CENA 1 (noite – interna) Vaiber está dormindo na cadeira em frente ao computador – ligado – com o corpo curvado sobre a mesa onde está o monitor. De repente, fortes batidas na porta. Silêncio. Novas batidas secas na porta. Vaiber desperta, assustado. Meio cambaleante, caminha até a porta da casa. Abre a porta e não vê ninguém. Aos seus pés, um papel cuidadosamente dobrado. Vaiber se abaixa, ainda sonado, Leia Mais ...
Casa noturna. Luzes piscantes, fumaça. O lugar está cheio. Som alto. CENA 1 (noite – interna) Vaiber e Raiper bebem de pé, apoiados no balcão da casa noturna. Eles olham atentos o movimento. Vaiber: Raiper, Raiper… Olha ali! Não é o curador daquele festival que rola todo ano? Raiper: Opa! É ele, sim! Vaiber: Bora pagar uma gelada pra ele. Raiper: Já compra um uiscão pra ele. Vamos encher a Leia Mais ...
Boteco pé-sujo. Raiper e Vaiber tomam uma cerveja. Escurece lá fora. CENA 1 (entardecer – interna) Vaiber e Raiper bebem de pé. A CAM passeia pelo bar pé-sujo até parar em primeiro plano neles. Vaiber (reconhecendo alguém): Ei, Raiper, aquele não é o vocalista daquela banda? Como é o nome dela? Raiper (sem se empolgar): É ele mesmo. Mas não lembro o nome dele, nem da banda. Vaiber: Mas é Leia Mais ...
São Paulo. Dia chuvoso. Boteco pé-sujo, desses de beber no balcão, ovo cor de rosa, pizza engordurada e tals. CENA 1 (dia – interna) Vaiber e Raiper estão em pé, com copos e a cerveja apoiados no balcão. A chuva fina que cai do lado de fora não é sinônimo de frio. Vaiber: Precisamos gerar mais cliques pro nosso site, véi! Raiper (tomando um gole): Pode crer. Mas como? Vaiber: Leia Mais ...
São Paulo. Sol. Tempo quente. Rua movimentada, de calçada estreita. Vaiber veste calça jeans propositalmente surrada, óculos de aro preto, camisa levemente desarrumada e caminha teclando no celular. CENA 1 (dia – externa) Vaiber esbarra em algumas pessoas e murmura algumas desculpas. Num dos esbarrões ouve alguém chamando-o, tirando o transe do celular. Pessoa (satisfeita por encontrar Vaiber): Vaiber! Você é o Vaiber! Vaiber, que continuava andando, parou ao ouvir Leia Mais ...
Vaiber está em seu quarto, luz apagada, apenas com o monitor iluminando o ambiente – como sempre – e fita a tela com olhos fixos num ponto qualquer, sem piscar. Raiper está na mesma situação, só que no seu quarto, coçando a barba e tem fones de ouvido que não causam reação nenhuma com a música que toca. CENA 1 (noite – interna) O telefone toca. Vaiber desperta do seu Leia Mais ...
Vaiber está caminhando pela rua enquanto checa seu celular. Para de repente, como pra se certificar do que acabara de ler. Sua expressão muda de “impassível-blasé” pra “moleque-feliz-que-ganhou-um-presente-de-dia-das-crianças”. Ele toca a tela do celular algumas vezes e o leva à orelha. CENA 1 (noite – externa) As pessoas passam por Vaiber, que, ao telefone, volta a caminhar, bem lentamente – ou ele se concentra em andar, ou se concentra em Leia Mais ...
Raiper e Vaiber estão cada um em suas respectivas residências. Luzes apagadas, só o monitor do computador a iluminar o ambiente. Raiper tem cabelos desregrados, óculos de aro preto, barba. Vaiber, cabeça raspada a zero, brinco na orelha, incenso perfurmando o quarto. CENA 1 (noite – interna) Vaiber está de bobeira, olhando o vazio, reclinado na cadeira, com os pés pra cima, na banqueta de trabalho do escritório de casa. Leia Mais ...







