{"id":50962,"date":"2018-01-11T20:11:04","date_gmt":"2018-01-11T22:11:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=50962"},"modified":"2018-02-19T17:49:23","modified_gmt":"2018-02-19T20:49:23","slug":"revisitando-the-nosebleeds-aint-bin-to-no-music-school-1977","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-the-nosebleeds-aint-bin-to-no-music-school-1977\/","title":{"rendered":"REVISITANDO: THE NOSEBLEEDS &#8211; AIN&#8217;T BIN TO NO MUSIC SCHOOL (1977)"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"50966\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-the-nosebleeds-aint-bin-to-no-music-school-1977\/nosebleeds1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"nosebleeds1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds1.jpg?resize=540%2C300\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-50966\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds1.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds1.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Quando o movimento <em>punk<\/em> deu as caras nos jornais e ouvidos da molecada, em 1976, Steven Patrick Morrissey tinha dezessete anos e era uma esp\u00e9cie de garoto-problema pros pais. N\u00e3o que fosse um arruaceiro que enchia a cara, se drogava por a\u00ed e arrumava brigas com os outros e tretas com a pol\u00edcia, mas porque era um sujeito muito calado e petulante, al\u00e9m de sonhador e um tanto pregui\u00e7oso. Trabalhar nesses empregos &#8220;burgueses&#8221; n\u00e3o fazia a cabe\u00e7a dele, mesmo assim, foi bater ponto no fisco ingl\u00eas, embora n\u00e3o estivesse muito se lixando pra essas bobagens de assiduidade, efici\u00eancia, trabalho em equipe e respeito hier\u00e1rquico.<\/p>\n<p>Morrissey era um garoto fechado que achava que o mundo n\u00e3o era muito moldado pra ele. Quem leu o (cansativo) livro de Tony Fletcher, &#8220;The Smiths &#8211; A Light That Never Goes Out&#8221;, ou qualquer outra biografia menos ambiciosa do grupo ou do cantor, sabe que nessa \u00e9poca Morrissey tinha \u00edmpetos suicidas, embora nenhuma coragem pra levar ao cabo tais inten\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de uma m\u00e3e que tinha uma paci\u00eancia gigante.<\/p>\n<p>&#8220;Fui suicida por anos e anos. \u00c9 constrangedor dizer isso, mas \u00e9 verdade. Realmente cheguei a um ponto em que estava t\u00e3o furioso e, ao mesmo tempo, era muito ambicioso e estava preparado pra tentar com muito, mas muito afinco&#8221;, disse, numa entrevista \u00e0 City Life, em 1984.<\/p>\n<p>&#8220;Vida. Com toda a sua monotonia, vale a pena evitar. \u00c9 a f\u00e1brica pro pai, e a cozinha pra m\u00e3e. S\u00e3os as discuss\u00f5es na mesa de jantar. As crian\u00e7as desaparecidas nas p\u00e1ginas dos jornais. E no meio de tudo isso, uma sensa\u00e7\u00e3o de que as coisas est\u00e3o lentamente se despeda\u00e7ando. \u00c9 melhor escolher um outro disco, tomar todas as p\u00edlulas ou esperar que algo aconte\u00e7a? \u00c9 melhor apagar as luzes, ficar sob as cobertas, at\u00e9 o sono convid\u00e1-lo pra um mundo que voc\u00ea sempre quis? Seria um mundo melhor do que o que est\u00e1 na nossa frente?&#8221;, pergunta Morrissey, ou o personagem-Morrissey, na abertura do filme &#8220;England Is Mine&#8221;, de Mark Gill, exatamente sobre essa fase pr\u00e9-Smiths do cantor.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 na pel\u00edcula lan\u00e7ada em 2017 uma \u00fanica can\u00e7\u00e3o dos Smiths. \u00c9 uma cinebiografia n\u00e3o-autorizada e por isso livre pra mostrar um jovem Morrissey presun\u00e7oso, confuso, antissocial e sem perspectiva nenhuma de futuro, sempre \u00e0 espera que o mundo venha at\u00e9 ele. Era um garoto f\u00e3 de Oscar Wilde, Patti Smith (cujo show ele foi ver em 1976, em Nova Iorque, no lan\u00e7amento de &#8220;Heroes&#8221;), Roxy Music e, principalmente, New York Dolls. Ou seja, diferia quase que totalmente dos jovens brit\u00e2nicos, explodindo suas espinhas na f\u00faria <em>punk<\/em>.<\/p>\n<p>Na sua viagem a Nova Iorque, Morrissey ficou decepcionado por achar todo mundo cidade estaria falando dos Dolls, mas as conversas naquele vers\u00e3o giravam em torno apenas dos Ramones e Morrissey n\u00e3o via l\u00e1 grande coisa no quarteto.