Semana passada, publicamos o novo single do Wild Nothing, “Nowhere”. lembra? Pois hoje você ganha o lado B “Wait”, pra completar a coleção. Acredite, o nível de leveza e beleza desse lado B é o mesmo do ótimo lado A. Jack Tatum entrou pela primeira vez num estúdio pra gravar com tudo o que tem direito e não decepcionou. O single limitado a 500 cópias em vinil, via Captured Tracks, Leia Mais ...
Dia 21 de fevereiro, sai o primeiro trabalho de Jack Tatum e seu Wild Nothing, após o brilhante “Gemini”, de 2010, e o EP “Golden Haze”, do mesmo ano. É o sete polegadas “Nowhere”, via Captured Tracks (500 cópias em vinil). O single marca a primeira vez que Tatum grava num estúdio de verdade. “Gemini” havia sido todo feito no esquema caseiro, na raça. E tem a participação de Andre Leia Mais ...
A sessão aconteceu em 11 de março e foi ao ar no mesmo dia. Mas só agora surgiram os vídeos, que carregam, como sempre, uma qualidade impecável. Jack Tatum e sua turma, bastante contidos no estúdio, mostraram quatro das maravilhas do único álbum da banda até aqui, “Gemini”, incluindo a bela “Summer Holiday”. Pra arrepiar. “Summer Holiday” “Gemini” “Golden Haze” “Live In Dreams” Leia mais:OUÇA: WILD NOTHING – WAITOUÇA: WILD Leia Mais ...
Não é de se estranhar que artistas do mundo inteiro se comovam com tragédias como o terremoto que destroçou o Japão, no último dia 11 de março, e usem sua música para ajudar as vítimas. Dificilmente alguém os acusaria de aproveitadores ou o que quer que seja. No caso do Morning Benders, isso era mais do que esperado, era imperatório! Chris Chu, o vocalista da banda, nasceu no Japão e, Leia Mais ...
Na última sexta-feira, dia 4 de março e 2011, o Wild Nothing passou pelo programa do Jason Bentley, na KCRW, o “Morning Becomes Eclectic”, e durante 40 minutos encantou com a timidez de seu líder, Jack Tatum, e seu dream pop perfeito, incluindo aqui a já usual cover de “Velocity Girl”, do Primal Scream. Aqui, a sessão em áudio e logo abaixo, em vídeo. Não há muito o que falar… Leia Mais ...
Assim que ouviu pela primeira “Gemini”, o disco de estreia do Wild Nothing, um amigo disse que só maluco poderia não ficar apaixonado por essa banda. Não, não é exagero. O Wild Nothing é uma das melhores novidades que surgiram no último ano e meio. Jack Tatum e sua trupe fazem um dream-pop tão apaixonante que é impossível não se render a arroubos desses, seja na primeira audição, na segunda, Leia Mais ...
Que o Wild Nothing tem uma dívida com o pessoal da Creation, não há dúvidas e talvez nem mesmo Jack Tatum negue isso. Por outra: ele se orgulha. Tanto que nesse dia 13 de fevereiro, o Wild Nothing pagou um pequeno tributo no Bowery Ballroom, em Nova Iorque, Esteites, a uma das bandas mais significativas do selo, o Primal Scream (que hoje está na B-Unique Records). Pequeno mesmo: menos de Leia Mais ...
Da mesma maneira que os 50 discos (internacionais), a lista de 50 músicas é pra mostrar que 2010 foi um ano e tanto pra criação, divulgação e recepção da música alternativa (ou algo que o valha). Muitas das que aparecem aqui já coloquei no post dos 50 discos. O leitor mais atento, porém, perceberá que há discos entre os 50 melhores que não tem uma música sequer na lista abaixo. Leia Mais ...
Cinquenta discos parece ser muita coisa, mas acredite, deixei um bocado de coisa de fora. Deve ser porque foi 2010 um ano extraordinário. Ainda mais numa época em que os discos não são exatamente importantes. Ninguém mais precisa ter a peça toda pra ouvir uma ou duas músicas. Aqui, porém, listei aqueles cinquenta discos que na sua quase totalidade merecem ser ouvidos (e indico as músicas por onde valeria a pena Leia Mais ...
Título maravilhoso deste post… Se quisesse realmente dizer o que a gente imaginou. “Open Bar” é só mais uma das inúmeras sessões que a revista eletrônica The Fader cria/criou como desculpa para colocar as bandas mais legais pra tocar pra ela. Não dá pra criticar – só elogiar, e invejar. O tal “Open Bar” é uma sessão num bar aberto especialmente para a sessão (então… está fechado ao público, é Leia Mais ...




