Posts de ‘Hot Chip’
Não é exatamente um vídeo oficial, mas um dos muitos “programas” que a Pitchfork.TV inventa e leva a cabo. Agora, o Hot Chip mostra sua dançante “Take It In”, a última música do mais recente disco “One Life Stand”, numa fábrica, com ferro batendo em ferro no ritmo da música. Falta só o Charlie Chaplin ali.
Não sou o maior adorador do Hot Chip, nem acho “One Life Stand” essas coisas todas que falam por aí, mas “Take It In” é uma música que se salva, que me convenceu fácil.
E esse vídeo ajuda.
Se você vai ao show do Hot Chip no Planeta Terra 2010 (clique aqui para todos os detalhes), esse é mais um bom aquecimento:
Esse post “vai ir e voltar”. A data do festival mais importante do País já é conhecida, dia 20 de novembro, um sábado. O local, é o mesmo do de 2009: o Playcenter, que agradou um bocado.
Agora, as bandas…
Há muita especulação e tals, mas uma coisa é certa: o Phoenix está com contrato assinado.
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Mais um confirmado (em 21 de junho de 2010): é o Hot Chip, que acaba de lançar um super-hiper-elogiado disco, “One Life Stand”.
O Hot Chip volta ao Brasil depois de três anos, ao integrar o TIM Festival 2007.
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O Smashing Pumpkings acaba de anunciar (no dia 28 de julho), em seu site oficial, que vem ao Brasil, com data agendada para o dia 20 de novembro, no Playcenter.
Sim, o Planeta Terra 2010 será mesmo no Playcenter.
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Danou-se! O Planeta Terra acaba de confirmar… o Pavement! Sensacional.
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Além disso, tem Of Montreal, Girl Talk e Yeasayer.
E mais os dançantes Mika, Passion Pit e Empire Of The Sun.
Isso sim é festival, certo, SWU?
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Então, confirmados: Pavement, Of Montreal, Girl Talk, Yeasayer, Smashing Pumpkings, Hot Chip, Passion Pit, Mika, Empire Of The Sun e Phoenix.
Os ingressos, inclusive, já estão à venda. Veja o serviço:
PLANETA TERRA 2010
Local: Playcenter, SP
Data: Sábado, 20 de novembro de 2010
Ingressos pela Internet (a partir de 1º de agosto): http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=PLANETAT10
Preços
1º Lote: inteira 160,00 / meia 80,00
2º Lote: inteira 180,00 / meia 90,00
3º Lote: inteira 200,00 / meia 100,00
4º Lote: inteira 220,00 / meia 110,00
Informações de pontos de vendas: http://musica.terra.com.br/noticias/0,,OI4591117-EI1267,00-Venda+de+ingressos+do+Planeta+Terra+Festival+comeca+em+agosto.html
Alguém, um dia, deve ter se pergunatado o motivo de eu nunca ter colocado uma mísera nota do Hot Chip aqui neste blogue – e nem eu lembro de ter feito isso ou não.
A verdade é que eu acho o Hot Chip chato, um Eresure hypado, uma banda com poucos atrativos.
Mas aí veio esse disco novo, “One Life Stand”, super-mega-ultra-high-hiper-elogiado e eu pensei: o problema sou eu. Tá bom… Sei lá…
Aí, eles foram ao programa estadunidense do Jimmy Fallow e aconteceu isso aí embaixo e eu fiquei na dúvida… Não, não vou gostar… Não gostei.. Gostei… Floga-se, você decide:
“One Life Stand”:
Bom, eu deveria falar do TIM Festival e tals. Mas ficou difícil depois do martírio desse domingo. Os cariocas se deram bem, com a organização de sempre. Já os paulistas… Uma dureza.
Hot Chip foi decepção só pra quem caiu na lorota de que eles eram bons. Não dá. Hot Chip não dá. Ainda bem que deu pau no som deles.