<\/p>\n<p>Foi justamente essa prefer\u00eancia pelos Dolls e sua amizade com Linder Sterling (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/linder-sterling-viciada-em-criar\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">leia mais sobre ela aqui<\/a>) que o colocou num circuito de m\u00fasicos iniciantes do subterr\u00e2neo de Manchester e de outros cantos da Inglaterra que apareciam na cidade pra se apresentar.<\/p>\n<p>Linder e Morrissey se conheceram durante a passagem de som do show dos Sex Pistols em dezembro de 1976. Morrissey foi a esse show pra ver o Johnny Thunders &#038; The Heartbreakers, que tinha dois ex-New York Dolls, Thunders e Jerry Nolan (al\u00e9m de Richard Hell, do Television). Tamb\u00e9m abririam pros Pistols, naquele dia, o The Damned e o The Clash.<\/p>\n<p>Tony Fletcher conta que Morrissey tentou falar com seus \u00eddolos, mas foi rejeitado. Ele &#8220;se entendeu melhor com um outro integrante de outra banda de abertura daquela noite, Mick Jones, do The Clash, com quem falara por telefone no come\u00e7o do ano em resposta a um an\u00fancio nos classificados dos jornais de m\u00fasica \u00e0 procura de um cantor, posi\u00e7\u00e3o que acabou ficando com Joe Strummer&#8221;. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sequer imaginar Morrissey cantando num proto-The Clash, mas serve pra mostrar que embora arredio, ele estava circulando no lugar certo, entre as pessoas certas.<\/p>\n<p>Morrissey n\u00e3o perdia um show nas redondezas e n\u00e3o eram shows quaisquer: The Clash, The Slits, Ramones, Talking Heads, Buzzcocks, The Jam e at\u00e9 mesmo a Warsaw, que viria a ser o Joy Division.<\/p>\n<p>Mas entre publicar an\u00fancios procurando uma banda onde pudesse cantar e responder a an\u00fancios procurando vocalistas, Morrissey deu mesmo sorte na sua primeira experi\u00eancia. &#8220;A persist\u00eancia musical dele foi compensada no final de 1977&#8221;, escreve Fletcher, &#8220;quando tanto o vocalista, Ed Garrity, quanto o guitarrista, Vini Reilly, abandonaram o segundo grupo punk mais not\u00f3rio de Wythenshawe (<em>cidade da grande Manchester<\/em>), Ed Banger And The Nosebleeds, deixando pra tr\u00e1s um baixista, um baterista e uma banda local muito conhecida&#8221;.<\/p>\n<p>Eddie Garrity era o <em>roadie<\/em> da banda mais famosa do peda\u00e7o, a Slaughter &#038; The Dogs, quando resolveu montar a sua pr\u00f3pria. A banda surgiu ap\u00f3s um dos not\u00f3rios quebra-paus que aconteciam nos shows <em>punks<\/em>, e ela tinha um time e tanto (ou de membros que viriam a ser importantes nomes do meio musical): Ed Banger (vocal), Pete Crookes (baixo e vocal &#8211; depois do Durutti Column), Philip &#8220;Toby&#8221; Tomanov (bateria &#8211; depois Durutti Column, Blue Orchid, Primal Scream e at\u00e9 mesmo Ludus, banda que Linder formou) e Vinny Reilly (guitarra &#8211; depois o dono do Durutti Column).<\/p>\n<p>Foi essa a forma\u00e7\u00e3o que gravou o \u00fanico <em>single<\/em> dessa fase da banda, a fase mais curiosa e relevante por revelar tantos nomes pra tantas outras bandas. O <em>single<\/em> \u00e9 &#8220;Ain&#8217;t Bin To No Music School&#8221;, com &#8220;Fascist Pigs&#8221; no lado B, lan\u00e7ado pela Rabid Records. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 assinada por Vini Faal, um promotor de shows em <em>pubs<\/em>.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YbbqXsrQkQY\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Zg34TNs8R7g\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O Nosebleeds come\u00e7ou sua vida anos antes, com o nome de Wild Ram. Eddie Garrity era uma bomba no palco, transformando qualquer apresenta\u00e7\u00e3o em algo realmente violento, o que contrastava visivelmente com a figura franzina e fr\u00e1gil do jovem Reilly. &#8220;Ed Banger costumava confrontar e provocar a plateia at\u00e9 um limite que sempre havia gente esperando a banda do lado de fora pra sair na porrada&#8221;, escreve Johnny Rogan, no livro &#8220;Morrissey &#038; Marr: The Severed Alliance&#8221;, de 1992.<\/p>\n<p>Reilly disse a Rogan, no mesmo livro, que guarda lembran\u00e7as carinhosas sobre o curto per\u00edodo de exist\u00eancia do Nosebleeds: &#8220;aqueles caras eram muito legais comigo e me ensinaram um bocado sobre a vida. Eles eram duros e Vince (<em>Vini Faal<\/em>) era o mais duro de todos. Eles eram absolutamente selvagens. Morrissey acabar envolvido nisso deu um n\u00f3 na minha cabe\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<p>Morrissey entrou nessa de um jeito inesperado. Pro lugar de Reilly, Crookes e Tomanov chamaram Billy Duffy, que era um dos guitarristas mais respeitados da engatinhante cena <em>punk<\/em> de Manchester. Foi Duffy que insistiu aos dois pra chamar Morrissey pro lugar de Garrity, o que definitivamente era o oposto em comportamento e presen\u00e7a de palco, at\u00e9 porque Morrissey <em>jamais<\/em> havia pisado num palco pra se apresentar a quem quer que seja.