O thisquietarmy foi apresentado aqui no Floga-se na coluna de Cadu Tenório, “Engrenagem”. O disco era “Vessels”. Foi uma paixão um tanto arrebatadora. O projeto de Eric Quach se tornou um dos preferidos da casa e quando Erick Cruxen da Labirinto e Dissenso Records disse-me que ia pro Canadá pra uma turnê e que uma das pernas incluía justamente uma participação de Eric Quach, montamos um esquema pra entrevistá-lo. Cadu Leia Mais ...
Prestes a tocar pela primeira vez no Brasil, o trio estadunidense (de Austin, Texas), está lançando também seu segundo disco, com a ajuda dos fãs, “Mauve”, além de ter excursionado com o Smashing Pumpkins. É muita coisa acontecendo pra (G)Alex(y) Gehring, Elliott Frazier e Daniel Coborn. Mas, de acordo com Frazier, que atendeu a essa entrevista do Floga-se, eles só querem se divertir: “não vemos a hora de encontrar vocês; Leia Mais ...
Quando “Corridors” surgiu na Internet, nos primeiros dias de 2012, e a belíssima “Warm Waves” invadiu nossos ouvidos, aquele frescor de música nova e vibrante ficou reverberando por um bom tempo. Que maravilha seria aquela? Quem seria a mente por trás dessa maravilha? Eu e o amigo de bons sons João Vítor Medeiros (sempre vasculhando pra ver se descobre coisa boa nos confins da Internet) começamos a fuçar e descobrimos Leia Mais ...
O desejo de fazer essa entrevista nasceu quando ouvi o brilhante “Guider”, lá em fevereiro. Pensei que sinceramente eu já havia ouvido um bocado sobre esse tipo de som, e parece-me claro que o Disappears fazia algo minimamente diferente. E fui procurar na Internet se alguém tinha uma definição estrombólica e criativa pra essa definição. Não encontrei. Então, pensei: vou perguntar pra própria banda. E mandei um e-mail. Eles responderam Leia Mais ...
Um lugar pra sepultar estranhos, mas não a estranheza. O nome da banda é apropriado. Em 2003, na cidade de Nova Iorque, quando Oliver Ackermann se juntou a um conhecido e se ofereceu pra ser baterista, a música finalmente veria de volta toda a insanidade e barulheira que há muito havia sumido com a onda do britpop. Ackermann acabou ficando com a guitarra ao invés da bateria, o tal amigo Leia Mais ...
Conheço o Arctic Flow há alguns anos. Talvez desde 2008, dois anos depois que comecei com o Floga-se, de forma gaiata, sem muitas pretensões (bom, ainda não existem muitas). De lá pra cá, troco mensagens constantes com Brian Hancheck, o cabeça do Arctic Flow. Mas nunca o conheci ao vivo. Ele mora em Myrtle Beach, South Carolina, Esteites, e sinto como se fosse uma alma gêmea distante: gostamos do mesmo Leia Mais ...
O Secret Colours é uma das grandes bandas-pequenas da atualidade. O quinteto de Chicago, Esteites, surpreendeu com a estreia revivalista no disco “Secret Colours”, de 2010, cheia de microfonias, de distorção e com uma semelhança (não tão clara pra banda) com o ensurdecedor Loop – uma referência que transforma qualquer banda em “grande”. Porém, chamo de “banda-pequena” porque não é reconhecida mundialmente como deveria, muito menos no Brasil (bom, se Leia Mais ...
Um disco bastou para o Floga-se se empolgar com o Valentiger. “Power Lines To Electric Times”, de 2009, foi o pontapé inicial. Porém, parecia quase certo que seria uma banda a sumir logo após o bom primeiro disco. Mas 2011 veio e “Oh, To Know!” apareceu, surpreendendo com um trabalho final ainda melhor. Se mesmo com esses dois discos você ainda não conhecia o Valentiger, a banda se apresenta aqui, Leia Mais ...
O Eternal Summers é, talvez, a banda mais bacana que ouvi nos últimos tempos. Pra um cidadão da minha idade, que teve nos anos 80 sua criação musical, a sonoridade dos Summers é um deleite pros ouvidos. Há Siouxsie & The Banshees, há Guided By Voices, influência declarada da banda. Há um bocado de influências que mais parecem uma aula da história da música alternativa. O Eternal Summers foi um Leia Mais ...







