{"id":52356,"date":"2018-07-13T13:44:54","date_gmt":"2018-07-13T16:44:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=52356"},"modified":"2018-07-13T15:10:07","modified_gmt":"2018-07-13T18:10:07","slug":"resenha-eartheater-irisiri","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-eartheater-irisiri\/","title":{"rendered":"RESENHA: EARTHEATER &#8211; IRISIRI"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"52357\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-eartheater-irisiri\/eartheater-capa-irisiri\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"eartheater-capa-irisiri\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?resize=540%2C540\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-52357\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/eartheater-capa-irisiri.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Aqueles que reconhecem nos resqu\u00edcios um discurso perif\u00e9rico querem falar sobre os seres que vivem espectralmente. \u00c9 um di\u00e1logo oco, \u00e9 local em que a representa\u00e7\u00e3o se manifesta e esse pr\u00f3prio movimento evidencia aus\u00eancia. Mas esse local t\u00edmido, como as vozes do disco, pode apreender uma solid\u00e3o fundamental compartilhada pelos seres humanos, um isolamento no qual o ser se resguarda pra suportar o arremesso no mundo.<\/p>\n<p>&#8220;IRISIRI&#8221;, de Eartheater, \u00e9 configurado por murm\u00farios perp\u00e9tuos que abdicam do enigma da codifica\u00e7\u00e3o pra emergir a cada estilha\u00e7o. As imagens antecedem outrem, pois estabelecem rela\u00e7\u00f5es antes da subjetiva\u00e7\u00e3o personalizada. Eartheater rumina em todos os instantes a partir de um isolamento que \u00e9 t\u00e3o palp\u00e1vel quanto distante: aquele por onde todos passam, distante em fun\u00e7\u00e3o de o Outro sempre ser uma abstra\u00e7\u00e3o inapreens\u00edvel da primeira pessoa. N\u00f3s conhecemos tanto o lugar do resguardo quanto a dist\u00e2ncia indiferente.<\/p>\n<p>Os dias passam e perdemos contato a ponto de perguntarmos de que mat\u00e9ria eram feitam as coliga\u00e7\u00f5es que existiam. O que as fundamentava? Identifica-se com o esfacelamento e a corros\u00e3o da mat\u00e9ria, ambos onipresentes e manifestando-se cronicamente. N\u00f3s vamos pra um lugar paradoxal: recuperar o passado \u00e9 imposs\u00edvel, expurgar seus fantasmas tamb\u00e9m. Todos que n\u00f3s perdemos estar\u00e3o presentes em incorpora\u00e7\u00f5es mutiladas preenchendo um lugar saturado pela abund\u00e2ncia de espa\u00e7os-vazios. Ou eles conseguir\u00e3o encontrar-nos em sua plenitude e poderemos conviver com os resqu\u00edcios em paz.<\/p>\n<p>Onde a empatia pelo que foi perdido pode nascer? Como o amor aconteceu num terreno t\u00e3o hostil (em que cada um convive com imenso pesar)? Eartheater suplica. Eartheater hesita, como se a n\u00e3o consuma\u00e7\u00e3o do porvir a enlouquecesse. Eu imagino que pra ela o dia e sua claridade ocultem tanto quanto a noite e sua escurid\u00e3o. N\u00f3s vamos transcender essas formas e senti-las apropriadamente, como elas merecem (os produtores de m\u00fasica eletr\u00f4nica podem decodificar seus pr\u00f3prios instrumentos. Considere que os sons se manifestam minimamente, orquestrados por belas harmonias que contrariam a simplicidade da voz. Eartheater manifesta uma falta de preocupa\u00e7\u00e3o com as constru\u00e7\u00f5es convencionais, porque brotar a cada instante \u00e9 seu principal objetivo).