{"id":48792,"date":"2017-05-22T10:25:58","date_gmt":"2017-05-22T13:25:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=48792"},"modified":"2019-03-11T12:27:00","modified_gmt":"2019-03-11T15:27:00","slug":"acidas-o-pos-pos-punk","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-o-pos-pos-punk\/","title":{"rendered":"\u00c1CIDAS: O P\u00d3S-P\u00d3S-PUNK"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"48795\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-o-pos-pos-punk\/acidas4\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/acidas4.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"acidas4\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/acidas4.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/acidas4.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-48795\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/acidas4.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/acidas4.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Em 1982, quando comecei a ouvir m\u00fasica com, digamos, mais interesse, o <em>punk<\/em> era um menino rec\u00e9m-nascido &#8211; e j\u00e1 morto: j\u00e1 havia a <em>new wave<\/em> e l\u00e1 vinha o p\u00f3s-punk.<\/p>\n<p>E vamos al\u00e9m. &#8220;Fleetwood Mac&#8221;, o disco, tinha sete anos apenas. O mesmo vale pra &#8220;Physical Graffiti&#8221;, &#8220;Fruto Proibido&#8221;, da Rita Lee, &#8220;A Night At The Opera&#8221;, bem como o enorme &#8220;Sabotage&#8221;, do Black Sabbath. &#8220;High Voltage&#8221;, do AC\/DC, \u00e9 um ano mais novo, assim como o &#8220;Destroyer&#8221;, do Kiss, e, veja, o &#8220;Cartola II&#8221;. Discos que hoje consideramos cl\u00e1ssicos eram beb\u00eas: &#8220;Faith&#8221;, do The Cure, e &#8220;Killers&#8221;, do Iron Maiden, s\u00e3o de 1981; &#8220;Talking Heads: 77&#8221; e &#8220;Never Mind The Bollocks&#8221; tinham s\u00f3 cinco anos. &#8220;London Calling&#8221; tinha s\u00f3 tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>O tal 1982 \u00e9 o ano de lan\u00e7amento de &#8220;1999&#8221;, do Prince, &#8220;Rio&#8221;, do Duran Duran, do disco de estreia do Bad Brains, do &#8220;Coda&#8221;, o \u00faltimo do Led Zeppelin (uma banda ainda ativa na \u00e9poca!) e de tantos mais.<\/p>\n<p>Com dez anos, t\u00ednhamos o impressionante &#8220;Acabou Chorare&#8221;, do Novos Baianos, &#8220;Talking Book&#8221;, do Stevie Wonder, o fod\u00e3o &#8220;Exile On Main St.&#8221;, com o Rolling Stones em forma impec\u00e1vel, o \u00faltimo e maravilhoso de Nick Drake, &#8220;Pink Moon&#8221;&#8230; Algu\u00e9m pode dizer que um disco de dez anos \u00e9 &#8220;velho&#8221;?<\/p>\n<p>Na era da Internet, parece que sim. Discos de 2012, de cinco anos atr\u00e1s, j\u00e1 cheiram um tanto de naftalina &#8211; pra &#8220;Get Lucky&#8221;, do Daft Punk, tocar numa baladinha hoje, s\u00f3 se for em pistas menos descoladas, e ela \u00e9 de 2013.<\/p>\n<p>Meu ponto \u00e9 baseado numa sensa\u00e7\u00e3o. Estava tomando cerveja com meu irm\u00e3o e uns amigos na casa de meu irm\u00e3o. Seu filho de dezessete anos estava em outra sala com os amigos dele. Na sala, colocamos o &#8220;Room On Fire&#8221;, segundo disco dos Strokes, de 2003. Considero o melhor disco deles, com grandes can\u00e7\u00f5es como &#8220;What Ever Happened?&#8221;, &#8220;Reptilia&#8221; e &#8220;The End Has No End&#8221;. Um dos rapazes passou pela sala e comentou que aquele disco era uma velharia, mas era bom. Uma velharia&#8230; de quatorze anos!