era pra todos e n\u00e3o era pra tudo. Hoje \u00e9.<\/p>\n<p>Principalmente pra conseguir toda e qualquer m\u00fasica e disco que voc\u00ea pode imaginar e queira conhecer. Blablabl\u00e1, n\u00e9? Voc\u00ea j\u00e1 leu essas teorias e pre\u00e2mbulos pra falar sobre como \u00e9 o nosso tempo e a rela\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica e todas essas coisas. N\u00e3o \u00e9 exatamente o caso aqui.<\/p>\n<p>Antes de ter que ganhar dinheiro, pagar contas e ser um cara respons\u00e1vel (que nunca fui, afinal), tentei ser respons\u00e1vel escrevendo sobre m\u00fasica. No come\u00e7o da d\u00e9cada de 90, trabalhei num pequeno jornal do interior do Rio de Janeiro e consegui convencer meu editor a escrever uma coluna semanal de m\u00fasica. Queria imitar na cara-dura o Caderno B do Jornal Do Brasil e fazer umas mat\u00e9rias <em>in loco<\/em>, da\u00ed que propus acompanhar por um final de semana inteiro, em est\u00fadio, uma pequena banda chamada Nada Tudo, de dois irm\u00e3os de ascend\u00eancia japonesa.<\/p>\n<p>O som dos caras era como se os Strokes, que surgiriam quase dez anos depois, e os irm\u00e3os Reid tivessem tido filhos no Jap\u00e3o e eles resolvessem fazer m\u00fasica com amplificadores esculhambados e pedais defeituosos. Os dois tocavam guitarra. N\u00e3o tinha baixo. A bateria era eletr\u00f4nica, num desses teclados de churrascaria. A m\u00fasica soava incrivelmente \u00e1cida, ca\u00f3tica e boa. Eles cantavam em ingl\u00eas, como era de praxe naquela \u00e9poca em que o Pin Ups era uma refer\u00eancia, e em japon\u00eas. Ou em algum idioma que n\u00e3o sei bem.<\/p>\n<p>A dupla planejava gravar uma demo com um pouco mais de profissionalismo. A demo que eu recebi de um amigo era realmente sofr\u00edvel, quase inaud\u00edvel, e n\u00e3o tinha muita certeza se aquilo era um defeito de grava\u00e7\u00e3o ou se a banda era daquele jeito mesmo por mais cristalino que viesse a ser o processo de grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Da\u00ed que resolvi fazer a mat\u00e9ria. A pauta era: &#8220;a aventura profissional do rock amador&#8221;. N\u00e3o sei porque cargas d&#8217;\u00e1gua o editor comprou a ideia, mas comprou. Naquela \u00e9poca, era caro e raro ir a est\u00fadio e uma banda que ningu\u00e9m conhecia daria um passo e tanto. Parecia uma boa hist\u00f3ria. O jornal me deu uma grana curta pro \u00f4nibus at\u00e9 Volta Redonda, pra uma noite de hotel e um pouco pro rango.<\/p>\n<p>Os dois rapazes da Nada Tudo eram gente boa pacas. Foram me receber na rodovi\u00e1ria. A p\u00e9. E fomos caminhando at\u00e9 a casa deles, uns quarenta minutos andando. Nada de hotel, ficaria por l\u00e1 e economizaria a grana da hospedagem, de modo que no caminho pudemos comprar um tanto da marijuana que diziam os rapazes era a melhor que eu encontraria naquela regi\u00e3o do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Os dois pareciam ter sa\u00eddo da capa de algum disco ingl\u00eas: se vestiam com cal\u00e7as jeans surradas e pretas, camisetas pretas envelhecidas, n\u00e3o tiravam os \u00f3culos escuros de camel\u00f4 e tinham um cabelo que parecia n\u00e3o ver \u00e1gua desde a maternidade. De alguma forma, aquela imagem deu-me uma certa esperan\u00e7a de que eu estava diante de dois g\u00eanios da m\u00fasica que ningu\u00e9m jamais iria descobrir, a n\u00e3o ser eu mesmo, porque tirando os cariocas, ningu\u00e9m ligava pra Volta Redonda.