Posts de ‘NPR’

30th agosto
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Essa mamata fica no ar só até o dia 14 de setembro, quando o disco será lançado. Então aproveite e ouça agora!

Explico o motivo da exclamação: pra mim, “Lisbon” é o melhor disco do ano e pronto (cabeça a cabeça com “The Suburbs”, do Arcade Fire; e, claro, “High Violet”, do National). Bom, se há controvérsias ou não, se eu exagerei ou não (e normalmente exagero), deu ao menos para entender o ponto: o disco é imperdível e por isso vale muito dispor de 45 minutos do seu tempo para debruçar nessa maravilha.

O presente é da NPR, na sua seção “First Listen” e assim que o site lá tirar essa moleza do ar, sai aqui também. Até lá, porém, você já vai estar apaixonado por esse disco (principalmente por “Stranded”):

Tags: ,
3rd agosto
2010
written by Fernando Augusto Lopes

O Newport Folk Festival acontece anualmente na cidade de Newport, Rhode Island, Esteites. A primeira edição foi lá em 1959! É realmente um lance de tradição.

E na edição que aconteceu no final de semana passado, o Swell Season ganhou destaque – e sua música pôde se sentir em casa. É Folk (às vezes folk pop) na essência. Eis o motivo do público aparentemente estar se divertindo um bocado.

A apresentação de pouco mais de uma hora se deu no último dia 1º de agosto e foi publicada na íntegra pela NPR – e agora no Floga-se pra você que vai ao show da dupla no Brasil. Baseia-se no mais recente disco, “Strict Joy”, de 2009, incluindo aí (lá pelo minuto oito) a belíssima “Low Rising”.

Vale a audição:

Tags: ,
2nd agosto
2010
written by Fernando Augusto Lopes

O disco sai hoje. Inclusive numa loja aí perto de você. É, o Arcade Fire tem esse poder, até aqui no Brasil. Compre. Ou, se ainda for descrente do poder dos canadense, ouça antes aí embaixo.

O NPR, sempre ele, colocou o site inteiro pra você ouvir, de graça, na faixa, no vasco. Um presentão pra comemorar o lançamento de “The Suburbs” (detalhes do disco aqui).

Realmente, não me recordo de um disco que tenha tantas críticas positivas como esse. No Twitter, nos blogues especializados, nos sites de grandes revistas, jornais e até artistas diversos, como Lily Allen, todos babaram em cima do disco. A reação geral é que a peça é um primor.

Pensei que essas tantas reações inflamadas tivessem nascido do fato da banda ter distribuído o disco com bastante antecipação a alguns felizardos e privilegiados veículos, de modo que eles não pudessem falar mal, pra não perder a mamata – essa é uma prática antiga e quase sempre funciona.

Aí, o rabugento aqui pensou: “não tenho rabo preso com banda, nem gravadora, então, vou falar mal, claro, por que não?”. A unanimidade é burra, como diz o outro. Mas “Suburbs”, que abre o disco, é realmente boa. Vou passar pra outra. “Ready To Start”, a gente já se cansou de ouvir. Muitas guitarras e a bateria um passo a frente, como o Arcade Fire criou como marca. Não vale também. “Modern Man” pode ser a que eu vou derrubar. Não deu… Nem na próxima, nem na seguinte, na outra…

A sequência que o Arcade Fire criou para “The Suburbs”, três anos do pouco compreendido “Neon Bible”, está perto da perfeição. Um fã da banda (e fãs são sempre xiitas) jamais vai admitir, mas esse disco pode destronar “Funeral” – na primeira audição já pareceu-me melhor, o que vai acontecer com seguidas audições? Porque o disco é um tanto viciante.

Depois de tantas críticas positivas, talvez eu esteja influenciado. Entretanto pelo que ouvi, fica difícil discordar: está aqui o candidato a disco do ano. Ou mais.

Não sei quanto tempo esse player fica ativo. Então, aproveite.

Aos que reclamaram um bocado do Floga-se não ter colocado o link para baixar o disco de graça, eu reforço: não faço isso, de jeito nenhum. Não reprovo quem baixa discos pela Internet, longe disso. Mas esse deve ser um trabalho do ouvinte, do leitor, do fã, não meu. E tem um monte de sites que fazem isso. Há dezenas e dezenas de “The Suburbs” nos megadownloads da vida.