<\/p>\n<p>Entendo que todos os discos citados nos primeiros par\u00e1grafos deste texto possam ser considerados &#8220;velharias&#8221; pras gera\u00e7\u00f5es j\u00e1 nascidas nesse s\u00e9culo &#8211; se levarmos em considera\u00e7\u00e3o que pra minha gera\u00e7\u00e3o n\u00e3o havia nem m\u00fasica gravada no s\u00e9culo anterior (a luz el\u00e9trica \u00e9 de 1879!), essa nova gera\u00e7\u00e3o tem coisas, digamos, bem atuais vindas <em>do seu<\/em> s\u00e9culo anterior &#8211; mas discos com menos de quinze, vinte anos, podem ser considerados &#8220;velharias&#8221;? Essa, obviamente, \u00e9 uma discuss\u00e3o muito vaga e in\u00f3cua, vale apenas pra mesa de bar, mas todos ficamos impressionados com o que seria considerado novo.<\/p>\n<p>A noite tornou-se deliciosa, com a molecada mostrando-nos discos &#8220;atual\u00edssimos&#8221;, de 2016 e 2017, que emulam os sons de 1980 e tantos. Perguntamos o que eles tinham de p\u00f3s-punk, como o Strokes (o Strokes pode ser considerado p\u00f3s-punk? Nem sei mais&#8230;). S\u00e3o moleques safos, curtem The Cure, Joy Division, Sisters Of Mercy, Television (ok, n\u00e3o \u00e9 p\u00f3s-punk), tanto quanto gostam de Daft Punk, Run The Jewels e Kendrick Lamar &#8211; coloco isso na minha conta e na do meu irm\u00e3o, que fomos domesticando dessa maneira. Eles vieram com algumas sugest\u00f5es que nos pareceram incrivelmente modernas e entusiasmantes.<\/p>\n<p>N\u00e3o sou de fechar os ouvidos a modernidades. S\u00f3 n\u00e3o tenho tempo pra tantas assim &#8211; o exerc\u00edcio da descoberta exige tempo. Mas definitivamente n\u00e3o conhecia aquelas bandas que vieram at\u00e9 os nossos j\u00e1 alucinados c\u00e9rebros, turbinados por determinadas subst\u00e2ncias. Creio que o leitor deste site j\u00e1 tenha ouvido falar de algumas delas, j\u00e1 que o <strong>Floga-se<\/strong> parece se preocupar com tais modernidades.<\/p>\n<p>A molecada que acha Strokes e Arctic Monkeys &#8220;coisa do passado&#8221;, veio com tr\u00eas bons nomes pra ouvir. Come\u00e7amos com Priests, um quarteto de Washington DC, que lan\u00e7ou seu primeiro disco, &#8220;Nothing Feels Natural&#8221;, em janeiro de 2017, embora venha lan\u00e7ando cassetes desde 2012. \u00c9 uma novidade novinha em folha, por assim dizer.<\/p>\n<p>O disco \u00e9 bom, sem d\u00favidas. Mas n\u00e3o \u00e9 um p\u00f3s-punk &#8220;puro&#8221;, como se imaginaria num Espa\u00e7o Retr\u00f4 ou Madame Sat\u00e3 &#8211; S\u00e3o Paulo tinha os melhores lugares. Que se dane, oras! Eu ou\u00e7o &#8220;JJ&#8221; com prazer, com aquele baixo emulando uma <em>surf music<\/em> t\u00edmida qualquer, e uma voz limitada, mas esfor\u00e7ada. <\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=1509755782\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/priests.bandcamp.com\/album\/nothing-feels-natural\">Nothing Feels Natural by PRIESTS<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Se a gente n\u00e3o se empolgou tanto, da\u00ed vieram m\u00fasicas de um quarteto chamado Nots. Na veia! Dois discos matadores, mais <em>punks<\/em> do que p\u00f3s-punks, por certo, principalmente o urgent\u00edssimo primeiro, &#8220;We Are Nots&#8221;, de 2014.<\/p>\n<p>As quatro meninas de Memphis, Tennessee, parecem ter nascido pra ter dezesseis, dezoito anos em 1977, 1978. Ou pra ter nascido agora mesmo e renovar essa velocidade que a m\u00fasica tanto precisa. Jovens, jovens, jovens, perguntamos aos amigos do nosso filho\/sobrinho: do que adianta ser jovem e n\u00e3o ser inconsequente? Nots \u00e9 justamente isso. Ser agrad\u00e1vel e obedecer sempre \u00e9 desperdi\u00e7ar a porra da juventude, manto sagrado de qualquer inova\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o da sociedade.