Alguém me disse ontem: “tem que ser muito mala pra não gostar do The Pains Of Being Pure At Heart”. É por aí. Pode acrescentar o Ariel Pink e sua Haunted Graffiti e até mesmo o pessoal do Some Community, que fez um show surpreendente (pelo menos pra mim, que torcia um tanto o nariz pra eles). Nessa noite, em que o FourFest se tornou indie (a edição do ano Leia Mais ...
O Fourfest vai alegrar muita gente com sua nova edição. Em 2010, Caribou e Gold Panda fizeram as notas eletrônicas do festival (que não pude ir por causa dessa merda aqui). Em 2011, o grande nome é indie em todas as (muitas) letras: The Pains Of Being Pure At Heart – além de Ariel Pink, com sua Haunted Graffiti. A escalação brasileira é da casa, o Some Community. O festival Leia Mais ...
Começo com uma pieguice: é bom ser brasileiro. O brasileiro é bom em bocado de coisas. E a maioria dos brasileiros é batalhadora – exemplos não faltam. Como o da produção desse Fourfest, que aconteceu quarta-feira passada, dia 27 de outubro, na Clash Club, em São Paulo. Trazer dois nomes embrionariamente reluzentes da música internacional é pra aplaudir de pé. O pessoal do Fourfest fez isso. E, pelo o que Leia Mais ...
Falei pela primeira vez desses shows em julho e abracei a ideia. Por vários motivos. Entre eles, considero que trazer o Caribou e o Gold Panda, dois nomes reluzentes na cena independente mundial, é um acerto e tanto. Há o lugar, a Clash, na Barra Funda, em São Paulo, local ideal para shows “desse tamanho” – nem todo mundo é megalomaníaco, ainda bem. Há a organização prévia (ok, eu não Leia Mais ...
Tá ansioso pelo show do Caribou no FourFest, dia 27 de outubro, em São Paulo? Eis mais uma chance de ver qualé. Dan Snaith, quer dizer, Caribou foi o convidado especial do Morning Becomes Eclectic, de Jason Bentley, na KCRW, nesta sexta-feira, dia 8 de outubro de 2010. Posso afirmar, sem medo de errar: foi uma viagem só, como deve ser o show em Sampa. Só a playlist já deve Leia Mais ...
O Gold Panda e seu eletrônico-viajante-pop-estranho me convenceu. Esse primeiro disco, que sai hoje (digitalmente – em disco físico, só em 12 de outubro, via Ghostly International), é realmente bom, desde a primeira colagem, “You”, até o… hã… hit “Snow & Taxis”. Tudo é uma festa para remixadores e doidões-viajandões em pistas de dança mundo afora. A fórmula, como se vê, não é original – longe disso – e há Leia Mais ...
O show gravado aqui foi no festival do Flaming Lips, o prestigiado ATP New York. Mas a edição de 2009. Pra apresentação, o Caribou recrutou uma multidão pra tocar ao vivo: quinze pessoas em cima do palco, sendo quatro (!) bateristas. Uia! É claro que você não estava no ATP (e se esteve, é uma brilhante, porém, discreta e muda exceção). O Caribou resolve o problema dos pobres mortais lançando Leia Mais ...
Se você estiver na maior cidade do País, talvez tenha que pensar nisso. Levando em conta o calendário de shows inflado nesse segundo semestre, você já fez as contas de quanto vai gastar até o final do ano? O Floga-se fez. E se assustou. Vou contabilizar só os shows que eu gostaria de ir, sem carteirinha de pilantra, quer dizer, de estudante, tendo por base São Paulo (em outras capitais Leia Mais ...
O Caribou é o alter-ego do canadense David Victor Snaith e um dos queridinhos da “imprensa especializada” gringa. O Caribou é o Manitoba também, só pra você se situar. Seu mais recente disco, “Swim”, foi alvo de uma enorme babação de ovo dos blogues indies de tudo quanto é parte do mundo. Vai ser figurinha fácil nas listas dos melhores do ano. É certo. Muito graças ao single “Odessa”, também Leia Mais ...