Tags: ,
29th julho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Aos desavisados, Damasco é a capital da Síria, não a fruta. A Síria, pra quem não se localizou, é aquele país árabe, entre o Líbano, o Iraque, Israel, Jordânia, o Mediterrâneo e abaixo da Turquia.

Nesse singelo país, seus 20 milhões de habitantes podem se orgulhar de um feito e tanto: o Gorillaz fez o que é considerado até aqui o melhor show do ano – por vários motivos. Um deles é a história, contada abaixo.

Foi domingo passado, dia 25 de julho. A NPR explica tudo: “O que você está prestes a ouvir é o som de uma banda completando um ciclo, enquanto embarca num novo começo. Quando Damon Albarn decidiu continuar com o projeto do Gorillaz, chegando a um terceiro disco, ele buscou inspiração na Síria. Era março de 2009, e o ícone do britpop ficou obcecado com a música orquestral árabe; então ele levou suas demos a Damasco e gravou com a Orquestra Nacional de Música Árabe”.

O site continua: “Na Síria, Albarn trabalhou com o maestro Issam Rafea, que compõs belas peças cheia de cordas e percussão para o terceiro disco, ‘Plastic Beach’. As sessões resultaram na introdução e final de ‘White Flag’ (…). Agora veja o que aconteceu domingo à noite. Gorillaz retornou ao deserto (sic) com o elenco de ‘Plastic Beach’ e todas as estrelas para uma apresentação especial na cidade, num palácio de mil anos de idade. Sob a lua cheia, os personagens animados dividiram o palco com a Orquestra Nacional Síria e deixaram sua marca no que esperamos seja uma nova era na música do Oriente Médio”.

E os convidados especiais? Outra razão pra ser o melhor show do ano… De La Soul, Bobby Womack, Paul Simonon e Mick Jones (do Clash), Shaun Ryder (do Happy Mondays)…

Uma hora e vinte e seis minutos de show. Algo inesquecível para os sírios (na primeira vez que uma banda de rock ocidental toca por lá) – e posso dizer, pra você também, que graças à NPR, pode ouvir o show inteiro, na faixa, de graça, no vasco, aí embaixo:

Olha o setlist:

01. Pre Show
02. Orchestral Intro
03. Welcome to the World of the Plastic Beach
04. Last Living Souls
05. O Green World
06. Stylo
07. On Melancholy Hill
08. Rhinestone Eyes
09. Kids With Guns
10. Superfast Jellyfish
11. Empire Ants
12. Broken
13. Dirty Harry
14. White Flag (Intro)
15. White Flag
16. Dare
17. El Manana
18. Glitter Freeze
19. Cloud of Unknowing
20. Feel Good, Inc.
21. Clint Eastwood (Intro)
22. Clint Eastwood

18th julho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

As sessões no World Cafe Live, da WXPN, publicadas pela NPR, sempre são imperdíveis, pela qualidade, pelas entrevistas rápidas e objetivas e, principalmente, pelas bandas escolhidas.

Mas quando chamam gente do calibre do National, o negócio se torna obrigatório, entende?

Pois é… O que se ouve aqui é o National que fala de política, de música e toca como estamos acostumados: cada vez melhor. São quase 29 minutos de bate-papo e quatro músicas do sensacional último disco da banda, “High Violet”, numa sessão que foi ao ar dia 16 de julho último.

A entrevista é para David Dye, com o vocalista Matt Berninger e o guitarrista Bryce Dessner. E preste atenção como as músicas estão levemente… diferentes…

Só ouvindo…

– Entrevista (até o décimo minuto) –
1. Bloodbuzz Ohio
2. Afraid Of Everyone
3. Runaway
4. Terrible Love

16th julho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Foram apenas duas música, 13 minutos de sessão, um tanto de bate-papo e pronto: garanto que será o suficiente pra você gostar desse programinha do Broken Social Scene, na estrada pra promover o recente lançamento, “Forgiveness Rock Record” (clique aqui pra detalhes).

O lance é que as duas músicas são “Sweetest Kill” e “Walter In Hell”, duas das mais bacanas do disco.

Então, sem muito lero-lero, vai aí:

12th julho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Não, o site não está à venda. Mas ele fez um vídeo de apresentação própria do canal NPR no YouTube. Um vídeo simples, bacaninha, de 40 segundos, convidando-o a se inscrever no canal.

A música de fundo é “Drowning Men”, do Fanfarlo, de quando a banda passou pelo Tiny Desk Concerts.