<\/p>\n<p>Antes de ir ao est\u00fadio, deixei minhas coisas na casa deles, que era uma casa bem decente, com jardim bem cuidado na frente, mureta baixa e um port\u00e3o amarelo rec\u00e9m-pintado. A geladeira estava cheia. Havia frutas e verduras e n\u00e3o pizza adormecida e leite estragado, como preconceituei ser compat\u00edvel com aquelas figuras. Certamente n\u00e3o eram eles que cuidavam daquela casa.<\/p>\n<p>Fumamos aquele prumo comprado e apertado. N\u00e3o \u00e9 muito a minha praia, mas preciso admitir que aquele era muito bom. E forte. Em pouco tempo, sentia que aquelas horas no est\u00fadio seriam bem produtivas. Eu estava certo quanto a isso. A n\u00e3o ser pelo fato de que a dupla n\u00e3o gravou uma nota sequer.<\/p>\n<p>Chegamos l\u00e1 com duas garrafas de uma vodca n\u00e3o muito considerada nas melhores mesas, entre bons papos e risadas e viagens, o m\u00e1ximo que consegui fazer foi tirar umas fotos deles posando com as guitarras no est\u00fadio. Eles pagaram o est\u00fadio e n\u00e3o gravaram. Mas conversamos muito sobre m\u00fasica e sobre o que eles esperavam da carreira deles, que basicamente n\u00e3o era nada: os dois n\u00e3o tinham a menor vontade de viver de m\u00fasica, de fazer shows, de nada. S\u00f3 tocavam guitarra de vez em quando, faziam algum barulho e era isso. Um queria ser engenheiro e outro queria ser bi\u00f3logo (fiquei com essa informa\u00e7\u00e3o na cabe\u00e7a. n\u00e3o sei o porqu\u00ea).<\/p>\n<p>Eles chegaram a tocar as m\u00fasicas da demo. N\u00e3o sei se pelo efeito dos neur\u00f4nios afetados ou se pela vodca, mas aquela ruidosa luta de guitarras desalinhadas me pareceu sinf\u00f4nica, uma doce e euf\u00f3rica obra dos c\u00e9us. Em transe, desejei naquele momento que as letras se materializassem na minha frente e o jornal chegaria aos ouvidos de todos os jovens desse pa\u00eds pra que todos entendessem que aquilo, sim, ora bolas, era m\u00fasica!<\/p>\n<p>Fiquei sem minha mat\u00e9ria e tomei um esporro hom\u00e9rico do editor &#8211; mas ganhei uma das noites mais divertidas da d\u00e9cada, num inferninho do qual n\u00e3o me recordo o nome, em algum cafund\u00f3 da cidade. Um deles acabou expulso por passar uma cantada num dos gar\u00e7ons e nem vi a cena.<\/p>\n<p>Com a chegada da Internet e dos programas de compartilhamento de MP3, fui atr\u00e1s da Nada Tudo e talvez seja esse um caso \u00edmpar de zero arquivos encontrados. Ou eles jamais gravaram alguma coisa, como esperei que eles fizessem, pra honrar aquela tarde que n\u00e3o podia ser em v\u00e3o &#8211; uma tarde de n\u00e3o-m\u00fasica, n\u00e3o-arte, s\u00f3 de <em>aprecia\u00e7\u00e3o<\/em> \u00e0 m\u00fasica e \u00e0 arte. Ou eles gravaram e jamais algu\u00e9m ficou sabendo.<\/p>\n<p>Os dois do Nada Tudo talvez se espantassem com a qualidade de dois discos que cruzaram meu caminho nesses dias. S\u00e3o discos opostos e ambos criados de uma maneira que seria imposs\u00edvel naqueles dias.<\/p>\n<p>O trabalho absurdo de Fernanda Branco Polse, ladeada pelos m\u00fasicos do Congo Congo (<a href=\"https:\/\/congocongo.bandcamp.com\/album\/congo-congo\" target=\"_blank\">ou\u00e7a o trabalho dos caras lan\u00e7ado esse ano<\/a>) e do Iconili (<a href=\"http:\/\/iconili.bandcamp.com\/album\/piac\" target=\"_blank\">ou\u00e7a aqui<\/a>), \u00e9 de se espantar no modo como as coisas avan\u00e7aram nesse quarto de s\u00e9culo.