{"id":57229,"date":"2021-05-07T14:12:15","date_gmt":"2021-05-07T17:12:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=57229"},"modified":"2021-05-07T14:16:49","modified_gmt":"2021-05-07T17:16:49","slug":"faixa-a-faixa-containers-from-a-room-in-a-missing-country","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/faixa-a-faixa-containers-from-a-room-in-a-missing-country\/","title":{"rendered":"FAIXA A FAIXA: CONTAINERS &#8211; FROM A ROOM IN A MISSING COUNTRY"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"57230\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/faixa-a-faixa-containers-from-a-room-in-a-missing-country\/containers3\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers3.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"containers3\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers3.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers3.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"containers\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-57230\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers3.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers3.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>&#8220;From A Room In A Missing Country&#8221; \u00e9 o terceiro disco do Constainers, de Maur\u00edcio Catellani. Foi lan\u00e7ado em 5 de maio de 2021, de maneira mais uma vez independente.<\/p>\n<p>O t\u00edtulo refere-se ao fato de fazer arte em um pa\u00eds \u00e0 deriva, sem comando (ou orienta\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o que se precisava), durante a pior crise humanit\u00e1ria da hist\u00f3ria brasileira, que em um ano, at\u00e9 a data de lan\u00e7amento do disco, havia matado mais de 418 mil pessoas em territ\u00f3rio nacional (oficialmente falando, sem contar subnotifica\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>&#8220;A m\u00fasica que abre e d\u00e1 t\u00edtulo ao disco trata do fato de ter que ficar preso em casa por conta do isolamento social e da sensa\u00e7\u00e3o de desamparo por estarmos vivendo dentro de uma pandemia num pa\u00eds desgovernado, perdido&#8221;, escreveu Catellani ao <strong>Floga-se<\/strong>, neste faixa-a-faixa cheio de revela\u00e7\u00f5es sobre como a obra foi feita.<\/p>\n<p>O trabalho chega tr\u00eas anos depois do bacana &#8220;Hereafter&#8221;, de 2018, seu segundo disco (<a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/containers-hereafter\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">leia e ou\u00e7a aqui<\/a>). Por\u00e9m, esse parece oferecer ao ouvinte (e novas audi\u00e7\u00f5es talvez confirmem tal sensa\u00e7\u00e3o) um Containers mais leve e descompromissado do que os anteriores (basta ouvir &#8220;Dog&#8217;s Mind&#8221; e &#8220;Missing You(th)&#8221; pra imaginar tal conclus\u00e3o).<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio autor d\u00e1 cr\u00e9dito a suas inten\u00e7\u00f5es, citando artistas que se espelhou, mas o ouvinte poder\u00e1 descobrir mais. Fa\u00e7a sua mente sair do quarto. Ela ainda n\u00e3o est\u00e1 presa, apesar de pandemia e desse governo.<\/p>\n<p><strong>01. From A Room In A Missing Country<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;A m\u00fasica que abre e d\u00e1 t\u00edtulo ao disco trata do fato de ter que ficar preso em casa por conta do isolamento social (pela pandemia de covid-19) e da sensa\u00e7\u00e3o de desamparo por estarmos vivendo dentro de uma pandemia num pa\u00eds desgovernado, perdido, como sugere o t\u00edtulo da faixa.