Posts de ‘Happy Mondays’
Se você tem mais de trinta anos, deve conhecer Bez, aquele maluco que só dançava – doidão – e não tocava nada nos shows do Happy Mondays.
Bez, ou Mark Berry, seu nome de registro, foi setenciado a quatro semanas de prisão, regime fechado, vendo o sol nascer quadrado, por tentar estrangular a ex-noiva. Um tribunal de Manchester, Inglaterra, ainda tentou dar uma boiada pro cidadão, ao oferecer transformar a pena em trabalhos comunitários, mas Bez não aceitou, o que levou o juíz a decretar a prisão.
O condenado acusou a ex-noiva de roubar sua grana. Tentou reaver a quantia e, num rompante de fúria, forçando a entrada no apartamento dela e a prensando contra a porta, levou as mãos ao pescoço da dita cuja. Acabou sendo condenado por agressão.
Não se sabe se ele estava tomado pelas mesmas substâncias que o embalavam em cima do palco.
No vídeo abaixo, tirado do DVD “Call The Cops”, sobre o Happy Mondays, você vê Bez em ação (de camisa branca, suado, com as maracas nas mãos), pulando sem parar, ao som do clássico “Step On”:
Já havia falado abaixo do Rock In Rio voltar ao Rio de Janeiro (faz todo o sentido). Mas agora é oficialíssimo.
O projeto já tem site oficial (clique aqui), conta no Twitter (@rockinrio) e página no Facebook (clique aqui).
Mais: já tem até data! Sério: acontece em dois finais de semana, nos dias 23, 24 e 25 de setembro e 30 de setembro, 1º e 2 de outubro.
É o primeiro grande festival de 2011 anunciado – e de forma profissional, com bastante antecipação, ninguém pode negar. Planeta Terra e afins que se cocem e se antecipem também.
Esse é o vídeo oficial de apresentação do novo festival. Tem um pouco de história, números grandiosos e uma visão geral de como será o evento em 2011:
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Até aquela musiquinha que todo mundo conhece ganhou um tratamento a la we are the world, com um monte de gente conhecida no cenário nacional (infelizmente, a maioria é intragável, mas vá lá):
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Não sei se é motivo de comemoração, mas o prefeito Eduardo Paes, de acordo com matéria do Portal Terra, na editoria de música, disse que o Rock In Rio pode, sim, voltar a ser realizado no Rio de Janeiro. Seria já em 2011.
Realmente nunca fez muito sentido esse negócio de Rock In Rio Madri ou Rock In Rio Lisboa, mas vá lá, os caras é que entendem do riscado – não eu.
Roberto Medina, o idealizador do festival desde o primeiro, em 1985, hoje já histórico, não confirma verbalmente, nem textualmente, mas não “desconfirma”, não desmente, e até coloca lenha na fogueira ao dizer que quer um evento eclético, com… Calma lá, é melhor se segurar: Lady Gaga, Hannah Montana, a gostosa da Shakira, Ivete Sangalo (!!!) e… Radiohead!
Meeeeeu deeeeus, diria o outro… Que mistura!
Bom, o Rock In Rio nunca primou por escolhas perfeitas da escalação. Sempre tem uns lixos intragáveis, embora salvando-se uma ou outra banda. É só lembrar que o Happy Mondays esteve por aqui numa das edições, em janeiro de 1991, a que aconteceu no Maracanã…
Segundo o prefeito da Cidade Maravilhosa, seria construído um parque para abrigar o evento, que também seria usado pelo atletas das Olimpíadas de 2016, entre o RioCentro e o autódromo de Jacarepaguá, com capacidade para até 15 mil pessoas (!!!). O prefeito diz que não quer outra experiência como a Cidade do Rock, que ficou abandonada depois dos poucos festivais que aconteceram lá. Mas não daria na mesma, depois das Olimpíadas? Bom, um parque só funciona para a população se tiver acesso, segurança e limpeza, mas essa é outra história. O que se promete nesse País, sabe como é, certo?
Pra ler a matéria original do Terra, é só clicar aqui.
Aos desavisados, Damasco é a capital da Síria, não a fruta. A Síria, pra quem não se localizou, é aquele país árabe, entre o Líbano, o Iraque, Israel, Jordânia, o Mediterrâneo e abaixo da Turquia.
Nesse singelo país, seus 20 milhões de habitantes podem se orgulhar de um feito e tanto: o Gorillaz fez o que é considerado até aqui o melhor show do ano – por vários motivos. Um deles é a história, contada abaixo.