<\/p>\n<p>Ela vendeu o carro dela pra bancar a produ\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o desse disco excepcional. Seria facilmente protagonista daquela minha pauta pro jornal. &#8220;Bicho Branco Polse&#8221; \u00e9 de outubro de 2016, se n\u00e3o me engano, mas s\u00f3 fui ouvir agora. Sensual, potente, cheio de estranhezas sonoras (baixo, guitarra, bateria e sopros se encaixam como amantes em f\u00faria) e melodias que lembram desde o Picassos Falsos de &#8220;Supercarioca&#8221; at\u00e9 um cabar\u00e9 de quinta, passando por alguma trilha do &#8220;Twin Peaks&#8221;.<\/p>\n<p>Fiquei viciado em &#8220;Er\u00f3tica&#8221;, com Polse sendo t\u00e3o po\u00e9tica sobre os dias de hoje: &#8220;Eu sou toda dividida \/ Em parte vazias de algo \/ Que me complementa&#8221;. Fiquei alucinado pelos pav\u00f5es <em>twinpeaksianos<\/em> de &#8220;Oxossi&#8221;. As guitarras perfurantes do fim de &#8220;Deserto&#8221;, os sopros de &#8220;Laranja Neon&#8221;, o sambinha <em>downtempo<\/em> &#8220;Pillow Fight&#8221;, a letra da inocente &#8220;Wet For Her&#8221; e a ode a Gal Costa em &#8220;Gal&#8221;: Polse \u00e9 o retrato do profissionalismo que usa Internet e os meios facilitados de produ\u00e7\u00e3o, divulga\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o pra explodir sua criatividade.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=534711578\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/bichobrancopolse.bandcamp.com\/album\/bicho-branco-polse\">BICHO BRANCO POLSE by Fernanda Branco Polse<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>O que teria conseguido hoje os irm\u00e3os do Nada Tudo?<\/p>\n<p>Uma boa resposta talvez seja uma outra banda, t\u00e3o min\u00fascula quanto a dupla de Volta Redonda: a Bials Speech. O grupo \u00e9 de Maring\u00e1 e \u00e9 um quinteto, ao que parece. S\u00e3o todos jovenzinhos, como eram os irm\u00e3os do Nada Tudo \u00e0 \u00e9poca. Devem conhecer o melhor prumo pra queimar daquela regi\u00e3o do Paran\u00e1, porque s\u00f3 isso explica a doideira sem nexo do incr\u00edvel &#8220;Agora N\u00e3o Tem Volta&#8221;, o primeiro disco que o grupo lan\u00e7ou &#8211; esse \u00e9 mais recente, de 5 de abril de 2017.<\/p>\n<p>S\u00e3o oito m\u00fasicas com colagens bizarras e guitarras que fariam sorrir o My Bloody Valentine. Tem refer\u00eancias fant\u00e1sticas, como a deslumbrante &#8220;If You&#8217;re Looking For Me Better Check Under The Sea&#8221;, tirada do tema de &#8220;Laborat\u00f3rio Submarino 2021&#8221;; e a vers\u00e3o <em>shoegaze<\/em> do cl\u00e1ssico natalino &#8220;Quero Ver Voc\u00ea N\u00e3o Chorar&#8221;, quase um recado direcionado \u00e0 pr\u00f3pria banda.<\/p>\n<p>Os t\u00edtulos das m\u00fasicas mostram uma postura oposta \u00e0 de Polse: o Bials Speech parece estar brincando. Piadas internas, exerc\u00edcios, risadinhas entre eles. Os t\u00edtulos n\u00e3o deixam mentir: &#8220;Desculpa Mas Um Gato Comeu Minha L\u00edngua&#8221;, &#8220;A \u00c9poca Que Eu Mais Ouvi M\u00fasica G\u00f3tica Coincidiu Com A \u00c9poca Que Eu Mais Usei Chap\u00e9u De Palha&#8221; e &#8220;Abordando Temas Como Amor, Drogas E Aliena\u00e7\u00e3o Social&#8221;.