<\/p>\n<p>&#8220;O processo de teste pra vaga, de ser escolhido e de, ent\u00e3o, gradualmente, compor algumas m\u00fasicas junto de Duffy foi lento&#8221;, escreveu Fletcher. &#8220;Mas no dia 8 de maio de 1978 o sonho de Morrissey de liderar uma banda decolou quando os novos Nosebleeds abriram o show do novo grupo de Howard Devoto (<em>o &#8220;ficante&#8221; de Linder<\/em>), Magazine, e de John Cooper Clarke, no Ritz. O show n\u00e3o foi gravado, infelizmente. Os Nosebleeds supostamente fizeram um cover de &#8216;Give Him A Great Big Kiss&#8217;, do Shangri-Las, em homenagem ao New York Dolls, al\u00e9m de tocarem uma m\u00fasica de um projeto paralelo dos Dolls e inclu\u00edrem as primeiras letras de Morrissey apresentadas publicamente, entre elas improv\u00e1veis candidatas a m\u00fasicas dos Smiths como &#8216;(I Think) I&#8217;m Ready For The Electric Chair&#8217; e &#8216;Toytown Massacre&#8217;. Embora, em retrospecto, isso n\u00e3o pare\u00e7a um press\u00e1gio de grandeza, o jornalista Paul Morley (&#8230;) mostrou-se extremamente entusiasmado nas resenhas sobre os shows (&#8230;) pra NME. Depois de cautelosamente citar o Joy Division por seu &#8216;apelo amb\u00edguo&#8217;, ele apostou suas fichas no Nosebleeds&#8221;.<\/p>\n<p>Foi Morley que fez Morrissey ler pela primeira vez seu nome na NME sem ser na se\u00e7\u00e3o de cartas dos leitores. O autor chamou o vocalista de &#8220;um l\u00edder com carisma (&#8230;) que pelo menos est\u00e1 ciente de que o rock&#8217;n&#8217;roll tem a ver com magia e inspira\u00e7\u00e3o&#8221;. Mas leu o seu nome errado, j\u00e1 que o jornalista grafou como &#8220;Steven Morrison&#8221;.<\/p>\n<p>Com essa repercuss\u00e3o, logo chegou um convite de Londres, que empolgou Morrissey e Duffy. Mas na hora ag\u00e1, Duffy lhe deu a primeira decep\u00e7\u00e3o da carreira musical: Londres queria s\u00f3 ele por l\u00e1, nada de Morrissey.<\/p>\n<p>Enquanto Billy Duffy foi tocar no Theatre Of Hate at\u00e9 conhecer Ian Astbury pra formar o Death Cult, que viraria em 1984 o The Cult, Morrissey permaneceu em Manchester cada vez mais recluso, solit\u00e1rio, depressivo e decepcionado (Linder j\u00e1 havia tamb\u00e9m se mudado pra Londres). Dessa frustra\u00e7\u00e3o at\u00e9 finalmente voltar \u00e0 esperan\u00e7a de ter uma banda levou um tempo, o suficiente pra ele tomar vergonha na cara e finalmente ligar pra Johnny Marr, um amigo de Duffy, e aceitar o convite de tocarem juntos.<\/p>\n<p>&#8220;England Is Mine&#8221;, por sinal, termina de maneira soberba, ao toque dessa campainha. O resto \u00e9 hist\u00f3ria. Mas ela &#8211; como a do Durutti Column e a do The Cult &#8211; come\u00e7am com um <em>single<\/em> e uma banda que durou tanto quanto um rastilho de p\u00f3lvora.<\/p>\n<p>Ed Banger &#038; The Nosebleeds voltaram em 2013, com Banger, Crooke (guitarra e baixo), Brian &#8220;Mad Muffet&#8221; Grantham (bateria), Steve Wilson (baixo) e Al Crosby (guitarra), e j\u00e1 lan\u00e7aram dois discos, &#8220;Kicking Off&#8221; (2013) e &#8220;New York City&#8221; (2016). A banda segue na ativa, excursionando e preparando mais um \u00e1lbum.<\/p>\n<p>H\u00e1, por\u00e9m, quem diga que n\u00e3o era necess\u00e1rio. O nome Nosebleeds j\u00e1 fez bem o suficiente pela m\u00fasica.<\/p>\n<p>LADO A<br \/>\nAin&#8217;t Bin To No Music School<\/p>\n<p>Lado B<br \/>\nFascist Pigs<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"50965\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-the-nosebleeds-aint-bin-to-no-music-school-1977\/nosebleeds-single\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"nosebleeds-single\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?resize=300%2C300\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-50965\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/nosebleeds-single.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-de-la-soul-eye-know-1989\/\" title=\"REVISITANDO: DE LA SOUL &#8211; 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