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o \u00e9 antiga \u2013 como a maioria das m\u00fasicas do disco \u2013  e fazia parte de um disco que eu pretendia lan\u00e7ar uns vinte anos atr\u00e1s, mas que n\u00e3o saiu do esbo\u00e7o. Pra mim, o clima da m\u00fasica remete a &#8216;Sea Chance&#8217; do Beck, de fato um artista que eu escutava bastante quando criei a can\u00e7\u00e3o e ainda hoje gosto muito. Harmonicamente, provavelmente seja a m\u00fasica mais elaborada do disco, tem muito acorde complexo ali no meio, apesar de talvez n\u00e3o parecer sem uma audi\u00e7\u00e3o mais atenta. A gra\u00e7a est\u00e1 ai&#8221;.<\/p>\n<p><strong>02. Detachment<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Tamb\u00e9m uma can\u00e7\u00e3o antiga. \u00c9 provavelmente a can\u00e7\u00e3o mais &#8216;pra cima&#8217; do disco. A \u00fanica com uma estrutura que possibilitou que o refr\u00e3o se repetisse tr\u00eas vezes. Eu chamaria a aten\u00e7\u00e3o nesta faixa pra percuss\u00e3o, que o Bruninho (<em>Bruno Marques<\/em>) caprichou. Gosto tamb\u00e9m da ponte antes do \u00faltimo refr\u00e3o, que tem um clima meio cabar\u00e9, meio brega, onde me aventuro um pouquinho pelo piano, que, diga-se, nem sei tocar direito, e prepara uma cama pro \u00faltimo refr\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><strong>03. The Clock<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;A letra desta m\u00fasica trata da passagem do tempo, como entrega o t\u00edtulo, ou da influ\u00eancia que a passagem do tempo pode ter sobre a percep\u00e7\u00e3o de um indiv\u00edduo sobre suas pr\u00f3prias experi\u00eancias. Algo que antes trazia esperan\u00e7a, pode passar a ser fonte de ang\u00fastia, dada a finitude de tudo. Ent\u00e3o, a melodia e a letra, como estrutura, se repetem nas duas estrofes e nos dois refr\u00f5es (como a passagem do tempo, que \u00e9 linear, sempre se repetindo) por\u00e9m, a letra sofre pequenas altera\u00e7\u00f5es, como por exemplo, quando no primeiro refr\u00e3o se ouve &#8216;he keeps going on with eyes full of hope&#8217;, no segundo temos &#8216;so he keeps going on with eyes like stones&#8217;; ou ainda, no primeiro refr\u00e3o &#8216;living with this hope in his soul&#8217; e depois &#8216;living with a clock in his bones&#8217;, o que pretende demostrar que, a despeito da linearidade do tempo, nossa percep\u00e7\u00e3o est\u00e1 sujeita a nossas subjetividades, a nossa finitude e nossa consci\u00eancia sobre essa finitude.<\/p>\n<p>Pra mim, essa m\u00fasica tem um pitada de Pavement na fase &#8216;Terror Twilight&#8217;, ou mesmo da carreira solo do Malkmus.<\/p>\n<p>Ah, mais uma m\u00fasica composta h\u00e1 bastante tempo&#8221;.<\/p>\n<p><strong>04. Mariana Trench<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Eu considero o baixo o fio condutor desta m\u00fasica. Quase em <em>loop<\/em>, ele permanece se repetindo quase que durante toda a m\u00fasica, enquanto melodia, harmonia e arranjos v\u00e3o se desenvolvendo por cima. Certamente h\u00e1 v\u00e1rias m\u00fasicas que partem desta premissa, mas uma que me vem \u00e0 cabe\u00e7a \u00e9 &#8216;How To Disappear Completely&#8217;, do Radiohead, repare (se ainda n\u00e3o reparou).<\/p>\n<p>Mariana Trench (Abismo das Marianas) \u00e9 o lugar mais profundo dos oceanos, portanto da Terra. A letra \u00e9 subjetiva, mas obviamente trata de ir fundo em algo, ir at\u00e9 o fim. Fica a crit\u00e9rio de cada ouvinte o que merece tal mergulho. De alguma forma, eu espero que os arranjos da m\u00fasica, que, pra mim, t\u00eam um clima, digamos, oce\u00e2nico, ajudem nesse mergulho&#8221;.<\/p>\n<p><strong>05. Dog&#8217;s Mind<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;A primeira m\u00fasica a ser gravada, foi uma das \u00faltimas a ser composta. Na verdade, esta m\u00fasica nasceu de um dia de testes do controlador de midi que tinha acabado de comprar. Baixei um <em>plugin<\/em> de instrumentos de cordas pra testar o controlador e acabei criando um arranjo de cordas que achei interessante e acabei por compor uma can\u00e7\u00e3o baseada nas cordas, o que foi uma novidade pra mim, j\u00e1 que componho sempre no viol\u00e3o ou na guitarra.