<\/p>\n<p>Mas as microfonias de &#8220;Lincoln&#8221;, a bateria <em>punk<\/em> de &#8220;Socorro&#8221; e os temas lentos s\u00e3o caminhos de uma est\u00e9tica que pode ser matadora se for melhor desenvolvida &#8211; alguns temas parecem acabar do nada, como a \u00f3tima can\u00e7\u00e3o &#8220;Desculpa Mas Um Gato Comeu Minha L\u00edngua&#8221;.<\/p>\n<p>A grava\u00e7\u00e3o suja, baixa e de m\u00e1 qualidade ainda \u00e9 melhor do que fizeram os caras do Nada Tudo, mas tem a mesma caracter\u00edstica. Talvez o Nada Tudo existisse hoje como existe o Bials Speech, como uma brincadeira ou um passatempo. Mas poderiam, como o quinteto de Maring\u00e1, fazer um disco maravilhoso &#8211; e algu\u00e9m iria ouvir e se encantar.<\/p>\n<p>Com a Internet farta de hoje, todos cedo ou tarde passam pelo radar de algu\u00e9m. Basta um <em>search<\/em>. E entram pra hist\u00f3ria dessa pessoa. O Nada Tudo faz parte apenas da minha mem\u00f3ria e dos dois rapazes. \u00c9 a melhor banda que nunca existiu.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 406px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=4004794015\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/napnaprecords.bandcamp.com\/album\/agora-n-o-tem-volta\">Agora N\u00e3o Tem Volta by Bials Speech<\/a><\/iframe><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-sem-passado-e-sem-futuro\/\" title=\"\u00c1CIDAS &#8211; SEM PASSADO E SEM FUTURO\">\u00c1CIDAS &#8211; SEM PASSADO E SEM FUTURO<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-quatro-discos-quatro-vozes-so-mulheres\/\" title=\"\u00c1CIDAS: QUATRO DISCOS, QUATRO VOZES, S\u00d3 MULHERES\">\u00c1CIDAS: QUATRO DISCOS, QUATRO VOZES, S\u00d3 MULHERES<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-o-voo-sem-sentido-asas-pra-se-apoiar\/\" title=\"\u00c1CIDAS: O VOO SEM SENTIDO, ASAS PRA SE APOIAR\">\u00c1CIDAS: O VOO SEM SENTIDO, ASAS PRA SE APOIAR<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-a-adaptacao-de-flores-silvestres\/\" title=\"\u00c1CIDAS: A ADAPTA\u00c7\u00c3O DE FLORES SILVESTRES\">\u00c1CIDAS: A ADAPTA\u00c7\u00c3O DE FLORES SILVESTRES<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-uma-voz-e-tudo\/\" title=\"\u00c1CIDAS &#8211; UMA VOZ E TUDO\">\u00c1CIDAS &#8211; UMA VOZ E TUDO<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pra minha gera\u00e7\u00e3o (nascidos na d\u00e9cada de 70 e come\u00e7o dos 80), a Internet r\u00e1pida foi uma ben\u00e7\u00e3o. J\u00e1 h\u00e1 uma gera\u00e7\u00e3o que nasceu com [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":48579,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[1144],"tags":[2414],"class_list":["post-48576","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","tag-acidas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/fernandapolse1.jpg?fit=540%2C300&ssl=1","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pBlnN-cDu","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48576","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48576"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48576\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48579"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48576"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}