Estava eu ensaiando já há alguns meses como seria minha abordagem sobre a devastação sonora que abordarei nas linhas abaixo. Pensei em várias coisas, mas deixei tudo pra lá e preferi escrever exatamente agora do zero, sem pensar em nada e deixar as palavras fluírem. É notório que a Alemanha tem um papel fundamental pra música contemporânea. O kraut está inserido em todas as manifestações musicais desde sua criação. Nomes Leia Mais ...
O dia 1º de julho de 1990, significa algo a você? Bom, pra mim, é uma data absolutamente histórica e decisiva na minha vida. Trata-se do dia em que estive frente a frente com os irmãos Reid, turnê do “Automatic”, Projeto SP, noite fria em São Paulo, decibéis acima do que os ouvidos permitem, um dia que estará pra sempre cravado na minha cabeça. A imagem de Jim Reid gritando Leia Mais ...
Boas, meu caríssimo leitor. Depois de um pequeno hiato, pela agenda de shows e ossos do ofício, a Noise Waves volta com força maior: esta edição é dedicada à nostalgia plena, carregada de idolatria e amor – muito mais do que isso, como você poderá notar. Redescobrir uma banda que é fundamental na sua formação musical é algo absolutamente deslumbrante, porque um filme pessoal passa em sua cabeça, contendo cenas Leia Mais ...
Boas… Mais uma edição da Noise Waves – mas esta um tanto quanto diferente. Nada de lançamentos em primeira mão, ou novas tendências/cenas. Nada disso. A Noise Waves desta semana terá a árdua missão de abordar uma obra-prima do shoegaze, algo que sempre desejei expressar de alguma forma e ainda não havia surgido a oportunidade. Entretanto, após uma overdose musical no já cult Dopamine, eu e meu grande amigo/comparsa dos Leia Mais ...
Boas, boas… Já estamos em fevereiro de 2012 e ainda cabe resgatar e comentar algumas obras do longínquo 2011. É sabido que vivemos atualmente um enorme resgate das sonoridades dos 90′s, em todos seus subgêneros, seja shoegaze, grunge, britpop. Vivenciamos uma enorme releitura da década de 1990, e, diga-se de passagem, grandes releituras com roupagens modernas. Um dos gêneros que merece destaque pela quantidade de grandes bandas e álbuns é Leia Mais ...
Quando me deparo a iniciar um novo texto pra Noise Waves, sempre vem à tona o seguinte: quem e qual história merece ser compartilhada com você, leitor e amigo? Porque não é uma resenha curta e grossa do álbum ou da banda, ou dizer que a influência é essa e que isso vai ou não mudar a nossa vida. O lance aqui é diferente, o que importa é como, por Leia Mais ...
Por que diabos são importantes dos discos da vida de Renato Malizia? Aliás, haverá que poderá perguntar quem diabos é Renato Malizia? Como diria minha priminha, “azar o seu que não conhece ele”. Ou mais ou menos isso. Porque Malizia é um dos maiores agitadores e apaixonados por música que eu tive o prazer de conhecer nessa saga do Floga-se. Ele é editor do ótimo The Blog That Celebrate Itself, Leia Mais ...
Feliz 2012, leitores da Noise Waves! O ano começou e já tem álbuns espetaculares lançados, é melhor ficar de olhos e ouvidos bem atentos porque promete: vem ai o debute do Dead Leaf Echo, do Lost Rivers, novos do December Sound, A Place To Bury Strangers e por ai, só pra ficarmos na expectativa… Mas aqui a vez será de um álbum que mexeu absurdamente comigo desde a primeira audição, Leia Mais ...
Época festiva que estamos vivendo… O natal está chegando, isto me traz grandes recordações familiares, outras envolvendo amigos e tudo isso se relaciona em conjunto. Resolvi, então, escrever algo pra dar de presente a todos os leitores do “Noise Waves”, nestes quase dois meses de contribuições de causos envolvendo as bandas, eu e amigos em comum, nada mais justo do que presenteá-los com um dos causos mais interessantes que vivenciei Leia Mais ...
Reykjavik, capital da distante Islândia, musicalmente conhecida por apresentar ao mundo Björk e o saudoso Sugarcubes, além dos maestros das canções gélidas o Sigur Rós. Até aí, nenhuma novidade. Músicos excêntricos, mistura de tendências e muita superexposição, isso foi o que aconteceu com o Sugarcubes, com o Sigur Rós e com a hoje chatíssima e pedante Björk. Mas no submundo da gélida e longínqua Reykjavik, desde 2000, um cara chamado Leia Mais ...