Foi domingo passado, dia 25 de julho. A NPR explica tudo: “O que você está prestes a ouvir é o som de uma banda completando um ciclo, enquanto embarca num novo começo. Quando Damon Albarn decidiu continuar com o projeto do Gorillaz, chegando a um terceiro disco, ele buscou inspiração na Síria. Era março de 2009, e o ícone do britpop ficou obcecado com a música orquestral árabe; então ele levou suas demos a Damasco e gravou com a Orquestra Nacional de Música Árabe”.
O site continua: “Na Síria, Albarn trabalhou com o maestro Issam Rafea, que compõs belas peças cheia de cordas e percussão para o terceiro disco, ‘Plastic Beach’. As sessões resultaram na introdução e final de ‘White Flag’ (…). Agora veja o que aconteceu domingo à noite. Gorillaz retornou ao deserto (sic) com o elenco de ‘Plastic Beach’ e todas as estrelas para uma apresentação especial na cidade, num palácio de mil anos de idade. Sob a lua cheia, os personagens animados dividiram o palco com a Orquestra Nacional Síria e deixaram sua marca no que esperamos seja uma nova era na música do Oriente Médio”.
E os convidados especiais? Outra razão pra ser o melhor show do ano… De La Soul, Bobby Womack, Paul Simonon e Mick Jones (do Clash), Shaun Ryder (do Happy Mondays)…
Uma hora e vinte e seis minutos de show. Algo inesquecível para os sírios (na primeira vez que uma banda de rock ocidental toca por lá) – e posso dizer, pra você também, que graças à NPR, pode ouvir o show inteiro, na faixa, de graça, no vasco, aí embaixo:
Olha o setlist:
01. Pre Show
02. Orchestral Intro
03. Welcome to the World of the Plastic Beach
04. Last Living Souls
05. O Green World
06. Stylo
07. On Melancholy Hill
08. Rhinestone Eyes
09. Kids With Guns
10. Superfast Jellyfish
11. Empire Ants
12. Broken
13. Dirty Harry
14. White Flag (Intro)
15. White Flag
16. Dare
17. El Manana
18. Glitter Freeze
19. Cloud of Unknowing
20. Feel Good, Inc.
21. Clint Eastwood (Intro)
22. Clint Eastwood
A Argentina tomou de seis da Bolívia!
E Maradona chora pelos cantos. Quanta punhalada no coraçãozinho dele.
No Dia da Mentira, aconteceram verdade irretocáveis.
Que fase!
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O Iron Maiden só acabou sua turnê no Brasil ontem, em Recife?
Rapaz, porque eles não moram aqui de uma vez?
Que fase!
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Não paro de ouvir Grandaddy.
“The Warming Sun” é o que os desgraçados chamariam de melancolia pura.
Talvez.
Os versos comprovam a teoria: “In a dream/You were sitting there waiting by the door for me/And I got the opportunity/To experience the experience once again”…
Mas, ao contrário, com tudo correndo às mil maravilhas, a música ascende a outro patamar. Fica alegre, divertida.
Já deu pra perceber isso, num dos textos aí embaixo.
Que fase… boa!
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Ou como diz o outro:
“You use to speak the truth.
But now you’re liar.
You use to speak the truth.
But now you’re clever.”
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Não entendeu nada?
Toma outra.
O Happy Mondays nunca foi uma banda, assim, muito normal. Eles preferem sempre uma putaria a cumprir compromissos adiantados por gravadoras e empresários. O resultado foi que após o auge na primeira metade da década de 1990, eles deram uma sumida e foram se tratar.
Voltaram no ano passado com o mais ou menos “Uncle Dysfunktional”, que não fez nem cócegas na garotada. Parece que o tempo dela passou.
Então, o lance é se divertir. Foi que fizeram com a releitura de “Stayin’ Alive”, hit do Bee Gees, que fez todo mundo dançar na era disco e anima ainda muito casamento por aí. O cover não é novo, tem na verdade alguns anos e está no disco “Greatest Hits”, cujo lançamento original é de 1999 e a nova edição é de 2005. Lembrei disso, porque no UOL apareceu a versão como destaque, naquela “remistura” deles. Foi bem lembrado, então.
A versão do Happy Mondays é cheio de guitarras envolventes e lembra muito pouco o original. Eles reconstruíram realmente a música. Se ficou melhor, é por sua conta, mas apresentar um hit desse de maneira a não parecer o original é muito difícil.
O Happy Mondays, como era de se esperar, conseguiu.
Ouça:
Duas muito boas do Inspiral Carpets. Uma das melhores bandas inglesas retorna definitivamente, depois dos primeiros passos em shows esgotadaços em março desse ano, em Londres e Manchester. Os shows estão marcados novamente para março, agora em 2008, em Londres, Manchester, Glasgow, Oxford, Sheffield, Northamptom, Frome e Nottingham.
