{"id":58364,"date":"2022-04-18T20:34:04","date_gmt":"2022-04-18T23:34:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/?p=58364"},"modified":"2022-10-25T20:57:29","modified_gmt":"2022-10-25T23:57:29","slug":"acidas-quatro-discos-quatro-vozes-so-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-quatro-discos-quatro-vozes-so-mulheres\/","title":{"rendered":"\u00c1CIDAS: QUATRO DISCOS, QUATRO VOZES, S\u00d3 MULHERES"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"58365\" data-permalink=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-quatro-discos-quatro-vozes-so-mulheres\/angelolsen1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/angelolsen1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"540,300\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"angelolsen1\" data-image-description=\"&lt;p&gt;angel olsen&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/angelolsen1.jpg?fit=540%2C300&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/angelolsen1.jpg?resize=540%2C300\" alt=\"angel-olsen\" width=\"540\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-58365\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/angelolsen1.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https:\/\/i0.wp.com\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/angelolsen1.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/p>\n<p>Eu tenho um verdadeiro fasc\u00ednio por vozes femininas. Elas cabem em qualquer tipo de som, se bobear at\u00e9 em baboseiras metidas a m\u00e1sculas heavymetaleiras. Da\u00ed que eu s\u00f3 busco h\u00e1 tempos discos que possam me presentear com vozes femininas das mais variadas. Aqui, tropecei em quatro. Algumas conhecidas, outras nem tanto, mas diferentes pra mostrar meu ponto.<\/p>\n<p>Ah, mas e os homens? Est\u00e3o por a\u00ed cantando tamb\u00e9m, fazendo sucesso, se divertindo e deixa eles com eles. E elas comigo. Suas vozes comigo. Sua do\u00e7ura, seu balan\u00e7o, sua agressividade, sua arte, seu talento, suas imprecis\u00f5es, seus lugares-comuns, suas tentativas de originalidade, o que for.<\/p>\n<p>Come\u00e7o com a mais conhecida, Angel Olsen, nome de anjo, voz impositiva, em estilos amplos, normalmente indie-blueseira. No seu novo disco, &#8220;Big Time&#8221; &#8211; n\u00e3o perca a conta, o sexto da mo\u00e7a, que sai dia 3 de junho de 2022, via Jagjaguwar &#8211; ela come\u00e7a com essa maravilhosamente imponente &#8220;All The Good Times&#8221;, que \u00e9 boa o suficiente pra valer o disco, mesmo se todas as as outras nove faixas foram ridiculamente constrangedoras.<\/p>\n<p>\u00c9 <em>blues<\/em>, \u00e9 orquestra, \u00e9 m\u00fasica de amor, \u00e9 uma mistura que faz sua voz meio embriagada se encaixar em cada verso, como se cada verso e letra e palavra dependesse disso pra existir.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZjXQWZryxOM\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;&#8216;Big Time&#8217; \u00e9 um \u00e1lbum sobre o poder expansivo do novo amor, mas esse brilho e otimismo s\u00e3o temperados por um sentimento profundo e em camadas de perda&#8221;, explica o texto l\u00e1 no Bandcamp. &#8220;Durante o processo de Olsen de aceitar sua estranheza e confrontar os traumas que a impediam de se aceitar completamente, ela sentiu que era hora de se assumir pra seus pais, um obst\u00e1culo que ela vinha evitando h\u00e1 algum tempo. &#8216;Finalmente, na idade madura de 34 anos, eu estava livre pra ser eu mesma&#8217;, disse ela. Tr\u00eas dias depois, seu pai morreu e logo depois que sua m\u00e3e faleceu. Os fragmentos dessa dor &#8211; o encurtamento de sua chance de finalmente ser vista mais plenamente por seus pais &#8211; est\u00e3o espalhados por todo o \u00e1lbum&#8221;.