{"id":52659,"date":"2018-08-22T16:15:00","date_gmt":"2018-08-22T19:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=52659"},"modified":"2018-08-22T16:17:33","modified_gmt":"2018-08-22T19:17:33","slug":"resenha-shygirl-cruel-practice","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shygirl-cruel-practice\/","title":{"rendered":"RESENHA: SHYGIRL &#8211; CRUEL PRACTICE"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"52660\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shygirl-cruel-practice\/shygirl-capa-cruelpractice\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"shygirl-capa-cruelpractice\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?resize=540%2C540\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-52660\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/shygirl-capa-cruelpractice.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Os \u00faltimos dias da vida ser\u00e3o despeda\u00e7ados em fragmentos que nem se correspondem, nem s\u00e3o autorreferentes. Cidades em completa dispers\u00e3o. Ent\u00e3o, as pessoas passar\u00e3o a se comunicar a partir de estilha\u00e7os que anulam a compreens\u00e3o. Mulheres e homens falar\u00e3o uma l\u00edngua de decad\u00eancia. Os charlat\u00e3es de hoje v\u00e3o monetizar ainda mais; \u00e9 na aliena\u00e7\u00e3o plena que a ideologia do capital funciona. For\u00e7as que prov\u00eam de subdiscursos ganhar\u00e3o pot\u00eancia quando n\u00e3o existir discurso algum. E a mania pela comunica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 enfim sabotada pela ratifica\u00e7\u00e3o civil de ambientes individuais em homenagem a si pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>&#8211; Essa passagem \u00e9 tomada como rascunho de experi\u00eancia enquanto fica claro, no metr\u00f4, que as pessoas est\u00e3o dispersas no mesmo ambiente, distantes no mesmo ve\u00edculo em movimento. No disco, Shygirl examina as frestas estruturais que podem estimular a experi\u00eancia em conjunto. O capitalismo neoliberal centraliza o indiv\u00edduo como antro de origem sensorial. Mas a estimula\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia a partir das rachaduras pode estimular algum del\u00edrio novo.<\/p>\n<p>&#8211; Cantando pra tentar esmiu\u00e7ar essa ordem que segrega coparticipa\u00e7\u00f5es, Shygirl categoriza a dist\u00e2ncia da experi\u00eancia em conjunto como algo a ser superado no ultraurbanismo contempor\u00e2neo. A m\u00eddia fonogr\u00e1fica tem de recuperar um espa\u00e7o selado pelas edifica\u00e7\u00f5es do consumo. Armada como uma terminologia pr\u00f3pria de publicidade (material, autodescoberta, existencialismo etc.), a m\u00fasica tem fortalecido discursos hegem\u00f4nicos: g\u00eaneros derivados de g\u00eaneros derivados pra compor uma f\u00f3rmula fechada de entreter o ouvinte por quase uma hora; os mesmos barulhos distorcidos, o mesmo refr\u00e3o alto etc. N\u00f3s eventualmente encontraremos as mesmas apar\u00eancias de novo e de novo, mas \u00e9 diferente encarar as mesmas comodidades quando se est\u00e1 consciente de outras intera\u00e7\u00f5es poss\u00edveis. De repente, todo o conhecimento que pode ser acessado pelos nossos dedos se transforma em ang\u00fastia; h\u00e1 irrita\u00e7\u00e3o nas hiperf\u00f3rmulas que circulam como se fossem diferentes entre si, mas na verdade correspondem \u00e0 mesma indetermina\u00e7\u00e3o abstrata de um &#8220;todo&#8221;. N\u00f3s nos escondemos, forjamos bolhas de curtidas e autorrefer\u00eancias pra encobrir o fato de que toda essa intera\u00e7\u00e3o \u00e9 ego\u00edsta, apenas espelhamento forjado em virtuais corpos alheios. No metr\u00f4, no celular, em lugar algum. Tome nota das apar\u00eancias, veja o que sobra quando fecha os olhos a n\u00e3o ser um incontorn\u00e1vel e abstrato &#8220;todo&#8221;.