O projeto de free-noise-rock Mainliner está de volta depois de doze anos em hiato. Uma das dezenas de bandas da lenda do rock psicodélico japonês Kawabata Makoto surge do nada com seu nono disco de estúdio, mais uma violência sonora contra fones de ouvido em uma nova/velha formação. Pra tristeza dos tímpanos e alegria do cérebro… “Revelation Space”. O trio Mainliner está de volta com os membros clássicos Kawabata Makoto Leia Mais ...
A passos lentos e de forma ainda tímida, a MTB vem gahando força e novos adeptos em território nacional, extrapolando os limites de tudo que é popularmente conhecido e feito por aqui. E apesar da pequena demanda, são notáveis e de uma enorme importância o surgimento de bandas que trilham por rumos ainda pouco convencionais e explorados atualmente na música produzida dentro país. Nomes como Sobre A Máquina, Labirinto, Chinese Leia Mais ...
Bem, estou de volta das férias da coluna e indico agora o disco mais recente do Wolf Eyes. A banda não é nenhuma novidade. Graças a um contrato inusitado com a SubPop (aquela gravadora que todo mundo conhece – o primeiro disco lançado pelo selo é de 2004, “Burned Mind”, o trabalho imediatamente anterior a este) o Wolf Eyes se tornou um dos nomes mais conhecidos do noise na última Leia Mais ...
Num mundo utópico, todas as pessoas seriam realmente iguais, teriam os mesmos direitos e oportunidades, haveria segurança, felicidade, alegria e tudo o mais daquilo que as propagandas modernas de margarina vendem ser a melhor qualidade de vida. Mas o mundo, obviamente, não é assim e, longe disso, bem longe, é um lugar perverso em que o discurso da busca desse mundo ideal nem sequer se aproxima dos atos pra que Leia Mais ...
Ricardo Alexandre é uma boa inspiração pros estudantes e aspirantes a jornalistas. É só ver o currículo dele. Escreveu na Bizz, na General, Estadão, Superinteressante, Carta Capital, Capricho, Revista MTV, Folha de São Paulo e Revista 89. Foi gerente de conteúdo do Somlivre.com. Foi o diretor de redação responsável pela última etapa da Bizz, que se encerrou em 2007. Assumiu a Trip, abriu seu próprio estúdio de criação editorial. Dirigiu Leia Mais ...
“As emoções ainda estão muito frescas pra gente fazer um relato acurado do que foi a noite de ontem, e talvez seja melhor assim: contar tudo no calor do momento, mesmo sob o risco de esquecer coisas. Desde o anúncio de que abriríamos pra uma das nossas grandes influências tivemos duas semanas de muita empolgação, trabalho e alguma incredulidade. Deu tudo certo: a XYZLIVE nos tratou com a maior atenção. Leia Mais ...
Não é fácil. A discussão de como uma banda consegue projeção sem apadrinhamento será eterna, mesmo que a Internet tenha facilitado um bocado os processos e vias de acesso. Quando artistas estrangeiros vêm ao Brasil pra se apresentar, vez por outra vemos artistas nacionais abrindo esses shows, mas os critérios de escolha nunca são muito claros (não que precisem ser, afinal o evento normalmente é uma iniciativa privada, que escolhe Leia Mais ...
Há tempos falo isso, como um editorial, mas não custa repetir, mesmo que vários colegas de teclados se sintam ofendidos – não é a intenção, já que cada um constrói seus próprios parâmetros de ética e legalidade, como veremos. O Floga-se não pede credenciamento pra cobrir shows. É bizarro falar isso, mas há uma lógica. Começo por humildemente saber o lugar do site no enorme emaranhado de publicações culturais que Leia Mais ...
Eu era um adolescente, por volta dos quinze anos, quando o Harry lançou “Fairy Tales”, via Wop Bop, selo e loja paulistanos importantíssimos na década de 1980. Eu e meu irmão compramos o disco por conta do ótimo EP “Caos”, de 1987, que havia nos impressionado (principalmente a faixa-título), e talvez porque havíamos escutado, sabe-se lá onde, “Genebra”, a música-ícone do álbum (junto com “Lycanthropia”). Ter conhecido a música do Leia Mais ...
No panfleto simples, havia os dizeres: “‘Pythagoron™’ é uma nova invenção que vai te deixar ligado com o som”. “O que é ‘Pythagoron™’? Pythagoron™ é uma nova técnica de produção sonora: seus tons e ritmos eletronicamente controlados parecem ondular e mudar em simetrias infinitamente variadas. Na verdade, os tons ressoam com as ondas do cérebro pra produzir um estado de profunda loucura quando você os ouve”. “‘Pythagoron™’ soa ou causa Leia Mais ...