<\/p>\n<p>Se isso n\u00e3o \u00e9 triste e ao mesmo poderoso, n\u00e3o sei o que \u00e9. Angel tem, pra al\u00e9m da voz, um rosto de atriz de Hollywood dos anos 1930. Talvez ela tenha nascido na \u00e9poca errada mesmo. Como diz a Elis Regina, <a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/resenha-pressagio-novo-sitio\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">sampleada nesse trabalho excepcional<\/a> (obrigado, meu editor!), &#8220;n\u00e3o, ningu\u00e9m faz nada certo em hora errada&#8230; a hora t\u00e1 errada!&#8221;. Sim, a senhorita Olsen n\u00e3o merece a febre dos trinta segundos em dan\u00e7as rid\u00edculas no TikTok, quando faz poderos\u00edssimos lamentos como &#8220;All The Good Times&#8221; &#8211; e olhe que nem sou um f\u00e3 enraizado da mo\u00e7a, n\u00e3o me empolguei tanto com o &#8220;My Woman&#8221;, de 2016, pra se ter uma ideia.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=2472315083\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"https:\/\/angelolsen.bandcamp.com\/album\/big-time\">Big Time by Angel Olsen<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>A segunda \u00e9 uma voz que a revista Clash definiu como quando o &#8220;<em>folk<\/em> encontra o <em>jazz<\/em> em um enquadramento pop&#8221;, e a &#8220;m\u00fasica \u00e9 dominada por seu lindo vocal e as cordas exuberantes que permanecem no fundo&#8221;: eis Carmody e seu primeiro disco, &#8220;Imperfect Constellations&#8221; (lan\u00e7amento dia 10 de junho de 2022).<\/p>\n<p>Eu come\u00e7o com &#8220;Replace&#8221;, uma m\u00fasica que j\u00e1 tem certa estrada. Como ela mesma conta, &#8220;a m\u00fasica \u00e9 sobre o caos do luto e a percep\u00e7\u00e3o de que voc\u00ea n\u00e3o pode recriar algu\u00e9m depois que ele desapareceu. Ela explora as m\u00faltiplas formas que o luto pode assumir \u2013 questionando relacionamentos, explorando a espiritualidade, abuso de subst\u00e2ncias, depress\u00e3o e um desejo de crescer \u00e0 medida que voc\u00ea \u00e9 for\u00e7ado a se tornar algu\u00e9m que n\u00e3o reconhece mais&#8221;.<\/p>\n<p>Mais uma vez, \u00e9 poderoso, um adjetivo que n\u00e3o pode ser exatamente utilizado pra voz da mo\u00e7a, que est\u00e1 mais pra suave, como Sade se encontrando com Bj\u00f6rk, mas sem for\u00e7ar muito a barra.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-VqexPW0eB4\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Foi com sua av\u00f3 que buscou inspira\u00e7\u00e3o pra &#8220;Hurricane&#8221;, cujo t\u00edtulo parece apropriado pra algu\u00e9m que n\u00e3o entende muito as incongru\u00eancias naturais das pessoas, mas <em>quer entender<\/em>: &#8220;minha av\u00f3 uma vez me disse que ela n\u00e3o sonha, e que se ela sonha, n\u00e3o \u00e9 em cores. Eu fiquei tipo &#8216;uau&#8217;, essa linha tem que entrar em uma m\u00fasica. N\u00f3s temos um relacionamento estranho, porque ela \u00e9 uma mulher dif\u00edcil, mas muito ador\u00e1vel. Ela \u00e9 muito rude, ela \u00e9 muito grosseira, ela tem muito amor, mas ela n\u00e3o consegue sentir isso com frequ\u00eancia&#8221;.<\/p>\n<p>E, enquanto o viol\u00e3o \u00e9 dedilhado por tr\u00e1s e as batidas leves e um tanto padronizadas por um estilo de &#8220;eleg\u00e2ncia&#8221; um tanto datado soam,  Carmody n\u00e3o parece se preocupar muito com o que \u00e9 ou n\u00e3o &#8220;original&#8221; aos olhos dos cr\u00edticos. \u00c9 o que a voz dela parece pedir e, como que numa reden\u00e7\u00e3o, a eleg\u00e2ncia aparece sem parece uma cena feita pra esse fim. Carmody soa como ela deveria ser e \u00e9.