{"id":54310,"date":"2019-05-23T16:28:36","date_gmt":"2019-05-23T19:28:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=54310"},"modified":"2019-05-23T16:28:36","modified_gmt":"2019-05-23T19:28:36","slug":"resenha-holly-herndon-proto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-holly-herndon-proto\/","title":{"rendered":"RESENHA: HOLLY HERNDON &#8211; PROTO"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"54311\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-holly-herndon-proto\/hollyherndon-capa-proto\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"hollyherndon-capa-proto\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?fit=540%2C540&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?resize=540%2C540\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"540\" class=\"alignnone size-full wp-image-54311\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/hollyherndon-capa-proto.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>A cole\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas do \u00faltimo trabalho de Holly Herndon demonstra um apelo aos sentidos. Em sua \u00e1urea comumente chamada de <em>avant-garde<\/em>, as dissocia\u00e7\u00f5es das vozes formam um coro erigido atrav\u00e9s da m\u00fasica de <em>laptop<\/em>. H\u00e1 uma completa recusa em seguir progn\u00f3sticos da m\u00fasica <em>mainstream<\/em>, ainda que se apropriando, nitidamente, de procedimentos dela pra formatar um campo em que a subjetividade artificial ganhe o espa\u00e7o que merece.<\/p>\n<p>Herndon v\u00ea seu procedimento como se houvesse <a href=\"https:\/\/www.stereogum.com\/2041686\/holly-herndon-proto-interview\/franchises\/interview\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#8220;&#8230;no real trajectory for that, there\u2019s no real model for that&#8230;&#8221;<\/a>. &#8220;Proto&#8221; explora a tecnologia n\u00e3o como media\u00e7\u00e3o entre o ser humano e o mundo, mas como um ente em que h\u00e1 subjetividade pr\u00f3pria, uma manifesta\u00e7\u00e3o que foge do controle criativo da produtora. E isso n\u00e3o \u00e9 transfigurar um conceito prim\u00e1rio \u00e0 necessidade do ouvinte, mas &#8220;talk about the actual joy of the music-making and that it is hopefully music that people can just hear and enjoy without necessarily knowing all the ins and outs of it&#8221; (<em>&#8220;falar sobre a verdadeira alegria da cria\u00e7\u00e3o musical e a m\u00fasica que as pessoas esperam ouvir e curtir sem necessariamente conhecer todos os meandros&#8221;<\/em>). O resultado \u00e9 um fonema quebrado que surge dentro de uma embalagem domesticada, um cavalo de troia, cuja invas\u00e3o disruptiva quebre a objetividade da palavra e permita que uma cont\u00ednua iman\u00eancia se aproprie da trajet\u00f3ria circunscrita do disco.<\/p>\n<p>Herndon oferece m\u00faltiplas abas de um navegador que colecionam uma experi\u00eancia pr\u00f3pria enquanto ficam esquecidas, ao tempo em que o usu\u00e1rio desce o <em>feed<\/em> do Twitter. H\u00e1 uma vida pr\u00f3pria, espectral, propagandas de cinco segundos, v\u00eddeos de famosos, sons do Skype, uma m\u00faltipla dimens\u00e3o cujo in\u00edcio e fim passam desapercebidos, pacotes digitais libertando-se das melodias relat\u00e1veis e ganhando estranheza com um idioma anteriormente conhecido. Claro, a velocidade com que os nervos percorrem esse percurso n\u00e3o estipula um per\u00edodo determinado e as superf\u00edcies digitais desafiam uma l\u00f3gica de racionaliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 tudo uma rea\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de uma superf\u00edcie que se basta.