A diferença é que agora, segundo o vocalista Tom Hingley, eles ressucitaram também a Cow Records, a gravadora deles (com distribuição da Mute), para lançar um CD novo.
Eles são realmente um lenda em Manchester e, pra mim, um banda de sonoridade inconfundível, o que nos dias de hoje é quase tão difícil quanto achar um jogador bom no futebol brasileiro.
Pra quem não lembra deles, se fosse possível, o Inspiral Carpets era uma banda que no final dos 80, abria pro Spacemen 3. Já seria um currículo e tanto se Craig Gill (bateria), Graham Lambert (guitarras), Clint Boon (órgão), Tom Hingley (vocal) e Martyn Walsh (baixo) não tivessem “liderado”, junto com o Stone Roses, o Wedding Present, o Happy Mondays etc., uma das fases mais bacanas do rock inglês, lançando essa lista de “disquinhos”:
- Life (1990)
- The Beast Inside (1991)
- Revenge Of The Goldfish (1992)
- Devil Hopping (1994)
Procure aí na Internet. No Brasil tem duas coletâneas boas lançadas. Vale a pena comprar, é fácil de achar e tudo o mais.
Agora… Algum gênio podia aproveitar essa volta e trazê-los pro Brasil. Ou não?
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Outra boa do Inspiral Carpets é que eles vão colaborar no próximo disco do Oasis, já em gravação. O famoso órgão aparece no disco novo dos irmãos Gallagher, o que pode alterar um tanto o som do Oasis.
A colaboração vem para corrigir o rumo da história, por assim dizer: a Cow Records era pra ser a primeira gravadora do Oasis, lá no início da carreira. Mas os Gallagher não apareceram pra assinar o contrato, como combinado, e nem deram explicações sobre o fato, deixando o pessoal do Inspiral Carpets a ver navios.
Só pra lembrar: Noel Gallagher foi rodie da banda…
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Veja aí “She Comes To Fall”, ao vivo,e Glasgow:
Comprei um HD de 500Gb. Beleza. Com os outros HDs que eu já tinha, de 10Gb e de 80Gb, tenho 590Gb de espaço. Tirando o que o sistema oeracional e programas e outros arquivos consomem, fico com uns 520Gb. Tá bom?
Tirando isso, ainda tem os iPods, um de 20Gb e um de 60Gb. De espaço, não posso reclamar.
Eis que com espaço, posso voltar a baixar o que eu quiser, sem ficar escolhendo. A Internet virou novamente uma grande estante de música, sem caixa registradora. Nesse cenário “fique à vontade”, tive que recorrer à memória. A física, não a RAM. O que eu gosto ou gostava e que não foi lançado no Brasil, mas caiu no esquecimento? Muita coisa, com certeza. Fui baixar um do My Bloody Valentine, porque sabe como é, nessas horas é bom apelar pro certo.
Para garantir a lista correta de músicas, fui ao CD Now, que é americano, mas quebra um belo galho. Lá em “Isn’t Anything”, de 1988, os “produtos similares” apontam para o Slowdive. Ah, o Slowdive! Havia esquecido deles. Baixei o “Souvlaki”, de 1993, o segundo deles. Uma coisa leva à outra. Do Slowdive, passei pro Catherine Wheel, o “Ferment”, de 1992, o primeirão deles. Daí, surgiu na minha frente o Pale Saints, de quem peguei o “The Comforts of Madness”, de 1990. Por fim, mas aí por falta de saco de continuar, peguei o Chapterhouse, “Whirlpool”, de 1990, que cheguei a ter em vinil (esse saiu no Brasil).
São todos de uma fase em que ser shoegaze era bacana (quer dizer, ainda é), mesmo que Happy Mondays fosse A banda. Durou pouco essa fase. O Nirvana veio, arrombou essa pasmaceira com uma voadora no nariz, e o Oasis, o Blur e outros querendo mostrar que os Beatles eram mais legais que o Jesus & Mary Chain e o My Bloody Valentine. Todas essas bandas sumiram, deram um tempo, foram pro saco. Faltou espaço pra muralha de sons de suas guitarras. Eram bandas que faziam boa música, mas seus integrantes eram quase nada carismáticos.
Não foram lançadas no Brasil naquela época, não serão agora.
Vale, então, comprar mais espaço pro seu computador, dar uma sacudida na memória e buscar algumas coisas esquecidas. Da minha recente relembrada, aí vai:
Slowdive (1989-1995):
1991 – Just For a Day
1993 – Souvlaki
1995 – Pygmalion
Chapterhouse (1987-1996):
1991 – Whirlpool
1993 – Blood Music
Catherine Wheel (1990-2001):
1992 – Ferment
1993 – Chrome
1995 – Happy Days
1997 – Adam And Eve
2000 - Wishville
Pale Saints (1987-1994):
1990 – The Comfort Of Madness
1992 – In Ribbons
1994 – Slow Buildings
Olha, e tem o Loop e o Ride, que eu já tinha há muito tempo nos meus gigabytes, mas cabem bem nessa lista. São as melhores de todas, barulheira na certa, mas o Loop é bem difícil encontrar na Internet (ou eu não sei procurar direito). O Ride até saiu no Brasil e é tranqüilo encontrar na Internet.
