Há um tempo, já havia falado sobre esse curta de animação que tem como trilha “The Shrine / An Argument”. O teaser já era acachapante. O resultado final se confirmou. Dirigido por Sean Pecknold (irmão do vocalista Robin Pecknold) e animado por ele por Britta Johnson, a coisa beira o “Rei Leão”, mas com um alce, ou coisa que o valha. A fotografia é bem parecida em vários momentos. Mas Leia Mais ...
Sim, caro e raro leitor, o Fleet Foxes está praticamente fechado pra tocar no Brasil em 2012. O segundo disco, lançado em 2011, “Helpelessness Blues”, vai pintar em um bocado de listas de melhores do ano e os brasileiros poderão ver algo como o que se apresenta nesse vídeo. A banda esteve no David Letterman ontem à noite, apresentou seu novo single, “Grown Ocean”, com um tanto mais de pegada Leia Mais ...
O Fleet Foxes passou essa semana por Seattle, Esteites, pra dois shows no Paramount. Nos dois, Robin Pecknold, munido apenas de seu violão, subiu sozinho ao palco pra apresentar uma nova música, chamada “I Let You” (previamente reportada como “August Night”). A música faz jus ao cartel do Fleet Foxes: é uma balada bonita, daquelas pra você pegar seu violão e impressionar os amigos da faculdade, como seus pais faziam Leia Mais ...
“Helplessness Blues” chegou às lojas da gringolândia no começo deste mês de maio e fez a alegria dos bicho-grilos cabeçudos de plantão. Não é pra menos, o autor é ninguém menos que Robin Pecknold e seu Fleet Foxes, com todo aquele climão paz-e-amor que suas canções folk exalam. Nessa apresentação no programa do Jimmy Fallon, a banda tocou “Sim Sala Bim”, uma das músicas de “Helplessness Blues”, o segundo álbum Leia Mais ...
Ontem à noite, o Fleet Foxes gravou sua participação no programa do Jools Holland e tocou “Grown Ocean”, do seu mais recente disco, “Helplessness Blues”, que chega às lojas da gringolândia dia 3 de maio. “Grown Ocean” é a música que fecha o disco e é uma das melhores: intensa, épica e ao mesmo tempo outonal. Pode-se novamente abrir um sorriso com o Fleet Foxes, mesmo que a banda em Leia Mais ...
Depois de liberar duas faixas, “Helplessness Blues” e “Battery Kinzie”, finalmente eis que o Fleet Foxes e a Sub Pop liberaram todos os detalhes de “Helplessness Blues”, o disco. O segundo álbum da banda sai dia 3 de maio, nas lojas da gringolândia. Demorou um ano para ser gravado e foram utilizados quatro estúdios pra isso, Avast Recording, Bear Creek Studios, Dreamland Studios e Reciprocal Recording. Foi mixado por Phil Leia Mais ...
Mais uma do novo Fleet Foxes, “Helplessness Blues”, que chega às lojas da gringolândia em 3 de maio próximo: é “Battery Kinzie”. E adivinha? É um indie-folk igualzinho a todos os outros que você já ouviu do Fleet Foxes. Se é bom ou ruim, isso você decide por conta própria. Eu gosto, embora em momentos, lugares e temperaturas específicos. Essa versão que você vai ouvir foi tirada do programa do Leia Mais ...
A semana foi movimentada, embora com menos lançamentos. Tanto que o resumão acabou saindo com pouco menos de 30 minutos – mas o caro e raro leitor já percebeu que nunca acerto na pinta dos 30. Tudo bem, o que vale é o conteúdo. E, você sabe, pra ler o post original, é só clicar nos links. Começo com a nova do Fleet Foxes, que dá nome ao novo disco, Leia Mais ...
O Fleet Foxes reapareceu, anunciando o segundo disco, “Helplessness Blues”, que será lançado em 3 de maio de 2011, via Bella Union (Sub Pop nos Esteites). Melhor do que isso, oferece uma música pra você baixar de graça (a faixa-título). Se você andava com saudades do folk-pop de Robin Pecknold e companhia, cabe avisar que ele continua o mesmo. É pra comover – uma bela música. Ouça e baixe aqui: Leia Mais ...
Enquanto o Fleet Foxes não lança seu segundo disco (provavelmente intitulado “Deepwater Horizon”), o vocalista, letrista, guitarrista e arranjador Robin Pecknold vai excursionando por aí. Ultimamente, abrindo para Joanna Newson. Esse documentário foi gravado durante a primavera de 2010 (deles, outono nosso) e mostra os bastidores dos pequenos shows, algumas entrevistas, alguns ensaios, brincadeiras e, pra mim, o mais importante: um tanto de música. Robin toca algumas tradicionais, como “Look Leia Mais ...




