{"id":57344,"date":"2021-06-02T18:10:56","date_gmt":"2021-06-02T21:10:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=57344"},"modified":"2021-09-13T21:08:11","modified_gmt":"2021-09-14T00:08:11","slug":"revisitando-quincy-jones-the-pawnbroker-1964","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-quincy-jones-the-pawnbroker-1964\/","title":{"rendered":"REVISITANDO: QUINCY JONES &#8211; THE PAWNBROKER (1964)"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"57346\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-quincy-jones-the-pawnbroker-1964\/quincyjones1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"quincyjones1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones1.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"quincy-jones\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-57346\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones1.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones1.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Quincy Jones tinha 30 anos quando conheceu pessoalmente Sidney Lumet. Ele j\u00e1 havia lan\u00e7ado uma s\u00e9rie de \u00e1lbuns de <em>jazz<\/em> (o primeiro \u00e9 de 1955) e era bastante conhecido, mas n\u00e3o a ponto de ser chamado por Hollywood pra fazer a trilha de um filme. A bem da verdade, ele n\u00e3o conhecia nenhum homem preto que fora contratado pra essa posi\u00e7\u00e3o. E Jones gostava de apreender os sons do filme que assistia, algo pra ser incorporado \u00e0s suas cria\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quando Lumet, um homem nascido da televis\u00e3o, que havia conseguido um \u00eaxito em sua estreia na telona (um fracasso de bilheteria, mas que se tornou cl\u00e1ssico com o passar dos anos), com &#8220;12 Homens E Uma Senten\u00e7a&#8221; (12 Angry Men), em 1957, come\u00e7ou a trabalhar no projeto que viria a se tornar &#8220;O Homem Do Prego&#8221; (The Pawnbroker), ele n\u00e3o tinha Jones em mente. Mas Lena Horne, atriz e dan\u00e7arina, tamb\u00e9m afrodescendente, como Jones, juntou os dois e Lumet aceitou o desafio de dar a Jones o espa\u00e7o pra sua estreia no cinema.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi uma escolha imediata. O diretor antes havia pensado em Gil Evans e at\u00e9 mesmo em John Cage.<\/p>\n<p>N\u00e3o era um projeto dentro dos padr\u00f5es. Antes de largar a televis\u00e3o de vez, Lumet fez pouca coisa, al\u00e9m da estreia, de relev\u00e2ncia &#8211; vale citar, claro, &#8220;Vidas Em Fuga&#8221; (The Fugitive Kind, 1960, com Marlon Brando) e &#8220;Longa Jornada Noite Adentro&#8221; (Long Day&#8217;s Journey Into Night, 1962), mais um teatr\u00e3o pesado. &#8220;The Pawnbroker&#8221; contava uma hist\u00f3ria n\u00e3o usual.<\/p>\n<p>A Segunda Grande Guerra havia acabado h\u00e1 apenas dezenove anos (da data do lan\u00e7amento, em 1964, mas o projeto come\u00e7ou a ser gestado em 1960, quinze anos depois do fim do conflito) e as feridas estava t\u00e3o abertas que a Guerra Fria era o maior problema do mundo naquele momento. Tanto que o pr\u00f3prio Lumet filmou e lan\u00e7ou em 1964, junto com &#8220;O Home Do Prego&#8221;, o \u00f3timo &#8220;Limite De Seguran\u00e7a&#8221; (Fail Safe).<\/p>\n<p>Hollywood vinha bebendo nessa fonte j\u00e1 h\u00e1 um tempo, mostrando o sucesso dos Aliados. Filmes exultantes. Mas em nenhum momento havia mostrando as sequelas. &#8220;O Homem Do Prego&#8221; \u00e9 justamente isso: o primeiro filme a mostrar os problemas cotidianos psicol\u00f3gicos enfrentados por um judeu &#8220;resgatado&#8221;, uma v\u00edtima direta da guerra.<\/p>\n<p>Rod Steiger \u00e9 Sol Nazerman, dono de uma loja de penhores em Nova Iorque e que leva a vida se arrastando, sem emo\u00e7\u00f5es, atormentado pelo passado. Enquanto estava no campo de concentra\u00e7\u00e3o, ele testemunhou o estupro de sua esposa e a perdeu com seus dois filhos. Sem emo\u00e7\u00f5es, pra ele, a \u00fanica coisa que importa \u00e9 o dinheiro. O habitat o faz entrar em contato com v\u00e1rios personagens marginais da sociedade, um submundo sem glamour algum, distante daquela Nova Iorque cheia de vida vendida ao mundo. Nazerman sente repulsa pela ra\u00e7a humana e trata com desprezo a todos, desde seus clientes at\u00e9 seu ansioso assistente, um rapaz ambicioso de ascend\u00eancia latina.