<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, talvez o cemit\u00e9rio \u00e9 mesmo o lugar pra coreografias invertidas, em que as m\u00e3os fazem a vez de p\u00e9s e possa surgir do horizonte centralizado algu\u00e9m que evoca um novo tipo de nascimento. Alexandra Drewchin, que \u00e9 a Eartheater, surge, no videoclipe de &#8220;Claustra (Pan)&#8221; (faixa que n\u00e3o est\u00e1 no disco), como algu\u00e9m que vai se unir a uma esp\u00e9cie de manifesta\u00e7\u00e3o-macabra de si. Se Alexandra Drewchin faz uma coreografia sem compara\u00e7\u00f5es, \u00e9 porque ela reconheceu um lugar leg\u00edtimo pra protagonizar esse testemunho: o de desencontrar a si mesma transfigurada em uma forma bizarra. Mas talvez n\u00f3s que estamos encarando o v\u00eddeo de uma maneira muito conservadora: n\u00e3o h\u00e1 nada de macabro em potencializar a multiplica\u00e7\u00e3o de si (seja simbolicamente ou, como no clipe, corporalmente). Afinal, \u00e9 culpa dos olhares acostumados ao simplismo mercadol\u00f3gico a impossibilidade de acolher a imagem que surge como pura-apari\u00e7\u00e3o. Nos peda\u00e7os sonoros, o vazio \u00e9 avaliado como uma propaga\u00e7\u00e3o-m\u00e1xima em quem habita o mundo. Este, em sua forma mais simples, n\u00e3o consegue apreender as coisas com nomea\u00e7\u00f5es, mas somente ir de encontro ao que lhe \u00e9 estranho, atra\u00eddo pela proximidade-poss\u00edvel. Essa m\u00fasica que potencializa o estranhamento permitindo novas locomo\u00e7\u00f5es no que parecia ser um ambiente saturado pela superf\u00edcie de f\u00f3rmulas arcaicas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tWo0nP7Qi4o\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Esse tipo de m\u00fasica diz a partir de lugares silenciosos e, teoricamente, mortos, onde o distanciamento primordial do mundo-constru\u00eddo lhe permite celebrar a vida de um jeito menos caricato. A avalia\u00e7\u00e3o de quem est\u00e1 nesse lugar rejeita os constructos como ego ou subjetividade, propiciando uma nova rela\u00e7\u00e3o com a composi\u00e7\u00e3o musical e a coreografia, por exemplo. Isso \u00e9 uma m\u00fasica que relocaliza sua fun\u00e7\u00e3o. Ela ignora os lugares inflacionados e migra pros pontos-mortos, porque neles as possibilidades s\u00e3o menos capitalizadas. A m\u00fasica eletr\u00f4nica \u00e9 capaz de rearranjar as expectativas de mercado com seus pr\u00f3prios instrumentos mais utilizados e evidenciar que h\u00e1 um terreno incompleto cuja obscuridade possibilita novas formas (transformar o espa\u00e7o sufocado em redimensionamentos a partir dos sons. A &#8220;modifica\u00e7\u00e3o&#8221; como maneira de dizer algo obscuro. As m\u00fasicas abrem em sussurros que v\u00e3o se transformar n\u00e3o pela altera\u00e7\u00e3o de volume, mas como uma evoca\u00e7\u00e3o de sonoridades abstratas justapondo-se ao sil\u00eancio origin\u00e1rio).<\/p>\n<p>Alexandra ent\u00e3o assiste a si mesma se desdobrar em multiformas enquanto n\u00e3o estranha esse fen\u00f4meno, mas o acolhe. Nesse ponto, a isola\u00e7\u00e3o atrai o que o mundo repele como um im\u00e3 de resqu\u00edcios e esbo\u00e7os. Mas, como algu\u00e9m que transp\u00f5e o vazio enquanto habitat criativo, os retalhos de Alexandra se comprimem e evidenciam um desconforto no processo construtivo. Ao redor de dois minutos de &#8220;Switch&#8221;, as vozes de fundo circulam repetitivamente enquanto a principal \u00e9 sugada por essa espiral, claramente atra\u00edda pelo conjunto meio-f\u00fanebre que o coletivo desenha.