Loop (1986-1990):
1987 – Heaven’s End
1988 – Fade Out
1990 – A Guilded Eternity (clássico! espetáculo!)
Há duas grandes compilações do Loop, imperdíveis: “Eternal”, de 1989; e “Wolf Flow”, de 1991, coletânea de três Peel Sessions da banda.
Ride (1988-1996):
1990 – Nowhere
1992 – Going Blank Again
1994 – Carnival of Light
1995 – Live Light
1996 – Tarantula
Há mais, muito mais dessa fase que costumam rotular de shoegaze, mas que muitas vezes é só barulheira das boas, música das boas: Swervedriver, Saint Etienne, Lush (ops!), Moose, Mojave 3 (que é o que sobrou do Slowdive, mas que não tem nada a ver com ela) etc.
Baixe aí. Os inteligentes distribuidores brasileiros não vão se mexer mesmo.
Para saber mais dessas bandas, procure na lista de links e se vira.
Sobre o Jesus & Mary Chain já falei. Mas no Coachella, que terminou no domingo, ainda ocorreram as voltas de Rage Against The Machine, Happy Mondays e Crowded House.
O Rage Against mostrou que tanto faz ter ficado tanto tempo adastado fez valer o dinheiro pago pelos felizardos espectadores da maratona de shows. Segundo a Folha, foia volta que causou mais impacto no público. Era, afinal, a banda de mais sucesso entre os americanos, de todas as que retornaram. Assim, ficou fácil.
O Happy Mondays foi hilário, para não dizer constrangedor. No You Tube, é fácil achar imagens do show, em que Shaun Ryder parece um zumbi: não se mexia, mal cantava e não conseguia lembrar as letras das músicas. Atrás, a banda até se esforça, pra nada. Você escolhe se quer rir. Procure lá.
Sobre o Crowded House, não vou nem falar. A banda não deiva nem ter começado, quanto mais voltado!
Ou ouvindo. O Happy Mondays anunciou que lança um disco novo em julho próximo. Devem estar precisando de uma grana urgente, porque há 15 anos não lançam nada, só ficam enchendo a lata e fumando um cachimbo que passarinho não fuma. Quem viveu o começo dos anos 90 sabe do que estou falando.
Não sou saudosista (quer dizer, um pouco posso ser), e realmente não acredito que esse disco vá prestar. De fato o happy Mondays lançou um disco matador, o “Pills ‘n’ Thrills and Bellyaches”, de 1990, e um EP de tirar o fôlego, “Hallelujah”, além de outros singles que redefiniram a música inglesa (e o o comportamento) da época. Eles são Madchester! Mas e agora?
Shaun Ryder, o vocalista doidão, está mais gordo que o Jô Soares e não tem voz nem para as entrevistas. Nada contra os gordos, mas aquela energia no palco, é bom esquecer, embora Bez ainda esteja lá. Como não há nada definido, nem nome do disco, nem músicas, nem nada, ainda fico na dúvida. Para não dizer que parece papo furado, quem vai produzir o disco é Sammy Levine, o neto de Quincy Jones. Se balanço está no sangue, então a escolha foi boa.
Se cair alguma coisa na Internet, aviso. Por enquanto só expectativa.
Desenterraram o bom e velho Happy Mondays, a banda mais doida da Inglaterra da virada dos 80 para os anos 90. Bom, todo mundo conhece os sujeitos. Desde, 1992, com o meia-boca “Yes, Please”, eles sumiram dos estúdios, dos shows e só quem tinha notícia dos integrantes da banda eram os traficantes de coca e ecsteasy.
Pois o Happy Mondays está de volta, 14 anos depois. Eles acabam de terminar as gravações do novo disco, que ainda não tem data de lançamento e nem nome. O produtor, Howie B (U2), enche a banda de elogios, principalmente Shaun Ryder, o vocalista e letrista pinel. Diz que as letras dele estão melhores e mais irônicas do que nunca. E que o som está tão espetacular quanto sempre foi.
Não sei, é preciso ouvir, é claro. Mas uma coisa chama a atenção: Shaun Ryder está mais gordo que uma porca perto do abate. Pelo menos a cerveja está sempre à mão.

Shaun-Pança e seus dois brinquedos preferidos: a cerveja e Bez