<\/p>\n<p>Lumet enfrentou o tema de forma ainda mais \u00e1spera, ao inv\u00e9s de amaci\u00e1-lo. Boris Kaufman, diretor de fotografia polon\u00eas (que trabalhou com o direto em &#8220;12 Homens E Uma Senten\u00e7a&#8221;), utilizou o realismo nas cenas externas, com uso zero de luz artificial, especificamente nas cenas noturnas, se valendo do neon cafona e massacrante da cidade, e a maravilhosa cena da chuva, que deu um filtro cinza ao quadro e normalmente afugentava os cineastas da \u00e9poca. Nas cenas internas, a loja \u00e9 cheia de grades, trancas e pequenos espa\u00e7os escuros, sem entrada de sol, tal como o protagonista enfrentou nos campos de concentra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ralph Rosenblum foi o editor escolhido, que abusou dos cortes r\u00e1pidos, com m\u00ednimos fotogramas, e mensagens subliminares, com o personagem lutando contra as mem\u00f3rias, numa estrat\u00e9gia utilizada desde o princ\u00edpio do cinema, especialmente pra propaganda de produtos e ideias. Mais incomoda do que informa.<\/p>\n<p>E, por fim, Quincy Jones. Nos cr\u00e9ditos iniciais, depois de um come\u00e7o id\u00edlico, quase uma propaganda de margarina, Nova Iorque aparece, com o clima imaginado por Jones explodindo na tela: n\u00e3o ser\u00e1 uma jornada f\u00e1cil. E n\u00e3o \u00e9. Quem v\u00ea o filme, mergulha nas dores de Nazerman, e as notas de Jones contribuem com a sensa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bW69NLppYS4\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ADxWZcIwuME\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Quincy Jones trabalhou nos arranjos e com as orquestra\u00e7\u00f5es de Richard Hazard e Billy Byers.<\/p>\n<p>O peso do <em>jazz<\/em> funqueado marcante do compositor \u00e9 a cara de Nova Iorque (e de Chicago), e por alguma raz\u00e3o que s\u00f3 a cabe\u00e7a dele e de Lumet poderiam conceber, funciona perfeitamente como cama pra um tema t\u00e3o pesado e uma atua\u00e7\u00e3o t\u00e3o marcante, como a de Steiger. A pe\u00e7a-t\u00edtulo conta com vocais de Marc Allen, sublinhando o peso dram\u00e1tico.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uFFEK-UKkfk\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A trilha do resto do filme move-se sem esfor\u00e7o entre elementos de <em>jazz<\/em>, bossa nova e <em>soul<\/em>, conseguindo preencher a lacuna entre a v\u00edvida cidade que acolheu o personagem principal e a morte de seu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O time de m\u00fasicos tem Freddie Hubbard e Bill Berry nos trompetes; J. J. Johnson no trombone; Anthony Ortega no sax soprano; Oliver Nelson nos sax alto e tenor; Jerry Dodgion no sax alto; Toots Thielemans na harm\u00f4nica; Don Elliott no vibrafone; Dave Grusin no piano; Dennis Budimir na guitarra; Carol Kaye no baixo; Tony Williams, Bob Cranshaw e Art Davis no baixo ac\u00fastico; Elvin Jones na bateria; e Ed Shaughnessy na percuss\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;The Panwbroker&#8221; Foi a estreia de Jones no cinema, o que o fez mudar-se pra Los Angeles e abra\u00e7ar a carreira de produtor de trilhas &#8211; at\u00e9 seu \u00e9pico grande feito comercial, &#8220;Thriller&#8221;, de Michael Jackson (1982), que novamente o colocou em duas escalas de atua\u00e7\u00e3o. Quincy Jones fez mais de quarenta trilhas e tem sete indica\u00e7\u00f5es ao Oscar, incluindo como produtor de filmes (e o mais importante \u00e9 &#8220;A Cor P\u00farpura&#8221;, de Steven Spielberg, de 1985).<\/p>\n<p>O que faz da de &#8220;The Pawnbroker&#8221; algo t\u00e3o especial \u00e9, pra al\u00e9m da sua estreia, o fato de Jones e Lumet terem colocado no mercado uma obra controversa (h\u00e1 os primeiros seios nus, numa briga com a censura), de tema pesado, sem se importar com o que a cr\u00edtica e, muito menos, a audi\u00eancia pensaria. E n\u00e3o \u00e9 assim que nascem os cl\u00e1ssicos?<\/p>\n<p>01. Theme From The Pawnbroker<br \/>\n02. Main Title<br \/>\n03. Harlem Drive<br \/>\n04. The Naked Truth<br \/>\n05. Otez&#8217; Night Off<br \/>\n06. Theme From The Pawnbroker (Instrumental Version)<br \/>\n07. How Come, You People!<br \/>\n08. Rack &#8216;Em Up<br \/>\n09. Death Scene<br \/>\n10. End Title<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"57345\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-quincy-jones-the-pawnbroker-1964\/quincyjones-thepawnbroker\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"quincyjones-thepawnbroker\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?resize=300%2C300\" alt=\"quincy-jones-the-pawnbroker\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-57345\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?resize=83%2C83&amp;ssl=1 83w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/quincyjones-thepawnbroker.jpg?resize=55%2C55&amp;ssl=1 55w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-catherine-spaak-lesercito-del-surf-1964\/\" title=\"REVISITANDO: CATHERINE SPAAK &#8211; L&#8217;ESERCITO DEL SURF (1964)\">REVISITANDO: CATHERINE SPAAK &#8211; L&#8217;ESERCITO DEL SURF (1964)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/revisitando-barbara-dis-quand-reviendras-tu-1962\/\" title=\"REVISITANDO: BARBARA &#8211; DIS, QUAND REVIENDRAS-TU? 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