Björk foi a culpada de tudo. Se você não sabe ainda, a montagem (e desmontagem) do palco da islandesa fez atrasar a programação em três horas e meia! Se o show dela ainda fosse bom… Irritante. No lugar errado, na hora errada, totalmente fora de propósito. Uma das piores coisas que eu já presenciei. Mas vá lá, é Björk, queridinha e amada por quem entende de música. Como eu não sei diferenciar um fá de um mi, talvez eu esteja errado.
Veio daí a Juliette And The Licks. Esforçada a moça, assim como é nas telas. Mas só esforço não garante nada. Com o cansaço do público, a pancadaria que sua banda promoveu no palco não foi suficiente. Só eficiente, mas muito mala.
Apareceu o Arctic Monkeys, que acho chato demais. Os dois discos da banda são horrorosos, salvando-se uma música ou outra. O resto parece um tributo malfeito ao Clash. Pelo menos a referência deles é boa. Mas ao vivo, tenho que admitir, a banda foi edificante. Já às 2:30h eles entraram no palco e, sem frescuras, mandaram um som atrás do outro, no melhor estilo Fórmula 1, com velocidade e qualidade de motor (não vale o carro do Barrichello, é claro). “Balaclava”, uma das músicas mais chatas do segundo disco, “Favourite Worst Nightmare”, e “Teddy Picker”, me pareceram espetaculares ao vivo, apesar da altura baixa do som na Arena Skol.
As duas músicas ganharam em empolgação até dos hits “Brainstorm” (uma das melhores do disco, mas sem força ao vivo) e “Bet You Look Good On The Dancefloor”, do disco anterior e que de fato alçou o Arctic Monkeys à posição que está. A banda me surpreendeu. Cansadaço e sem poder tomar uma gelada (porque não havia cerveja gelada no local e, durante o show do AM, nem cerveja quente vendiam mais – a produção do evento simplesmente fechou os caixas e parou de vender cerveja, refrigerante, comida… e sem explicações!), o show valeu muito a pena.
Eis que mais meia hora de enrolação e, às 3:55h, sobem os Killers ao palco. A maioria dos 20 mil presentes à Arena Skol já havia vazado. Ali estavam umas nove mil, dez mil pessoas no máximo. Quem ficou não se arrependeu. Não pode ter se arrependido.
Talvez sabendo da provação que aquelas pessoas estavam passando, com as quase quatro horas de atraso, o Killers fez bonito na escolha do setlist: era hit atrás de hit, com direito, logo no começo, à excepcional “Shadowplay”, do Joy Division, a banda mais falada do momento e a que deveria ser mais ouvida. Tocaram tudo que a rapaziada (criançada e tiozões) queria ouvir: “Mr. Brightside”, “Somebody Told Me”, “Bones”, “Read My Mind”, “Jenny Was A Friend Of Mine”, “When You Were Young”, “Sam’s Town”, “For Reasons Unknown”, “Smile Like You Mean It”…
Via aquela moçada lá e lembrava exatamente de shows sensacionais que assiti (como Strokes, Cure, New Order em 88, Charlatans, Siouxsie, White Stripes, Blur etc. etc. etc. etc. – uma lista interminável dessa que é coisa mais bacana a se fazer em termos e música): eles estavam apaixonados pela primeira grande banda dessa geração. “Grande” no sentido de poder se tornar mesmo um gigante como o U2, só para comparar com uma que o próprio Killers se espelha. Viram o Killers senão no auge, porque eles podem fazer ainda mais sucesso, mas pelo menos não em decadência.
Quem ficou até cinco da matina, mesmo sem cerveja e sem comida e sem água, mesmo com uma organização sofrível e ofensiva, não se arrependeu.
Pior ficou a imagem da TIM em São Paulo. Não foram poucos os que queriam torcar de operadora depois da falta de organização no evento. Os papos que se ouvia eram esse, mesmo que fossem brincadeira. Será? Uma organização porca dessas suja o nome de qualquer empresa.
Vamos ver ano que vem. Torço para nomes mais perto da tradição do festival.
P.S.: Antes que me perguntem, não tirei foto alguma, porque algum imbecil acha que é melhor proibir câmeras fotográficas no evento (como se os celulares de hoje, mas não o meu, não fossem pequenas câmeras…).