<\/p>\n<p>A pretens\u00e3o \u00e9 que esta m\u00fasica soe um pouco como os \u00faltimos discos do Spiritualized, um tipo de m\u00fasica que me causa um certo bem estar, um conforto.<\/p>\n<p>A letra \u00e9 bem literal e trata do relacionamento de um cachorro e seu dono, mas, claro, pode ser entendida como met\u00e1fora pra uma rela\u00e7\u00e3o abusiva, de submiss\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><strong>06. Confusing Routine<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Esta foi a \u00faltima m\u00fasica composta e gravada. Na verdade, eu j\u00e1 estava com o disco pronto, mixado e masterizado, quando compus esta can\u00e7\u00e3o. Sonhei com a melodia (sim, clich\u00ea dos clich\u00eas, eu sei) e resolvi grav\u00e1-la e inclu\u00ed-la no disco. Do ponto de vista harm\u00f4nico, esta can\u00e7\u00e3o tem um aspecto interessante: a letra varia entre retratar momentos de calma e de confus\u00e3o (o pano de fundo desta tamb\u00e9m \u00e9 a pandemia) e, apesar de o vocal manter quase sempre a mesma linha mel\u00f3dica, a harmonia vai ficando mais &#8216;torta&#8217;, acompanhando o que a letra descreve. Uma forma sutil de dar mais sustenta\u00e7\u00e3o \u00e0 inten\u00e7\u00e3o da can\u00e7\u00e3o. Como se ainda que na superf\u00edcie (melodia da voz) pouca coisa esteja diferente, no fundo (harmonia) est\u00e1 tudo uma grande confus\u00e3o.<\/p>\n<p>Nesta o Bruno n\u00e3o toca bateria, sou eu mesmo quem &#8216;toca&#8217; (<em>plugin<\/em> simulador de bateria)&#8221;.<\/p>\n<p><strong>07. Normosis<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Um aspecto interessante desta m\u00fasica, que certamente \u00e9 a mais pesada do \u00e1lbum, \u00e9 que n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o mais antiga do disco, como as guitarras que se ouve s\u00e3o as que foram gravadas na \u00e9poca em que ela foi composta, uns vinte anos atr\u00e1s. Cheguei a regravar as guitarras, com pedal de <em>fuzz<\/em> (big muff) e de <em>drive<\/em> (rat), mas, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, n\u00e3o achei que ficaram t\u00e3o legais quanto as originais, gravadas com um pedal <em>heavy metal<\/em> com defeito, da Oliver (!) e meio mal tocadas (<em>risos<\/em>).<\/p>\n<p>Sobre o que trata a letra, recorro ao dicion\u00e1rio: &#8216;a normose pode ser definida como o conjunto de normas, conceitos, valores, estere\u00f3tipos, h\u00e1bitos de pensar ou agir, que s\u00e3o aprovados por consenso ou pela maioria em uma determinada sociedade e que provocam sofrimento, doen\u00e7a e morte'&#8221;.<\/p>\n<p><strong>08. Quite The Opposite<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;A can\u00e7\u00e3o mais intimista do disco, tem letra da minha amiga Karen, ent\u00e3o n\u00e3o vou me meter a tentar explic\u00e1-la. Um lance legal na letra \u00e9 uma cita\u00e7\u00e3o ao Portishead, que resolvi fazer: &#8216;scattered seeds, buried lives, mysteries of our disguise revolve&#8217;. A m\u00fasica me parece ter um clima meio Portishead, ent\u00e3o tive a ideia de fazer a cita\u00e7\u00e3o, que casou direitinho com o som, inclusive melodicamente (a cita\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 na letra, a melodia que eu canto \u00e9 igual a que a Betty Gibons canta).<\/p>\n<p>Nesta m\u00fasica, o Bruno n\u00e3o gravou a bateria. O que se ouve fazendo as vezes de caixa de bateria, sou eu batendo com a m\u00e3o no console de madeira onde fica meu computador. Era pra ser s\u00f3 uma guia, mas achei legal, coloquei um <em>reverb<\/em> e mantive&#8221;.