{"id":52348,"date":"2018-07-11T22:05:06","date_gmt":"2018-07-12T01:05:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=52348"},"modified":"2018-07-11T22:06:59","modified_gmt":"2018-07-12T01:06:59","slug":"resenha-sophie-oil-of-every-pearls-un-insides","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-sophie-oil-of-every-pearls-un-insides\/","title":{"rendered":"RESENHA: SOPHIE &#8211; OIL OF EVERY PEARL&#8217;S UN-INSIDES"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"52349\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-sophie-oil-of-every-pearls-un-insides\/sophie-capa-oilofeverypearl\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"sophie-capa-oilofeverypearl\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?resize=540%2C540\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-52349\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/sophie-capa-oilofeverypearl.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Atrav\u00e9s dos primeiros instantes, percebe-se um pop adocicado, extremamente polido e palat\u00e1vel <em>at\u00e9 demais<\/em>.<\/p>\n<p>Que a personagem entre e quebre essa constru\u00e7\u00e3o sem abdicar do seu envolt\u00f3rio fantasma &#8211; ou seja, a extrema do\u00e7ura &#8211; pode surpreender o ouvinte. Em sequ\u00eancias chocantes, a arquitetura do in\u00edcio \u00e9 invadida por vozes diferentes, computadorizadas, distorcidas ao extremo. Ela, Sophie, encontra um ambiente que sempre se desmantela enquanto tenta manter suas premissas, invadidas, reguladas pela transforma\u00e7\u00e3o-constante. Neste ponto, &#8220;Oil Of Every Pearl&#8217;s Un-Insides&#8221; subverte a sua l\u00f3gica interpondo, incansavelmente, recursos que sempre atrasam uma suposta sofistica\u00e7\u00e3o. Agora, o \u00e1lbum parte do ponto da mim\u00e9tica da m\u00fasica pop pra ser problematizado enquanto entidade que simula algo de que \u00e9 rigidamente antagonista. De certa maneira, a cantora assinala a impossibilidade de copiar o passado enquanto deixa claro que essa nostalgia comercial \u00e9 algo de que sua m\u00fasica insistentemente se afasta atrav\u00e9s das sonoridades invasoras.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 a tecnologia digital com todos os aparatos pra copiar a mat\u00e9ria da m\u00fasica popular e invadir sua pr\u00f3pria estrutura de forma insuspeita, quando cria a percep\u00e7\u00e3o de estranhamento redutivo ao nada ou de sempre transformar-se em outra coisa imposs\u00edvel de descrever.<\/p>\n<p>Esse sistema \u00e9 nossa hist\u00f3ria de como \u00e9 poss\u00edvel transcender a fixa\u00e7\u00e3o un\u00edssona, permitindo a si mesmo abandonar a necessidade de cataloga\u00e7\u00e3o pra, quem sabe, ser outra coisa. A cantora n\u00e3o est\u00e1 ponderando sobre o que \u00e9 melhor, mas admitindo que ap\u00f3s a Era da Internet apenas resta a realidade de encarar a muta\u00e7\u00e3o-perp\u00e9tua como uma premissa b\u00e1sica do que \u00e9 estar no mundo. Vale notar que essa aceita\u00e7\u00e3o impossibilita a designa\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m, j\u00e1 que uma pessoa est\u00e1 sempre a caminho do seu desmantelamento enquanto unidade.<\/p>\n<p>Sophie, enquanto pessoa que afirma que <em>algu\u00e9m<\/em> est\u00e1 a caminho de <em>ningu\u00e9m<\/em>, utiliza vozes transformadas pra afirmar que ela mesma n\u00e3o possui identidade. Ela desqualifica a historicidade porque vaga atrav\u00e9s de infinitas manipula\u00e7\u00f5es pra refor\u00e7ar os milhares de esp\u00edritos esfacelados que transitam nesta \u00e9poca. Como algu\u00e9m que est\u00e1 sempre presente, mas \u00e9 imposs\u00edvel identificar onde essa pessoa realmente existe. No fim, todas as vozes passam a ser ador\u00e1veis, pois elas se libertam da reclus\u00e3o identit\u00e1ria pra afirmar um mundo-novo. A imensa quantidade delas escapa das melodias (h\u00e1 uns quinhentos micro refr\u00f5es) pra formar uma nuvem abstrata de evoca\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. Tudo isso aconteceu de uma forma acelerada e vai acontecer de novo, com outras vozes e outros sons.<\/p>\n<p>Tudo que \u00e9 solido se desmancha na nuvem e tudo que chega da nuvem vem filtrado por algum algoritmo desconhecido que teoricamente reconhece as prefer\u00eancias do usu\u00e1rio cujo consumo est\u00e1 totalmente atrelado \u00e0 maneira que ele foi criado e \u00e0 sua esfera pol\u00edtico-social.