A REUNIÃO DO LIBERTINES

O dinheiro acabou. Esse seria um dos motivos pra explicar o fato de Pete Doherty, Carl Barat, John Hassell e Gary Powell sentaram-se juntos novamente e anunciarem que o Libertines vai voltar a fazer shows. A façanha cabe à (ultrapassada?) dupla de finais de semana dos festivais Leeds/Reading, da Ingleterra, que ofereceu um cascalho bom pro quarteto voltar a tocar, pelo menos pro festival.

Devidamente transmitida via Twitter pelo New Music Express, nessa quarta-feira, 31 de março, o Libertines convocou uma bagunçada coletiva de imprensa pra anunciar o retorno. Foram trinta minutos de entrevistas, seguidos de um set acústico com oito músicas: “Georgia On My Mind”, “The Good Old Days”, “Music When the Lights Go Out”, “France”, “Death on the Stairs”, “Sally Brown”, “Can’t Stand Me Now” e “Time For Heroes”.

Pete Doherty estava lá, sim, sóbrio o suficiente pra não comprometer. Por via das dúvidas, há um seguro de 1,2 milhões de libras, pro caso de Doherty não comparecer ao festival, pelos motivos de sempre. Precaução nunca é demais.

A volta foi anunciada com bom humor, como se passassem uma borracha no passado e dissessem “vamos ver no que dá”. Eu adianto: isso vai dar em dinheiro, muito dinheiro. Não foi anunciado quando a banda ganhará pelos dois shows, mas pelo valor do seguro, dá pra imaginar. Além disso, não havia ninguém carrancudo na coletiva.

Será que o Libertines ainda dá caldo? Quem for ao Leeds/Reading vai se divertir ao menos. Se a banda aparecer por lá, é claro. Mas pela apresentação de “Music When Lights Go Out”, que você vê abaixo, o deboche, ao menos, não foi excluído do molho:

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