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JPjmM8hAuJ4\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Aqui, vale um pouco dela l\u00e1 atr\u00e1s, em 2016, ainda tateando uma carreira, mostrando certa versatilidade, em compara\u00e7\u00e3o ao seu primeiro disco, numa sess\u00e3o ac\u00fastica &#8211; vale buscar seus EPs anteriores.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/g2pNqM1nDDM\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>A terceira segue um pouco essa linha, mas seremos \u00e1cidos: ela \u00e9 mais estranha, mais ousada e tem quase as mesmas ra\u00edzes musicais. Naima Bock \u00e9 uma quase-brasileira. Ela nasceu simplesmente em Glastonbury, na Inglaterra, mas viveu boa parte da sua inf\u00e2ncia no Brasil, gra\u00e7as ao pai, casado com uma grega. Segundo ela mesma faz quest\u00e3o de deixar claro, &#8220;essa heran\u00e7a combina com atividades mais recentes na m\u00fasica de Naima; desde os padr\u00f5es brasileiros que a fam\u00edlia ouvia dirigindo pra praia, at\u00e9 as tradi\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas europeias que ela aproveitou sozinha e as atividades que a interessam hoje \u2013 estudos em arqueologia, trabalho como jardineira e caminhadas pelas grandes trilhas do mundo \u2013 a m\u00fasica de Naima vem da fam\u00edlia, da terra e da transmiss\u00e3o da m\u00fasica atrav\u00e9s das gera\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<p>Ela foi exposta a uma &#8220;gama diversificada de m\u00fasica desde tenra idade&#8221;, mas a lista se forma com Baden Powell, Chico Buarque, Geraldo Vandr\u00e9 e Cartola, que tocavam constantemente em sua casa e em longas viagens pelo Brasil.<\/p>\n<p>Logo ela estava de volta \u00e0 Inglaterra, onde passou a adolesc\u00eancia e agora o in\u00edcio de sua vida adulta, como uma voz que carrega uma tanto do DNA desses g\u00eanios e que faz, de fato, sua m\u00fasica n\u00e3o ter exatamente a mesma frieza que se encontra em pares ingleses, a ponto de experimentar uma vers\u00e3o de &#8220;Berimbau&#8221;, de Vin\u00edcius De Moraes.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 208px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=3206304933\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"https:\/\/naimabock.bandcamp.com\/album\/30-degrees\">30 Degrees by Naima Bock<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Apesar do portugu\u00eas macarr\u00f4nico, o que importa ali \u00e9 sua voz astuta, um exerc\u00edcio pro primeiro disco da carreira, &#8220;Giant Palm&#8221;, que sai dia 1\u00ba de julho de 2022, pelas m\u00e3os da mesma Sub Pop que deu ao mundo a insanidade dos inquietos <em>grunges<\/em>.<\/p>\n<p>A faixa-t\u00edtulo, que faz sua voz parecer mais grave e sombria, foi escrita com Joel Burton, que tamb\u00e9m produziu todo o \u00e1lbum, e assumiu os toques de estranheza quase infantil \u00e0 m\u00fasica, com a ajuda do pai da artista, Victor Bock. A can\u00e7\u00e3o &#8220;foi a que mais refletiu nossa colabora\u00e7\u00e3o como m\u00fasicos e a inoc\u00eancia e a liberdade que caracterizaram a cria\u00e7\u00e3o da obra&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yA-qQnXESpY\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Naima, inclusive, assumiu o nome do pai. Antes, quando fazia parte do Goat Girl (exatamente a banda p\u00f3s-punk), ela assinava como Naima Jelly e tocava baixo e fazia vocais de apoio.<\/p>\n<p>Enquanto o disco &#8220;Giant Palm&#8221; parece sombrio, h\u00e1 essa capa maravilhosamente colorida, uma vitral\/azulejo no m\u00ednimo reconfortante pela ideia de liberdade.