TENNIS – YOUNG & OLD

Antes dessas informações chegarem, os fãs do Tennis já puderam ouvir “Origins”, o primeiro single do seu esperado segundo disco, intitulado “Young & Old”.

O sucessor do valorizado “Cape Dory”, de 2011, que lançou a então dupla Patrick Riley e Alaina Moore aos corações e mentes da audiência mundial, chega às lojas da gringolândia em 14 de fevereiro próximo, via Fat Possum.

“Young & Old” chega com grande expectativa, pra fazer valer o oba-oba que a banda mereceu com “Cape Dory”, e pela produção do baterista Patrick Carney, metade do Black Keys. O cenário é promissor.

“Achamos que fizemos algo bem feito e queríamos expandir musicalmente”, diz Moore. “Queríamos alguém com um histórico de rock sujo, blueseiro, alguém que era o oposto do nosso som e que acrescentaria. Achamos que Patrick poderia fazer isso e ele fez”. Riley acrescenta: “Patrick realmente canalizou nossas idéias da melhor maneira possível”.

O disco, porém, tem como maior novidade a entrada na banda do baterista James Barone. O Tennis agora é um trio. A diferença, dizem, pode ser sentida claramente nas dez canções de “Young & Old”.

01. It All Feels The Same
02. Origins (clique aqui pra ver o vídeo)
03. My Better Self (clique aqui pra ver o vídeo)
04. Traveling
05. Petition
06. Robin
07. High Road
08. Dreaming
09. Take Me To Heaven
10. Never To Part

(sim, eu sei, a capa é horrorosa)

Ouça o disco na íntegra (não sei até quando fica disponível, então aproveite):

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Comentários

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7 comentários

  1. […] O Tennis deu uma meia-trava no programa do Jay Leno, ontem, na tevê estadunidense. A banda, que agora é um trio, mas em cima do palco é um quarteto, mais duas vocalistas de apoio, apresentou “Origins”, a primeira música de trabalho do seu novo disco, “Young And Old”. […]

  2. […] “Young & Old” é o segundo disco do Tennis, o primeiro oficialmente como um trio – agora a banda é o casal Patrick Riley (guitarra) e Alaina Moore (vocal e teclados), com James Barone (bateria – nenhum parentesco com João Barone, nem mesmo no talento). Ele é pior do que “Cape Dory”, o de estreia, de 2011. Não que o anterior fosse raivoso ou original, mas é que esse perdeu aquele frescor impactante (e aquele verão já passou). […]

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