Esse será um post “explicativo”. Vejamos…
Ukulele, também conhecido como “guitarra havaiana”, é, segundo a Wikipedia, “um instrumento musical de cordas beliscadas, semelhante a um violão, mas menor. Tem apenas 4 cordas, usualmente afinadas em lá, mi, dó e sol, sendo a corda sol mais aguda que a dó”.
Lou Barlow, oras, é fundador do Dinosaur Jr. (que vem pro Brasil em setembro e cujos ingressos você pode ganhar aqui) e do Sebadoh!
“Soul And Fire” é uma das músicas do quarto disco do Sebadoh, de 1993, “Bubble And Scrape”. Uma baladinha, com guitarras sujas e vocal adocicado.
Esse vídeo foi gravado ao vivo, no Mercury Lounge, em Nova Iorque, Esteites, dia 1º de setembro último. É só Lou Barlow, seu ukulele, o microfone e a música do Sebadoh.
Com todas essas explicações, é só ver o vídeo:
Muito mais desse show, você pode ver nesse canal do YouTube.
Ok, ok, não precisava do “espanto”, da exclamação, no título deste post, por causa do ukulele… Eu sei…
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A versão original de “Soul And Fire” é essa:
A música eu já havia divulgado neste post, mas agora saiu o clipe. Eu chamei de “final de balada”, mas o próprio Röyksopp chama de final de guerra ou, se preferir, de pós-guerra.
Três garotas totozinhas passeiam com seu radião por um cenário de destruição, vêem coisas estranhas, fogem “do perigo”, se protegem da chuva ácida e coisas tals… Tudo bem produzido, fotografado e dirigido.
É Röyksopp, oras, os reis da Noruega!
“Etter OpprØret” (ou, pro leigos, “depois de um agito”):
“The Drum” está no novo disco da dupla, “Senior”, que você conhece em detalhes aqui.
“Halcyon Digest” é o quarto disco do Deerhunter (clique aqui para detalhes). E o que você vai encontrar nele é nada mais, nada menos do que Deerhunter e a cabeça amalucada do Bradford Cox. Ótimo.
Aí, eu peço pra você ver o vídeo de “Helicopter” e você certamente ficará confuso e perguntar: “que merda é essa, afinal?”. Bom, “essa merda” é o conceito do Deerhunter para “balada”, com “uhuuu”s e “ahaaa”s. Por trás, barulhinhos estranhos, um pouco de chiadeira e todas as pitadas que fazem da música do Deerhunter uma das coisas mais estranhas – legais – do mundo.
Veja:
Você ainda pode baixar de graça, no vasco, na faixa, um show completo do Deerhunter, realizado em 12 de agosto último, clicando aqui.
O Belle & Sebastian não para de inventar. De acordo com a banda, esta é “a primeira de uma série de transmissões televisivas, de várias formas e tamanhos, para marcar o lançamento do nosso novo disco, ‘Write About Love’”. Nesse caso, é um “curta-metragem”. Ou algo do tipo.
O vídeo abaixo tem quase 29 minutos, mostrando, entre outras coisas, a banda tocando duas músicas novas, “I Want The World To Stop” e “I Didn’t See It Coming”.
A banda ainda responde perguntas feitas por fãs (a partir do apresentador Dougie Anderson), e anuncia que o primeiro single será lançado dia 7 de setembro próximo (e será a faixa-título).
Mas o melhor é isso: a banda dará na segunda-feira, dia 6 de setembro, o MP3 da música (“Write About Love”) pra um dos seus seguidores no Twitter (@bellesglasgow), sorteados aleatoriamente, e essa pessoa será, além da banda, a única pessoa no mundo que terá a música por 24 horas.
Se você tem a mesma sorte que eu, é melhor ouvir as duas abaixo, como todo bom mortal (o que já tá bom demais):
Oba! Eba! Uau! Urra! Ieba! Dá pra exclamar adoidado ao olhar pra folhinha do calendário, ver que é inverno ainda, mas, ao mesmo tempo, dar uma pescoçada pra fora, pela janela, ver o sol fritando ovo no asfalto e poder ouvir uma música como essa do Bees.
“I Really Need Love” é verão puro, pelo menos na melodia (eu já havia falado dela aqui).
Ela é o primeiro single do novo disco da banda, “Every Step’s A Yes” (clique aqui para os detalhes), que será lançado em 11 de outubro (o single sai uma semana antes, dia 4).
Clipe simples: a banda tocando com projeções psicodélicas (ou algo do tipo) sobre ela. Como disse, nada demais. Mas quem se importa?
A propósito, com esse cenário, preciso mais de uma skol gelada do que de amor.
Tudo por causa da “black tour“, como vem sendo chamada a turnê que o Black Angels e o Black Mountain vão fazer, no outono deles, pelo Canadá e Esteites. O Black Angels resolveu homenagear a banda parceira.
É certo que a música original do Black Mountain já era uma belezinha, mas “No Satisfaction” (uma negação ao clássico dos Stones), lançada em 2005, no primeiro disco dos canadenses. com a garageira cara do Black Angels fica melhor, muito melhor. Ouça:
Essa versão foi lançada originalmente em 2008, no EP “Black Angels Exit”, mas agora, por conta da turnê, a banda oferece de graça, no vasco, na faixa, o download da música. É só você clicar aqui.