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea quiser adentrar mais e mais nessas abas, h\u00e1 de se ter a no\u00e7\u00e3o de que elas s\u00e3o intermin\u00e1veis. Elas fecham e geram <em>cookies<\/em>, mercadorias que diagnosticam em qual molde do algoritmo de tags relacion\u00e1veis voc\u00ea se encaixa. A hist\u00f3ria de um muro, entre si e o outro tecnol\u00f3gico, que \u00e9 quebrado e reconstitu\u00eddo ciclicamente, sendo o usu\u00e1rio\/ouvinte respons\u00e1vel tanto por parte da destrui\u00e7\u00e3o como parte da constru\u00e7\u00e3o, sendo que a outra parte se esvai, dissolve-se e \u00e9 consumida. &#8220;Proto&#8221; \u00e9 uma resposta \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna da tecnologia, porque n\u00e3o conceitua a linguagem ou a rela\u00e7\u00e3o de poder como origin\u00e1rios da subjetividade, mas aufere a subjetiva\u00e7\u00e3o da tecnologia, antes impens\u00e1vel nos moldes humanistas. \u00c9 uma mistura surreal da conviv\u00eancia com a tecnologia, um resultado da paranoia de estar sempre <em>online<\/em>. Cr\u00edticos, eu incluso, ainda n\u00e3o conseguem classificar essa rela\u00e7\u00e3o porque n\u00e3o h\u00e1 como n\u00e3o ser ref\u00e9m dela. Em vez de moralizar esta narrativa, a produtora permite que o outro tecnol\u00f3gico ganhe vida, surgindo com barreiras e empatias pr\u00f3prias. Essas faixas trazem a recusa da simplifica\u00e7\u00e3o, uma abertura completamente percebida porque necessitam de uma correla\u00e7\u00e3o pra existirem. Mais ao ponto, o procedimento de Herndon \u00e9 desmistificar o tes\u00e3o, t\u00e3o comum entre ouvintes e m\u00fasicos contempor\u00e2neos, de se encontrar a refer\u00eancia. N\u00e3o importa a fonte ou o <em>sample<\/em>, mas como a cria\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a e da harmonia pode ser percebida musicalmente. Tamb\u00e9m, neste \u00e1lbum, a intelig\u00eancia artificial \u00e9 creditada como respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o, estabelecendo um aceno p\u00fablico de que a criatividade n\u00e3o \u00e9 privil\u00e9gio dos seres humanos. Em tudo isso, as m\u00fasicas de Herndon demandam uma valoriza\u00e7\u00e3o radical do que se entende por cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda assim, at\u00e9 em que se sabe, &#8220;Proto&#8221; necessita da estipula\u00e7\u00e3o humana pra ser concebido em qualquer dimens\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=1999046559\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/hollyherndon.bandcamp.com\/album\/proto\">PROTO by Holly Herndon<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>A m\u00fasica de Herndon abra\u00e7a a cria\u00e7\u00e3o digital como uma alternativa concreta aos algoritmos. A diferen\u00e7a n\u00e3o surge da sonoridade radical, mas da utiliza\u00e7\u00e3o diversa desses mesmos sistemas <em>online<\/em> que condicionam uma padroniza\u00e7\u00e3o sociocultural. Faixas como &#8220;Extreme Love&#8221; afirmam uma fragmenta\u00e7\u00e3o selvagem; ouvindo-a cuidadosamente, percebe-se uma divis\u00e3o entre paisagem lun\u00e1tica e afirma\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas de d\u00favidas sobre espa\u00e7o, asteroides e buracos negros. Elas s\u00e3o maravilhas de um tempo perfurado que une o astrof\u00edsico absoluto ao ser humano isolado em seu quarto, apenas com a luz azulada do <em>notebook<\/em> sinalizando algo em meio \u00e0 escurid\u00e3o. Ao mesmo tempo, elas s\u00e3o tocadas com algum ritmo, alguma harmonia quebrada que permite os questionamento mais complexos, dentro de uma estrutura sonora relativamente simples e mel\u00f3dica. Essas faixas induzem uma inclina\u00e7\u00e3o \u00e0 plena digitaliza\u00e7\u00e3o, mas s\u00e3o m\u00fasicas em seu sentido mais tradicional. N\u00e3o relegam o passado. Alimentam-no.