<\/p>\n<p>T\u00e1 certo, ser jovem \u00e9 estado de esp\u00edrito, tem pouco a ver com a idade em si, mas \u00e9 mais f\u00e1cil ser jovem com vinte anos, sem ter contas pra pagar e filhos pra criar. Ent\u00e3o, \u00e9 melhor aproveitar. Nots \u00e9 um bom exemplo de como aproveitar.<\/p>\n<p>Os dois discos pra ouvir:<br \/>\n<iframe style=\"border: 0; width: 270px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=1642189311\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/nots.bandcamp.com\/album\/we-are-nots\">We Are Nots by NOTS<\/a><\/iframe><iframe style=\"border: 0; width: 270px; height: 439px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=2915921224\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/nots.bandcamp.com\/album\/cosmetic\">Cosmetic by NOTS<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Eu tava intrigado com um nome que eles tinham em CD (os meninos ainda ouvem CD!): Viet Cong. Que baita nome! Mas os meninos disseram que ap\u00f3s o enorme sucesso do primeiro disco, de 2015, eles tiveram que mudar de nome e adotaram Preoccupations, o que me pareceu de uma ironia ultrafina. Os dois discos, sob os dois nomes, s\u00e3o muito bons. Mas o segundo, o &#8220;Preoccupations&#8221;, de 2016, \u00e9 muito mais refinado, no sentido de varia\u00e7\u00f5es do som.<\/p>\n<p>Caramba, os moleques fazem m\u00fasicas com temas como ansiedade, monotonia, degrada\u00e7\u00e3o, esquecimento&#8230; Esses moleques t\u00eam mais problemas que eu! E n\u00e3o s\u00e3o como o Interpol (que nutro certa admira\u00e7\u00e3o) era no come\u00e7o do s\u00e9culo, emulando de maneira distante um distante Joy Division: eles parecem sentir tudo isso mesmo.<\/p>\n<p>A banda nasceu em 2012, depois da morte do guitarrista da banda anterior que eles haviam formado. Um tro\u00e7o terr\u00edvel que, mesmo sem ser proposital, joga no ouvinte a associa\u00e7\u00e3o e tudo parece fazer ainda mais sentido. &#8220;Monotony&#8221; \u00e9 uma daquelas m\u00fasicas perfeitas pra tocar de madrugada &#8211; sozinho! Solid\u00e3o total, bem entendido? S\u00f3 n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel se matar.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 439px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=1131705251\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/preoccupations.bandcamp.com\/album\/preoccupations-2\">Preoccupations by Preoccupations<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Por fim, o melhor. Coincidentemente, a mais rodada, com mais estrada, a &#8220;mais velha&#8221;: o Sleaford Mods tem, veja s\u00f3, dez anos, embora apenas cinco no formato atual, uma dupla formada por Jason Williamson e Andrew Fearn. Eles s\u00e3o ingleses, como sotaque mostrar\u00e1 logo de cara. E parecem uma mistura de The Fall com Happy Mondays, Prodigy e, hmmm, Carter USM.<\/p>\n<p>O estilo do vocal \u00e9 desleixado e provocativo. O som \u00e9 basicamente baixo, teclados e uma bateria eletr\u00f4nica dissimulada. Mas \u00e9 um som que poderia muito bem ser feita em 1982.<\/p>\n<p>O disco novo, &#8220;English Tapas&#8221;, \u00e9 o primeiro por um selo decente, a Rough Trade (a mesma dos Smiths), e \u00e9 de 2017. \u00c9 vigoroso como me pareceu o outro disco que a crian\u00e7as mostraram, &#8220;Key Markets&#8221;, de 2015, pelo selo Harbinger Sound.