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"450\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/playlists\/540703290&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=false&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true\"><\/iframe><\/p>\n<p>Uma grande quantidade da m\u00fasica pop vem da necessidade de consumir e &#8220;ter&#8221; algu\u00e9m \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o. Um bom contraexemplo \u00e9 &#8220;Poker Face&#8221;, de Lady Gaga, em que a cantora deixa incerto seus desejos em rela\u00e7\u00e3o a seu poss\u00edvel amante. Em certo ponto, quando Sophie assume sua voca\u00e7\u00e3o assumidamente pop, ela ratifica seu \u00e1lbum como um dos grandes discos pop de todos os tempos ao fazer com que a esfera dos relacionamentos passe a uma dimens\u00e3o que localiza o ser no fen\u00f4meno de existir. Eventualmente, suas letras possibilitam n\u00e3o um questionamento sobre desilus\u00f5es amorosas, mas desdobram as possibilidades pro ouvinte fazer-se perguntas significativas que questionam seu lugar no mundo.<\/p>\n<p>&#8220;Is It Cold In The Water?&#8221; \u00e9 o som de uma can\u00e7\u00e3o cujas d\u00favidas insistentes recondicionam \u00e0s quest\u00f5es sensoriais que norteiam a cantora. Em vez de respostas, a m\u00fasica \u00e9 um recept\u00e1culo de transforma\u00e7\u00f5es, &#8220;I&#8217;m swimming, I&#8217;m breathing, evaporating \/ Is it cold in the water? \/ I&#8217;m liquid, I&#8217;m floating into the blue&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Infatuation&#8221; e muitas outras faixas fazem o plano de fundo n\u00e3o pras &#8220;rela\u00e7\u00f5es sociais l\u00edquidas&#8221; (Zygmunt Bauman), mas pra dilui\u00e7\u00e3o de si no enigma abundante, insaci\u00e1vel, da globaliza\u00e7\u00e3o. Sophie nota que a recondu\u00e7\u00e3o de si ao lugar da abund\u00e2ncia flu\u00edda \u00e9 o que pode continuar leg\u00edtimo na m\u00fasica. O mal funcionamento tecnol\u00f3gico, ao contr\u00e1rio do institu\u00eddo, n\u00e3o apenas fragmenta essa unidade pr\u00f3pria como amplia as possibilidades de refra\u00e7\u00e3o. Ecoando essas vozes divergentes como parte de um todo irrevers\u00edvel, a cantora otimiza e reconhece a alegria do tempo presente.<\/p>\n<p>Nossas extens\u00f5es tecnol\u00f3gicas atingem outros fragmentos. A m\u00fasica pop rearranja, desde sempre, nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo e sabendo disso a cantora reverte os questionamentos comuns como algu\u00e9m que analisa o espa\u00e7o n\u00e3o apenas \u00e0 dimens\u00e3o musical, mas como algu\u00e9m que \u00e9 parte ativa do (n\u00e3o) funcionamento contempor\u00e2neo. Seja ao som de vozes desconhecidas (&#8220;Whole New World\/Pretend World&#8221;) ou em todos os <em>autotunes<\/em>, a m\u00fasica apresentada espelha a reformata\u00e7\u00e3o da indecis\u00e3o moderna, de que algu\u00e9m est\u00e1 sempre sendo uma coisa diferente, nova.<\/p>\n<p>Outro elemento crucial da m\u00fasica pop \u00e9 a repeti\u00e7\u00e3o exaustiva de refr\u00f5es cantantes e assobi\u00e1veis, mas neste disco essa associa\u00e7\u00e3o \u00e9 feita \u00e0 exaust\u00e3o da pr\u00f3pria deformidade da f\u00f3rmula, atrav\u00e9s de quase-refr\u00f5es, de quase vozes. Can\u00e7\u00f5es como &#8220;Whole New World\/Pretend World&#8221; est\u00e3o compressas em uma infinitude, porque cada repeti\u00e7\u00e3o \u00e9 retrabalhada e surge de modo diferente da anterior como uma remodula\u00e7\u00e3o infiel de algu\u00e9m que sempre se enxerga de modo diferente no espelho (o fracasso da diferen\u00e7a \u00e9 renegado e o estranhamento de formas repetitivas \u00e9 uma pot\u00eancia. O que nos espera \u00e9 o constante desencontro, aguardando fora das instala\u00e7\u00f5es-fortalezas do conglomerado urbano. Nossa situa\u00e7\u00e3o atual, a inconst\u00e2ncia, \u00e9 encarada de modo afirmativo &#8211; transformando o que \u00e9 refratado, estetizando  diferen\u00e7as).<\/p>\n<p>Mas depois do processo de diferencia\u00e7\u00e3o extremo, surge um futurismo que potencializa coparticipa\u00e7\u00f5es ativas na forma\u00e7\u00e3o de uma nova maneira de ouvir m\u00fasica e ser transformado pelos sons. &#8220;Oil Of Every Pearl&#8217;s Un-Insides&#8221;, de Sophie, \u00e9 uma cr\u00edtica ao medo e \u00e0 covardia da constante transforma\u00e7\u00e3o proporcionada pela contemporaneidade.<\/p>\n<p>Ser nost\u00e1lgico n\u00e3o transforma a mat\u00e9ria, mas a paix\u00e3o pela transforma\u00e7\u00e3o possibilita outros modos de estar no mundo.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>1. It&#8217;s Okay To Cry<br \/>\n2. Ponyboy<br \/>\n3. Faceshopping<br \/>\n4. Is It Cold In The Water?<br \/>\n5. Infatuation<br \/>\n6. Not Okay<br \/>\n7. Pretending<br \/>\n8. Immaterial<br \/>\n9. Whole New World\/Pretend World<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 10,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 15 de junho de 2018<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 39 minutos e 55 segundos<br \/>\nSelo: Future Classic<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Sophie<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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