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Por curiosidade, pra lembrar ou sei mais que outro motivo, eis a versão original da música (que aliás, o Black Angels chama de “clássico”):
Nem bem divulgou todos os detalhes do novo disco, “Come Around Sundown” (clique aqui para conhecer), o Kings Of Leon já divulga o teaser do que vem a ser o primeiro single, “Radioactive”.
Bom, na verdade, pouco é possível ouvir da música nesse vídeo, que é um mini making of do que será o clipe da cancioneta. Dá pra ter uma ideia, além de entender um pouco da história de “Radioactive”, a primeira música a ser criada pro novo disco.
Crianças, coro gospel, celeiro, cenário country e tudo o mais. O Kings Of Leon está em casa.
Hã… Estou um tanto confuso: o Crocodiles já lançou ou não lançou o segundo disco, “Sleep Forever”?
Bom, checando aqui no Floga-se, a resposta é “não”, apesar do sete polegadas de mesmo nome já ter até vídeo (clique aqui para assistir). O disco está anunciado para 14 de setembro, via Fat Possum, e você conhece o disco clicando aqui. É que já faz tanto tempo desde o anúncio…
Agora, acredite, independente disso, o Crocodiles lança agora (e não depois do dia 14 de setembro) o EP “Fires Of Comparison”, de graça, pra você baixar. São sobras de estúdio: quatro músicas instrumentais, ou sem letras (já que há muito falatório, principalmente na divertida “Kill Joe Arpaio”). O Crocodiles, mesmo assim, acerta, parecendo muitas vezes o Spacemen 3.
“Sleep Forever” tem apenas oito músicas. Poderia ter mais essas quatro. Alta qualidade garantida. Confira o serviço:
1. Kill Joe Arpaio
2. A House With Skin Like Yours
3. Fires Of Comparison
4. Hearts Reprise
Não tem capa. Sério.
Pra baixar, clique aqui.
Normalmente esses vídeos são um saco, sem conteúdo e sem motivo aparente (embora os fãs xiitas não achem isso). Mas este, retratando bastidores da recente visita da dupla à China, em julho de 2010, tem algumas coisas interessantes.
Começo por ficar imaginando o que passa na cabeça dos chineses quando vêem duas moças fantasiadas (de qualquer coisa, até de homem) cantando numa língua que, embora seja a mais falada no mundo, é totalmente diferente da deles. Foneticamente, a língua se torna outro instrumento musical.
Quer dizer, isso vale também para qualquer cidadão que não fale inglês, nem entenda inglês, mas a China foi até bem pouco tempo um país fechado à influência de qualquer estrangeiro e estrangeirismos. As Olimpíadas e o acelerado crescimento da economia já trataram de diminuir essa distância, mas… será mesmo que diminuiu?
Mas eis que a música do CocoRosie é quase chinesa. Ou alguém não consegue “enxergar” traços daquelas melodias milenares na música da dupla? Talvez esteja aí a aproximação quase hipnótica que se vê na plateia nos trechos de shows que aparecem neste vídeo. Os chineses estão deslumbrados – e não afirmo que seja só com o CocoRosie, mas estão.
E tem a questão das irmãs Casady. Por “questão” entenda a diversão nos bastidores: rindo, brincando, zoando… E aparecendo. Ao contrário do que se vê no palco. No show que fizeram aqui no Brasil, em 2006, mesmo paramentadas no palco, já dava pra perceber o quão bonitas elas são. Mesmo: de rosto e corpo (que corpo! Onde está o Hugh Hefner quando mais precisamos dele?).
Elas se enfeiam no palco na óbvia tentativa de transformar a música delas – e todo mise-en-scène – na principal atenção dos seus shows. Ou, sabe-se lá, porque são doidas mesmo.
O fato é que os fãs vão suspirar, as moças vão adorar e os rapazes vão babar nesse vídeo. O CocoRosie não é demais?
Raro leitor, há coisas que não posso evitar. Vivo falando de bandas novas (não necessariamente boas, bem entendido), mas não posso evitar citar um cabeção como o Neil Young, quando ele anuncia um disco novo. Tem que entrar aqui.
A peça é “Le Noise”, o milionésimo disco solo dele (sem contar com o Buffalo Springsfield e com o Crosby, Still, Nash & Young), foi produzida por Daniel Lanois (seria ele o quinto integrante do U2?), foi gravada numa mansão em Los Angeles e será lançada dia 27 de setembro no mundo todo, o que nos inclui, por certo.
De acordo com Lanois, a dupla conseguiu elevar “a guitarra acústica a novo patamar, a um novo nível”, o que quer que isso queira dizer, já que o próprio músico informa ser um disco “basicamente elétrico”. Na sua página no Facebook, Neil Young, que completa 65 anos em 2010, mandou a pérola: “‘Le noise’ está completo. É um disco solo. Estará disponível em CD, vinil e no iTunes na primeira edição, seguido por blu-ray e aplicativos para iPhone e iPad, mais ou menos um mês depois. Os aplicativos serão grátis e trarão a capa do álbum em versão interativa. Desculpem pelo uso da palavra ‘álbum’, mas sou ‘das antigas’”. Maravilha.
São oito canções – muitas delas já apresentadas durante a atual turnê do Neil Young:
1. Walk With Me
2. Sign Of Love
3. Rescue Me
4. Love And War
5. Angry World
6. Hitchhiker
7. Peaceful Valley Blvd
8. Rumblin’

Aqui você ouve “Walk With Me”, apresentada em Edmonton, Canadá, em julho de 2010:
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