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=3852079030\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"https:\/\/naimabock.bandcamp.com\/album\/giant-palm\">Giant Palm by Naima Bock<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>E eis que chegamos nas Horsegirl. Tr\u00eas amigas, Penelope Lowenstein (guitarra, vocal), Nora Cheng (guitarra, vocal) e Gigi Reece (bateria), que som como as Breeders, mas tamb\u00e9m como os Pastels e o Yo La Tengo e, segundo orienta\u00e7\u00e3o delas mesmas, como o Belle &#038; Sebastian. E, de fato, \u00e9 um som ardentemente <em>indie<\/em>, quase naqueles engatinhantes anos 1980 quando o que foi conhecido como &#8220;indie&#8221; estava nascendo.<\/p>\n<p>Mas o vocal de Cheng e Lowenstein possui uma dose de melancolia que aproxima \u00e0s tr\u00eas vocalistas anteriores, apesar do estilo, das m\u00fasicas e da motiva\u00e7\u00e3o t\u00e3o diferente. O trio aqui n\u00e3o tenta soar adulto ou com pretens\u00f5es questionadoras-filos\u00f3ficas-maduras-ou-algo-que-o-valha. &#8220;World Of Pots And Pans&#8221; tem at\u00e9 um v\u00eddeo bacaninha:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"540\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cP-fyWI4dn8\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O primeiro disco, que tem a faixa acima, se chama &#8220;Versions Of Modern Performance&#8221;, o que soa ir\u00f4nico e ao mesmo tempo inocente. A obra ganha o mundo apenas em 3 de junho de 2022, pela famosa Matador Records.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 400px; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=3758578393\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"https:\/\/thisishorsegirl.bandcamp.com\/album\/versions-of-modern-performance\">Versions of Modern Performance by Horsegirl<\/a><\/iframe><\/p>\n<p>Se todas essas vozes n\u00e3o te convenceram a aderir \u00e0 grande busca na qual me engajei, de ouvir todas as vozes femininas legais da m\u00fasica poss\u00edvel, ou voc\u00ea n\u00e3o merce a m\u00fasica ou voc\u00ea n\u00e3o merece vozes extraordin\u00e1rias figurando na sua vida.<\/p>\n<p>Elas n\u00e3o ser\u00e3o as \u00fanicas. H\u00e1 mais, por sorte, h\u00e1 muito mais por a\u00ed.<\/p>\n<h3 class='related_post_title'>Leia mais:<\/h3><ul class='related_post'><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-sem-passado-e-sem-futuro\/\" title=\"\u00c1CIDAS &#8211; SEM PASSADO E SEM FUTURO\">\u00c1CIDAS &#8211; SEM PASSADO E SEM FUTURO<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/angel-olsen-faz-cover-de-bob-dylan-one-too-many-mornings\/\" title=\"ANGEL OLSEN FAZ COVER DE BOB DYLAN &#8211; ONE TOO MANY MORNINGS\">ANGEL OLSEN FAZ COVER DE BOB DYLAN &#8211; ONE TOO MANY MORNINGS<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-o-voo-sem-sentido-asas-pra-se-apoiar\/\" title=\"\u00c1CIDAS: O VOO SEM SENTIDO, ASAS PRA SE APOIAR\">\u00c1CIDAS: O VOO SEM SENTIDO, ASAS PRA SE APOIAR<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-a-adaptacao-de-flores-silvestres\/\" title=\"\u00c1CIDAS: A ADAPTA\u00c7\u00c3O DE FLORES SILVESTRES\">\u00c1CIDAS: A ADAPTA\u00c7\u00c3O DE FLORES SILVESTRES<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.botequimdeideias.com.br\/flogase\/acidas-uma-voz-e-tudo\/\" title=\"\u00c1CIDAS &#8211; UMA VOZ E TUDO\">\u00c1CIDAS &#8211; UMA VOZ E TUDO<\/a><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu tenho um verdadeiro fasc\u00ednio por vozes femininas. 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