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=654121247\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/alexdrewchin.bandcamp.com\/album\/irisiri\">IRISIRI by Eartheater<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>A m\u00fasica, de repente, mostra-se como constru\u00e7\u00e3o ef\u00eamera capaz de transitar nos polos mais diferentes deste mundo. Por se prolongar atrav\u00e9s dos gestos variados que Alexandra pode acessar todas suas possibilidades sem a media\u00e7\u00e3o de algo como conceito ou desejo. Esse novo significado (a combina\u00e7\u00e3o de vultos imperfeitos) pode ser acessado pela radicaliza\u00e7\u00e3o dos processos produtivos, que causam um desencontro entre o que \u00e9 pr\u00e9-estabelecido e o que \u00e9 capaz de erradicar o corpo em sensa\u00e7\u00f5es urgentes. Eartheater e outros produtores contempor\u00e2neos capacitam audi\u00e7\u00f5es pra al\u00e9m de sonoridades competentes e pl\u00e1sticas, utilizando elementos de sua fabrica\u00e7\u00e3o em uma radicaliza\u00e7\u00e3o que propicia uma abertura cujo espa\u00e7o \u00e9 o ponto em que o ser pode justamente surgir sem limita\u00e7\u00f5es (no desmantelamento brota um novo corpo, novas vozes. Alexandra Drewchin desenha nos n\u00e3o-lugares uma sauda\u00e7\u00e3o \u00e0 alteridade poss\u00edvel. Tais n\u00e3o-lugares, ao inv\u00e9s de ressoarem como carga negativa, possibilitam uma nova forma de se relacionar com o espa\u00e7o onde se encontra. Essas loca\u00e7\u00f5es s\u00e3o ressignificadas pelo corpo que as percorre, em que cria\u00e7\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de transforma\u00e7\u00e3o. Elas podem ser encontradas em qualquer espa\u00e7o renegado do mundo aparente, bastando uma rela\u00e7\u00e3o criativa pra caracteriz\u00e1-las como habitat receptivo. Como inalar ar puro depois de um tempo, essa habita\u00e7\u00e3o possibilita rela\u00e7\u00f5es mais \u00edntimas com o espa\u00e7o em que se est\u00e1. Eles s\u00e3o t\u00e3o pueris e ef\u00eameros quanto a casa em que se habita, pois todo lugar r\u00edgido resguarda um enigma constitutivo. Arte e com\u00e9rcio divergem quando aquela encara o cemit\u00e9rio como um lugar do nascimento-poss\u00edvel enquanto a comodifica\u00e7\u00e3o visa o lucro em cima dos corpos mortos).<\/p>\n<p>Um consumidor jamais perceberia a possibilidade infinita abrigando um cemit\u00e9rio. N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia a sonoridade do disco soar fr\u00edgida e congelada em primeira inst\u00e2ncia. A m\u00fasica eletr\u00f4nica pode aliar-se a esse espa\u00e7o pra desvelar suas estruturas. A massa dessa produ\u00e7\u00e3o \u00e9 remodelada pelos ouvintes quando estes percebem que se trata de descobrir algo enquanto se \u00e9 descoberto. Como declarei antes, os resqu\u00edcios constitutivos podem ser apreendidos em seus movimentos. Mas jamais aprisionados, pois est\u00e3o sempre a caminho de renegar o espa\u00e7o prim\u00e1rio pra transformarem-se.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>01. Peripheral<br \/>\n02. Inclined<br \/>\n03. Not Worried<br \/>\n04. Inkling<br \/>\n05. MTTM<br \/>\n06. Inhale Baby (ft. Odwalla1221)<br \/>\n07. Curtains<br \/>\n08. Slyly Child<br \/>\n09. Switch<br \/>\n10. Trespasses<br \/>\n11. MMXXX (ft. Moor Mother)<br \/>\n12. C.L.I.T.<br \/>\n13. In Vitro<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 8,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 8 de junho de 2018<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 39 minutos e 15 segundos<br \/>\nSelo: PAN<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Alexandra Drewchin<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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