Não teve novidade alguma no anúncio do festival nessa terça-feira. Nenhuma nova banda anuncianda, nada, nada… Só os locais, datas e agenda correta dos shows. Preços dos ingressos, locais e datas início das vendas também ficaram pra depois, mas pode preparar o bolso: vai ser uma paulada, por causa das carteirinhas de estudante (sempre a velha desculpa).
Tem muita bosta e algumas coisas que valem a pena.
Então, aí vai (copiado do UOL):
SÃO PAULO – AUDITÓRIO IBIRAPUERA
25 de outubro, quinta-feira, 20h30
Toni Platão
Cat Power and Dirty Delta Blues
Antony and the Johnsons
26 de outubro, sexta-feira, 20h30
Eldar
Roberta Gambarini Quartet
Sylvain Luc Quartet
Stepano Di Battista Quartet
27 de outubro, sábado, 20h30
Katia B
Cibelle
Feist
28 de outubro, domingo, 20h30
Joe Lovano Nonet
Joey DeFrancesco Trio e convidado especial Bobby Hutcherson
Cecil Taylor
Corad Herwig’s Latin Side
29 de outubro, segunda-feira, 20h30
‘Winona’ featuring Craig Armstrong and Scott Fraser
cirKus com Neneh Cherry
SÃO PAULO – THE WEEK (Tim Festa)
26 de outubro, sexta-feira, 23h00
Girl Talk
Count of Monte Cristal (Hervé) & Sinden
Daniel Haaksman
Lindstrøm
Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo
SÃO PAULO – ARENA SKOL ANHEMBI
28 de outubro, domingo, 18h30
Spank Rock (18h30)
Hot Chip (19h30)
Björk (21h00)
Juliette and the Licks (23h)
Arctic Monkeys (meia-noite)
The Killers (1h00 de 29/10)
RIO DE JANEIRO – MARINA DA GLÓRIA
26 de outubro (sexta-feira)
“Jazz US” (20h)
Joe Lovano Nonet
Joey DeFrancesco Trio e convidado especial Bobby Hutcherson
Cecil Taylor
Conrad Herwig’s Latin Side Band
“Tim Volta” (20h)
Antony and The Johnsons
Björk
“Novas Divas” (22h30)
Katia B
Cibelle
Feist
Cat Power and Dirty Delta Blues
“Novo Rock UK” (23h30)
Hot Chip
Arctic Monkeys
“Novo Rock BR” (1h de 27/10)
Vanguart
Montage
Del Rey
27 de outubro (sábado)
“Euro Jazz” (20h)
Eldar
Roberta Gambarini Quartet
Sylvain Luc Quartet
Stepano Di Battista Quartet
“Novo Rock US” (20h)
Juliette and The Licks
The Killers
“Tim Cool” (22h30)
Projeto Axial
‘Winona’ featuring Craig Armstrong and Scott Fraser
cirKus com Neneh Cherry
Tim Festa / “Tim na Pista” (1h de 28/10)
Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo
MOO
Guab
Tim Festa / “Tim Disco House” (1h de 28/10)
Lindstrøm
Toktok
Tim Festa / “Funk Mundial” (1h de 28/10)
MC Gringo
Daniel Haaksman
DJ Sandrinho
Count of Monte Cristal (Hervé) & Sinden
Diplo
DJ Marlboro
Tim Festa / ‘Tim Mash Up’ (1h00 de 28/10)
Spank Rock
Girl Talk
VITÓRIA – TEATRO UFES
27 de outubro, sábado, 20h30
Paulo Moura e Samba de Latada
Joe Lovano Nonet
28 de outubro, domingo, 20h30
Feist
cirKus com Neneh Cherry
29 de outubro, segunda-feira, 20h30
Eldar
Roberta Gambarini Quartet
CURITIBA – PEDREIRA PAULO LEMINSKI
31 de outubro, quarta-feira
Hot Chip (19h)
Björk (20h30)
Arctic Monkeys (22h)
The Killers (23h45)