<\/p>\n<p>A opacidade, os questionamentos vazios, \u00e9 perfurada por uma velha certeza de composi\u00e7\u00e3o musical, que beira o classicismo ou a m\u00fasica religiosa. A melhor das faixas em exibir isso \u00e9 &#8220;SWIM&#8221;, que parece ser um interc\u00e2mbio entre os per\u00edodos mais sombrios e aceit\u00e1veis de uma sociedade p\u00f3s-apocal\u00edptica. Herndon tem sempre vozes distorcidas ao seu dispor, que funcionam como instrumentos de uma constru\u00e7\u00e3o alternativa em cima de antigas constru\u00e7\u00f5es sonoras. &#8220;Evening Shades (Live Training)&#8221; prova a inclina\u00e7\u00e3o religiosa, mas interpelada por um cen\u00e1rio decadente em cont\u00ednuo desmoronamento, como se a a\u00e7\u00e3o passasse-se numa esp\u00e9cie de mosteiro digital localizado numa ind\u00fastria ruidosa depois de uma explos\u00e3o nuclear.<\/p>\n<p>Conceitualmente, o sucesso de Herndon \u00e9 em catalogar a tens\u00e3o entre a cont\u00ednua alimenta\u00e7\u00e3o cibern\u00e9tica e um legado musical com o qual ela trabalha (ela foi criada no Tennessee, em meio a li\u00e7\u00f5es b\u00edblicas e corais religiosos). Em adi\u00e7\u00e3o a isso, ela trabalha o \u00e1lbum como um elemento de composi\u00e7\u00e3o anterior a alguma formula\u00e7\u00e3o engajada.<\/p>\n<p>Ela pega emprestado esses &#8220;si&#8221; digitais que circulam normalmente em prol de empresas capitalistas (Google, Facebook) pra tentar diagnosticar a ruptura em que eles possam ser pot\u00eancias criativas. A extra\u00e7\u00e3o pra de ser grotesca e bizarra e h\u00e1 uma troca de possibilidades entre vozes mercantilizadas. O comprometimento de Herndon com a g\u00eanese digital \u00e9 em criar uma alternativa em que a automa\u00e7\u00e3o saia do papel mal\u00e9volo t\u00e3o normalmente difundido nas fic\u00e7\u00f5es cient\u00edficas p\u00f3s segunda guerra mundial. Herndon sai da reclama\u00e7\u00e3o \u00f3bvia e f\u00e1cil de &#8220;somos todos algoritmos&#8221; pra estipular uma realidade palp\u00e1vel em que a dimens\u00e3o criativa seja potencializada pela intelig\u00eancia artificial. Isso parece ser a demanda certa ao imaginar computadores como co-intimidades que auxiliem na visualiza\u00e7\u00e3o de um futuro livre. H\u00e1 uma braveza pouca vista na m\u00fasica e teoria cr\u00edtica contempor\u00e2neas, que assume no presente uma transforma\u00e7\u00e3o mais profunda do que simples armadilhas verbais.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>01. Birth<br \/>\n02. Alienation<br \/>\n03. Canaan (Live Training)<br \/>\n04. Eternal<br \/>\n05. Crawler<br \/>\n06. Extreme Love (com Lily Anna Hayes e Jenna Sutela)<br \/>\n07. Frontier<br \/>\n08. Fear, Uncertainty, Doubt<br \/>\n09. SWIM<br \/>\n10. Evening Shades (Live Training)<br \/>\n11. Bridge (com Martine Syms)<br \/>\n12. Godmother (com Jlin)<br \/>\n13. Last Gasp<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>NOTA: 10,0<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: 10 de maio de 2019<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 44 minutos e 07 segundos<br \/>\nSelo: 4AD<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Holly Herndon e Mat Dryhurst<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-shit-and-shine-new-confusion-e-persher-man-with-the-magic-soap\/\" title=\"RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;\">RESENHA: SHIT AND SHINE &#8211; &#8220;NEW CONFUSION&#8221;; E PERSHER &#8211; &#8220;MAN WITH THE MAGIC SOAP&#8221;<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-skullcrusher-quiet-the-room\/\" title=\"RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM\">RESENHA: SKULLCRUSHER &#8211; QUIET THE ROOM<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-feliz-fm-nome-morto-j-p-caron-a-juventude-do-rio-de-janeiro-respira-por-aparelhos-ruidosos\/\" title=\"RESENHA: FELIZ FM, NOME MORTO &#038; &#038; J.-P. 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