<\/p>\n<p>Olha as figuras em a\u00e7\u00e3o:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BtMs-_VEeyE\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GQZN01Cqzek\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m gostei muito dessa, de um disco de 2014:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CFFWF1DnZKM\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Esse \u00e9 s\u00f3 um recorte de estilo da produ\u00e7\u00e3o recente, esse p\u00f3s-p\u00f3s-punk. Discos de, sei l\u00e1, no m\u00e1ximo tr\u00eas anos (como o exemplo do Sleaford Mods). Em 1982, eu teria alcan\u00e7ado o &#8220;London Calling&#8221;, do Clash. Hoje, os meninos j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 procura da &#8220;nova grande coisa&#8221; a acontecer. A m\u00eddia, massiva ou subterr\u00e2nea, estimula essa ansiedade: ser\u00e1 que voc\u00ea est\u00e1 a par do que de mais excitante est\u00e1 acontecendo?<\/p>\n<p>A resposta \u00e9: n\u00e3o. Nunca. At\u00e9 porque \u00e9 provavelmente uma reformula\u00e7\u00e3o do que j\u00e1 foi feito d\u00e9cadas atr\u00e1s. O que se renova \u00e9 o entusiasmo, a for\u00e7a de se expressar e a maneira de faz\u00ea-lo e apresentar o novo conte\u00fado. O maior problema, por\u00e9m, \u00e9 renegar aos museus da percep\u00e7\u00e3o tudo aquilo que se valeu de apenas uma semana de audi\u00e7\u00f5es. As obras musicais necessitam de hist\u00f3ria com os ouvidos que se dedicam a ouvi-la. Sem hist\u00f3ria, n\u00e3o \u00e9 que elas logo se tornam um passado: elas passam como se nunca tivessem existido.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-sem-passado-e-sem-futuro\/\" title=\"\u00c1CIDAS &#8211; SEM PASSADO E SEM FUTURO\">\u00c1CIDAS &#8211; SEM PASSADO E SEM FUTURO<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/video-orbital-e-sleaford-mods-dirty-rat\/\" title=\"V\u00cdDEO: ORBITAL E SLEAFORD MODS &#8211; DIRTY RAT\">V\u00cdDEO: ORBITAL E SLEAFORD MODS &#8211; DIRTY RAT<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/preoccupations-arrangements\/\" title=\"PREOCCUPATIONS &#8211; ARRANGEMENTS\">PREOCCUPATIONS &#8211; ARRANGEMENTS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-quatro-discos-quatro-vozes-so-mulheres\/\" title=\"\u00c1CIDAS: QUATRO DISCOS, QUATRO VOZES, S\u00d3 MULHERES\">\u00c1CIDAS: QUATRO DISCOS, QUATRO VOZES, S\u00d3 MULHERES<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-o-voo-sem-sentido-asas-pra-se-apoiar\/\" title=\"\u00c1CIDAS: O VOO SEM SENTIDO, ASAS PRA SE APOIAR\">\u00c1CIDAS: O VOO SEM SENTIDO, ASAS PRA SE APOIAR<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1982, quando comecei a ouvir m\u00fasica com, digamos, mais interesse, o punk era um menino rec\u00e9m-nascido &#8211; e j\u00e1 morto: j\u00e1 havia a new [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":48795,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[1144],"tags":[2414,2656,2530,2600],"class_list":["post-48792","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","tag-acidas","tag-nots","tag-preoccupations","tag-sleaford-mods"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/acidas4.jpg?fit=540%2C300&ssl=1","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pBlnN-cGY","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48792"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48792\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53880,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48792\/revisions\/53880"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48795"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}