<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;Nasty&#8221;, a terceira faixa, pode ser lida como batidas hipn\u00f3ticas, que &#8211; com as esquisitas vozes iniciais &#8211; evidencia um processo de autossabotagem: afirmando o livre arb\u00edtrio, mas deixando claro como as op\u00e7\u00f5es s\u00e3o limitadas e forjadas, portanto pr\u00e9-determinadas. Como uma cultura, o mito da livre escolha \u00e9 produzido como escolhas dispostas pela media\u00e7\u00e3o do consumo. A m\u00fasica permite a tens\u00e3o da dualidade &#8220;disso&#8221; ou &#8220;aquilo&#8221;, da reentr\u00e2ncia visitada por um ac\u00famulo que justap\u00f5e viabilidades, em vez de reneg\u00e1-las. Essas justaposi\u00e7\u00f5es permitem criar uma rela\u00e7\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o\/estranheza simult\u00e2nea com a m\u00fasica. Sua natureza intermedi\u00e1ria \u00e9 capaz de rastrear os fantasmas do real e identificar como eles tamb\u00e9m armazenam outras op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Nossa rea\u00e7\u00e3o com estes fantasmas encarnados em virtualidades pode transformar-se. As passagens valem a pena porque, se atento, pode-se transitar pelos lugares de forma que estes deixem algum resqu\u00edcio criativo. A face na capa do disco convoca a abrigar os resqu\u00edcios de uma r\u00e1pida e incisiva audi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 307px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=283868852\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/shygirl93.bandcamp.com\/album\/cruel-practice\">Cruel Practice by Shygirl<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Por que n\u00e3o acelerar e intensificar o processo de intera\u00e7\u00e3o? Primeiramente, fora Temer, &#8220;Cruel Practice&#8221; brinca com sua pr\u00f3pria modula\u00e7\u00e3o pra transformar constantemente seus res\u00edduos sonoros em outras coisas:<\/p>\n<p>&#8211; Discos como &#8220;Cruel Practice&#8221; apresentam sequ\u00eancias mel\u00f3dicas que alteram levemente suas vozes (<a href=\"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-sophie-oil-of-every-pearls-un-insides\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mais ou menos como a SOPHIE faz<\/a>), pra reafirmar a diferen\u00e7a e a semelhan\u00e7a simult\u00e2neas de cada fragmento. Com a influ\u00eancia, cada vez maior, dos instrumentos eletr\u00f4nicos, isso j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 algo incomum &#8211; mas o disco constr\u00f3i suas pr\u00f3prias intermedia\u00e7\u00f5es e paradoxos, acelerando a desconstru\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias m\u00fasicas at\u00e9 que elas apresentem uma diferen\u00e7a estrutural gritante do que eram h\u00e1 dois minutos. Mas &#8220;Cruel Practice&#8221; n\u00e3o \u00e9 apenas uma contrariedade \u00e0s &#8220;m\u00fasicas estranhas&#8221; contempor\u00e2neas, ele tamb\u00e9m afirma que em todo esse processo de constru\u00e7\u00e3o h\u00e1 um n\u00famero infinito de modula\u00e7\u00f5es poss\u00edveis. Em vez de comodificar barulhos esquisitinhos, o disco tem uma clara inclina\u00e7\u00e3o a um pop fragmentado que coabita diversos g\u00eaneros musicais desestruturados quando combinados.<\/p>\n<p>&#8211; A composi\u00e7\u00e3o deste disco me soa como se a cantora estivesse dizendo pros outros n\u00e3o se atreverem a pisarem em seu calo. Essas pessoas s\u00e3o aquelas que andam sem a autoconfian\u00e7a suficiente de que podem interagir com o ambiente e \u00e9 poss\u00edvel andar em outras dire\u00e7\u00f5es que n\u00e3o a linha reta e lenta de uma fila no metr\u00f4. A incipi\u00eancia deste projeto \u00e9 essa: afirmar uma identidade flu\u00edda transitando pelos espa\u00e7os-vazios de uma metr\u00f3pole abarrotada. Eu tomo essa sondagem como se a artista estivesse sinalizando, e redescobrindo, novas forma de atuar nas instala\u00e7\u00f5es urbanas. Shygirl reapresenta-me a um mundo que subexiste enquanto eu ando de l\u00e1 pra c\u00e1 pela cidade, reparando muito pouco nas possibilidades horizontalizadas.