<\/p>\n<p><strong>09. Missing You(th)<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;M\u00fasica mais animada do disco. Meio hedonista, meio saudosista. <em>Just for fun<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p><strong>10. Night#<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Essa \u00e9 a que tem a letra mais pessoal e trata da noite em que conheci minha namorada.<\/p>\n<p>Acho que \u00e9 a m\u00fasica mais clim\u00e3o, pretensamente emulando, quem sabe, Cocteau Twins e outras bandas com essa sonoridade, que minha namorada adora.<\/p>\n<p>A letra tem uns lances engra\u00e7ados, por exemplo, &#8216;I had lost my job, so I went to Vegas&#8217;, pode parecer que eu perdi o emprego, peguei um avi\u00e3o e fui pra Las Vegas. Nada disso. Eu de fato perdi meu emprego naquele dia, mas n\u00e3o fui para os EUA, eu fui para a Rua Augusta, no finado Vegas, onde de fato conheci a musa da can\u00e7\u00e3o. E o &#8216;Jesus&#8217; que est\u00e1 conosco desde aquela noite \u00e9 o &#8216;and Mary Chain&#8217;, n\u00e3o o de Nazar\u00e9 (<em>risos<\/em>)&#8221;.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=294216450\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"https:\/\/containers1.bandcamp.com\/album\/from-a-room-in-a-missing-country\">From a Room In a Missing Country by Containers<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Todas as m\u00fasicas foram compostas por Maur\u00edcio Catellani, bem como a mixagem e as letras, com exce\u00e7\u00e3o de &#8220;Detachment&#8221;, de Andr\u00e9 Bertolucci, e &#8220;Normosis&#8221;, &#8220;Quite The Opposite&#8221; e &#8220;Missing You(th)&#8221;, de Karen Figueiredo e Catellani.<\/p>\n<p>Bruno Marques toca bateria nas faixas 1, 2, 3, 4, 5, 7 e 9, com grava\u00e7\u00e3o em casa. Todos os outros instrumentos s\u00e3o de Catellani, gravados em casa, com vocais no Est\u00fadio Casa da V\u00f3.<\/p>\n<p>A masteriza\u00e7\u00e3o \u00e9 de Alejandra Luciani (Sugar Kane \u00c1udio).<\/p>\n<p>01. From A Room In A Missing Country<br \/>\n02. Detachment<br \/>\n03. The Clock<br \/>\n04. Mariana Trench<br \/>\n05. Dog&#8217;s Mind<br \/>\n06. Confusing Routine<br \/>\n07. Normosis<br \/>\n08. Quite The Opposite<br \/>\n09. Missing You(th)<br \/>\n10. Night #1<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"57231\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/faixa-a-faixa-containers-from-a-room-in-a-missing-country\/containers-fromaroom\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"containers-fromaroom\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?resize=300%2C300\" alt=\"containers-from-a-room-in-a-missing-country\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-57231\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/containers-fromaroom.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/video-containers-get-over\/\" title=\"V\u00cdDEO: CONTAINERS &#8211; GET OVER\">V\u00cdDEO: CONTAINERS &#8211; GET OVER<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/containers-hereafter\/\" title=\"CONTAINERS &#8211; HEREAFTER\">CONTAINERS &#8211; HEREAFTER<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/video-containers-hitchhiker\/\" title=\"V\u00cdDEO: CONTAINERS &#8211; HITCHHIKER\">V\u00cdDEO: CONTAINERS &#8211; HITCHHIKER<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/containers-free-of-me\/\" title=\"CONTAINERS &#8211; FREE OF ME\">CONTAINERS &#8211; FREE OF ME<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;From A Room In A Missing Country&#8221; \u00e9 o terceiro disco do Constainers, de Maur\u00edcio Catellani. 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