E este post é só pra isso: pro Floga-se também dar sua contribuição e convidá-lo a acessar lá o canal da NPR. É só clicar aqui e se inscrever. Se não for o melhor site de música, é bem perto disso. Então, merece essa força.

Eis, portanto, o vídeo:

Se você nunca entrou no site, então tá viajando: clique aqui e perca nas milhares de opções do NPR Music.

Tags: ,
7th julho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Parece piada. Não é. O Church ainda existe – e mais: está produzindo, gravando discos e fazendo shows, vez por outra. Em 2009, por exemplo, a banda lançou o aplaudido “Untitle #23″, seu…hã… 23º disco (embora a banda diga que não é o 23º disco).

A WXPN, no seu World Cafe Live, também não. Nessa sessão, você ouvirá uma explicação sobre o título do disco. E mais do que isso, obviamente, poderá ouvir a banda além do super-mega-hiper-hit “Under The Milk Way”, de 1988.

Há “Pangaea”, desse disco mais recente; além de “Lousiana”, do disco de 1998, “Hologram Of Baal”; e, por fim, “Already Yeasterday”, do disco de 1986, “Heyday”. Claro, também tem um tanto de entrevista nesses quase 21 minutos de programa.

Serve como uma enorme curiosidade – pra alguns, saudosismo. Quem é fã de carteirinha deve achar que eu é que tava viajando por acreditar que o Church havia sumido. Pode ser. A banda comemora, em 2010, 30 anos de carreira.

Mas pra outros como eu, que não lembram muito bem do Church, segue a formação atual da banda: Steve Kilbey (baixo e vocal), Marty Willson-Piper (guitarra) e Petter Koppes (guitarra), todos da formação original, além de Tim Powles (bateria). O site oficial do grupo é esse: http://www.thechurchband.com/ (que tá lá no “link das bandas” também).

E a sessão, que é o que interessa, tá aqui:

24th junho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Foi ao ar no último dia 22 de junho. A WXPN levou a moçoila pro seu World Cafe Live e ela desfilou como sempre sua música classuda e elegante (tal como ela – ou estou já devidamente influenciado?).

O texto de abertura da sessão, não deixa por menos, e cai na graça até genética da belezinha: “Filha da cantora-atriz britânica Jane Birkin e do cantor e compositor, ator e diretor Serge Gainsbourg, Charlotte Gainsbourg parece ter nascido para se dar bem em mais de uma área”.

Na sessão, com pouco mais de 25 minutos, quatro músicas e um bocado de entrevista, Charlotte diz porque escolheu o nome do seu terceiro e mais recente disco, “IRM”, produzido por Beck, por causa do local onde esteve internada; fala da influência familiar; e, obivamente, expõe o que podemos chamar de “charme francês”, um clichê que, afinal, existe.

É pra ouvir, se divertir e se emocionar com a música cheia de cordas e climão de cabaré (ou algo que o valha):

Clique aqui pra ouvir.

Eis a lista de músicas:
1. Le Chat Du Cafe Des Artistes
2. IRM
3. Heaven Can Wait
4. Dandelion

20th junho
2010
written by Fernando Augusto Lopes

Seguindo a trilha do post anterior/abaixo, teve The National também, mas sexta-feira, dia 11 de junho (veja a programação completa do festival aqui e pague um pau geral).

Eu teria a obrigação de colocar também o show do Flaming Lips (tocando “The Dark Side Of The Moon” de cabo a rabo – clique aqui pra ouvir: 47 minutos), do LCD Soundsystem (clique aqui pra ouvir: 1 hora e 21 minutos), do Gossip (que tem até uma cover da Tina Turner, de “What’s Love Got To Do With It?”, clique aqui pra ouvir: 1 hora e 1 minuto), do Dead Weather (clique aqui pra ouvir: 1 hora e 21 minutos), do Melvins (clique aqui pra ouvir: 1 hora e 8 minutos), mas vou colocar só o do National… Porque é National, ora, bem!

Saca o setlist e veja se preciso dizer alguma coisa. O show teve uma hora e meia. Perfeito:

01. Start A War
02. Mistaken For Strangers
03. Anyone’s Ghost
04. Bloodbuzz Ohio
05. Brainy
06. Secret Meeting
07. Slow Show
08. Squalor Victoria
09. Afraid of Everyone
10. Little Faith
11. All the Wine
12. Available
13. Conversation 16
14. Apartment Story
15. Abel
16. England
17. Fake Empire
18. Terrible Love
19. About Today

Previous