<\/p>\n<p>&#8211; A hist\u00f3ria da Shygirl poderia ser qualquer outra hist\u00f3ria de uma pessoa que se atreve a andar e andar pela cidade sabendo que o pr\u00f3prio ato da caminhada pode somar significado a essa simples a\u00e7\u00e3o. Muitos lan\u00e7amentos influenciados por batidas e sons industriais confrontam a &#8220;l\u00f3gica&#8221; de apenas representar a confus\u00e3o contempor\u00e2nea, atrav\u00e9s da representa\u00e7\u00e3o de possibilidade criativa nesses espa\u00e7os (SOPHIE, novamente, e Lolina v\u00eam \u00e0 mente). &#8220;Cruel Practice&#8221; \u00e9 composto por can\u00e7\u00f5es e sons residuais de uma Era em que o progresso tecnol\u00f3gico j\u00e1 est\u00e1 estabelecido e n\u00e3o resta mais estranh\u00e1-lo, mas pensar no que \u00e9 poss\u00edvel criar a partir de suas falhas, neutralidades e vantagens. Ao longo do disco, as vozes diferenciam-se at\u00e9 tornarem-se quase surreais se comparadas ao que eram anteriormente. Ainda assim, s\u00e3o as mesmas vozes &#8211; como se o ato de repetir nunca pudesse ser id\u00eantico ao in\u00edcio. Aquela forma de apreender o passado e como essa modula\u00e7\u00e3o (presente) altera n\u00e3o s\u00f3 o futuro, mas tamb\u00e9m  as interpreta\u00e7\u00f5es do que aconteceu.<\/p>\n<p>&#8211; Em cortes bruscos e letras impositivas, cada fragmento \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o potencial. Ela encontra express\u00e3o nas coisas que lhe escampam e nas coisas sobre as quais tem controle. Neste ponto, &#8220;Cruel Practice&#8221; subverte a l\u00f3gica de opor conceitos \u00e0 medida que os justap\u00f5e.  N\u00e3o podemos reconhecer plenamente suas caracter\u00edsticas, mas reconhecemos algo, enquanto estranhamos outra coisa e consumimos tudo. Ou, enquanto toda essa simultaneidade ocorre, \u00e9 poss\u00edvel reparar em &#8220;defeitos&#8221; e belezas desenhados sobre espa\u00e7os que sempre nos pareceram nulos. Queremos n\u00e3o s\u00f3 o novo, mas uma redimens\u00e3o de velhas estruturas em busca de integra\u00e7\u00f5es, anteriormente, imposs\u00edveis.<\/p>\n<p>&#8211; H\u00e1 algu\u00e9m l\u00e1 fora redimensionando espa\u00e7os est\u00e1ticos. Este disco esbo\u00e7a um movimento nesse sentido. Em vez de se afirmar por barulhos ou refr\u00f5es, ele assimila tudo isso em um universo que tem o desdobramento como regra. Ele re\u00fane os fragmentos que mencionei no primeiro par\u00e1grafo e os assimila de uma maneira em que a integra\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja apenas simb\u00f3lica, mas movimentada. Criando m\u00fasica \u00e0 beira de um descobrimento, Shygirl aproxima-se de uma modula\u00e7\u00e3o que preserva seu passado enquanto se reinventa. As dimens\u00f5es f\u00edsicas de um tempo em que tudo escoa pelo virtual. Experi\u00eancia e lugar se fundem quando todas as formas \u00e0 minha frente possibilitam uma intera\u00e7\u00e3o. Shygirl est\u00e1 interessada em bagun\u00e7ar esses lugares, em encontrar brechas que os possibilitem uma nova abertura. Pra ela, a experi\u00eancia tem a ver com remodular faces semelhantes e bagun\u00e7\u00e1-las pra que outras configura\u00e7\u00f5es possibilitem um novo espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Ela faz m\u00fasica pra reviver posi\u00e7\u00f5es estanques.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>1. Rude<br \/>\n2. O<br \/>\n3. Nasty<br \/>\n4. Gush<br \/>\n5. Asher Wolfe<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 9,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 25 de maio de 2018<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 13 minutos e 19 segundos<br \/>\nSelo: NUXXE<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Sega Bodega e Dinamarca<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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